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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Veja detona bomba e revela que Vital do Rego é acusado de pagar R$ 1 milhão a juiz para livrar Veneziano de cassação no TRE


A página 58 da Revista Veja, edição desta semana, traz uma nota jogando fogo e gasolina na Paraíba.

Sob o título Suspeitas em Família, a nota publicada na coluna Holofote, assinada por Otávio Cabral, detona uma bomba ao expor denúncia feita por um jornalista paraibano acusando o senador Vital do Rego Filho, que está sendo cotado para assumir o Ministério da Integração Nacional, de pagar R$ 1 milhão a um juiz do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba que votou contra a cassação do ex-prefeito de Campina Grande e irmão do senador, Veneziano Vital do Rego.

De acordo com a nota, o depoimento está em poder da Polícia Federal e o juiz está sob investigação do Conselho Nacional de Justiça. A nota não traz o nome nem do jornalista, nem do juiz.

Nota abaixo:


Luís Torres

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Com salário atrasado, funcionários de Boa Ventura pagam caro por briga política no município

Gestão atual culpa a anterior por atraso de salário


Por Redação da FolhaSem dinheiro em caixa e sem a documentação do quadro de pessoal, a atual gestão de Boa Ventura, que assumiu no final do mês passado, acusa o governo anterior, desfeito pela Justiça Eleitoral, de ter inviabilizado o pagamento de outubro do funcionalismo municipal.

Conforme vereadores ligados à prefeita Leonice Lopes, o gestor anterior não deixou recursos para o pagamento dos funcionários, embora, segundo eles, tenha recebido as parcelas do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) dos dias 10 e 20 de outubro. Mas além de não ter deixado dinheiro, também não deixou documento relativo ao quadro de servidores do município, ainda de acordo com os parlamentares mirins, obrigando  a atual gestora a promover um recadastramento do funcionalismo.

Somente depois da conclusão desse trabalho de identificação dos servidores é que o pagamento deverá ser efetuado, e ainda não se sabe quando, o que preocupa os funcionários, que dependem do salário da Prefeitura para sobreviver. Um problema que tem afetado duramente centenas de pais e mães de família. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Saia justa



Heron Cid

 

Foi seríssima a denúncia verbalizada pelo deputado Luiz Couto do alto da imponente tribuna da Câmara Federal. Como se sabe e a imprensa explorou ontem, o petista denunciou uma trama para tirar a sua e a vida da ouvidora Valdênia Paulino. Dinheiro para pagamento dos pistoleiros teria sido transportado por um agente numa viatura da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado. Coisa de arrepiar.

O parlamentar citou textualmente o serviço de inteligência da Secretaria de Segurança Pública como a origem oficial do alerta aos agentes da Polícia Federal, responsáveis por sua segurança pessoal, sobre o macabro plano de execução e até a identidade do autor da encomenda do crime, o ex-policial Luiz Quintino.

Luiz Couto envolveu o governo duplamente. Primeiro, por colocar em xeque a credibilidade e honorabilidade do secretário Walber Virgolino, destacado auxiliar da gestão socialista, insinuando conivência ou omissão no suposto uso de um carro oficial para a ventilada operação fora-da-lei. Segundo, por expor a Secretaria de Segurança Pública como fonte da denúncia.

As graves insinuações obrigaram o governo, por meio da Secretaria de Comunicação, a publicar nota. A Secom negou a informação envolvendo a Secretaria de Segurança. Como era de se esperar, anunciou que a Administração Penitenciária abriu sindicância para apurar o denunciado uso de viatura da pasta.

Se a pesada denúncia criou ambiente extremamente desconfortável ao governo, por razões mais do que óbvias, a serena e enérgica posição oficial do Estado, por outro lado, também deixou o parlamentar de calças muito curtas, porque desmentiu e desconstruiu parte de sua versão. Só numa consulta celestial será possível desvendar quem, no confessionário, vestiu a saia mais justa: o governo ou o padre?

*Artigo publicado na coluna do Correio, edição do dia 02/10/2013 (quarta-feira).

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Professores denunciam atraso em de terço de férias, na cidade de Ibiara no Vale do Piancó



Várias denuncias mostram problemas envolvendo pagamento atrasado de salário dos professores da rede municipal de Educação do Município de Ibiara. Segundo informações da Professora Ana Maria Ribeiro, representante do Sindicato dos Professores Municipal, cerca de 11 professores estão com o terço de férias atrasados referente ao ano de 2012 e até hoje ainda não receberam este direito.

Para Ana Maria, ela acredita que os motivos de alguns professores não estarem recebendo o seu benefício deve ser perseguição política porque alguns receberam e outros não. Ainda de acordo com a educadora, representantes dos professores procuraram na manhã da última terça feira, o Ministério Público para denunciarem o caso, o MP vai convocar o Prefeito Pedro Feitosa para prestar esclarecimentos.

Ibiara Agora

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ambulacia denunciada por vereador que estava a serviço da coleta de lixo na gestão Flávia, continua sendo usada na atual gestão com o mesmo objetivo


Foto do facebook de Ana Paula Brunett/Blog do Pádua leite
O vereador Pádua Leite (PT), na quinta-feira, 22 de novembro de 2012, postou em seu blog (Blog do Pádua Leite) uma matéria onde denunciava o uso de um carro UTI Móvel, adquirido na gestão do então prefeito Edvaldo Leite de Caldas (hoje vice-prefeito), que estava sendo usado para o transporte e coleta de lixo na cidade. A época, o vereador disse o seguinte em seu texto:

"No desgoverno da prefeita Flávia Serra Galdino, que, graças a Deus, termina no próximo mês de dezembro/2012, a mesma ambulância faz a coleta do lixo, quando deveria servir, pelo menos, para transportar doentes."

Hoje o mesmo veículo continua sendo usado para os mesmos fins.
BlogdePiancó

sábado, 8 de setembro de 2012

Fruto de denúncia dos Direitos Humanos, site do Congresso em Foco denuncia maus tratos a presos na Paraíba

Presos - 482
Nem colchão, nem água potável. Um amontoado de 80 homens nus dividindo espaço numa cela com fezes flutuando em poças de água e urina. Entre eles, apenas uma bacia higiênica, esvaziada esporadicamente. Odor insuportável, umidade excessiva, pouca ventilação.
Esse foi o cenário com o qual um grupo do Conselho Estadual de Direitos Humanos deparou na Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, em João Pessoa (PB), no último dia 28. Mas a violação aos direitos humanos no PB-1, como é mais conhecido o presídio, não parou aí.
Responsáveis por relatar as condições oferecidas pelo estado aos presos, os seis conselheiros –  entre eles, a ouvidora de Segurança Pública da Paraíba, uma defensora pública, uma professora universitária e um padre – tiveram prisão anunciada pelo diretor do presídio. Detidos por três horas e ameaçados de serem conduzidos a uma delegacia de polícia, só foram liberados após a intervenção do Ministério Público Estadual, que apontou abuso nas detenções.
Dez dias depois do episódio, o major Sérgio Fonseca de Souza, responsável pelo presídio e pelas prisões, continua na direção do PB-1. Mas sob intenso fogo cruzado.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal abriram inquérito para apurar se ele cometeu os crimes de abuso de autoridade e cárcere privado ao deter os conselheiros. Pressionado, o governador Ricardo Coutinho (PSB), que mantém o major no cargo, criou uma comissão formada por representantes do governo, da sociedade civil e do próprio Conselho, que terá 30 dias para apresentar suas conclusões sobre o episódio. Paralelamente, a Secretaria de Administração Penitenciária abriu uma sindicância interna. Os conselheiros defendem o afastamento de Sérgio Fonseca do comando do presídio até o término das apurações.

domingo, 12 de agosto de 2012

Cisternas no NE apresentam defeito e ficam mais caras


Cisternas de polietileno compradas pelo governo para a região Nordeste ficaram mais caras, atrasaram, estão dando defeito e a instalação é realizada pela empresa de um doador de campanha do filho do ministro da Integração, Fernando Bezerra.
As cisternas de polietileno são alvo de polêmica na região desde 2011. Até então, o governo contratava ONGs para construir o tanque em alvenaria. Foram erguidas mais de 450 mil com recursos federais em oito anos.
Afirmando que era necessário agilizar a instalação, o Ministério da Integração Nacional comprou 60 mil cisternas de polietileno, uma espécie de plástico resistente.
Quem fez a licitação foi a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco), vinculada à Integração Nacional. Seu presidente à época era Clementino Coelho, irmão de Bezerra.
As entidades que construíram as cisternas de alvenaria protestaram alegando que as de polietileno eram mais caras, pouco resistentes e concentrariam os recursos na mão de grandes empresas.
A licitação para a compra das cisternas teve um único concorrente, a Dalka, subsidiária de uma companhia mexicana. Elas foram vendidas a R$ 210 milhões em novembro de 2011 e deveriam estar prontas até junho.
Mas, em julho, apenas 32% delas estavam prontas, e 21% haviam sido instaladas. Apesar disso, o governo permitiu um aditivo de R$ 3 milhões ao contrato, afirmando que era necessário incluir "dispositivo de alívio de água".
Segundo a Codevasf, 134 cisternas instaladas apresentaram defeito. Além delas, o governo ainda precisa comprar uma bomba ao custo médio de R$ 115 e pagar pelo transporte e instalação.
Os contratos de instalação foram repassados às superintendências regionais da Codevasf. A contratação em Pernambuco ficou a cargo da unidade de Petrolina, cidade em que Bezerra foi prefeito e que seu filho, o deputado federal Fernando Filho (PSB-PE), é candidato ao cargo.
Quatro empresas disputaram um pregão em novembro passado para a instalação e a Engecol venceu, com preço de R$ 1.249 por unidade para instalar 22.799 cisternas (total de R$ 28,4 milhões).
O dono da Engecol é Carlos Augusto de Alencar, irmão da presidente da Câmara de Petrolina, Maria Elena de Alencar (PSB), do mesmo partido de Fernando Filho. Desde 2004, ele e suas empresas têm feito doações para as campanhas de Maria Elena e Fernando Filho. No total, foram R$ 84 mil.
A Codevasf defendeu o uso das cisternas de polietileno dizendo que elas já foram testadas em outros países com sucesso. O órgão diz que é "uma tecnologia limpa e ecológica" e que o custo de instalação e montagem é compatível "com os benefícios auferidos". Sobre o aditivo, afirmou que "detectou-se a necessidade de realizar uma melhoria técnica" para aproveitar o excedente de água.
Segundo o órgão, a administração central fez só uma preparação geral da licitação das superintendências e houve concorrência por pregão eletrônico. O dono da Engecol, Carlos Augusto de Alencar, e a assessoria de Fernando Filho afirmaram que eles não tiveram interferência.

domingo, 4 de setembro de 2011



Hospital Regional de Itaporanga fica sem médico plantonista nos fins de semana.





















Caos e descaso na saúde pública do nosso estado.O fato novo é que no município de Itaporanga,o Hospital  Regional que atende a toda região do Vale do Piancó fica sem médico plantonista nos fins de semana.






Segundo
a Diretora do hospital Dra. Wilka Rodrigues, esse é o terceiro final de
semana que a situação se repete. Em virtude da falta de médico, tem ido
constantemente à João Pessoa em busca de solução para o problema,mas,
infelizmente, não está conseguindo médico que queira assumir o referido
plantão.






Os
pacientes são socorrido pelo SAMU ( Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência),até o hospital e lá são deixados, mesmo sabendo que os mesmos
não receberão atendimento.A exemplo do jovem Davi Honório Ferreira,13
anos, que caiu de uma árvore e perfurou as nádegas.






O  SAMU,
por determinação do coordenador do programa no Vale do Piancó,conduz
apenas o paciente até o Hospital Distrital, ficando impossibilitado  de fazer a remoção para outra localidade. A  Diretora reclama de tal atitude pois, se o hospital não dispõe do médico para atender o paciente, não adianta recebê-lo e não  prestar-lhe o socorro  necessário.
“Não entendo porque o médico do SAMU não pode atender esse paciente,de
que adianta deixá-lo aqui? Temos toda equipe o hospital não está se
negando a atender.”Wilka






Diante
desse quadro, fica a população de Itaporanga e região desassistida na
área de urgência médica no período mais crítico que é o fim de semana. 


blog do vereador Saulo