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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Analfabetismo atinge 15,2% das crianças brasileiras


A baixa qualidade da educação é verificada logo na aprendizagem de um conteúdo que pode definir a vida intelectual do aluno: a alfabetização.

De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC), com base no Censo 2010, a cada 20 crianças de até 8 anos no País, três não sabem ler ou escrever. O número fica pior nas regiões Norte e Nordeste.

No Pará e Maranhão, por exemplo, beira os 40% a proporção de meninos e meninas nessa situação. Um grande plano para combater o problema já foi fechado pela pasta e aguarda espaço na agenda da presidente Dilma Rousseff para fazer o lançamento.

Intitulado de Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, o projeto prevê o treinamento de aproximadamente 300 mil professores alfabetizadores no Brasil. Cerca de 5 mil municípios, nas 27 unidades da Federação, já aderiram ao programa do governo federal, gerenciado pelo MEC. A ideia da pasta é implantar pólos de formação presencial, onde haverá um encontro por mês. O resto do curso, que terá duração de dois anos, será feito por meio de materiais específicos. Novos livros didáticos para o ciclo de alfabetização - do 1º ao 3º ano -, já foram comprados e chegarão às escolas em janeiro, segundo o secretário de Educação Básica do MEC, Cesar Calegari.
 

domingo, 15 de abril de 2012

O Que Causa a Raiva e Como Pode Ser Dominada?



Por Ademar Brasileiro Segundo 


O Que Causa a Raiva e Como Pode Ser Dominada?

Nossos Sábios nos contam (No Talmud, Tratado Shabat, pág. 115) que uma pessoa que fica furiosa é considerada como se estivesse praticando idolatria. Mas qual ídolo ela estaria cultuando? A resposta é: a si própria. Ficamos com raiva porque temos a expectativa que tudo precisa correr exatamente como queremos. Não é de surpreender, então, que o autor do livro Orchot Tsadikim (Os Caminhos dos Justos), escrito no século 14, nos explique que uma pessoa dominada pela raiva priva a si mesma de ter felicidade na vida. Uma pessoa com raiva perde o controle e fica abandonada aos caprichos de forças exteriores à sua pessoa!
Vejamos algumas situações corriqueiras que despertam a raiva: Tropeçamos em algo ou alguém esbarra em nós, ou um colega, cônjuge ou criança não nos ouve.
Nos dois primeiros casos, algo aconteceu que não esperávamos. Nos demais, ficamos frustrados por nossa vontade não ser atendida!
A raiva vem por se ter um ego frágil. Acabamos interpretando as coisas que acontecem como um ataque pessoal ao invés de considerá-las como uma casualidade, preguiça, incompetência ou falta de consideração de outrem.
Internamente, dizemos para nós mesmos: “Como isto pode estar acontecendo comigo? Sou muito importante para que algo assim me aconteça!”
Uma pessoa nervosa que é fisicamente atacada, utiliza a raiva para responder, ao invés do intelecto. Alguém com raiva pode até ser ouvido (se tiver poder ou força), mas parecerá um meshugne (louco) gritando. Ela será uma pessoa temida, mas não amada. Coloca a sua vida em perigo (através do aumento de sua pressão sanguínea), não consegue produzir com todo seu potencial e nem desfruta a vida.
Se tentar repreender seus funcionários, filhos ou alunos, pode até ser que ouçam seu ponto de vista, mas sairão com um péssimo modelo de como lidar com a tensão ou situações de contrariedade. (Como sempre digo: “Os pais devem apenas três coisas a seus filhos: exemplo, exemplo e exemplo”). Diz-se que criar filhos gritando com eles é como dirigir um carro sem tirar a mão da buzina. Os pais devem parecer estar bravos ao repreender seus filhos, mas nunca puni-los por estarem bravos.
A raiva pode ser controlada. Imagine que alguém se chocou com você com muita força. Você começa a ficar com raiva, se vira ... e descobre que era um homem cego que deu de cara com você. Ou então que era aquela pessoa especial que há muito tempo você queria encontrar. Ou talvez um meliante com 2,10 metro de altura. Com certeza sua perspectiva imediatamente mudaria, e respostas como: “Puxa, o senhor se machucou?”, ou “Olá. Há quanto tempo!?”, ou “Por favor, por favor, me desculpe!” seriam mais adequadas.
Mais dicas de como controlar a raiva?
1) Perceba que a raiva é anti-produtiva e comprometa-se a não ficar nervoso(a)

2) Avalie o quão insano(a) você parece quando está com raiva (talvez levando um espelhinho no bolso e recusando-se a ficar zangado(a) até conseguir se enxergar nele!)

3) Apliquemos um sistema de multas e paguemos (preferivelmente a alguém que não gostamos) uma boa quantia a cada vez que ficarmos nervosos

4) Imagine que acabou de ganhar na loteria: será que ainda ficaria bravo com qualquer ninharia? (Ao não ficarmos nervosos, acabamos de ganhar o Grande Prêmio na batalha para controlar nosso comportamento!)

5) Atrase sua raiva! Isto mesmo: conte até 10 ou saia da sala antes de explodir

6) E se mesmo assim ainda ficar nervoso(a), não se prolongue na ‘tempestade’, certifique-se de pedir desculpas aos presentes e comprometa-se a reagir melhor no futuro.

Rabino Kalman Pakouz


Muita Paz!!!

No vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.

Visite "Grupo de Estudos Em Busca Luz" em www.damasceno.info

Ou pelo link http://www.damasceno.info/damasceno/M ... spiritual/espiritual.html

domingo, 8 de abril de 2012

Saúde Podre

Por Ademar Brasileiro  em 08/04/2012

'TV Folha' mostra desperdício com hospital do Senado
DE SÃO PAULO

O Senado gasta R$ 400 mil mensais, fora a folha de pagamento, para manter um serviço médico pouco procurado por servidores e parlamentares, que preferem ir a clínicas particulares e pedir reembolso pelas despesas.

Reportagem do "TV Folha" que vai ao ar hoje às 20h, na TV Cultura, mostra o desperdício com salas e equipamentos ociosos em plena quarta-feira, dia de maior movimento no Congresso.

A poucos quilômetros dali, na cidade-satélite de Samambaia, pacientes enfrentavam filas para serem atendidos numa UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do governo do Distrito Federal.

Abraço em todos.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

DISCIPLINA E SUPERAÇÃO!


Por Ademar Brasileiro Segundo



COLUNA NO GLOBO


Que rei sou eu?
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Um dos grandes empresários alemães, Wolfgang Reitzle, presidente da Linde, fornecedora de gases especiais e de equipamentos, disse numa entrevista à “Der Spiegel” que a saída da Alemanha do euro não deve ser um tema tabu. Numa resposta que surpreendeu até o repórter, disse que a Alemanha exportaria menos, o desemprego aumentaria um pouco, mas em cinco anos o país estaria mais forte.


“O que eu não concordo é que uma grande parte dos meus impostos terminem indo para países que não controlam suas economias responsavelmente.” O jornalista quis saber se ele tinha um plano B para a empresa dele, caso houvesse um desastre na Zona do Euro, e ele respondeu que a estagnação europeia afetaria apenas 30% do faturamento. “Seremos uma empresa que, em vez de >EuC2< 13 bilhões, fatura 9 bilhões e que opera principalmente na Ásia.”


Ele resumiu dois pontos que podem conquistar as mentes alemãs. A ideia de que eles pagam a conta de países que não têm controle fiscal e a de que basta apostar no modelo que tem dado certo, que é ser grande processador de produtos que importa da Ásia e exporta para outros países com mais valor agregado.


A Alemanha cresceu no ano passado 3% e reduziu o desemprego, enquanto outros países da Europa ficaram estagnados e viram o desemprego aumentar. Exportou US$ 1 trilhão, numa região que perde competitividade. Já fez reformas, como a elevação da idade de aposentar para 67 anos, enquanto a França enfrentou batalha de rua de estudantes contra a elevação para 62 anos. Entre as três grandes economias da Zona do Euro, é a única que continua tendo a sua dívida avaliada como triplo A. É considerada em vários outros países em crise como sendo a economia que mais se beneficiou da formação da moeda comum. E mesmo lá há insatisfação e problemas.


O segundo maior banco do país, o Commerzbank, tenta captar no mercado para cumprir a exigência de capitalização de 5,3 bilhões feita pela Autoridade Bancária Europeia. Isso num tempo em que o mercado interbancário está travado pelo temor de uns bancos em relação a outros. E com razão, porque os bancos alemães estão muito expostos às dívidas dos países da região. Segundo levantamento da Reuters, seus bancos carregam US$ 177 bilhões de dívida da Espanha; US$ 161 bi da Itália; US$ 110 bilhões da Irlanda; US$ 36 bilhões de Portugal; e US$ 21 bilhões da Grécia. Uma encrenca de US$ 500 bilhões.


A verdade é que a situação não está fácil nem para a Alemanha. As projeções para este ano são de que o país vai crescer apenas 0,7%. Sua dívida também é alta, e tem déficit público, ainda que menor do que o da maioria dos países da região.


O coordenador do Comitê de Relações Institucionais da Câmara Brasil-Alemanha, Ingo Ploger, está na Alemanha, e de lá contou que o clima entre empresários ainda é de otimismo, mas que a confiança começou a ser afetada com a postergação de investimentos:


— Estive ontem em uma feira de Frankfurt que reuniu 1.500 empresários. Ao mesmo tempo que havia um clima de comemoração pelos bons resultados de 2011, muitos empresários disseram que estão adiando investimentos porque as incertezas aumentaram muito. Mas o clima geral é bom.


O que surpreende no caso da Alemanha é a rapidez com que o país conseguiu retomar o crescimento após a crise de 2008, enquanto a Europa continuou mal. O PIB alemão encolheu 5% em 2009, mas as exportações garantiram um crescimento de 3,5% em 2010 e de 3% no ano passado. O desemprego em 2011 foi de 6,8%, o menor desde a reunificação da Alemanha em 1990. Os alemães começaram a reformar o Estado para reduzir custos desde a gestão do chanceler social-democrata Gerhard Schroeder. O que os italianos, gregos, espanhóis estão tentando fazer no meio da crise foi feito de forma preventiva.


— A Alemanha colhe hoje os frutos de reformas aprovadas há cerca de cinco anos atrás. Houve reformas na Previdência, na saúde e nos serviços sociais e isso reduziu gastos do governo. Houve negociação entre empresários e sindicatos para evitar aumentos salariais muito acima da inflação — explicou Ploger.


A economia alemã é altamente dependente da China. Em 2010, a corrente de comércio entre os dois países chegou a US$ 142 bilhões, o que foi 30% de todo o comércio da União Europeia com os chineses. No ano passado, até setembro, já havia chegado a US$ 127 bilhões. Um cenário de redução do crescimento chinês é assustador para a Alemanha.


A Alemanha tem orgulho da sua capacidade de superação do passado. Superou a herança do nazismo da primeira metade do século XX e a do comunismo da parte oriental das décadas seguintes. Reconstruiu a unidade do país após mais de 40 anos de separação com modelos econômicos totalmente diversos. Fez a aposta forte na unidade comercial, monetária e econômica com os países vizinhos, mas ainda sofre uma crise de identidade. Em artigo divulgado pelo Project Syndicate, o professor de Princeton Jan-Werner Mueller definiu o país como: “pequeno demais para ser um ator global e grande demais para ser apenas o primeiro entre iguais.” A crise ressalta o centro desse dilema alemão.

ABRAÇO EM TODOS

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA ANIMAL

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Por Ademar Brasileiro Segundo
 
BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já se tornou imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

FIM

Abraço em todos