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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Justiça exige que Caixa revele quem ganhou Mega-Sena do 'bilhete furtado'

A Justiça Federal de São Paulo determinou que a Caixa Econômica Federal informe quem foram os dois ganhadores de um sorteio da Mega-Sena realizado em setembro com um prêmio de R$ 7,8 milhões.

A decisão foi expedida em favor de um homem que acusou o próprio irmão de ter furtado o bilhete premiado em Ribeirão Preto (SP).

A Caixa informou que ainda não foi notificada sobre a decisão.

A determinação, em primeira instância, foi publicada pela Justiça Federal em 19 de dezembro em resposta a um requerimento encaminhado pelo homem que diz ter sido vítima do furto. A história chegou ao conhecimento da polícia depois que o suposto ganhador, de 40 anos, registrou, no dia 4 de novembro, um termo circunstanciado no 6º Distrito Policial de Ribeirão, comunicando que o bilhete premiado tinha sido extraviado.

Dias depois, segundo o delegado Samuel Zanferdini, o rapaz informou que o próprio irmão teria levado o documento de dentro de sua casa. A suspeita foi levantada dois meses depois do sorteio, realizado em 14 de setembro e que teve um ganhador de Ribeirão e outro de Guarulhos (SP).

O suposto ganhador alegou ao Fantástico que só foi verificar se havia acertado as dezenas do sorteio três dias após o sorteio. Segundo ele, no entanto, ao ir buscar o documento em uma caixa no quarto, não encontrou nada. "Desmontei o painel do carro, cortei, estraguei o painel do meu carro. Fiz várias coisas. (...) Aí eu ficava desesperado", afirmou.

O acusado pelo próprio irmão alega inocência. "Nunca vi esse bilhete na minha vida", disse.

Investigações
De acordo com a Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança gravadas na lotérica em que a aposta premiada foi feita podem ajudar a desvendar o caso. Segundo o delegado Samuel Zanferdini, as gravações já foram solicitadas à Justiça.

Caixa
A Caixa Econômica Federal informou que ainda não foi notificada sobre a decisão. Anteriormente, a instituição havia comunicado que o dinheiro foi sacado pelo ganhador de Ribeirão no dia 20 de setembro e que, por questão de segurança, não revelaria quem foi, nem em qual agência foi feito o saque.

G1

Ameaças e mistério marcam briga de irmãos por roubo de bilhete da Mega-Sena

Dois irmãos de Ribeirão Preto, no interior paulista, são protagonistas de uma briga acerca de um bilhete premiado da Mega-Sena de quase R$ 8 milhões. Ambos fãs de apostas na loteria, eles trocam acusações quando o tema é o paradeiro do bilhete, passados três meses do prêmio ter sido retirado. A polícia investiga o caso.

José Agostinho está desempregado, mas tem o costume de fazer as suas apostas. O irmão Rogério também. É esse gosto pelo jogo e algumas informações divergentes de lado a lado que criaram a divisão entre os irmãos. O problema ficou tão sério que até ameaças já ocorreram, segundo Rogério, que é acusado por Agostinho de ter roubado o bilhete premiado.

— Depois que aconteceu esse negócio aí, eu fiquei com medo de ficar em casa. Tive que sair de casa. Por ele (Agostinho) portar uma arma de fogo dentro de casa, eu temo pela minha vida.

O irmão de Rogério nega as ameaças, mas fala em cobranças somente.

— Não tem nada ameaçador. Nessa altura do campeonato, você acha que eu faria alguma coisa contra a vida dele? Ainda mais com a saúde de minha mãe? Ele é louco, eu só pressionei ele pra ele devolver o que é meu.

Por enquanto, ninguém sabe o que de fato aconteceu com o suposto bilhete premiado. O misterioso caso contou ainda com gravações que estão sendo analisadas pela polícia. O foco da investigação também passa pela descoberta de quem afinal fez a retirada do prêmio.
R7

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

TCE dá conta que mais de 1,5 mil vereadores em `férias´

Diante do recesso de 150 Câmaras Municipais da Paraíba, mais de mil e quinhentos vereadores já estão de férias coletivas e a maioria só retorna aos trabalhos no próximo ano, entre fevereiro e março. No período, os prefeitos ficam praticamente sem fiscalização do Poder Legislativo, e a população, sem os seus representantes em plenário para defendê-la, em alguns municípios, por até seis meses.

Embora respeite a autonomia das câmaras, o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Fábio Nogueira, salienta que é preciso atentar para o princípio da razoabilidade.

“A Câmara Municipal é autônoma. No entanto, cabe aos seus dirigentes definir com a razoabilidade o número de sessões ordinárias que cada um deve realizar, mas sem perder de vista os reclamos da população, representada pelos parlamentares”, assinalou o presidente do TCE. Fábio frisou que o TCE acompanha a gestão, fiscaliza e analisa os processos de prestações de contas, atos de admissão de pessoal, contratos e convênios das 223 Câmaras Municipais, além das prefeituras, governo do Estado e seus órgãos.

Em João Pessoa, os 27 vereadores entraram de férias na última sexta-feira e retornam ao trabalho no dia 31 de janeiro. Em Campina, os parlamentares ainda não iniciaram o recesso.

Jornal da Paraíba 

Inadimplência leva à suspensão do cumprimento de mandados das Fazendas estadual e municipal na Paraíba


Os mandados judiciais oriundos das Fazendas estadual e municipal estão suspensos na Paraíba. O comunicado do Sindicato dos Oficiais de Justiça do estado, já foi feito às procuradorias, diretorias de fóruns, corregedoria e presidência do TJ, fundamentado na inadimplência de até três meses e encerramento de convênio não renovado.

"Na execução fiscal, processada perante a Justiça Estadual, cumpre à Fazenda Pública antecipar o numerário destinado ao custeio das despesas com o transporte dos oficiais de justiça, diz textualmente a súmula 190 do STJ, regulamentada pela lei estadual 5.672/92", destacou o presidente do Sindojus, Antônio Carlos Santiago.

Postado às 22h, por Cândido Nóbrega

domingo, 15 de dezembro de 2013

Justiça deve desapropriar Aeroclube da Paraíba nesta quinta-feira; PRR-5 deu parecer pela retirada do aeródromo do Bessa


O Tribunal Regional Federal da 5ª Região julga nesta quinta-feira (19), o recurso contra a decisão da Justiça Federal que manteve a posse do aeródromo junto ao Aeroclube da Paraíba, no bairro do Bessa. O relator do processo é o desembargador Dr. Luiz Alberto Gurgel, recentemente indicado para lista tríplice no STJ.

A Procuradoria Regional da República (PRR-5)  já se posicionou para dar ganho de causa ao município de João Pessoa, concedendo o direito de desapropriação pela prefeitura e a total a retirada do aeródromo do Bairro.

Desde que tomou posse em janeiro deste ano, a atual diretoria se mostrou alheia ao assunto e a decisão da próxima quinta-feira deverá sepultar de vez o Aeroclube da Paraíba no bairro do Bessa que funciona naquele local desde 1964.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Duciran Farena defende o fim da reeleição no Brasil

“A reeleição é hoje a grande fonte dos males de nosso sistema eleitoral”.

A afirmação foi feita pelo procurador regional eleitoral Duciran Farena em entrevista exclusiva ao Jornal da Paraíba.

Para ele, a reforma eleitoral que o país tanto precisa deveria começar pelo voto obrigatório, adoção do voto distrital e o financiamento de campanhas. “Todo ano, quando vai se aproximando a eleição, os parlamentares sentem a necessidade de justificar a grande enganação que é nosso sistema eleitoral”, disse.

JORNAL DA PARAÍBA - A minirreforma eleitoral aprovada no Congresso Nacional terá mesmo aplicabilidade nas eleições de 2014?

DUCIRAN - Há entendimento do STF, com relação à minirreforma de 2006, de que alterações que não rompam com a igualdade dos partidos e candidatos no processo eleitoral têm aplicabilidade imediata, não se aplicando o prazo do artigo 16 da Constituição, de que a lei nova tem que estar em vigor um ano antes da eleição. Acredito que é o caso desta nova minirreforma. Mas nunca se sabe. A jurisprudência eleitoral do TSE e do STF não permite nenhuma segurança. Particularmente há aspectos positivos na minirreforma, como o prazo para substituição de candidatos, que eu gostaria que tivessem aplicação imediata. Mas lembro que o STF afastou a ficha limpa nas eleições de 2010, aplicando a anterioridade eleitoral, e claramente a lei não quebrava o equilíbrio eleitoral, pois afetava igualmente a todos os partidos. Enfim, a disputa judicial vai ser grande.

JP - Como o senhor vê o fato de que a cada eleição temos mudanças na legislação?

DUCIRAN -Todo ano, quando vai se aproximando a eleição, os parlamentares sentem a necessidade de justificar a grande enganação que é nosso sistema eleitoral. E como estão em débito com uma reforma eleitoral verdadeira, prometida desde a redemocratização, surgem estas reformas cosméticas, que não mudam a estrutura de nada, só servindo para disfarçar a inação do congresso e do governo na matéria. A única verdadeira mudança que tivemos em 20 anos foi a ficha limpa, de iniciativa popular, e o Congresso votou “com a faca no pescoço”, como bem disse um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) adversário da inovação. Acredito que só haverá reforma eleitoral séria se houver uma grande crise, ou se as manifestações de rua continuarem...

JP - O que, na sua opinião, seria uma reforma eleitoral ideal para o país?

DUCIRAN - Uma que enfrentasse a essência dos problemas. Começando com o voto obrigatório, adoção do voto distrital, e depois sobre o financiamento das campanhas. Qualquer que fosse a modalidade de financiamento, determinando a transparência total da arrecadação e gastos de campanha e democratizando as estruturas e convenções internas dos partidos. Moralizando as prestações de contas e estabelecendo sanções efetivas para irregularidades nestas prestações. Moralizando a fidelidade partidária, para impedir o troca-troca e barganha de mandatos. Moralizando a inelegibilidade, obrigando o candidato a buscar as certidões. Simplificando o processo judicial eleitoral, com unificação de ações e prazos. Enfim, proibindo de vez a reeleição, que é hoje a grande fonte dos males de nosso sistema eleitoral.

JP - O Ministério Público Eleitoral tem batido muito contra a troca de candidatura de última hora. Na minirreforma eleitoral ficou definido que nenhum candidato pode ser substituído a menos de 20 dias do pleito. Como o senhor vê esse prazo?

DUCIRAN - Toda substituição de última hora é uma fraude. É um ficha suja que mantém sua candidatura até o último segundo e quando vê que seus recursos judiciais não terão êxito, faz-se substituir pela mulher, pelo motorista... É bem verdade que a própria Justiça poderia ter cortado esse mal pela raiz. Mas admitiu. Vinte dias é melhor que nada, mas entendo que se não há tempo para a mudança nas urnas do nome e foto do candidato, nenhuma substituição deveria ser aceita. O problema é que a nova legislação praticamente legitima a conduta de quem vinha substituindo em última hora, e ainda está sujeita a questionamento, com base na anterioridade eleitoral.

JP - Recentemente o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba aprovou resolução fixando em dois anos os mandatos dos membros da Mesa Diretora. Na sua opinião, foi uma medida correta?

DUCIRAN - Sim. O mandato de um ano era absolutamente exíguo e prejudicial para a continuidade administrativa em questões relevantes, como a organização das eleições. Ademais o TRE agiu assim em obediência a uma decisão do Conselho Nacional de Justiça.

JP - A PRE-PB vai ingressar com ações de perda de mandato por infidelidade partidária, como fez a Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) contra 13 parlamentares no país?

DUCIRAN - Não conheço as ações, mas quero crer que foram movidas naqueles casos que chamamos de “divórcio amigável”, quando o partido de origem concorda com a saída do parlamentar, por diversas razões, inclusive para composição de palanques regionais. É importante ressaltar que até o presente momento, a PRE-PB não recebeu nenhuma comunicação desse tipo de mudança e que o entendimento do próprio TSE tem sido o de que como o mandato pertence ao partido, se o partido concorda com a mudança não há como o parlamentar ser punido pela desfiliação. No momento, não há perspectiva de ações semelhantes serem tomadas em nível estadual, mas estamos ainda aguardando orientações da PGE.

JP - Já existe um planejamento estratégico do Ministério Público Eleitoral para as eleições de 2014 no Estado?

DUCIRAN - Recentemente, o TSE lançou as minutas de instruções das resoluções para o próximo processo eleitoral e realizou audiência pública a respeito. Estamos aguardando as resoluções e também o posicionamento da PGE, que está analisando as propostas, para realizar a programação.

JP - Qual será o foco das atenções do Ministério Público Eleitoral no processo eleitoral que se avizinha?

DUCIRAN - Combater e prevenir o financiamento irregular e todas as modalidades de abuso que representem distorção à vontade do eleitor.

JP - Qual a sua opinião sobre a quantidade de partidos que existem hoje no Brasil?

DUCIRAN - O excesso de partidos no Brasil hoje, a meu ver, é um dos fatores de fragilização de nossa democracia. Uma coisa é a livre criação de partidos, assegurada pela Constituição, outra bem diversa é a obrigação do contribuinte de sustentar partidos sem representatividade popular nenhuma, que parecem criados exclusivamente para barganhas de trocas de mandatos e tempo de TV, e para negociar apoio ao governo de plantão. É curioso como só surge partido novo de “centro”, isto é, aquele que não é nada, não tem ideologia nenhuma, só vai negociar adesão a quem oferecer mais (em regra, o governo). Partido político hoje no Brasil é um cartório. Tem dono. O dono manda e desmanda. Junta assinaturas, a imensa maioria fraudulentas, está registrado, já nasce com direito a milhões do fundo partidário. E mais todas as vantagens da adesão de parlamentares (possibilidade admitida pela resolução nº 22.610/2007 do TSE). Quem não quer?

JP - O STF deve julgar dia 11 de dezembro a Ação Direta de Inconstitucionalidade que questiona o financiamento de campanhas políticas feito por empresas privadas. A saída seria o financiamento público de campanha?

DUCIRAN - O financiamento público é defendido por muita gente boa, mas acho que se for implantado no Brasil chegaremos a 200 partidos. Não sou a favor. O país vive uma crise fiscal, que só vai se agravar nos próximos anos. A ideia de que o contribuinte tenha que sustentar partidos que podem e devem captar dinheiro de doações me parece absurda. Além disso, financiamento público não impede caixa 2. O que impede o caixa 2, o excesso, é a transparência total na arrecadação e despesa, o rigor no controle dos gastos e prestações de contas, e o rigor na punição daqueles que fazem captação ou gastos ilícitos. É disso que sou a favor.

JP-Online

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Justiça obriga blogueiro itaporanguense a retirar material que foi postado de forma criminosa


Conforme a decisão do Juiz Paulo Sandro Gomes de Lacerda da Comarca de Itaporanga, acolhendo Ação de Indenização por Danos Morais ao Prefeito Audiberg Alves de Carvalho, o blogueiro Ricardo Pereira da Silva terá que fazer a retirada de material veiculado em sua pagina na internet.

A decisão teve fundamentos com base em uma noticia veiculado no Blog de Ricardo Pereira com conteúdo ofensivo e difamante, de informações distorcidas e maldosas a honra do prefeito, assim consta as imagens a seguir.

De acordo com o Prefeito de Itaporanga, ele não poderia deixar de se manifestar diante de tal fato.

Copia da decisão a baixo:

Clique nas imagens para ampliar

DiamanteOnline

Concurso para cartórios vai ter duração de um ano


O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) publicou na edição eletrônica de ontem do Diário da Justiça o edital que disciplina o concurso para preenchimento de vagas nas Serventias (cartórios) Extrajudiciais da Paraíba.

As inscrições acontecerão no período de 20 de janeiro a 21 de fevereiro de 2014, no valor de R$ 200,00, e serão realizadas através dos sites www.cartorio.tjpb.ieses.org ou www.tjpb.jus.br.

As médias finais e classificação dos aprovados, no entanto, só serão conhecidos em janeiro de 2015, ou seja, após um ano.

São oferecidas 278 vagas, sendo 186 preenchidas por provimento e 92 por remoção. Dessas, 14 (5%) são destinadas a pessoas com deficiência, sendo dez vagas para provimento e quatro para remoção. No próximo dia 15 de janeiro de 2014, a partir das 16h, será realizada uma audiência pública, no auditório do Tribunal de Justiça, para definir, por sorteio, a ordem de vacância e as que serão reservadas a pessoas portadoras de deficiência.

As vagas com ingresso por remoção são reservadas aos candidatos que já atuam como titulares de serventias extrajudiciais do Estado da Paraíba, independentemente de entrância, e que detenham a delegação por mais de dois anos, contados da data do efetivo exercício até a primeira publicação do edital. Já as vagas com ingresso por provimento, poderão concorrer os candidatos que tenham concluído o curso superior de graduação em Direito e aqueles que tenham exercido por 10 anos completos função em serviço notarial ou de registro.

De acordo com o edital, a prova objetiva de seleção será realizada no dia 13 de abril de 2014 e a prova escrita e prática será no dia 6 de julho. A relação de candidatos aprovados para a prova será disponibilizada através da internet do dia 22 de outubro, após o encerramento da etapa de análise da documentação. Todas as provas serão realizadas em João Pessoa, exceto a prova de títulos.

As médias finais dos candidatos e as classificações dos aprovados só serão disponibilizadas na internet no dia 6 de janeiro de 2015. A empresa responsável pela realização do certame é o Instituto de Estudos Superiores do Extremo Sul (Ieses). A comissão organizadora do concurso é presidida pelo desembargador Romero Marcelo da Fonseca.

Larissa Claro

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Famoso Chef de cozinha vence demanda judicial contra McDonald’s e prova a FARSA!

O chef Jamie Oliver, acaba de vencer uma batalha contra a mais poderosa cadeia de Junk Food do mundo. Uma vez que Oliver demonstrou como são produzidos os hambúrgueres, o McDonald’s anunciou que mudará a receita. De acordo com Oliver, as partes gordurosas da carne são “lavadas” com hidróxido de amônia e, em seguida, são utilizadas na fabricação do “bolo” de carne para encher o hambúrguer. Antes deste processo, de acordo com o apresentador, essa carne já não era apropriada para o consumo humano.

Oliver, chef ativista radical, que assumiu uma guerra contra a indústria de alimentos, diz: estamos falando de carne que tinha sido vendida como alimento para cães e após este processo é servida para os seres humanos. Afora a qualidade da carne, o hidróxido amônia é prejudicial à saúde. Qual dos homens no seu perfeito juízo colocaria um pedaço de carne embebido em hidróxido amônia na boca de uma criança?

Em outra de suas iniciativas Oliver demonstrou como são feitos os nuggets de frango: Depois de serem selecionadas as “melhores partes”, o resto- gordura, pele, cartilagem, víceras, ossos, cabeça, pernas - é submetido a uma batida - separação mecânica - é o eufemismo usado por engenheiros de alimentos, e, em seguida, essa pasta cor de rosa por causa do sangue é desodorada, descolorida, reodorizada e repintada, capeadas de marshmallow farináceo e frito, este é refervido em óleo geralmente parcialmente hidrogenado, ou seja, tóxico.

Nos EUA, Burger King e Taco Bell já abandonaram o uso de amônia em seus produtos. A indústria alimentar utiliza hidróxido de amônia como um agente anti-microbiano, o que permitiu ao McDonald’s usar nos seus hambúrgueres, carne, de cara, imprópria para o consumo humano.

Mas ainda mais irritante é a situação que essas substâncias à base de hidróxido de amônia sejam consideradas “componentes legítimos em procedimentos de produção” na indústria de alimentos, com a bênção das autoridades de saúde em todo o mundo. Portanto, o consumidor nunca poderá se informar quais produtos químicos são colocados em nossa comida.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

TJPB aprova edital do concurso para cartórios; no Vale do Piancó há 17 deles declarados vagos pelo CNJ


O edital do concurso para preenchimento de vagas nas Serventias (cartórios) Extrajudiciais do Estado da Paraíba será publicado no próximo dia 2 de dezembro.

Nesta terça-feira, a Comissão Organizadora do Concurso, presidida pelo presidente em exercício do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Romero Marcelo, aprovou os termos do Edital 001/2013, apresentados pela Instituição de Estudos Superiores do Extremo Sul (Ieses), empresa organizadora do certame.

Serão oferecidas 278 vagas, sendo 186 preenchidas por provimento e 92 por remoção. Há, ainda, 14 vagas destinadas a pessoas com deficiência, sendo 10 para provimento e quatro para remoção.

Em reunião realizada ontem com representantes da Ieses, os membros da comissão discutiram a minuta do edital, propuseram ajustes e aprovaram previamente um cronograma. A previsão é que as inscrições ocorram no período de 20 de janeiro a 21 de fevereiro. Os presentes também analisaram os conteúdos das provas, a documentação exigida no concurso, o processo de escolha das serventias, além da necessidade da indicação de suplência para os membros da comissão.

Desde a Constituição de 1988, o concurso público passou a ser uma exigência no preenchimento das vagas de titular dos cartórios extrajudiciais, por se tratar de prestação de serviço público quanto a atividades notariais e de registro. Este, no entanto, é o primeiro concurso do TJPB para o preenchimento das vagas.

O concurso compreenderá duas seleções: dois terços das vagas serão preenchidas por bacharéis em Direito ou candidatos que tenham um tempo mínimo de experiência (que será estabelecido em edital) junto às serventias; e um terço para aquelas pessoas que já são escriturários extrajudiciais, com vista à remoção para outras escrivanias.

A contratação direta do Ieses (RS) para a realização do concurso público dos cartórios se deu depois que a licitação aberta pelo tribunal deu fracassada. A empresa, segundo o TJPB, já realizou concursos de cartórios em outros Estados, como Ceará, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

Participaram da reunião o desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira; o juiz-auxiliar da presidência do TJ, Antônio Silveira Neto; os juízes Meales Meireles e Romero Feitosa; o presidente da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba (Anoreg), Germano Toscano; o registrador Valber Azevedo de Miranda e o procurador de Justiça José Raimundo de Lima.

Larissa Claro

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Tribunal do Júri condena réu a 18 anos de reclusão por homicídio ocorrido em 2010

Dois julgamentos foram realizados este mês na comarca de Conceição


Por Redação da Folha Francisco Lucas Soares dos Santos, hoje com 25 anos, foi condenado a 18 anos de reclusão por homicídio pelo Tribunal do Júri da comarca de Conceição. O julgamento ocorreu no último dia 13 e foi presidido pela juíza Elza Pedroza.

O crime foi no final de 2010 no bairro Novo Horizonte, em Conceição. A vítima, que residia no bairro, foi Antônio Luiz da Silva, à época com 27 anos. Na acusação atuou o promotor Pedro Henrique.

O réu, que quando do fato morava no bairro São Geraldo, foi defendido pelo advogado João Batista de Siqueira. Após o julgamento, o sentenciado voltou à cadeia pública onde deverá cumprir sua pena.


Em outro julgamento, este realizado no dia 12, o réu Francisco Pereira Lopes, que é de Ibiara e foi defendido pelo advogado José Luiz Viturino, teve o crime de tentativa de homicídio ao qual respondia desclassificado, e foi condenado apenas por disparo a dois anos de prisão, e pagará pena alternativa. 

domingo, 20 de outubro de 2013

Imagem do dia


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Último acusado de matar ex-prefeito Itó Morais vai a júri esta semana

Itó Morais e seu motorista João Ribeiro foram alvejados com vários tiros de revólver disparados por dois pistoleiros
internet
Itó e o motorista foram mortos a tiros
Na próxima quinta-feira (26), irá a julgamento Milton Cirilo da Silva Júnior, último acusado de participação na morte do ex-prefeito de Santa Luzia, Airton Pereira de Morais (Itó Morais) e do motorista de Itó, João Ribeiro dos Santos. Milton tinha sido absolvido, no entanto, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça acolheu um recurso de apelação do Ministério Público e determinou que ele fosse a novo júri.
Itó Morais e seu motorista João Ribeiro foram alvejados com vários tiros de revólver disparados por dois pistoleiros, quando retornavam de uma festa. Eles foram emboscados na entrada da chácara “Gabriela”, onde residia o ex-prefeito. As investigações realizadas pela Polícia Federal culminaram com a prisão de implicados que faziam parte de uma ‘gang’.
Nesta segunda-feira (23), o 1º Tribunal do Júri da Capital, por maioria de votos, absolveu o réu Tiago Gerônimo Alves do crime de tentativa de homicídio contra Tiago Greyck Pereira, fato ocorrido em abril de 2006, na residência do acusado, em Cruz das Armas, nem João Pessoa. O julgamento teve início às 14h, na sala de sessões do Júri de João Pessoa, no Fórum Criminal da Capital.
Já em Campina Grande, nesta terça-feira (24), será ouvido, em audiência gravada, o réu preso Romilson da Silva Sousa, acusado de matar Júlio César Nascimento Cassimiro que, dois dias antes de morrer, havia estuprado uma menor de 5 anos de idade. A audiência terá início às 9h, no Fórum Afonso Campos, em Campina e será presidida pelo juiz-auxiliar do Tribunal do Júri, Falcandre Queiroz.
Em defesa do réu atuará o defensor público, Milton Aurélio Dias dos Santos , enquanto que o promotor de justiça Demétrio Castor de Albuquerque, atuará na acusação O crime aconteceu no dia 24 de agosto de 2011. Romilsom está preso na Penitenciária Máxima do Serrotão.
Júlio César foi espancado pelos companheiros de cela, Alexandre da Silva Santos, Sérgio José dos Santos e Janúbio Paulino dos Santos. Devido a gravidade dos ferimentos, ele veio a óbito no dia seguinte.
Portal Correio

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Ex-governador Roberto Paulino é condenado pela Justiça em Guarabira


Ex-governador Roberto Paulino é condenado pela Justiça em Guarabira A Justiça da comarca de Guarabira determinou o bloqueio mensal de 30% da aposentadoria do ex-governador Roberto Paulino até o pagamento integral de uma dívida de cerca de R$ 25 mil, oriunda de uma condenação sofrida no processo movido pelo atual prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano.

A ação judicial nº 018.2006.000.905-9 foi impetrada em 2006 por Zenóbio, pelo fato de Roberto Paulino haver afirmado numa entrevista a uma emissora de rádio de Guarabira que Zenóbio tinha recebido recursos indevidos da Assembleia Legislativa da Paraíba.

Roberto Paulino perdeu em primeira e segunda instâncias. A Justiça tentou bloquear os valores nas contas bancárias do ex-governador, mas só foram encontrados menos de R$ 4 mil. Por isso a decisão de bloquear os vencimentos para o pagamento do restante da dívida.
 PB Hoje

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Justiça Federal condena ex-prefeito regional por não prestar contas de recursos recebidos

Denúncia que resultou na sentença foi do Ministério Público


Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - A Justiça Federal da 14ª Vara em Patos condenou o ex-prefeito de Nova Olinda, Francisco Rozado da Silva, à pena de seis meses de detenção, que foi convertida em prestação de serviços comunitários, em razão dele não ter prestado contas de um convênio estabelecido com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) na época em que respondia pelo município. A sentença foi proferida pelo juiz Cláudio Girão Barreto.

A condenação do ex-prefeito se deu com base em denúncia do Ministério Pùblico Federal (MPF), segundo o qual Rozado deixou de prestar contas ao FNDE referentes à aplicação de recursos federais recebidos no ano de 2007 para a execução de três programas educacionais: Dinheiro Direto na Escola (PDDE); do Projeto de Melhoria da Escola (PDDE-PME); e do Brasil Alfabetizado (BRALF), conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Segundo o MPF, a Prefeitura de Nova Olinda recebeu R$ 19.739,22 do programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e R$ 14.420,00 do Programa Dinheiro Direto na Escola - Projeto de Melhoria na Escola (PDDE-PME). Já em relação ao Brasil Alfabetizado foram recebidos R$ 6.720,00.

O prefeito teve até o dia 28 de fevereiro de 2008 para prestar contas dos recursos recebidos, mas não cumpriu o prazo estabelecido. "É de se destacar que o acusado não se desincumbiu do ônus de comprovar as sua alegações, vez que não apresentou justificativas plausíveis da sua omissão em prestar as contas dos programas em questão, limitando-se apenas a afirmar que a falta ocorreu por culpa do contador da Prefeitura que não as enviou ao órgão competente”, disse o dr. Cáudio Girão.

De acordo com o magistrado, “Nesse passo, é de se concluir que os elementos probatórios acostado aos presentes autos demonstram claramente que o acusado se omitiu em cumprir com o seu encargo legal e, devidamente notificado para fazê-lo, permaneceu inerte". Francisco Rozado governou a Prefeitura de Nova Olinda de 2005 a 2008. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Prefeitura de Boa Ventura descumpre acordo com a Justiça e não paga o que deve


Cobrada judicialmente, Prefeitura assinou acordo, mas não o honrou


Por Redação da Folha Cobrada judicialmente em razão de um calote aplicado em uma empresa de serviços, a Prefeitura de Boa Ventura assinou em juízo um acordo para pagar a quantia devida à empresa, mas não cumpriu o compromisso.

Em junho do ano passado, em audiência com a presença da juíza Andrea Galdino, da 1ª Vara da comarca de Itaporanga, a Prefeitura boaventurense comprometeu-se em quitar a dívida e pôr fim ao processo. As partes assinaram o acordo, transformado em sentença, que transitou em julgado no dia 2 de agosto de 2012, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

No entanto, a Prefeitura, que pediu 30 dias para pagar a dívida, e já transcorreu quase um ano, não cumpriu o que próprio propôs e assinou, um desrespeito gritante ao judiciário, o que não é nenhuma surpresa pelo tamanho das denúncias no poder público municipal de desvio de recursos públicos e calote contra funcionários e fornecedores.

Diante da falta de respeito da Prefeitura para com a  Justiça, o descumprimento do acordo que seu representante legal assinou  e sua intenção de não pagar o que deve, o advogado da empresa cobradora requereu ao judiciário o bloqueio das contas municipais. 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Juiz preso pela PF ameaça botar a boca no trombone



O juiz Edvaldo Albuquerque, preso nesta quinta-feira sob a acusação de comandar uma quadrilha integrada por advogados, delegado de polícia e servidores do judiciário,estaria propenso a botar a boca no trombone e apontar os podres do judiciário. O confrade Luiz Torres informa no seu blog que alguém da família do juiz contactou importante jornalista local para, numa entrevista exclusiva, estremecer os alicerces do judiciário paraibano. Leia o que Torres publicou:

Preso na manhã desta quinta pela operação Astringere da Polícia Federal, o juiz Edvaldo Albuquerque poderá dar mais trabalho do que o Judiciário imagina. Jornalista influente na Capital foi contactado hoje por pessoa ligada ao juiz prometendo uma fala exclusiva a respeito do processo. E com a garantia de abrir a caixa preta da Justiça. Pessoas ligadas ao juiz consideram que a prisão e a operação contra Edvaldo foi arbitrária por ele não ser “apadrinhado” por desembargador algum no Tribunal de Justiça da Paraíba nem no Ministério Público Estadual. Intimamente, dizem que há alguns magistrados com conduta ilícita no Estado, se mantendo à margem do rigor das leis e das autoridades judiciárias. Vixe.
Tião Lucena

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Justiça nega pedido de retirada de ribeirinhos da bacia do açude Coremas/Mãe D’água


Moradores comemoraram a decisão da Justiça Federal


Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - Os cerca de 125 moradores que vivem às margens do complexo hídrico Coremas/Mãe  D’água, no município de Coremas, ainda comemoram a decisão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), com sede em Recife-PE, que negou na última sexta-feira, 12, recurso do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) pedindo a desocupação imediata dos moradores que vivem às margens do açude e a demolição das casas.

A briga do DNOCS na Justiça Federal pela desocupação da área já dura dois anos, quando a autarquia ajuizou a ação civil pública destinada a obter determinação judicial para desocupar a localidade, que é tida como Área de Preservação Permanente (APPS), conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Com a negativa do recurso, os moradores permanecerão na localidade até a publicação da sentença do processo, graças a uma liminar concedida pela Justiça Federal. De acordo com a segunda turma do TRF5, “a difícil reversibilidade da medida pleiteada (demolição), aliada ao tempo transcorrido entre as edificações irregulares e o ajuizamento da ação, indicam ser mais prudente aguardar-se a efetivação do direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa, sem prejuízo da eficácia imediata da sentença que vier a ser proferida”.

O complexo Coremas/Mãe D’água foi construído há 71 anos e possui a maior reserva hídrica da Paraíba com 1,3 bilhão de metros cúbicos d’água.

O DNOCS afirma que toda a sua luta para a desocupação da área tem como objetivo a preservação ambiental do complexo, para onde, segundo a autarquia, são jogadas toneladas de esgotos das residências dos moradores.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Justiça de Itaporanga é uma das mais lentas do país: são milhares de processos encalhados


Morosidade causa prejuízo a muita gente



Por Redação da Folha – Se a Justiça já é por natureza morosa, na comarca de Itaporanga, que compreende sete municípios e é uma das mais abrangentes do estado, esse problema está bem mais agravado: a falta constante de juízes e a insuficiência de pessoal dentro dos cartórios emperram o andamento processual e prejudica muita gente.

Os que mais sofrem são os idosos que pleiteiam no judiciário uma aposentadoria depois que tiveram negado o benefício administrativamente. Há processos de aposentadoria que tramitam há anos na comarca sem julgamento, e, em outros casos, a sentença já foi prolatada, mas não há movimentação processual há meses, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Há na comarca local, por exemplo, uma petição de aposentadoria em favor de um idoso distribuída em setembro de 2010: de lá para cá já se passaram dois anos e meio e nada de despacho, e, desde outubro do ano passado, o processo não é movimentado. Em outro caso, uma ação por danos morais e materiais distribuída há três anos está concluso para sentença há seis meses, mas sem solução à vista. Esta semana, por exemplo, o serviço de telejudiciário não funciou e, para piorar a situação, atuamente o fórum (foto) conta com apenas uma juíza, que se divide entre Itaporanga e Coremas. A outra magistrada, também nomeada recentemente, entrou de férias.

O principal culpado por este caos que se estabeleceu na comarca local e em outras do interior é o próprio Tribunal de Justiça, que abriu dezenas de novas Varas no litoral sem juízes suficientes para supri-las, motivando muitos magistrados interioranos a migrarem em direção a João Pessoa.

sexta-feira, 15 de março de 2013

TJ não atualiza Infoseg e deixa fugitivos da Paraíba livres do risco de prisão

Delegados estão preocupados com a desatualização da rede


Por Redação da Folha O Infoseg é uma rede de informações sobre crimes e criminosos utilizada pela polícia do país inteiro para averiguar a vida pregressa de pessoas investigadas ou presas. É um banco de dados com informações policiais e judiciais integradas sobre mandados de prisão, carros, condutores e armas de fogo.

É através do Infoseg, por exemplo, que a polícia pode descobrir se uma pessoa é fugitiva ou não da Justiça, mas o problema, conforme o delegado de Piancó, José Pereira, é que há dois anos o Tribunal de Justiça da Paraíba não atualiza as informações no sistema sobre os mandados de prisão expedidos pela Justiça estadual nesse período.

Em função disso, criminosos que tiveram prisão decretada de 2011 para cá e estão foragidos não aparecem no sistema Infoseg e ficam livres do risco de serem capturados. O delegado Pereira acredita que a desatualização dos dados favorece a impunidade e deixa muita gente perigosa longe da cadeia.

Hoje dezenas de fugitivos com mandados de prisão expedidos nos últimos dois anos pelas diversas Varas criminais do estado estão fora do território da comarca onde delinquiram e também fora do sistema que reúne os nomes dos procurados pela Justiça, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Na prática, isso indica que se um fugitivo de alguma comarca do Vale for detido em outra parte do estado ou do país para averiguação ou por algum delito de menor potencial ofensivo, ele será liberado porque a polícia nada encontrará sobre o acusado.

terça-feira, 5 de março de 2013

Couto convence deputados a realizar encontro em JP para discutir autonomia da Defensoria Pública da União





O deputado Luiz Couto (PT-PB) conseguiu a aprovação de seu requerimento para que a Comissão Especial destinada a emitir parecer à Proposta de Emenda à Constituição (PEC 207/12), que trata da autonomia funcional e administrativa das Defensorias Públicas da União e do Distrito Federal, realize um encontro regional na cidade de João Pessoa.

Embora não tenha havido definição de data, Couto convenceu os integrantes do colegiado da importância de mais audiências públicas em outros estados da federação, sobretudo naqueles onde tem deputado como membro da comissão, “como forma de intensificar o debate com a sociedade e as autoridades, a fim de que todos possam aprofundar o conhecimento sobre a matéria”.

A comissão vai analisar o mérito da PEC, que tem por objetivo alterar o artigo 134, parágrafo 2º, da Constituição Federal, visando aplicar e assegurar às Defensorias Públicas da União (DPU) e do Distrito Federal a autonomia funcional e administrativa, já garantida às Defensorias Públicas Estaduais.

Para Luiz Couto, a Defensoria Pública é de grande relevância não só para os estados da federação, como para a própria União. Acrescenta, ainda, que é necessário fortalecê-la dando os instrumentos que facilite o seu funcionamento e atendimento de qualidade aos mais carentes.

Depois de informar que a DPU só está presente em 58 das 264 localidades que sediam órgãos judiciais federais, o deputado disse que a sociedade brasileira é muito carente de defensores públicos para cobrir e atender todas as demandas nas áreas que envolvem previdência social, saúde, assistência social, habitação, liberdade, integridade física etc.

Ricardo Vieira Coutinho (governador do Estado); deputado Ricardo Marcelo (presidente da Assembleia Legislativa); Polianna Maia de Paiva (defensora pública – chefe da União/PB); Odon Bezerra (presidente da OAB/PB); Gabriel Faria Oliveira (presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais); Otávio Gomes de Araújo (presidente da Associação de Defensores Públicos da Paraíba); e Vanildo de Oliveira Brito (defensor público Geral do Estado) estão entre os que deverão ser convidados para o encontro na Capital. 

Ascom Dep. Luiz Couto