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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

DE NOVO: Catingueira passa quase onze horas sem energia elétrica

A constante falta de energia elétrica em Catingueira vem deixando muita gente revoltada. No último dia 25 de novembro, um problema ocasionado na rede elétrica deixou a cidade mais de nove horas as escuras.

Nesta quinta-feira (19) a falha voltou a se repetir, porém, por um período maior de tempo. Desta vez, a cidade ficou mais de onze (11) horas sem energia

O interrupção no fornecimento do serviço foi registrada por volta das 00h:30m desta quinta e só voltou a ser normalizada as 11h:30m. Sempre que falta energia na cidade, vários serviços essenciais também permanecem inoperantes, como é o caso da telefonia móvel e fixa, a internet e a água.

Segundo informações, não foi apenas em Catingueira que faltou energia. Na cidade de Emas também foi interrompido o fornecimento. 

O catingueiraonline também ficou prejudicado por conta da falta de energia, já que o mesmo não pôde ser atualizado.

CHUVAS

Há dois dias o município de Catingueira vem registrando constantes pancadas de chuvas. Ontem, quarta-feira, choveu levemente boa parte da noite, fato que acabou acontecendo novamente durante toda a madrugada desta quinta-feira.

catingueiraonline

domingo, 21 de abril de 2013

Efeitos da redução na tarifa de energia elétrica


O governo federal desonerou em até 20% a conta de energia elétrica recentemente. Entre outras medidas pontuais de política econômica como redução do IPI dos automóveis, dos eletrodomésticos da linha branca, redução do PIS e Confins de folha de pagamento, desoneração da cesta básica e quem sabe no futuro próximo desonerar o diesel. A redução da tarifa de energia apresenta duas consequências do ponto de vista da economia.

Por um lado, essa medida provocou uma redução na inflação, alta contínua e generalizada de preços na economia. Ela refletiu positivamente para os consumidores no geral, pois o efeito da inflação não é benéfico para a maioria do povo brasileiro. É uma medida de boa aceitação popular, porque melhora a imagem do governante. Não se sabe se essa medida tenha impacto esperado na tarifa pública de energia, dado que aí tem os gastos das concessionárias e permissionárias de energia elétrica, da mesma forma, a margem de lucro do empresário, deve-se considerar esta informação anterior para as demais medidas de desoneração citadas.

Por outro lado, a medida desencadeou uma queda nas receitas dos estados. Essa queda se explica pelo fato do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços – ICMS incidir sobre o consumo de cada unidade usuária de energia elétrica. Isto significa aperto nas contas dos estados, porque eles dependem das receitas para fazer face aos gastos deles próprios. Vale ressaltar, ainda, que a redução foi na base de cálculo da conta de energia; e não nas alíquotas do ICMS (a redução destas cabe ao Senado Federal), pois dependendo do consumidor de energia, a alíquota pode ultrapassar os 25%, isso varia de um estado da federação para outro, mantidas as não incidências. A receita de ICMS energia elétrica é uma das principais fontes de receita da arrecadação dos estados e uma diminuição de até 20% na tarifa de energia provoca um forte impacto de receita em cada estado; isso do estado mais rico ao mais pobre, todos perdem receitas.

A fonte de receita ICMS energia elétrica tem peso significativo na receita estadual, em alguns estados, esse item ultrapassa os 10 por cento da receita de alguns.

Cabe esclarecer, ainda, que a diminuição da receita em comento é em relação a março do ano recém findo, no caso, ano de 2012. A diminuição de receita preocupa todos os entes federativos, pois os mesmos já vinham perdendo receitas por conta de outros tributos no que se diz respeito aos repasses de transferências e agora mais perda com o ICMS. Estados ricos como São Paulo, Paraná, Goiás e outros se ressentem com a queda na arrecadação de energia elétrica no mês de março, imaginem os estados mais pobres, o quão sacrificantes em suas arrecadações?!

Os estados já vêm sendo vilipendiados com perda de arrecadação no comércio eletrônico, como também, pouca distribuição nos royalties do petróleo por conta dos estados produtores e agora mais um sacrifício a se enfrentar.

Como medidas a se pensar, segundo os especialistas, caberia uma reforma no pacto federativo, medida compensativa do governo federal, ou, quem sabe, uma compensação pelo aumento do Produto Interno Bruto - PIB do Brasil para que as receitas estatais dessem novos impulsos e arrancarem os estados do sufoco.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Seca pode aumentar tarifa de energia

Neste ano, a conta de luz de todas as casas brasileiras terá uma redução de até 20%. Entretanto, no Nordeste, essa porcentagem pode ser ainda menor.

A redução na tarifa de energia elétrica pode não acontecer em algumas cidades da região. O motivo? A forte estiagem que assolou a região secou boa parte dos reservatórios de cidades nordestinas.

Com os reservatórios abaixo do nível de segurança, muitas distribuidoras estão usando as termelétricas como alternativa para fornecer energia. A nova edição da Revista NORDESTE traz uma matéria explicando que, se não houver nenhum jeito de repor a água desses reservatórios, o custo de energia para o Brasil pode triplicar.

Apesar disso, a presidente Dilma Rousseff segue em frente com seu projeto de reduzir as tarifas de energia. Para saber mais detalhes sobre esse projeto e como o Nordeste deve reagir à redução das tarifas, confira a reportagem na edição 75 da Revista NORDESTE, já nas bancas.
RN

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Energia solar rende prêmio a brasileiro


O químico Antônio Patrocínio tem apenas 29 anos, mas já se dedica há dez ao desenvolvimento de materiais para conversão de energia solar. Essa década de trabalho foi agora reconhecida pelo governo alemão com o "Green Talents 2012", que premiou 25 jovens cientistas do mundo todo que pesquisam diferentes aspectos do desenvolvimento sustentável.
"Na minha pesquisa, tenho buscado preparar materiais com propriedades químicas e físicas adequadas para serem integrados em dispositivos para a conversão de energia solar", diz Patrocínio, professor da Universidade Federal de Uberlândia.
Atualmente, o químico tem dirigido seus esforços a dois temas de ponta da pesquisa energética: células solares sensibilizadas por corantes e dispositivos para fotossíntese artificial.
Nas células solares convencionais, uma placa de silício é responsável pela absorção da luz e pelo transporte dos elétrons gerados por esse processo, responsáveis pela energia. Para que isso ocorra de maneira eficiente, é necessário que o silício seja de altíssima pureza, o que requer processos caros.
As células sensibilizadas por corantes são pesquisadas há cerca de 20 anos e algumas empresas estrangeiras já produzem produtos baseados nessa tecnologia.
Nelas, a absorção de luz e o transporte de cargas são feitos por componentes diferentes.
"Essa divisão de funções é inspirada nos organismos fotossintéticos [os que usam naturalmente a energia solar, como as plantas] e exclui a necessidade de processos de purificação energeticamente custosos", diz Patrocínio.
As duas células também são diferentes em seu funcionamento. Nas que utilizam corantes, a eletricidade é gerada por uma reação química. Ao final do processo, seus componentes internos não são consumidos, num ciclo que permite que o dispositivo funcione por longos períodos de tempo.
Cientistas tentam agora aplicar conceitos desenvolvidos para as células solares com corantes em dispositivos capazes de produzir combustíveis a partir de luz solar e compostos abundantes na Terra, como a água.
É a chamada fotossíntese artificial, em que se busca converter e armazenar a imensa quantidade de energia disponibilizada diariamente pelo Sol em combustíveis como o oxigênio, o hidrogênio e o metano.
"Nosso maior desafio é mimetizar os organismos fotossintéticos sem a necessidade de reproduzir o ambiente de suas células, extremamente complexo e auto-organizado. Em uma analogia simples, queremos produzir uma folha em laboratório", explica o químico.
Segundo Patrocínio, a pesquisa nesse campo tem sido intensa e concentrada no desenvolvimento de novos catalisadores, responsáveis pelas reações químicas envolvidas na conversão de luz e água em combustíveis.
Após encontrar o catalisador ideal, é necessário ainda integrá-lo a um dispositivo que possa ser produzido em larga escala. Por enquanto, os testes estão apenas em nível laboratorial.
Patrocínio diz que, além do reconhecimento internacional pelos trabalhos já desenvolvidos, o prêmio recebido na Alemanha permitiu o estabelecimento de contatos e relações com diferentes pesquisadores e instituições alemãs, o que possibilita troca de informações, realização de experimentos conjuntos e intercâmbio de alunos.
"Além do mais, como parte da premiação, terei a possibilidade de retornar à Alemanha em 2013 para um estágio de até três meses em uma instituição de minha escolha", completa.
Folha Uol

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Feriado faz TCU adiar votação sobre erro na conta de luz


 Frustrando a expectativa dos órgãos de defesa do consumidor, o TCU (Tribunal de Contas da União), esvaziado pelo feriado, desistiu de analisar ontem o tema do ressarcimento dos R$ 7 bilhões cobrados indevidamente na conta de luz dos consumidores brasileiros durante ao menos sete anos.
Uma falha na metodologia de cálculo do reajuste da tarifa de energia transferiu recursos dos consumidores para o caixa das distribuidoras.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Deputado reforça campanha de pressão ao TCU sobre conta de luz



O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) reforçou a campanha iniciada por instituições de defesa do consumidor -como Procon, Idec e Proteste- que tenta pressionar o TCU (Tribunal de Contas da União) a defender a devolução do dinheiro cobrado indevidamente pelas concessionárias de energia elétrica.

Fonte protocolou ofício endereçado ao ministro do TCU Raimundo Carneiro, pedindo uma revisão do voto dele no caso da conta de luz. Segundo o deputado, a avaliação do ministro de que o TCU não tem competência para intervir na relação entre consumidores e concessionárias de energia é equivocada.
A cobrança indevida, revelada pela Folha, ocorreu durante pelo menos sete anos, entre 2002 e 2009. Um erro na metodologia de cálculo do reajuste gerava uma receita adicional para as distribuidoras.
Acórdão do próprio TCU alertou a Aneel sobre a falha e indicou um prejuízo de aproximadamente R$ 7 bilhões. A agência reguladora sabia do problema dois anos antes. A correção só foi feita após a revelação do erro, em fevereiro de 2010.
Folha Uol

sábado, 27 de outubro de 2012

Noite de transtorno no Vale por falta de energia elétrica. Apagão atingiu todo o Nordeste

Sem energia e muito calor, a noite foi longa para muita gente

Por Redação da Folha Quem é acostumado a dormir com ventilador ou ar-condicionado não teve uma noite fácil nessa quinta-feira, 25. Por volta das 11h20 um apagão geral atingiu todo o Nordeste e parte da região Norte, e mais de três horas depois é que a energia foi restabelecida, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Conforme o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o apagão teria sido provocado por um incêndio em um equipamento entre as subestações de Colinas (TO) e Imperatriz (MA), que interliga as redes distribuidoras do Norte e Nordeste, mas essa suposta causa ainda está sendo avaliada.

A princípio, quando faltou energia, as pessoas na região imaginaram que o problema fosse localizado e fizeram dezenas de reclamações à Energisa, que nada pode fazer. Problema para os consumidores; prejuízos para a própria empresa.  

Foto: rua central de Itaporanga.