sábado, 17 de dezembro de 2011

“Ginásio do Padre Zé”, faz Justa Homenagem à Reitora Marlene Alves, em Festa de Concluinte

“Ginásio do Padre Zé”,  faz Justa Homenagem à Reitora Marlene Alves,  em Festa de Concluinte

(Reynollds Augusto)


Quanto mais emoção verdadeira, mais qualidade de vida íntima. Não sou muito adepto das reações dos insensíveis, dos materialistas inveterados, dos autômatos sociais, que vivem sem perceber a vida e  que pensam que a felicidade está no ajuntamento de coisas, como também,  naquelas “diversões”, regadas a muito álcool que prejudica a saúde e fere a moral .
É triste, também, observar pessoas que gastam a sua energia pessoal apenas para ir à busca do “TER”. Esses são os iludidos do caminho.
Essa reflexão inicial me remontou ao Mestre dos Mestres, Jesus de Nazaré, quando daquele episódio em que, um dos iludidos do caminho, estava guardando haveres sem necessidade e assim  asseverou:
- “... Coitado, não sabe ele que ainda hoje a morte vem pedir a sua alma...”
Ter consciência da impermanência da vida física é importante para fazermos as boas escolhas. Muitas escolas cristãs entenderam isso, outras estão cada vez mais distantes da proposta de vida, daquele que eles dizem seguir. É isso mesmo! Há religiões, ditas cristãs, são  verdadeiras armadilha e te põe mais distante do nosso modelo e guia, o humilde e pobre filho do carpinteiro e que era e é, hoje mais ainda,  grande e rico de sabedoria.
Mas esse fim de semana eu vivi muitas emoções sadias, verdadeiras moedas de felicidade. À noite estive na confraternização dos meus irmãos maços, que aconteceu do BNB. Do Venerável - o meu irmão e colega da justiça ZÉ NILTON- aos menores dos menores, estávamos todos lá, felizes e confraternizando à vida.
Naquele momento conversei bastante, em especial, com o meu irmão FÁBIO GALDINO, o eterno boi. Fábio está maduro e entendeu as “coisas” no alto, os princípios maçônicos. Conseguiu enraizar tais princípios, sem a hipocrisia de muitos. Os preceitos maçônicos  são instrumentos que alimentam a vida boa e nos faz distanciar da boa vida. Entendeu?
O “boi” é o “cara.” . A sua vida, o seu esforço, a sua luta “denuncia” que ele pegou a estrada certa. Quanta gente ainda permanece da estrada errada. O fosso está logo à frente.
Segundo o grande Espírito  Emmanuel, que foi o professor do CHICO XAVIER:  No mundo de hoje, há boa vida e há vida boa. Boa vida é bem-estar. Vida boa é estar bem.Por isso temos criaturas de boa vida e criaturas de vida boa.As primeiras servem a si mesmas.As segundas respiram no auxílio incessante aos outros.A boa vida tem rastros de sombra.A vida boa apresenta marcas de luz.A desordem favorece a boa vida.A ordem garante a vida boa.Palavra enfeitada costuma escorar boa vida.Bom exemplo assegura vida boa.Preguiça mora na boa vida.Trabalho brilha na vida boa.Ignorância escurece a boa vida.Educação ilumina a vida boa.Egoísmo alimenta a boa vida.Caridade enriquece a vida boa.Indisciplina é o objetivo da boa vida.Disciplina é o roteiro da vida boa...”
Mas antes fui ao Colégio Diocesano e lá foi uma noite de muitas emoções e felicidade. Minhas duas jóias raras, Thays e Camila Augusto, estavam concluindo o primeiro grau e com a sua turma foram participar da cerimônia de descerramento da Placa da turma concluinte. Para a minha surpresa a homenageada foi MARLENE ALVES, irmã do meu vizinho MIGUEL ALVES, excelente pai, avô e vizinho.
 Muitos aplausos, discurso e emoção em homenagem àquela que conseguiu se projetar na sociedade, no mundo acadêmico e foi aluna de um dos maiores celeiros de cultura da nossa majestosa cidade. De lá saíram, músicos, artistas, doutores, reitores e tudo mais. E isso sem falar no mais importante que é exatamente o forjar dos valores íntimos, com base na mais lídima moral, que o “colégio do Padre Zé” passa para os seus alunos e que nós não conseguimos ver. Aliás, as coisas que importam, são imperceptíveis. O meu amigo vice-diretor, Raimundo, que estava representando a diretora, Petronila,  com ausência justificada, argumentou em torno da vida da ex e eterna aluna do Diocesano e daí a justa homenagem. A filarmônica do Padre Zé sonorizou o momento mágico da vida daqueles alunos, felizes, fotografando, sonhando... vivendo.
Nos, geralmente, vemos o evidente, a forma, mas não conseguimos alcançar o subjetivismo de cada discente que partiu daquela etapa de suas vidas, que são a honestidade, o respeito, a perseverança e tudo que constrói o “Homem de bem”, como disse o professor Allan Kardec, o missionário de Deus,  que nos trouxe a proposta de vida que mais se aproxima da mensagem de Jesus, sem enganos.
As conquistas sociais, que são periféricas,  devem estar sempre  associadas as conquistas morais, que são profundas e é o que realmente interessa. É o instrumento ajudando o estudante, o professor, o político, o juiz, advogado, o reitor , o administrador e tudo mais. Sem isso nossa ascensão é sempre falsa.
Mas,  felicidade mesmo,  eu senti nos olhos dos pais, mães, parente e a  amigos que estavam presente naquela que á a verdadeira festa. Com certeza Jesus estava por lá, por meio de seus emissários, pois estávamos reunidos em seu nome, por meio da bela cerimônia católica que alimentava a alma dos presentes e foi ele mesmo que disse “ onde estiver duas ou mais pessoas reunidas em meu nome , eu ali estarei.
E isso não quer dizer que Jesus  esteja só nas religiões, pois eu acho, aqui para nós, que  em  algumas  ele nem vai, pois são cegos que conduzem cegos.
A  pretexto das pessoas estarem reunidas em seu nome, não conseguiram entender a  sua proposta de vida que encerra a verdade. O bem , a educação, os verdadeiros valores, não são propriedade de ninguém. São  instrumento do ser humano para se aproximar de Deus, nossa fatalidade.
Parabéns, minhas filhas e demais colegas.
Parabéns,pais.
Parabéns todos que fazem a direção do Diocesano.
Parabéns Marlene Alves

Procuremos os valores da alma que ficam e não apenas os valores impermanente das ilusões,  que não resistem ao tempo.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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