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As Razões de Ariosvaldo Ferreira

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domingo, 18 de agosto de 2013

Quase sai tabefe entre Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski

Iniciado diante das câmeras da TV Justiça, o arranca-rabo entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski prosseguiu após o encerramento da sessão do STF, na última quinta-feira. O segundo round ocorreu na área reservada, contígua ao plenário. Apurado pelo repórter Robson Bonin, o destampatório foi veiculado por Veja. A troca de ofensas vai reproduzida abaixo: 
— Vossa Excelência não vai esculhambar a minha presidência! — increpou Barbosa.
— O senhor quer as manchetes? Quer aparecer? Vá para as ruas! — devolveu Lewandowski.
— O senhor não vai ficar lendo textos de jornal em plenário para atrasar o julgamento!
— Está para nascer homem que mande no que devo fazer. O senhor acha que tenho voto de moleque?
— Acho sim, senhor.
Lewandowski insinuou que, noutro ambiente, reagiria com os punhos:
— Se não fosse o respeito que tenho por esta Casa, eu tomaria agora outra atitude.
Antes da intervenção da turma-do-deixa-disso, Barbosa ainda sapecou:
— O senhor envergonha esta Casa. O senhor não se dá ao respeito!
Em privado, Lewandowski disse aos colegas que seu retorno ao julgamento depende de uma retratação de Barbosa. Durante a sessão de quinta, depois de acusar Lewandowski de fazer “chicanas” protelatórias, Barbosa dissera: “Não vou me retratar, ministro.” O terceiro round está marcado para quarta-feira (21).
Blog do Tião Lucena

sexta-feira, 29 de março de 2013

ELE AINDA DA ORDEM

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado no processo do mensalão, juntou-se ao coro dos descontentes com a permanência do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados. Através de seu blog, ele cobrou uma postura firme dos colegas petistas e defendeu que o órgão seja esvaziado enquanto o evangélico não deixar o cargo:

"Já que no Dia D (ontem) em que se esperava uma solução, a Executiva Nacional e a bancada do PSC na Câmara decidiram manter o pastor e deputado Marco Feliciano (SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Casa, a saída é o boicote às sessões da comissão pelos deputados do PT e demais partidos que se opõem à sua indicação", escreveu.

Normalmente crítico às posições do PSOL, partido que nasceu de uma dissidência do PT, Dirceu afirmou apoiar a postura do deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ):

"Tem razão o deputado Jean Willys (PSOL-RJ), um dos líderes da resistência à permanência do deputado Feliciano no comando da Comissão, ao considerar sua continuidade no posto uma radicalização do PSC. Longe de resolver a questão, o deputado na presidência da CDHM só mantém e amplia o impasse", concluiu.
site do Tavinho

Judas nacional por unanimidade, Marcos Feliciano insiste em continuar sendo apedrejado nos Direitos Humanos

Judas nacional por unanimidade, Marcos Feliciano insiste em continuar sendo apedrejado nos Direitos Humanos

A insistência do pastor Marcos Feliciano em permanecer no cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias tem custado caro ao PSC, a ele mesmo e a imagem do Congresso Nacional. E, sinceramente, não sei que birra é essa que o mantém num holofote negativo da mídia.

Pra onde ele vai a imprensa vai atrás. Um manifestante foi preso há pouco durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). A ordem de prisão foi dada pelo próprio presidente da comissão, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que afirmou ter sido chamado de racista pelo manifestante.

"Aquele senhor, chama a segurança, ele me chamou de racista e racismo é crime. Ele vai ser preso e terá que provar que eu sou racista", afirmou Marco Feliciano. A polícia legislativa agiu em seguida e deteve o manifestante.

Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao lado do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na sessão de Direitos Humanos da Câmara

Após a confusão, o presidente suspendeu a sessão por cinco minutos e transferiu a audiência para o Plenário 11. Só poderão participar da reunião parlamentares, debatedores e a imprensa.

A Comissão de Direitos Humanos tenta  debater a contaminação do solo por chumbo em Santo Amaro da Purificação (BA). Desde antes do início da reunião, o Plenário 9 já estava lotado de manifestantes. O acesso era controlado por seguranças. 

Até hoje, a comissão não conseguiu realizar votações ou levar debates adiante devido aos protestos realizados por manifestantes da área de direitos humanos contra a permanência de Marco Feliciano na presidência do colegiado.

EM TEMPO: o dia termina com centenas de manifestantes nos corredores da Câmara e tentando invadir o gabinete do deputado. Numa manifestação contra sua permanência realizada no Rio, a atriz Fernanda Montenegro beijou a boca de outra atriz  numa performance para chamar a atenção.
Dércio Alcântara

quarta-feira, 27 de março de 2013

Enquanto militantes ideologizados abdicavam de sua capacidade de discernir que um político torrar dinheiro do brasileiro à toa é algo errado na última semana, o jornal espanhol ABC escandalizou-se com a forma como a presidente Dilma Rouseff esbanjava dinheiro do trabalhador em Roma.



É curioso como a luxíria de Dilma foi comentada quase como notas de rodapé na imprensa brasileira, restando a cobrança a poucos veículos independentes, como Ucho.Info, que fez as contas dos gastos da presidente do país.



Todavia, o quanto Dilma torrou dinheiro do brasileiro chamou atenção mesmo da imprensa espanhola, acostumada com as malversações do rei Juan Carlos, famoso por ter ido caçar elefantes em Botsuana enquanto seu país tornava-se preocupação mundial por ser um dos mais afetados pela crise econômica (aquele mesmo Juan Carlos que mandou Hugo Chávez calar a boca com um “Cale-se, cale-se, cale-se, ou você me deixa louco”, deixando o caudilho bolivariano apenas com um muxoxo “Ninguém tem paciência comigo”).

Enquanto se critica muito a corrupção, esquece-se que um governante, ou qualquer agente trabalhando no Estado, pode tomar dinheiro das pessoas à força, e se quiser mais luxos, pode simplesmente tomar mais dinheiro, sem problema algum para a legalidade, e com todos (imprensa inclusa) confundindo rotina com naturalidade.



Juan Carlos veio a público pedir desculpas por sua forma anti-ética de desperdiçar dinheiro tomado dos espanhóis (fato sem precedentes no Reino). Dilma, após uma desculpa tragicômica e com sabor de deboche emitida por Antônio Patriota, parece que vai optar pelo silêncio.


Dilma malgastou € 125.990,00 (R$ 324 mil) em viagem semi-turística a Roma a fim de conhecer o novo papa. Sendo não-católica, apenas visa amealhar o lucro eleitoral na próxima eleição (e com dinheiro até de quem desde já não pretende votar em sua reeleição). Até o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, por razões entre o Céu e a Terra mais insondáveis que nossa vã filosofia, foi a Roma ver o papa (não que haja muitas razões sondáveis para Mercadante ser ministro da Educação, claro).



Enquanto isso, o papa, líder de uma religião que reúne quase um sexto da humanidade, tomava ônibus para ir ao seu trabalho, e humildemente pedia para que rezassem por ele, além de esperar no fim da missa para cumprimentar fiel por fiel. Ainda não conseguimos um autógrafo ou beijinho de Dilma.



Diz o jornal espanhol ABC:




O socialismo de Dilma Rousseff: 52 quartos de hotel e 17 carros para ver o papa



A presidente do Brasil poderia ter ficado na embaixada, mas escolheu o hotel pois acreditava que ele facilitaria “o trabalho de rotina”



A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, parece viver à margem dos ditames da austeridade e da pobreza de que o Papa fala.



Durante a sua estadia em Roma para assistir à missa de inauguração do pontificado do Papa Francisco, Dilma revelou que o Governo do Brasil viaja em grande estilo.



Em vez de ir para a embaixada do país em Roma, o que é normal em uma viagem deste tipo, a comitiva em que viajou a Dilma Rousseff, 4 ministros, guarda-costas e pessoal de apoio, escolheu ficar em um hotel da cidade.



A embaixada brasileira está localizado em uma mansão no centro da capital e teria sido completamente gratuita. Mas, como relatado pelo jornal brasileiro “Folha do Brasil” Rousseff reservou 52 quartos em um hotel de luxo e fez uso de 17 carros em sua estadia de 3 dias no Vaticano.



Neste estabelecimento, paga-se pela noite pelo menos 700 euros, e 6.000 euros pela suíte. De acordo com um porta-voz da presidência, isto foi feito pois “assim o trabalho de rotina é mais fácil.” [faz sentido] Além disso, a representação do Brasil em Roma carece no momento de embaixador.



A notícia, que deveria ser manchete de capa de todos os jornais do país do qual Dilma Rousseff é presidente, ainda não dá conta da dissipação do dinheiro tomado do povo. Bem conclui o Ucho.info, vendo uma certa discrepância entre os protestos contra Yoani Sánchez em nome “dos pobres”, enquanto a militância esquerdista não dá um pio (ou mesmo acha “normal”) que Dilma malbarate o suor do brasileiro em mordomias e exuberância:



O valor informado pelo Itamaraty por si só é um descomunal absurdo, mas a conta que cabe aos brasileiros é ainda maior porque há o custo do deslocamento do avião presidencial. Considerando apenas os R$ 324 mil, o entourage palaciano conseguiu a proeza de torrar em uma saída para a missa o equivalente a 478 salários mínimos, montante que um reles trabalhador demoraria quarenta anos para conseguir.



Levando-se em conta que Dilma Rousseff descobriu a fórmula mágica de derrotar a miséria com R$ 80 mensais, o valor gasto em Roma seria suficiente para manter 38 pessoas, durante dez anos, longe da chamada linha da miséria extrema.



Em qualquer país minimamente sério e com um povo com doses rasas de responsabilidade, Dilma desembarcaria em um aeroporto cercado por extensa e raivosa multidão. Lamentavelmente, nenhuma manifestação há de acontecer, nem mesmo por parte dos baderneiros que, financiados com o dinheiro público, têm feito arruaças na Comissão De Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.



Mas, ah, se fosse um não-petista, hein?!
 politicaissoebrasil

domingo, 24 de março de 2013

Um cartunista na Cabralândia - Especulação imobiliária e desocupações para a Copa de 2014

Esta forte e expressiva obra de Jean Baptiste Debret que mostra índios brasileiros sendo retirados de seus locais de moradia e sendo escravizados coincide exatamente com o que ocorreu ontem na Aldeia Maracanã. Isso é a prova viva de que a opressão e perseguição étnica ainda reside nos tempos atuais.

Naquela época o Capitalismo Mercantil levou Portugal a invadir a terra ainda sem nome residida pelos índios e que posteriormente se chamaria "Brasil" e escravizou muitos daqueles povos e começaram a sugar tudo que aquela terra ali roubada poderia lhes oferecer. Decorrente disso milhares de índios morreram.

O tempo se passou e a escravidão foi abolida, porém as sequelas daquela época permaneceram vivas com o passar do tempo. Hoje não vemos uma escravidão direta sobre os índios, mas indiretamente sim. Eles são escravos deste Sistema. O pouco que lhes restou está sendo destruído, sua cultura está sendo destruída. O índio como retratado na obra de Debret ainda é retirado de sua moradia e assim como na época da Idade Moderna o Capitalismo ainda é a causa de muitos de seus problemas, como a retirada dos índios da Aldeia Maracanã para a construção de obras que disfarçadamente visam uma melhoria à sociedade, porém por trás dos bastidores estão enchendo o bolso de empreiteiras e grandes corporações.

Espero um dia em que a Constituição realmente proteja estes povos e o Estado e órgãos competentes realmente estejam comprometidos a preservar a cultura indígena. Se quer acabar com uma etnia basta destruir sua cultura e é isso que está ocorrendo, 513 anos de perseguição e destruição, 513 anos de Cabral à Cabral, o sangue escorre e a cena novamente acontece. O Brasil colônia ainda vive. O Brasil colônia de empresas estrangeiras que vem aqui e sugam os recursos naturais, roubam o que é dos índios, como no caso de Belo Monte. Assim como nos tempos iniciais do Brasil, os índios são mortos por resistirem à abdicação de terras, como ocorreu com os Guarani Kaiowá e muitos outros.

A destruição continua.

VÍDEO:

Ação truculenta da PM no despejo de indígenas da Aldeia Maracanã: 



POSTS:

Um cartunista na Cabralândia - Especulação imobiliária e desocupações para a Copa de 2014: http://t.co/H0Uil6m1gK

Polícia inicia retirada de índios da Aldeia Maracanã:http://t.co/VPZfnwvFNr

REVOLTANTE: Violência da PM no despejo de indígenas da Aldeia Maracanã: http://bit.ly/16P2fJO

Página: https://www.facebook.com/VerdadeExplicita

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Impeachment do Presidente do Senado: Renan Calheiros

Impeachment do Presidente do Senado: Renan Calheiros

1,098,530 assinaturas. Vamos chegar a 1,360,000

Por que isto é importante

Povo Brasileiro! Acabamos de ser chamados de Palhaços!!!
O Senador Renan Calheiros acaba de ser eleito Presidente do Senado com 56 votos secretos!! Isso é um absurdo! E não podemos ficar calados diante de tal ATROCIDADE!!!

Não podemos ficar de mãos atadas!

ASSINE. DIVULGUE. COMPARTILHE.
O Senador Renan Calheiros foi eleito, em 2010, com 840.809 votos.

Vamos conseguir 1.360.000* assinaturas (1% do eleitorado nacional), levar esta petição para o Congresso e exigir que os Senadores escutem a voz do povo que os elegeu.

Segundo nossa Contituição “A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles”.

Infelizmente essa ferramenta popular foi criada apenas para propor leis e com requisitos tão complexos que quase ninguém consegue fazer uso dela. Mas se 1.360.000 se juntarem a nós, poderemos causar um rebuliço na mídia, desafiar as restrições desta Iniciativa popular e exigir a revogação do presidente do Senado, Renan Calheiros. Vamos usar o poder do povo agora para exigir um Senado limpo.

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Brecha: Câmara aprova projeto que permite políticos com contas rejeitadas disputarem eleição

O Plenário aprovou nesta terça-feira (22) o Projeto de Lei 3839/12, que estabelece novas regras para a expedição da certidão de quitação eleitoral. Esse documento é um dos exigidos pela legislação para que uma pessoa possa garantir a sua candidatura. O projeto é de autoria do deputado Roberto Balestra (PP-GO) e altera a Lei Eleitoral (9.504/97).

Com isso o ex-governador José Maranhão (PMDB), que teve contas rejeitadas, além de outros políticos paraibanos poderão ser beneficiados.

A proposta tem como principal objetivo mudar a interpretação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a emissão da certidão. Segundo o autor da proposta, a corte tem entendido que a certidão não será emitida para candidato que tiver contas de campanha eleitoral anteriores rejeitadas.

Para Balestra, a jurisprudência foi além do que determina a Lei Eleitoral, que exige, como um dos critérios para a emissão, apenas a apresentação das contas, sem menção à rejeição. O texto aprovado determina que a certidão será entregue “ainda que as contas sejam desaprovadas”.

Multa

Segundo o projeto, a decisão que desaprovar as contas sujeitará o candidato unicamente ao pagamento de multa no valor equivalente ao das irregularidades detectadas, acrescida de 10%. Os recursos arrecadados com o pagamento da multa serão destinados ao Fundo Partidário.

O projeto recebeu parecer favorável do relator, deputado Arthur Lira (PP-AL). O texto vai agora ao Senado.
Câmara Federal

domingo, 4 de março de 2012

Incentivo ao crime


Incentivo ao crime

O trabalhador brasileiro deve estar reavaliando a sua disposição de continuar honesto. É que, ralando o dia todo e todo o dia, ganha ao final do mês a esmola de 622 reais, enquanto o traficante, o estuprador, o ladrão e o assassino, presos, recebem um salário reclusão de 810, com um agravante: se um deles morrer, a família passa a receber a pensão como se herdasse uma coisa legítima de um correto dono de casa. A partir de agora, pelo menos no Brasil, o crime compensa sim senhor.
Blog do Tião