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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Aguiar e Conceição ganharão mais dois profissionais do Mais Médicos

A informação é do Governo do Estado




Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - Mais um médico cubano que chegou à Paraíba na última sexta-feira, 1º, deverá ir para a cidade de Aguiar, conforme o Governo do Estado. Ele faz parte do segundo ciclo de profissionais do programa federal Mais Médicos, que trouxe para o estado 39 estrangeiros, dos quais 30 são brasileiros e nove cubanos, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Com mais um estrangeiro chegando para atuar na sua saúde básica, Aguiar passará a ter dois profissionais cubanos, já que um outro médico da terra de Fidel e Raúl Castro já trabalha no município há pouco mais de um mês: Miguel Arencibia Garcia, de 43 anos, chegou à cidade no dia 23 de setembro.

Outro município da região que receberá um médico vindo de fora do país é Conceição. No entanto, o profissional é brasileiro, mas atuava fora do Brasil. No primeiro ciclo do Mais Médicos, os conceiçãoenses foram contemplados com um médico brasileiro de atuação no país de origem para exercer suas funções em uma unidade básica local, mas a Prefeitura rejeitou Geraldo Soares Guedes. Agora receberá mais um profissional, e é provável que este seja aceito.

Em matéria publicada pela Folha no dia 30 de setembro, o vereador oposicionista Vicente Ramos disse que a rejeição ao nome de dr. Geraldo, que reside em Conceição e já atuou na saúde local na gestão anterior, se deu por motivação política, justificando que familiares do médico é ligado ao grupo que comandava a Prefeitura até o ano passado.

O salário do médico no programa, seja ele estrangeiro ou brasileiro, é pago pelo Governo Federal. A Prefeitura tem a responsabilidade de arcar com custo com moradia e alimentação.

Médicos cubanos são encaminhados para cidades do interior da Paraíba; Vale do Piancó receberá um deles


Oito médicos cubanos foram encaminhados para cidades do interior da Paraíba nesta segunda-feira (4). Ao todo, nove profissionais estrangeiros que fazem parte do 2º Ciclo do Programa Mais Médicos estavam em João Pessoa. Um deles, que é português, vai atuar na capital.

Segundo informações da técnica da Gerência Operacional da Atenção Básica, Talitha Lira, seis deles chegaram na última sexta-feira (1º) e vão receber treinamento nos municípios.

Já outros três chegaram na Paraíba no último dia 26 e participaram de uma oficina de quatro dias de duração no Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor), da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Na oficina, os médicos foram treinados sobre assuntos como assistência farmacêutica, atenção básica, redes e regionalização e vigilância. Além disso, fizeram uma visita à Unidade de Saúde da Família (USF) Vila Saúde de João Pessoa e foram aos municípios onde trabalharão.

Os estrangeiros vão atuar em oito municípios. O português Reynaldo Martinez, que já estava na Paraíba desde o dia 26, é o único que vai atender na capital. Dos que chegaram com Reynaldo, também estão Violena Arias e Wiilian Lopez, que foram para Bernardino Batista e São José de Piranhas, respectivamente. Entre os que desembarcaram em João Pessoa na sexta (1º), estão Teresa Aguilar Fonseca (Aroeiras), Teresa Vega e Rafael Leyva (Juazeirinho), Vismary Enamorado (Nova Olinda), Walter Calzadilla (São José de Princesa) e Yenisel Veranes (São José dos Cordeiros).

Apesar de já estarem nos municípios, os médicos só vão poder atuar quando receberem o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM). Nesse tempo, eles vão conhecer melhor a realidade das cidades onde vão trabalhar. A previsão é de que os registros dos profissionais estejam prontos ainda nesta semana, conforme explicou Talitha. Com o CRM em mãos, eles já podem começar a atender imediatamente.

O 3º Ciclo do programa será realizado neste mês de novembro. De acordo com a gerente operacional da Atenção Básica da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Shênia Maria Felício, o Programa Mais Médicos já trouxe à Paraíba 96 médicos, sendo 74 brasileiros e 22 estrangeiros.
G1

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A cada três dias, uma pessoa comete suicídio na Paraíba; foram 83 somente este ano




  • Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde revela dados preocupantes sobre os números de suicídios registrados na Paraíba. Segundo esse levantamento, 83 pessoas tiraram a própria vida no Estado, só em 2013.
Nos últimos dez anos, os números ficaram 17% maiores nos jovens com idades entre 15 e 24 anos. Aumentaram ainda em 20% entre pessoas com mais de 60 anos. De acordo com o levantamento, o suicídio é a terceira causa de morte na adolescência. Fica atrás apenas de acidentes de trânsito e homicídios.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que para cada caso confirmado, há 20 tentativas frustradas. Para cada tentativa mal sucedida, outras cinco pessoas planejam tirar a própria vida e pelo menos 17 já pensaram ou pensam seriamente nisso.
O psiquiatra Ricardo Henrique Araújo diz que se trata de uma situação trágica para os familiares que perdem alguém assim. Na sua avaliação, o tema não deve ser omitido na imprensa, com a ideia de que se for publicado vai estimular outros a cometerem o mesmo tipo de ação.
Ele defende que isso precisa ser divulgado junto com dados e debates que influenciem na mudança de comportamento das pessoas que apresentam indícios de que podem tirar a própria vida. “Trata-se de um mito, alimentado por muito tempo por profissionais da imprensa e da saúde. O suicídio deve ser divulgado, mas não como mais um fato. É importante que seja acompanhado de debates e discussões que estimulem a diminuição desses casos”, argumenta.
O psiquiatra lembra que 70% das pessoas que têm depressão apresentam tendências suicidas. Ele diz ainda que 90% daqueles que se matam revelaram algum comportamento patológico que poderia ter sido identificado e tratado com antecedência.
 Para a psicóloga Ana Sandra Fernandes, é importante ficar atento quando uma pessoa apresenta qualquer tipo de transtorno emocional ou ameaça se matar. "A perda da perspectiva de vida deve ser encarada pelos familiares como algo sério, a ameaça jamais pode ser vista como forma de chamar atenção, pelo contrário, ela é a evidência de que a pessoa precisa de uma orientação multidisciplinar, ou seja, do acompanhamento de um psicólogo e de um psiquiatra", explica.  
Ricardo Araújo também é enfático ao afirmar que quem avisa que vai tirar a própria vida, deve ser levado a sério urgentemente.“Não se trata de alguém que quer chamar atenção, mas que precisa de ajuda. Vítimas de doenças como bipolaridade, depressão ou que usam drogas e revelam problemas graves no comportamento devido à dependência química precisam ser encaminhadas para tratamentos rapidamente”, afirma.
Sandra Fernandes também frisa a influência de questões sócio-econômicas ou sócio-culturais sobre esses dados. Segundo a especialista em comportamento humano, diversos fatores podem potencializar a vulnerabilidade emocional das pessoas, desencadeando uma tendência suicida."Esse tipo de comportamento é multicausal. Não podemos atribuir o atentado contra a própria vida apenas a depressão ou ao uso de substâncias ilícitas", disse.
Além da perspectiva comportamental, religiosos observam que esse tipo de situação extrema tem que ser avaliado o componente espiritual. É o caso do pastor evangélico Inaldo Camelo, para quem esses aspectos devem ser levados em consideração. "Dentro da perspectiva espiritual, podemos apontar dois tipos desses casos. Primeiro, os que são causados por uma possessão maligna, que é quando dizemos que a pessoa estava endemoniada. Segundo, por uma opressão externa, a morte de um ente querido, um divórcio ou até mesmo uma situação de estresse são exemplos disso", disse o pastor, ao relacionar seu argumento com passagens bíblicas.
Segundo Inaldo Camelo, a morte de Judas é um exemplo de suicídio por opressão maligna, enquanto o rei Saul não suportou pressões externas e acabou tirando a própria vida.
Para o padre  católico Alexandre Magno Jardim, esse tipo de atitude evidencia uma fraqueza espiritual, mas que não deve ser julgada ou condenada por ninguém. Ele também ressaltou a importância das religiões no tratamento de pessoas depressivas ou que já manifestaram vontade se se matar. "A Igreja enxerga essa pessoa com muita misericórdia, afinal, é uma prova de desespero, de perda do sentido da vida. A nós, religiosos, cabe o dever de orar por esses nossos irmãos que não mais estão conosco, orar por suas almas", disse o responsável pela paróquia Nossa Senhora da Conceição, localizada no bairro do Varadouro, dentro da Capital.
Além de acompanhamento médico, indicado por especialistas, pessoas que apresentam tendências suicidas podem procurar ajuda através do Centro de Valorização da Vida (CVV). A entidade existe há mais de 50 anos e colabora prestando apoio àqueles que têm depressão, bipolaridade ou doenças mentais que influenciam no comportamento. O CVV atende na Paraíba pelo telefone gratuito 141, 24 horas por dia.
Patos online

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Municípios têm 60 dias para cadastrar ambulâncias do Samu


Gestores de municípios com cobertura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) têm 60 dias para cadastrar todas as ambulâncias e centrais de regulação de urgências no sistema oficial do Ministério da Saúde. O objetivo da norma, segundo a pasta, é aumentar o controle dos serviços oferecidos e evitar que os veículos fiquem parados.

De acordo com o ministério, os gestores terão que informar os números mensalmente ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Os municípios que não atualizarem o banco de dados por mais de três meses consecutivos terão suspensos os repasses para custeio das unidades móveis do Samu.

“Assim que os gestores locais atualizarem o cadastro e voltarem a registrar sistematicamente a produção, o repasse de recursos será normalizado”, diz o comunicado do governo federal. Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, 2.528 ambulâncias do Samu atendem a mais de 70% da população brasileira – cerca de 135 milhões de pessoas. No ano passado, os investimentos na área somaram R$ 526,9 milhões.
Agência Brasil

Municípios com unidades paradas perderão verbas

Foi publicada na edição da última terça-feira (9) do Diário Oficial da União uma Portaria, do Ministério da Saúde, determinando a suspensão dos repasses de recursos para o custeio das Unidades Móveis do SAMU 192 e Centrais de Regulação das Urgências, sem produção.

A decisão foi tomada para se ter um maior controle sobre os serviços. O ministério estabeleceu um proza de 60 dias para que as unidades de todas as cidades cobertas pelo SAMU sejam cadastradas. A medida punirá os municípios que descumprirem a determinação por mais de três meses consecutivos.

Só quando os gestores atualizarem o cadastro e voltarem a registrar sistematicamente a produção é que o repasse será normalizado.
Diário do Nordeste

Campanha de vacinação contra gripe quer imunizar 31,3 milhões em abril

Ministério da Saúde vai distribuir 42,9 milhões de doses em 65 mil postos.
Ação nacional ocorrerá entre os dia 15 e 26 e inclui oito grupos prioritários


Anúncio foi feito pelo ministro Padilha e pelo secretário Jarbas Barbosa (Foto: Priscilla Mendes/G1) 
Anúncio foi feito pelo ministro Padilha (esq.) e pelo
secretário Barbosa (Foto: Priscilla Mendes/G1)

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (26), em Brasília, que pretende imunizar 31,3 milhões de brasileiros na 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai ocorrer de 15 a 26 de abril em 65 mil postos de saúde do país.
A meta representa cerca de 80% do público-alvo da ação, que é de 39,2 milhões. No ano passado, 26 milhões de pessoas receberam a vacina, o que representou 86,3% do público alvo.
Ao todo, serão distribuídas este ano 42,9 milhões de doses, que protegem contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
O grupo prioritário que será vacinado abrange gestantes, crianças entre 6 meses e 2 anos, idosos a partir de 60 anos, indígenas, presidiários, profissionais da saúde, doentes crônicos ou imunodeprimidos e mulheres até 45 dias após o parto (novo grupo). Com a inclusão dessas pacientes, deve haver um aumento de 30% no número de pessoas consideradas o público-alvo, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões.
"Estamos reforçando neste ano que as mulheres, até 45 dias depois do parto, também devem se vacinar por dois motivos: primeiro porque elas têm as mesmas condições que indicavam a vacinação durante a gestação, e outra porque também poderão ajudar a proteger seus bebês", explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo Padilha, o governo federal quer estimular estados e municípios "a terem uma estratégia de busca ativa do público-alvo".
"Há, inclusive, equipes que irão a abrigos atrás de idosos que podem receber a vacina", disse.
Há, inclusive, equipes que irão a abrigos atrás de idosos que podem receber a vacina"
Alexandre Padilha,
ministro da Saúde
No chamado "Dia D" da campanha – uma mobilização nacional prevista para o dia 20 de abril –, Padilha deve visitar Unidades Básicas de Saúde (UBS) de São Paulo e do Rio Grande do Sul.
Doentes crônicos
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
De acordo com Padilha, a meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros.
A novidade de 2013 é que os doentes crônicos terão acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
DOENÇAS CRÔNICAS COM INDICAÇÃO PARA VACINA DA GRIPE
Doença respiratóriaasma moderada ou grave (em uso de corticoide), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibrose cística, bronquioectasia, doenças intersticiais do pulmão, displasia broncopulmonar, hipertensão arterial pulmonar e crianças prematuras com doença pulmonar crônica
Doença cardíacaHipertensão arterial sistêmica com doença associada (comorbidade), doença cardíaca isquêmica e insuficiência cardíaca
Doença renalPacientes em diálise, doença renal nos estágios 3, 4 e 5, e síndrome nefrótica
Doença do fígadoHepatite crônica, cirrose e obstrução (atresia) biliar
Doença neurológicaacidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular,
e deficiência neurológica grave
DiabetesTipos 1 e 2 em uso de remédios
ImunossupressãoBaixa imunidade congênita ou adquirida
por doenças ou medicamentos
Obesidade mórbidaGrau 3 (IMC igual ou acima de 40)
TransplantesDe medula óssea e órgãos sólidos
Doses por região
A Região Sudeste, a mais populosa do país, receberá 18,6 milhões de doses – apenas o estado de São Paulo ficará com 9,7 milhões. O Nordeste terá 10,7 milhões de doses; o Sul, 7,5 milhões; o Norte, 3 milhões; e o Centro-Oeste, 2,9 milhões.
Além de distribuir as doses, que custarão R$ 331 milhões, o ministério informou que repassará R$ 24,7 milhões para estados e municípios mobilizarem a população e prepararem as equipes de saúde da família. Segundo o ministério, a campanha terá envolvimento de 240 mil pessoas.
Esse é um mito (que a vacina causa gripe), uma informação incorreta. A vacina é feita por um vírus inativado, não é um vírus vivo. As pessoas, quando se vacinam, protegem-se dos casos mais graves e do risco de óbito pela gripe"
Alexandre Padilha,
ministro da Saúde
Vacina não causa gripe
O ministro Padilha esclareceu que o vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe.
"Esse é um mito, uma informação incorreta. A vacina é feita por um vírus inativado, não é um vírus vivo. As pessoas, quando se vacinam, protegem-se dos casos mais graves e do risco de óbito pela gripe", disse.

Padilha ponderou, porém, que, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus, capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus, aí a dose não terá efeito.

"Por isso, é muito importante aproveitar a campanha, que é um período em que ainda não aumentou muito a circulação do vírus da gripe do país", afirmou.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As  informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses oito grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) mesmo após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Gripe x resfriado (Foto: Arte/G1)

quinta-feira, 28 de março de 2013

Teste rápido para diagnosticar tuberculose será oferecido pelo SUS


O Ministério da Saúde vai disponibilizar, gratuitamente, na rede pública, um teste rápido para diagnóstico de tuberculose com capacidade de detectar a presença do bacilo causador da doença em apenas duas horas. O Gene Xpert, como é denominado, também identifica se a pessoa tem resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento da doença. O anúncio foi feito, nesta segunda-feira (25), pelo secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, em solenidade que marcou o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, celebrado neste domingo (24).

Para a implementação da nova tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde está investindo R$ 12,6 milhões. Os recursos são para a aquisição de testes, computadores de última geração, com leitor de código de barras e impressora e para o treinamento dos profissionais de saúde. O teste rápido deverá ser disponibilizado na rede pública até o final desde ano.
“Este teste permite que as pessoas deixem as unidades de saúde já com o diagnóstico, possibilitando, assim, que iniciem o tratamento mais precocemente”, afirmou o secretário Jarbas Barbosa, durante a solenidade.

O Gene Xpert, que já está em funcionamento nas cidades do Rio de Janeiro e Manaus desde o ano passado, será implantado em todos os municípios com mais de 200 casos novos notificados em 2012. Também será disponibilizado nos municípios considerados estratégicos, segundo critérios epidemiológicos (municípios com grande população prisional, população indígena e algumas cidades de fronteiras). Do total de casos de tuberculose, 60 municípios respondem por 56% das novas notificações de todo o país.

Aprovação
O teste rápido para o diagnóstico da tuberculose utiliza técnicas de biologia molecular para identificar o DNA do Mycobacterium tuberculosis. No Rio de Janeiro e em Manaus foram realizados estudos de aceitabilidade e custo-efetividade do uso do novo teste. No quesito qualitativo, o Gene Xpert revelou alta satisfação por parte dos usuários e profissionais de saúde, especialmente pela rapidez no resultado e simplicidade de execução.

Segundo o secretário, com a implantação da nova tecnologia, o diagnóstico da tuberculose será mais eficiente, já que o novo método também apresenta sensibilidade maior (em torno de 95% na identificação dos casos) do que a metodologia tradicional (a baciloscopia de escarro), com sensibilidade de identificação de 60 a 70% dos casos. “Com o Gene Xpert, esperamos um aumento na detecção da chamada tuberculose resistente e, consequentemente, a redução da morbidade e mortalidade pela doença”, destacou Barbosa.

No exame tradicional são necessários de 30 a 60 dias para realizar o cultivo da micobactéria e outros 30 dias para se obter o diagnóstico de resistência à rifampicina. Com o novo teste, os índices de sensibilidade e especificidade chegam a 92,5% e 99%, respectivamente. O que diminui radicalmente a possibilidade de um resultado falso positivo.

Casos
No ano passado, o Brasil registrou 70.047 novos casos de tuberculose. A taxa de incidência da doença no mesmo período foi de 36,1 para cada 100 mil habitantes. Já os dados mais recentes sobre óbitos provocados pela tuberculose no País são de 2010, quando a doença vitimou 4,6 mil pessoas e a taxa de mortalidade registrada foi de 2,4 para cada 100 mil habitantes.

O Brasil ocupa, atualmente, o 17º lugar num ranking de 22 nações consideradas ‘de alta carga’ (onde há grande circulação da doença). No País, a tuberculose representa a 4ª causa de morte por doenças infecciosas e a primeira causa de morte por doença identificada entre pessoas com HIV.

Em relação ao perfil do paciente brasileiro, cerca de 66% dos casos de tuberculose notificados em 2012 acometeram homens. Quanto à faixa etária, a frequência maior da doença ocorre entre 25 e 34 anos, em ambos sexos. Quanto à escolaridade, 58,2% dos casos novos tinham até oito anos de estudo.

São mais vulneráveis à doença as populações indígenas, presidiários, moradores de rua – devido à dificuldade de acesso aos serviços de saúde e às condições específicas de vida –, além das pessoas vivendo com o HIV.
Em 2012, o percentual de pacientes com tuberculose, que fizeram teste de detecção do HIV, subiu para 53,3%. Em 2001, apenas 25,8% dos pacientes fizeram o teste. Como a tuberculose é a principal causa de morte de pessoas com HIV, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de sobrevida do paciente.

Campanha
O Ministério da Saúde vai enviar aos estados 1,5 milhão de folhetos explicativos da doença direcionados à população, além de 156 mil cartazes e 251 folders/cartilhas para os profissionais de saúde. O slogan da campanha é “Tuberculose: Tosse por mais de três semanas é um sinal de alerta. Quanto antes você tratar, mais fácil de curar. Procure uma unidade de saúde”.

Com abrangência nacional, a campanha tem como público principal homens, entre 25 e 35 anos. Seu principal objetivo é alertar e mobilizar a população sobre os riscos de contrair a doenças e as medidas de prevenção. Os textos reforçam que o tratamento é um direito de todos, garantido pelo SUS.

A tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, é o principal sintoma da tuberculose. Qualquer pessoa com este sintoma deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Para atingir a cura, o paciente deve realizar o tratamento durante seis meses, sem interrupção, que é oferecido gratuitamente pelo SUS.
 

domingo, 24 de março de 2013

O ABATEDOURO DO MINISTRO

O odor de sangue apodrecido misturado com dejetos provoca náuseas. A cena é medieval. A foto que ilustra esta reportagem capta o final de mais um dia de trabalho no Matadouro do Rogério, em Vazante, cidade mineira que fica a apenas 350 quilômetros de Brasília. O funcionário manipula o que sobrou do gado abatido na madrugada. Nada é desperdiçado. A membrana que envolve as vísceras será usada para fabricar sabão. As cabeças dos animais serão moídas e transformadas em ração. Os dejetos vão alimentar os cachorros e as galinhas que convivem no mesmo espaço -- um galpão pestilento. No momento da fotografia, a carne já havia seguido para as prateleiras dos supermercados e açougues da região. É repugnante imaginar que um terço da produção bovina consumida pelos brasileiros é oriunda de lugares assim. É mais repugnante ainda saber que isso acontece em tão larga escala por incompetência, inoperância e negligência dos órgãos de fiscalização. O Matadouro do Rogério seria apenas mais um entre milhares de estabelecimentos iguais que funcionam país afora se não fosse um detalhe: ele tem entre seus clientes ninguém menos que o novo ministro da Agricultura.
site do tavinho

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ministro Padilha apresenta políticas de saúde em encontro com gestores municipais


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Roteiro:

Tempo do Áudio - 1min43seg
LOC/REPÓRTER: O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta terça-feira do Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas. Durante o evento, o ministro falou aos gestores sobre as principais políticas desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. Ele frisou a responsabilidade dos municípios em oferecer serviços essenciais para a população.
TEC/SONORA: ministro da Saúde, Alexandre Padilha
"É levar saúde com qualidade para o bairro onde as pessoas vivem, mais perto de onde elas vivem e moram. Porque nós acreditamos que o SUS tem que ter uma obsessão que é a qualidade no atendimento. Nós temos que levar padrões de qualidade no atendimento desde a Atenção Básica."
LOC/REPÓRTER: O ministro incentivou ainda os municípios que precisam de médicos a se inscreverem no Provab, Programa de Valorização da Atenção Básica.
TEC/SONORA: ministro da Saúde, Alexandre Padilha
"Nós precisamos fazer um grande esforço para levar médicos para as cidades do interior e para a periferia das grandes cidades. O Provab vem para isso, o médico que participe desse programa, se ele ficar um ano em uma cidade do interior, ou nas periferias das grandes cidades, supervisionado por uma universidade, for bem avaliado ele ganha dez por cento na hora de prestar uma especialidade médica como cirurgia, radiologia, dermatologia com estímulo para esse médico. Outros países também fizeram isso para estimular a presença de médicos nessas regiões."
LOC/REPÓRTER: Os prefeitos de cidades que também querem fazer parte do programa e receber a colaboração desses profissionais de saúde também devem fazer a inscrição. O prazo para adesão dos municípios termina dia primeiro de fevereiro. Já para a inscrição dos médicos, o prazo acaba no dia 5 de fevereiro. O Provab oferece bolsa no valor de oito mil reais por mês, que será paga integralmente pelo governo federal e não mais pelos municípios onde eles vão trabalhar. Os médicos e os municípios interessados devem fazer a inscrição pelo site: provab2013.saude.gov.br. 
Reportagem, Amanda Mendes

Municípios contarão com R$ 1,6 bilhão para construção, reforma e ampliação de UBS



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Roteiro:

Tempo de áudio- 1min26seg

LOC/REPÓRTER: Os municípios brasileiros vão contar com mais de um bilhão e meio de reais para a construção, reforma e ampliação de UBS, Unidades Básicas de Saúde. Nas unidades, o paciente recebe o diagnóstico e tratamento para doenças. Além disso, nas UBS são desenvolvidas ações de vigilância à saúde para o controle de doenças. Aproximadamente quatro mil municípios em todo o Brasil já tiveram as suas unidades requalificadas. A medida foi anunciada nesta segunda-feira, pela Presidenta Dilma Rousseff, durante a abertura do Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, em Brasília. Segundo a Presidenta, a medida vai qualificar ainda mais o atendimento ao paciente.
TEC/SONORA: Presidenta – Dilma Rousseff
"A ampliação de 5.629 Unidades Básicas de Saúde. E para construir 1.253 novas Unidades Básicas de Saúde ou postos de saúde. Além disso, nós vamos investir 1,2 bilhão para melhorar os equipamentos desses postos de saúde. Porque isso vai permitir um melhor atendimento para a população e diminuirá também a pressão sobre os hospitais".
LOC/REPÓRTER: Também está prevista a seleção de 225 projetos para a construção de UPAs, Unidades de Pronto Atendimento. Nas UPAs são resolvidas grande parte das urgências e emergências, como infarto, derrame e ferimentos. Para a ação devem ser investidos 520 milhões de reais.
Reportagem, Marcelo Bebiano

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ministério quer exame nacional para futuros médicos


O Ministério da Saúde defende a aplicação de uma prova nacional, a cada dois anos, para alunos de medicina, a fim de melhorar a avaliação da qualidade dos cursos.
O "exame de progresso", como chamou o ministro Alexandre Padilha (Saúde), seria aplicado no segundo, no quarto e no sexto anos do curso. "Não podemos abrir mão da qualidade da formação médica", justifica.
Dados do censo da educação superior de 2010 registram 181 cursos de medicina em todo o país, totalizando 103.312 matrículas.
O secretário de gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mozart Sales, afirmou que a aplicação de provas bienais faz parte de um "movimento conjunto" com a expansão das vagas de medicina ocorrida recentemente.
Em junho, o MEC (Ministério da Educação) anunciou a abertura de 2.415 vagas em cursos da área. Em 2010, foram oferecidas 16.838 vagas em todo o país.
"Hoje, o estudante de medicina faz o chamado Enade [Exame Nacional de Desempenho de Estudantes] no início do curso e no final, e passa todos os seis anos sem avaliação", afirma Sales.
"Entendemos que uma avaliação mais de perto, seguida e continuada, proporciona um olhar diferenciado sobre aquela formação."
Um resultado insatisfatório no teste, explica, pode motivar a redução de vagas no vestibular para medicina de uma determina instituição ou até mesmo a paralisação da oferta por um período.
O secretário afirma que ainda não há um prazo para a aplicação das provas nem detalhes sobre o conteúdo dos exames. Segundo ele, o MEC, entretanto, foi "bem receptivo" à proposta da pasta.
RESIDÊNCIA
O Ministério da Saúde divulgou ontem a criação de 1.623 vagas de residência médica, voltadas para áreas com maior necessidade de especialistas, como pediatria e anestesiologia.
As bolsas fazem parte do Pró-Residência, criado em 2009 para ampliar a formação de especialistas em áreas prioritárias para o SUS.
O impacto da medida é de R$ 46,4 milhões. Ao todo, são oferecidas atualmente 10.434 vagas de residência médica.
O ministério quer ainda criar um cadastro nacional de especialistas, para saber quantos são os profissionais e onde estão atuando.