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Diplomação dos Eleitos

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Zé do Agreste

Durante esta semana estaremos postando aqui, vídeos de Zé do Agreste, personagem criado pelo itaporanguense Onildo Mendonça. Clique e confira!

As Razões de Ariosvaldo Ferreira

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Atenção estudantes do Vale do Piancó

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Prefeito de Piancó é destaque na mídia estadual

A coluna do renomado jornalista, do Jornal da Paraíba Rubens Nóbrega, (25/12) destaca os ‘Meus Melhores de 2013′ Gestão Pública Executiva e aponta o prefeito de Piancó Sales Lima no plano municipal administrativo, por recuperação de serviços públicos sucateados e pela a melhoria das condições de trabalho dos Agentes do PSF – Posto de Saúde da Família.

(veja abaixo o teor da publicação do Jornal)

Gestão pública executiva

"No plano municipal, as administrações dos prefeitos Zenóbio Toscano (Guarabira), Sales Lima (Piancó) e Ademir Morais (Santa Luzia). Eles se destacaram pela recuperação de serviços públicos sucateados ou descontinuados, particularmente na saúde, educação e cultura, como faz o alcaide guarabirense. Já no Sabugi, a gestão dos Bento destacou-se especificamente pelo nível de transparência que imprimiu aos seus atos na terra natal do Professor Vicente Nóbrega. Já em Piancó, o prefeito Sales é reconhecido pela melhoria das condições de trabalho dos agentes do PSF.

No estadual, aplausos para a socióloga Simone Jordão, pela excelente condução da Funad (Fundação de Assistência ao Portador de Deficiência), e os engenheiros João Azevedo (Secretaria de Recursos Hídricos) e Emília Correia Lima (Habitação). No federal, ninguém toma do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) por tudo que fizeram e fazem em defesa dos interesses e direitos das pessoas às quais são negados praticamente todos os direitos, começando pelo direito de ver o patrimônio e o dinheiro público a salvo da corrupção."

Ascom

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um grande Brasileiro

O pai Ademarzinho e o Dr. Segundo
Hoje está ficando mais experiente o nosso amigo Ademar Segundu Brasileiro, para quem não o conhece, o dr. Segundo, chefe do setor de cardiologia de um grande hospital na cidade do Recife; para os mais íntimos, como a mãe, Quequê de Zequinha Moura, apenas Segundinho.

Tive o prazer de conhece-lo melhor, quando agora, no meu problema de saúde, ele fez tudo por mim; para vocês terem uma ideia, ele consegui minha cirurgia sem conhecer o neuro-cirurgião  que me angeoplastou. A dr. Segundo devo simplesmente, a minha vida.

Portanto neste dia tão especial pra você e para  todos os Cristãos, quero deixar os meus mais sinceros desejos de Paz, Saúde e Alegria, hoje e sempre. E que continue assim, sendo pequeno na estatura mais com esse coração enorme.

Afinal, você é brasileiro até no nome. Meus parabéns e fica com Deus!

Novo Mapa Turístico Brasileiro contempla 137 municípios paraibanos, 11 deles no Vale do Piancó


Foi divulgado nesta terça-feira (17), o novo Mapa Turístico Brasileiro. A configuração traz, além de regiões consagradas pelo turismo, apostas de roteiros que devem figurar nos próximos guias de viagem e atrair um número crescente de turistas nos próximos anos. O novo mapa turístico orienta a atuação de políticas e investimentos do Ministério do Turismo pelo país.

Na Paraíba, além dos tradicionais destinos como Baía da Traição, Cabedelo, Cabaceiras e João Pessoa, por exemplo, outros municípios passam a figurar no Mapa do Turismo Brasileiro.

O Mapa de 2013 traz a Paraíba dividida em 10 regiões – Agreste, Brejo, Cariri, Litoral Norte, Litoral Sul, Seridó e Curimataú, Vale das Águas, Vale dos Dinossauros, Vale dos Sertões e Zona da Mata – com 137 Municípios contemplados. Pelo novo Mapa, o Nordeste foi dividido em 81 regiões com 820 Municípios contemplados.

Todos os municípios selecionados passaram por uma reavaliação do seu interesse turístico, por isso o número diminuiu de 3.635 para 3.345. De acordo com o Ministério do Turismo, a reavaliação dos destinos e de suas respectivas regiões se baseia nas novas diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo, definidas pelo Plano Nacional de Turismo 2013-2016.

Acesse o novo Mapa do Turismo Brasileiro aqui.

Veja abaixo os municípios paraibanos inseridos no Mapa:

Agreste
1. Aroeiras
2. Campina Grande
3. Caturité
4. Esperança
5. Fagundes
6. Gado Bravo
7. Ingá
8. Itatuba
9. Juarez Távora
10. Lagoa Seca
11. Massaranduba
12. Mogeiro
13. Montadas
14. Natuba
15. Pocinhos
16. Serra Redonda
17. Umbuzeiro

Brejo
1. Alagoa Grande
2. Arara
3. Areia
4. Bananeiras
5. Borborema
6. Caiçara
7. Cuitegi
8. Dona Inês
9. Guarabira
10. Gurinhém
11. Lagoa de Dentro
12. Matinhas
13. Mulungu
14. Pilões
15. Remígio
16. Serra da Raiz
17. Serraria
18. Sertãozinho
19. Solânea
20. Tacima

Cariri
1. Amparo
2. Barra de São Miguel
3. Boqueirão
4. Cabaceiras
5. Camalaú
6. Caraúbas
7. Gurjão
8. Monteiro
9. São João do Cariri
10. São João do Tigre
11. Sumé
12. Taperoá

Litoral Norte
1. Baía da Traição
2. Lucena
3. Mamanguape
4. Marcação
5. Mataraca
6. Rio Tinto

Litoral Sul
1. Bayeux
2. Caaporã
3. Cabedelo
4. Conde
5. João Pessoa
6. Santa Rita

Seridó e Curimataú
1. Araruna
2. Baraúna
3. Barra de Santa Rosa
4. Cacimba de Dentro
5. Cubati
6. Cuité
7. Damião
8. Frei Martinho
9. Junco do Seridó
10. Nova Floresta
11. Nova Palmeira
12. Pedra Lavrada
13. Picuí
14. São Vicente do Seridó
15. Sossêgo

Vale das Águas
1. Água Branca
2. Aguiar
3. Carrapateira
4. Catingueira
5. Coremas
6. Curral Velho
7. Emas
8. Igaracy
9. Itaporanga
10. Juru
11. Monte Horebe
12. Nova Olinda
13. Olho D’Água
14. Pedra Branca
15. Piancó
16. Princesa Isabel
17. Santana dos Garrotes
18. Serra Grande

Vale dos Dinossauros
1. Aparecida
2. Bernardino Batista
3. Bom Jesus
4. Brejo dos Santos
5. Cajazeiras
6. Jericó
7. Nazarezinho
8. Poço de José de Moura
9. Santa Helena
10. São João do Rio do Peixe
11. Sousa
12. Uiraúna
13. Vieirópolis

Vale dos Sertões
1. Belém do Brejo do Cruz
2. Brejo do Cruz
3. Cacimba de Areia
4. Catolé do Rocha
5. Condado
6. Mãe D’Água
7. Malta
8. Maturéia
9. Passagem
10. Patos
11. Paulista
12. Pombal
13. Quixabá
14. Santa Luzia
15. Santa Teresinha
16. São Bento
17. São José do Brejo do Cruz
18. São José do Sabugi
19. São Mamede
20. Teixeira
21. Várzea
22. Vista Serrana

Zona da Mata
1. Itabaiana
2. Pedras de Fogo
3. Pedro Régis
4. Pilar
5. Salgado de São Félix
6. São Miguel de Taipu
7. Sapé
8. Sobrado

Famup, com Ministério do Turismo

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Filho de Diamante se forma e sai aspirante da Polícia Militar da Paraíba


A Paraíba formou nesta quinta-feira (05), 97 novos aspirantes-a-oficial da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. A formatura foi realizada no Centro de Educação da PM, em João Pessoa.

Entre os 97 formados, o diamantense Rodrigo Henríques, que orgulha toda a sua cidade, se consagrando como o 2º filho de ta terra, oficial da Polícia Militar da Paraíba, estando na ativa. Rodrigo passa a atuar no reforço da segurança pública do Estado.


O diamantense vem de família humilde originária da Vila Vazante, ele foi formado durante três anos de curso com mais de 3.000 horas/aula, distribuídas em 101 disciplinas, além do curso de Polícia Comunitária.


O comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, ressaltou o processo de renovação que a chegada dos novos policiais traz.

“É uma oxigenação nos nossos quadros que é feita anualmente com a chegada de novos oficiais e isso estabelece novas ideias e soluções para combater a violência urbana, que temos enfrentado com muito trabalho e investimentos por parte do Governo, responsável por transformar nossa instituição em uma polícia com as condições necessárias para atuar em busca da paz social”, lembrou falando para todos os formados.


A Formação - O Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar da Paraíba prepara os alunos para executarem ações de comando em nível de pelotão, assessorar os comandantes, coordenar o policiamento ostensivo de unidades e subunidades, além de gerenciar recursos humanos e logísticos visando promover a segurança do cidadão.

Intercâmbio – Por ser referência nacional na formação de profissionais de segurança pública, o Centro de Educação da PM formou nesta turma de aspirantes-a-oficial quinze militares de instituições de outros Estados, sendo um da Polícia Militar de Sergipe, e 14 do Corpo de Bombeiros dos Estados do Mato Grosso, Sergipe e Pernambuco.   

DiamanteOnline com Assessoria

sábado, 9 de novembro de 2013

Garra e superação: Bibliotecária natural de Aguiar-PB, ultrapassou os próprios limites depois de ficar cega


“Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender”, essa frase de Clarice Lispector poderia ilustrar a trajetória da bibliotecária da Universidade Estadual da Paraíba, Ana Lúcia Leite, desde que um incidente inexplicável a fez perder a visão aos 20 anos de idade e mudou o rumo de sua vida, fazendo surgir a coragem, para superar as barreiras que surgiram, e humildade, para reaprender a viver com as limitações impostas pela deficiência visual.

A paraibana, natural do município de Aguiar, localizada na região do Vale do Piancó, foi dormir enxergando e acordou cega, após um descolamento de retina que nenhum dos médicos consultados na época conseguiu explicar a causa.

“Eu entrei numa depressão profunda, não via mais sentido na vida. Essa fase eu julgo como a mais difícil da minha vida, eu tive que reaprender tudo novamente, foi muito difícil”, relembra Ana Lúcia.

Após a perda da visão a jovem, que até então não ia além dos limites da cidadezinha do interior em que vivia, partiu com toda a família para capital paraibana com a perspectiva de encontrar apoio e reaprender a viver com as novas limitações. “Na cidade onde morávamos a escola só oferecia ensino até a 8ª série. Quando terminávamos era preciso ir para uma cidade maior para continuar estudando. Como eu não tinha coragem de partir sem minha mãe eu já tinha desistido de seguir os estudos. Mas, quando eu perdi a visão, minha mãe, professora aposentada, resolveu procurar uma forma de me apoiar para que eu pudesse continuar vivendo e nos mudamos pra João Pessoa. Essa mudança foi boa para meus oito irmãos, que tiveram uma oportunidade de estudar e crescer na vida. Por intermédio de uma vizinha ficamos sabendo do trabalho do Instituto dos Cegos e lá eu aprendi a viver com essa minha limitação. Até então eu não me aceitava cega, e só através do Instituto e da FUNAD (Fundação de Apoio ao Deficiente), eu passei por uma reabilitação, aprendi o sistema braile em uma semana e voltei a ler novamente, aprendi a usar as tecnologias e iniciei uma nova trajetória em minha vida”, recorda.

Ana Lúcia destaca que, após a perda da visão passou por uma ressignificação da vida e dos valores que tinha, aprimorou os outros sentidos e procurou superar as dificuldades buscando o lado bom da vida que ela poderia desfrutar. “É uma diferença imensa! Além da questão de limitação, tem o colorido da vida que a gente não vê, mas, em compensação, a gente começa a perceber coisas que quando enxergamos não percebemos. Eu amo o mar, eu me sinto bem quando eu caminho, mergulho no mar, e tem coisas que eu sinto hoje que na época que eu via eu não aproveitava. Eu só me prendia ao visual, hoje eu paro pra sentir a brisa, o cheiro das coisas, a gente desenvolve os outros sentidos. Além disso, antes eu era impaciente, eu não tinha tempo de parar, ajudar as pessoas, só queria curtir a vida. Depois que eu ceguei eu aprendi a ter mais paciência, a escutar mais as pessoas e eu me sinto mais útil hoje em dia”, avalia Ana Lúcia.

Além das mudanças de perspectiva diante da vida e limitações físicas, a bibliotecária lembra que sofreu com o afastamento de amigos, namorado, que não sabiam como conviver com a nova realidade. “A maioria dos amigos se afasta. Quando te vê ficam com pena, chorando, eram companheiros de lamentação”, afirma.

No instituto dos cegos Ana conheceu o seu atual marido, cego desde os 6 meses de idade, por quem sentiu o que chama de “amor à primeira voz”. Casou e teve um filho, hoje com 14 anos de idade. Mas, o caminho de superação de Ana Lúcia não se restringiu à vida pessoal. Após descobrir que era possível estudar e trabalhar mesmo com as limitações a jovem deu prosseguimento à carreira acadêmica e conquistou seu espaço profissional no mercado.

“Fiz um teste no Instituto de Educação da Paraíba, fui aprovada e terminei o pedagógico. Prestei vestibular na Universidade Federal, para o curso de Biblioteconomia. Escolhi esse curso justamente porque nessa época, em 1994, tinha poucos livros específicos para o deficiente visual, não existiam bibliotecas em braile, acervos acessíveis. Já na faculdade eu encontrei professores muito bons, com interesse de passar conteúdo, que acreditavam no meu potencial, mas, eu também enfrentei muitas barreiras, tanto arquitetônicas como atitudinais. Alguns professores não acreditavam que, por eu ser cega, eu poderia realizar algumas tarefas ou ir mais longe. Eu imaginava que na academia iria encontrar pessoas com a cabeça mais aberta e que soubessem lidar com as diferenças, o que foi um engano, uma decepção grande. Outra decepção foi em relação ao acervo. Eu achava que na universidade ía ter um acesso melhor à informação, mas não tinha, o setor braile era limitado, não existia um único livro na minha área que fosse adaptado ao meu acesso”, lembrou.

Apesar das dificuldades Ana Lúcia conseguiu concluir a graduação em Biblioteconomia, partindo logo após a defesa da monografia para a maternidade, onde nasceu seu filho Gabriel, o que ela chama de “melhor diploma” que poderia conseguir.  Também cursou a Especialização em bibliotecas escolares e acessibilidade pela Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na qual desenvolveu um Trabalho de Conclusão de Curso sobre Tecnologias Acessíveis ao deficiente visual; e especialização em Psicopedagogia pelas Faculdades Integradas de Patos (FIP).

No campo profissional atuou com Telemarketing, em Bibliotecas de Instituições públicas do Estado, organizações não governamentais, buscando organizar os acervos e torná-los acessíveis. Foi professora de Informática na Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (FUNAD) de 1996 a 2007. Em 2007, prestou concursos para atuar como docente nas prefeituras de João Pessoa e Bayeux, e na UEPB. Foi aprovada em todas as seleções, mas, optou pela carreira de técnica administrativa da UEPB, onde está desde 2008. Na instituição realiza um trabalho com a recuperação, organização e disseminação acessível da informação através do uso do serviço Braille e das ferramentas tecnológicas para o acesso à informação.

Atualmente, Ana Lúcia concilia o trabalho na UEPB com as atividades no Instituto dos Cegos da Paraíba, onde está desde 1997 e exerce a função de vice-presidente. Tanto na UEPB, com a busca de formas de tornar o acervo da biblioteca acessível, como no Instituto dos Cegos, auxiliando pessoas cegas na reabilitação, Ana Lúcia segue lutando por melhores condições de vida para esse grupo que, de acordo com dados do Censo do IBGE de 2010, abrange 18,8% da população brasileira.

Uma das bandeiras defendidas pela bibliotecária é o fornecimento de livros em formato digital, algo que é permitido para uso exclusivo de pessoas com deficiência visual e facilitaria os estudos e o acesso ao acervo por parte desse público. “É obrigação de todas as bibliotecas serem acessíveis a todos, e eu tenho desenvolvido alguns projetos e buscado formas de diálogo com os gestores no intuito de viabilizar esse objetivo”, destaca.

A bibliotecária responsável pela Biblioteca do Campus V, em que Ana Lúcia trabalha, Liliane Braga, enfatiza o empenho e dedicação da servidora que é querida pelos colegas e se tornou um exemplo para todos. “Ela é muito batalhadora, está sempre de bom humor, e nos fez perceber o quanto precisávamos melhorar nosso espaço e o nosso acervo para pessoas com deficiência. Hoje todos nós estamos junto com ela nessa luta por acessibilidade”, afirmou. A auxiliar de biblioteca e amiga, Gizele Martins, acrescenta que, “mesmo diante da falta de sensibilidade de algumas pessoas ao lidar com a colega, Ana nunca se deixou abalar e seguiu encorajando a todos a superar os problemas”.

Ana Lúcia se emociona ao falar do apoio que recebe da equipe de colegas de trabalho, que são o alicerce para que ela consiga crescer cada dia mais. “Esse grupo é fantástico! Choram comigo, lutam comigo, me auxiliam no que preciso, sem eles tudo seria mais complicado”, analisa. A bibliotecária destaca alguns planos para a vida profissional, acadêmica e pessoal, que incluem o principal: ser feliz. “Os obstáculos sempre vão existir, cabe a gente buscar forças pra continuar. Eu acredito que se alguma coisa acontece com a gente não é por acaso. Portanto,  precisamos ter força de vontade, amigos verdadeiros e assim podemos crescer, ser felizes e fazer feliz quem está perto da gente”.

UEPB

sábado, 1 de junho de 2013

Pinto do Acordem, no Programa do Jô, Ontem 31 de Maio

Externando amor pelas suas raízes o forrozeiro Pinto do Acordeon deu show durante entrevista no programa de Jô Soares

O cantor e compositor, Pinto do Acordeon, filho natural da cidade de Conceição, foi um dos convidados do Programa do Jô Soares, na noite de ontem(31).

Na entrevista, Pinto falou de coisas simples de sua infância, como o dia em que foi escondido para uma apresentação do “Rei do Baião”, Luis Gonzaga, em Conceição e levou uma surra do seu pai ao chegar em casa.

De acordo com Pinto, um bom tempo depois de fazer amizade com Luis Gonzaga e tocarem juntos, contou a história da fuga para ir ao seu show e ouviu do mestre as seguintes palavras: “Bem feito. Ninguém desobedece ao pai”, contou Pinto, arrancando risada do apresentador e de toda platéia presente.

Vídeo abaixo:

Outro momento que marcou a entrevista foi quando o cantor disse que foi ele quem fabricou e vendeu os tijolos para a construção do pai da cantora Elba Ramalho, que também é filha natural da cidade de Conceição e não demonstra a mesma satisfação e o mesmo orgulho de ser filha de cidade. Elba, por coincidência, esteve ontem na rede Globo também, no programa “Encontro com Fátima Bernardes. Na ocasião, diferente de Pinto, ela só falou em Campina Grande.

Pinto demonstrou muito orgulho de ser filho da cidade, onde toda a sua família ainda reside até os dias de hoje. O cantor disse que irá se apresentar na sua terra querido, nas festas juninas deste ano.

Durante toda a entrevista, o cantor falou no nome da sua terra natal (Conceição), demonstrando se sentir feliz em ser filho da cidade.

Logo após a entrevista, que foi assistida por vários filhos de Conceição, as redes sociais dispararam críticas e Elba Ramalho, por negar suas origens e, ao mesmo tempo, rasgaram elogios ao filho ilustre(Pinto do Acordeon), dotado de uma genialidade fora do comum e que representou, com orgulho todos os filhos da cidade de Conceição na rede Globo, enaltecendo a sua terra natal.


O cantor encerrou a entrevista cantando uma música Asa Branca, de autoria de Luís Gonzaga.

Vale do Piancó Notícias

domingo, 17 de março de 2013

Documentário: Pinto do acordeon narra sua trajetória e fala sobre passagem de Luiz Gonzaga por Conceição-PB

A série de TV O Milagre de Santa Luzia revela, por meio de um mergulho profundo no universo da sanfona, um Brasil diverso e riquíssimo culturalmente. São 52 programas de meia hora dirigidos pelo cineasta Sérgio Roizenblit, que também assinou a direção do longa-metragem homônimo que deu origem à série.

Além da direção e da linguagem documental, outra ‘herança’ do filme é a condução sensível e cativante do mestre Dominguinhos, o maior sanfoneiro do Brasil.

Vale apena assistir:

No documentário do conceiçãozense Pinto do Acordeon, o músico narra toda a sua trajetória desde seu nascimento na cidade sertaneja, especificamente no Vale do Piancó, até a passagem do Rei do Baião Luiz Gonzaga na cidade de Conceição.


Pinto do Acordeon é um grande músico com uma extensa trajetória (já gravou 19 discos), mas, acima de tudo, é uma figura inigualável, tão carismática quanto engraçada.

O paraibano de Conceição do Piancó, seguindo a tradição de Luiz Gonzaga, mistura suas músicas à contação de 'causos'. E não dá ponto sem nó: uma história é melhor que a outra. O próprio Dominguinhos, seu amigo, não se aguentou e caiu na risada no meio da gravação para o filme O Milagre de Santa Luzia.

Sua versão de 'New York, New York', de Frank Sinatra, já vale o programa. Mas tem muito mais: além de engraçado e afável, Pinto dá uma aula sobre a música nordestina e sua ligação com outros aspectos culturais e sociais da região, e faz um som de primeira na lendária sanfona branca de teclas pretas que pertenceu a Luiz Gonzaga.


Pinto do Acordeon é um grande músico com uma extensa trajetória (já gravou 19 discos), mas, acima de tudo, é uma figura inigualável, tão carismática quanto engraçada. O paraibano de Conceição de Piancó, seguindo a tradição de Luiz Gonzaga, mistura suas músicas à contação de 'causos'. E não dá ponto sem nó: uma história é melhor que a outra. O próprio Dominguinhos, seu amigo, não se aguentou e caiu na risada no meio da gravação para o filme O Milagre de Santa Luzia. Sua versão de 'New York, New York', de Frank Sinatra, já vale o programa. Mas tem muito mais: além de engraçado e afável, Pinto dá uma aula sobre a música nordestina e sua ligação com outros aspectos culturais e sociais da região, e faz um som de primeira na lendária sanfona branca de teclas pretas que pertenceu a Luiz Gonzaga.

Veja todos os episódios da série:
http://www.serieomilagredesantaluzia....
DiamanteOnline com Serie O Milagre de Santa Luzia

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Imprensa nacional destaca: Padre usa a internet para denunciar o sofrimento causado pela seca no Nordeste

“Quando o jumento e o mandacaru começam a morrer é sinal de que a coisa está feia." Para quem mora no Sul, como os nordestinos muitas vezes se referem ao Sudeste brasileiro, essa afirmação pode parecer um pouco sem sentido, mas quem vive no sertão sabe muito bem o que isso representa.

Caso do autor da frase, o padre Djacy Brasileiro, 47 anos, nascido e criado no Vale do Piancó, sertão da Paraíba, que vem denunciando a seca que se abate sobre o povo do Nordeste.

Ele não fala no púlpito da paróquia de Pedra Branca, cidade com pouco mais de 4 mil habitantes, localizada a 567 quilômetros da capital João Pessoa, onde é sacerdote.

Para clamar por socorro contra os efeitos do que já é considerada a pior estiagem das das últimas quatro décadas, padre Djacy tem feito uma peregrinação pelos locais mais atingidos pela falta de chuvas. Tudo é registrado em fotos postadas nas redes sociais. Animais mortos, a terra esturricada, a peleja para buscar água, a tristeza de quem está perdendo o pouco que já tem. As imagens feitas pelo padre são comoventes e já rodaram o mundo.

Muitas ilustram vídeos no Youtube de lamento e denúncia contra a seca, que parece nunca ter solução. Nada escapa do olhar do padre Djacy, defensor ferrenho da transposição do Rio São Francisco. A obra começou a ser feita no governo Lula, mas devido a problemas com empreiteiras, entraves no licenciamento ambiental e outras burocracias ela caminha a passos lentos. Por isso, a luta do momento do padre Djacy é conseguir uma audiência com a presidente Dilma Rousseff. Para ele, se Dilma não se empenhar de verdade, "com o coração e o pulso firme", a transposição vai continuar no papel.

Enquanto espera quem sabe um dia se encontrar com a presidente, o padre tenta se aproximar de outras autoridades. No final do ano passado, conseguiu uma audiência com o secretário nacional de Irrigação do Ministério da Integração Nacional, Guilherme Orair, mas queria mesmo era se encontrar com o titular da pasta, Fernando Bezerra. Quem intermediou o encontro foi o ator José de Abreu, militante nas redes sociais e recém-filiado ao PT. Abreu conheceu a história do padre por meio do Twitter e o ajudou a conseguir a audiência, além de bancar do próprio bolso as passagens da Paraíba ao Distrito Federal. Por meio das redes sociais já conseguiu também doações da Alemanha para as vítimas da seca, além de hospedagem e tratamento em São Paulo para um dos paroquianos dele.

"A cada dia que passa, a cada nova seca, a situação é mais calamitosa, mais crítica, mais caótica. E para este ano as perspectivas não são nada boas. Quase não choveu neste começo de ano e a água que caiu não deu para encher os reservatórios e açudes. Nem os jumentos, animais resistentes, símbolos da vida no sertão, estão aguentando", disse. Segundo o religioso, o sertão virou um "verdadeiro céu aberto de animais mortos". Ele enfatiza: "Os abutres fazem festas. É a festa da carniça".

Corrente Além da tentativa de conseguir uma audiência com a presidente, padre Djacy encabeça uma campanha para arrecadar donativos para as vítimas da seca. "Conseguimos no fim do ano umas três toneladas de doações. Pode parecer muito, mas quando fomos distribuir acabou em 30 minutos." A entrega foi feita em Pedra Branca, onde fica a paróquia dele.

Na Paraíba, lideranças políticas lançaram no início do ano uma campanha batizada de SOS Seca. Padre Djacy era um dos convidados do evento, mas não conseguiu discursar. "Imagine lançar uma campanha contra a seca no hotel mais luxuoso da Paraíba, com uma festa que consumiu muitos recursos. Ficava só pensando o que podia ser feito com o gasto daquela festança", critica ele, que não mede palavras para reclamar das ações de combate à seca e do tratamento diferenciado que, segundo ele, é dado às tragédias naturais no Sul e no Nordeste.

"As enchentes no Rio foram destaque em todos os noticiários e o governo se apressou em ajudar. O Nordeste enfrenta, há cerca de um ano, uma estiagem violenta e não há nenhuma comoção”, diz ele, um crítico também das medidas adotadas pelos governos da Paraíba e federal de socorro às vítimas da seca. “Até agora nem sequer uma feira do governo federal e estadual chegou às mãos das vítimas da seca”, reclama.

Candidatura a deputado
Na Paraíba, rolam boatos de que padre Djacy prepara sua candidatura a deputado em 2014. Ele nega com veemência. "Os críticos dizem que vou ser candidato, que estou apenas conquistando eleitores antes de disputar algum cargo. Não há nada disso. Não sou filiado a partido, não tenho essa intenção. Estou nessa luta desde 1994 e nunca me candidatei. É que com as redes sociais a minha voz passou a ser mais ouvida. E isso incomoda", acredita.

Padre Djacy também lançou no ano passado, antes do início oficial da campanha, uma cartilha de orientação para o eleitor sertanejo. Nela, o sacerdote chama políticos de urubus e carniceiros e alerta: "Vender voto leva para a cadeia e o inferno". A revolta do padre é contra a exploração eleitoreira dos efeitos da seca. Nessa pregação conta com um aliado de peso: o delegado da Polícia Federal que cuidou das investigações de crimes eleitorais na Paraíba, Derly Brasileiro, um de seus sete irmãos. "A indústria da seca que vai abastecer as eleições de 2014 já está a todo o vapor, com a distribuição de benesses para a população, abandonada assim que as urnas são abertas", denuncia.

20 milhões de atingidos
É assustador o relato do deputado federal Ruy Carneiro (PSDB-PB) sobre a seca do Nordeste, a “maior e mais devastadora seca dos últimos 40 anos, uma das mais inclementes de todas as 73 já registradas na região, desde 1559”. Segundo ele, no ano passado, pela primeira vez desde 1912 deixou de chover entre março, abril, maio e junho. “No semiárido dos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e no Norte de Minas, 1.046 municípios estão em estado de emergência, com mais de 20 milhões de nordestinos atingidos pela seca”, destaca.

De acordo com o parlamentar, hoje o sertanejo tem que optar entre comer e beber água. Para matar a sede, as famílias têm de desembolsar para uma “carrada de água” entre R$ 100 e R$ 150. “Mais do que o repasse mensal da bolsa estiagem enviada pelo governo.” Ele cita ainda perdas de cerca de 80% da produção agrícola e redução pela metade do rebanho, pois nesta estiagem os agricultores não puderam nem contar com a palma forrageira, usada para alimentar o gado, pois sua plantação foi quase toda destruída pela praga da cochonilha do carmim. De acordo com ele, o Ministério da Integração estima prejuízos da ordem de R$ 16 bilhões em todo o Nordeste por causa da estiagem.

Para piorar a situação, meteorologistas de 17 instituições públicas de pesquisas, controle e gerenciamento de águas, reunidos em Campina Grande (PB) em dezembro, afirmaram que as chuvas este ano serão irregulares e abaixo das médias históricas e insuficientes para a recuperação das reservas hídricas. “Estamos entrando num ciclo muito próximo do ciclo dos anos 50, marcado por grandes secas”, alerta.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Uma estudante do Vale passou em 4 vestibulares sem ainda ter concluído o ensino médio

Façanha foi conquistada por aluna de uma escola particular de Conceição

Por Isaías Teixeira/Folha do Vale -
A estudante Hianka Greice Lopes de Sousa, de 16 anos (foto), aluna do Colégio João Herman, da cidade de Conceição, conseguiu passar em quatro vestibulares com a nota que tirou no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado. No entanto, o que chama a atenção é que, em 2012, quando se submeteu às provas, a jovem ainda estava cursando o segundo ano do ensino médio.

Mesmo disputando vagas com alunos do terceiro ano e outros que já haviam concluído o ensino médio em anos anteriores, Hianka Greice, que é filha do vereador local Raimundo Araújo, conseguiu vaga em Direito (Faculdade Maurício de Nassau, de João Pessoa), Nutrição (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará), Farmácia (Universidade Estadual de Campina Grande e Faculdade Anglo-Americano, de João Pessoa).

Das cinco notas tiradas no Enem, o maior desempenho de Hianka foi em redação. Ela conseguiu 980 pontos (dos 1.000 que valia a produção dissertativa), o que foi fundamental para a aluna obter uma boa média aritmética final (679,28). As notas dela nas outras modalidades foram a seguinte: Ciências Humanas e suas Tecnologias (647,4); Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (608,6); Ciências da Natureza e suas Tecnologias (570,9); e Matemática e suas Tecnologias (589,5).

Por não ter concluído o ensino médio, Hianka Greice não poderá ingressar no ensino superior. Uma das alternativas da estudante seria entrar na Justiça com um mandado de segurança com pedido de liminar para ter direito de cursar a faculdade e, ao mesmo tempo, concluir o último ano do ensino médio, como fizeram, com êxito, outros estudantes do país que já passaram pela mesma situação.

Mas, segundo revelou a professora e diretora do João Herman, Múlbia Figueiredo, o sonho de Hianka Gracie é cursar medicina e, “por isso, ela optou por concluir o ensino médio aqui conosco e seguir estudando para conseguir o seu objetivo”.