Outra Visão
(Reynollds Augusto)
Hoje eu assisti uma entrevista motivadora do Reynaldo Gianecchini, no vídeo show.
Todos nós sabemos que o ator foi acometido por uma espécie de câncer que o tirou dos palcos da arte, por alguns momentos, mas o fez renascer para o “palco” da vida.
Todos nós sabemos que o ator foi acometido por uma espécie de câncer que o tirou dos palcos da arte, por alguns momentos, mas o fez renascer para o “palco” da vida.
A nossa visão da existência sempre muda quando somos envolvidos por essas experiências de impacto. É uma espécie de puxão de orelhas que Deus nos dá para que voltemos a estrada certa e deixemos as ilusões de lado. Quando o fenômeno nos acontece, geralmente mudamos, e para melhor. É como se estivéssemos desacordados e alguém nos dá aqueles solavancos para recobrarmos a consciência. Esse é o solavanco da vida que nos faz despertar para os objetivos maiores da existência.
Tenho certeza que nasceu um novo Gianecchini e que o outro deve ter morrido consigo. Ele confidenciou que voltou mais humano, preocupando-se melhor com o semelhante, com as pessoas. Sente a necessidade de se integrar mais com a natureza e observar os detalhes da vida que a correria apagou do nosso proceder.
Tenho certeza que nasceu um novo Gianecchini e que o outro deve ter morrido consigo. Ele confidenciou que voltou mais humano, preocupando-se melhor com o semelhante, com as pessoas. Sente a necessidade de se integrar mais com a natureza e observar os detalhes da vida que a correria apagou do nosso proceder.
Geralmente quase todos nós passamos a maior parte da vida presos em paredes de concreto e não saímos para respirar um ar puro, dar uma caminhada para ver o nascer ou o pôr o sol. Fazemos amigos digitais e esquecemo-nos dos “bates papos” com os amigos reais. Não tempos tempo para sair, mudar a rotina, caminhar, sair de nossas prisões, que os tempos modernos criaram e que nos dão uma aparente segurança. Passamos uma encarnação todinha fazendo tudo da mesma forma e do mesmo jeito e não apreciamos os simples detalhes que nós carreiam à verdadeira felicidade. Esquecemos de dizer aos nossos parentes, mulher, filhos, mães, pais, irmãos, que os amamos.
Não podemos perder tempo com essas bobagens, dizemos.
Eu e o meu amigo Tião, lá de Catingueira, tivemos uns solavanco desses. Só que os nossos, os impactos foram maiores e mais sofríveis. Acidente de moto, perda temporária de consciência, com estado de coma e tudo. Mas serviu de impulso para que pudéssemos apreciar melhor a caminhada e procurar o que realmente interessa. Foi um dor que ajudou. Voltamos felizes para viver o resto da existência física, que passa ligeirinho, sem muitas ilusões.
Ontem o Esle, do Centro Espírita Jesus de Nazareth, que acontece todas as quintas pelas 20 horas, tratou desse tema. O que é a vida? E como conduzi-la? As abstrações dos temas propostos pelos imortais nos dão uma sensação de felicidade e paz interior que nos alimentam a alma. O difícil é quando você sai da casa espírita e tem que enfrentar um mundo que nos induz aos enganos, às ilusões, onde o orgulho e egoísmo são os condutores. Mas é essa a “guerra”. Saber dizer “sim, sim; não, não”, sem esmorecer e “ser do mundo, sem pertencer ao mundo”.
Nós precisamos entender o recado da dor para nossas vidas e mudar de direção enquanto há tempo. Tem gente que quando a dor surge faz de conta que é mentira e tenta encobri-la, tomando mais e mais analgésicos, sem se preocuparem em atacar a raíz. Compram coisas para enganar a si mesmo, viajam e fazem de conta que o desafio não existe. É uma fuga psicológica.
Tem gente que não admite, protesta contra Deus, blasfema e se revolta dizendo que “isso não poderia ter acontecido comigo” e botam a culpa no “diabo”, que seria o responsável por tudo de ruim que acontece e depois ficam barganhando com o criador, e dão os seus bens a alguns desses pastores da inconsciência, para que eles possam intermediar um milagre a solucionar o problema, que é nosso genuinamente.
Há pessoas que se ensimesmam e sofrem, não conseguindo sair do “embaraço” e não entendem que o obstáculo, sempre transponível, na verdade, é o chamamento de Deus para que possamos substituir valores e encontrar soluções que são desafios que fazem parte do nosso histórico pessoal rumo à evolução pessoal.
De uma forma ou de outra, são oportunidades de crescimento espiritual que a vida nos proporciona para mudarmos de direção e encontrar a verdadeira felicidade que não está nas coisas e sim no âmago, pois se trata de um estado interior conquistado.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.




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