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sábado, 21 de dezembro de 2013

Poetas e poetisas locais e também de vários estados do país enviaram seus trabalhos para concurso de poesia da Fundação


Por Redação da FolhaO 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa tomou uma dimensão nacional. Além de obras de Itaporanga e do Vale, inscrições de vários estados brasileiros também estão chegando e vão concorrer no certame literário, que premia duas categorias (erudito e cordel). As inscrições vão até o dia 30 de dezembro. Já são dezenas de poetas e poetisas inscritos até agora, cada um com suas narrativas sentimentais sobre a vida, o tempo, o mundo e sobre si próprios.

As mais recentes inscrições vieram de Mato Grosso do Sul (Reginaldo Costa de Albuquerque, poeta e escritor residente em Campo Grande); Bahia (Fábio Bahia de Oliveira, professor e escritor residente em Caldas de Cipó; Galdy Galdino, ator, poeta e escritor, residente em Alagoinhas; Jorney Pereira dos Santos, também de Alagoinhas; e Robson Silva Alves, funcionário público, morador de Coaraci); Paraná (Paloma Andressa Xavier de Paula, estudante de especialização em Literatura Brasileira, mora em Marilândia do Sul); Rio de Janeiro (Nathalie Gonçalves de Menezes, moradora de Duque de Caxias; Tibério, pseudônimo, pós-graduado em Direito, com endereço na Tijuca; Pedro Franco, médico cardiologista, com residência no Grajaú); São Paulo (Darcy, pseudônimo, jornalista, poetisa e escritora, residente em Araraquara; Viviane Ferreira Santiago, estudante de jornalismo e residente em Ferraz de Vasconcelos; Daniel Perico Graciano, morador de Santa Cruz das Palmeiras); Pará (José Antônio de Sousa Neto, professor e escritor, com endereço em Nova Marambaia).

Também chegou mais uma inscrição de Minas Gerais (Josué da Silva Brito, residente em Paracatu); e Pernambuco (Lucas Feitoza Diniz, morador do distrito de Santo Antônio das Queimadas, município de Jurema). Chegaram também obras de Sergipe e, claro, da Paraíba (Maria do Livramento Leite Bezerra, professora aposentada, moradora de João Pessoa; Antônio Pereira da Costa Júnior, especialista em Teologia e História, com residência em Guarabira). Obras de poetas locais também estão concorrendo: as mais recentes inscrições foram de Nicário Palmeira Honorato e Fabinho do Acordeon, ambos de Itaporanga.

Vejam o regulamento em http://www.folhadovali.com.br/site/mo ... id=4018    Imagem: trecho de uma das obras chegadas à Fundação.

A cultura é a alma de uma cidade, e, crescendo sem alma, nenhuma sociedade vai encontrar a justiça social nem a paz. Por isso, investir em arte é investir em transformação social. O 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa consolida Itaporanga como grande centro de cultura literária do país.

Apoio:

1 -Novo Mundo Center. O que já é grande vai ficar ainda maior. Av. Getúlio Vargas, centro de Itaporanga.

2 -Itaporanga Automotores. Compra e venda de carros. Na saída para Boa Ventura. Tel. 3451-2887 ou 99888887.

3 -Bellafarma. Aqui está a sua saúde. Av. Getúlio Vargas, centro de Itaporanga. Tel. 3451-2476.

4 -Vereador Isaac Carvalho, presidente da Câmara Municipal de Olho D’água.

5 -Vereador Rênio Macedo, presidente da Câmara Municipal de Santana dos Garrotes.

6- - Mercadinho Alvino, de Leonan. O segredo é vender barato. Av. Soares Madruga, centro de Itaporanga.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Mais um poeta de Minas e dois de Piancó e Olho D’água se inscrevem no concurso da fundação

Inscrições se encerram no final deste mês


Por Redação da Folha Mais um poeta de Minas Gerais se inscreveu no 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa, que vai premiar duas categorias: cordel e erudito. Inscrito com o poema Toada do Bom Jesus, José Ronaldo Siqueira Mendes é carioca, mas reside na cidade de Mutum, interior de Minas Gerais, e é autor do livro “O prisioneiro”, pela editora Caki Books.

Formado em Direito no Ceará, José Ronaldo atuou na prática forense por pouco tempo, tendo optado por retornar ao Rio de Janeiro para formar-se em Letras (Português/Inglês) e fez especialização em Literatura Brasileira. Atualmente leciona em instituições públicas e privadas na cidade onde reside.

Um outro poeta que também se inscreveu no concurso foi Jucemar Severino de Sousa, de Olho Dágua e vencedor do primeiro concurso. Ele está concorrendo na categoria cordel com o poema Que mundo é este? E também está inscrito no erudito com a poesia Transtorno de um desejo.

Quem igualmente se inscreveu no concurso foi o piancoense Antônio Cabral, que concorre no certame literário com a obra Fatalidade. Cabral atua no jornalismo eletrônico e impresso e agora faz sua estreia como poeta.

As inscrições no concurso são gratuitas e vão até o final deste mês: mais informações no regulamento do certame. Vejam abaixo:

A cultura é a alma de uma cidade, e, crescendo sem alma, nenhuma sociedade vai encontrar a justiça social nem a paz. Por isso, investir em arte é investir em transformação social. O 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa consolida Itaporanga como grande centro de cultura literária do país.

Apoio:

1 -Novo Mundo Center. O que já é grande vai ficar ainda maior. Av. Getúlio Vargas, centro de Itaporanga.

2 -Itaporanga Automotores. Compra e venda de carros. Na saída para Boa Ventura. Tel. 3451-2887 ou 99888887.

3 -Bellafarma. Aqui está a sua saúde. Av. Getúlio Vargas, centro de Itaporanga. Tel. 3451-2476.

4 -Vereador Isaac Carvalho, presidente da Câmara Municipal de Olho D’água.

5 -Vereador Rênio Macedo, presidente da Câmara Municipal de Santana dos Garrotes.

6- - Mercadinho Alvino, de Leonan. O segredo é vender barato. Av. Soares Madruga, centro de Itaporanga.



3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa

Constituição e Regulamento

Cumprindo o que determina seus objetivos estatuários, especialmente o Artigo 2º, alíneas b e c, a Fundação José Francisco de Sousa, situada na Av. Padre Lourenço-392, Itaporanga, Paraíba, institui concurso de poesia denominado 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa, objetivando o estímulo à produção literária regional e a revelação de valores no campo da poesia clássica e popular, além de celebrar o 20 de outubro, Dia do Poeta, conforme o seguinte:

1 - Das categorias poéticas e gratuidade:

O concurso vai premiar duas categorias: a poesia erudita e o cordel, podendo qualquer pessoa, independentemente de idade e grau de instrução, inscrever, gratuitamente, sua obra em um dos dois gêneros poéticos.

2 – Das inscrições:

O período de inscrição de obras no concurso será de 20 de outubro a 30 de dezembro de 2013. O envio das poesias pode ser feito pelos Correios ou diretamente na sede da fundação, localizada na Avenida Padre Lourenço – 392, Itaporanga, Paraíba. Cep 58.780-000. Ou ainda pelo e-mail folhadovali@yahoo.com.br

3 – Do encaminhamento das obras:

O encaminhamento das obras pelos Correios, diretamente na sede da entidade ou por e-mail garantirá a inscrição do candidato (a), desde que dentro do prazo que trata o item anterior. A poesia poderá ser digitada ou manuscrita, mas não poderá trazer o nome nem qualquer sinal indicativo do autor, que deverá se identificar em um folha à parte, constando nome completo, endereço, telefone e alguma informação sobre sua vida e obra. Um mesmo candidato poderá inscrever trabalho poético nas duas categorias, concorrendo em cada uma das duas modalidades poéticas com apenas um trabalho.

4 – Da análise da obras e divulgação do resultado:

Caberá ao corpo editorial do jornal Folha do Vale analisar as obras, avaliando critérios como riqueza e beleza literárias, para definir os vencedores do certame, cujo resultado será divulgado em solenidade realizada às 20h do último sábado de janeiro de 2014, na sede da fundação, localizada na Av. Padre Lourenço, 392, Itaporanga, PB.

5 – Da premiação

O primeiro colocado em cada categoria receberá um prêmio em dinheiro e medalha; o segundo colocado também receberá um premio em dinheiro e medalha; e do terceiro ao décimo lugar nas duas categorias, os candidatos (as) receberão medalhas. A premiação dos ganhadores ocorrerá imediatamente após a divulgação do resultado durante a solenidade, conforme data e horário que trata o item anterior. Todos os candidatos serão convidados a participar do evento, sendo opcional a presença na solenidade.

6 – Do direito autoral e a eliminação do candidato (a):

A obra enviada ao concurso terá que ser obrigatoriamente de autoria do candidato que a inscreveu, sendo que o plágio ou apropriação indevida de obra de outro autor resultará na eliminação imediata do candidato (a).

7 – Da publicação das obras participantes do concurso:

A Fundação José Francisco de Sousa poderá publicar em livro, revista ou jornal as obras participantes do certamente desde que não seja com fins lucrativos, e sendo seus autores avisados previamente da publicação, tendo acesso a exemplares dos impressos onde seus escritos foram publicados.

Itaporanga, 20 de outubro de 2013.

José Francisco de Sousa Neto

Diretor-Presidente

(83) 9994-2794

E-mail: folhadovali@yahoo.com.br

sábado, 14 de dezembro de 2013

Papai aniversariou, e eu nem me lembrei


Por Sousa Neto - Revirando papeis velhos, encontrei a data do seu nascimento. O 19 de setembro estava lá, perdido dentro de uma caixa que não costumo mexer, esquecido entre outros escritos mais e menos importes. Papai aniversariou, e eu não me lembrei, nunca lembrei. Meu esquecimento não o incomoda, e eu também não me incomodo com o seu.

Não precisamos de data natalícia para lembranças recíprocas. Todo dia e a cada dia somos mais importantes um para o outro. A distância que nos separa não nos diminui a proximidade.

Não tivemos muita convivência, mas algumas memórias da infância são inapagáveis: lembro dele me protegendo sob uma arvore enquanto uma chuva molhava todo o roçado; recordo os tijolos que eu servia com esforço para suas mãos ligeiras erguerem paredes e sustentarem uma família.

Inegavelmente, somos parecidos no que somos e no que fazemos: ele ergue casas para abrigar pessoas; e eu construo ideias na esperança de que muitos se abriguem sob elas. Suas construções e as minhas nunca foram muito rentáveis, e nem por isso somos menos felizes, e mesmo que nos rendessem muito, não seríamos menos infelizes. O mesmo vício por trabalho, a mesma introspectividade, a mesma verdade, a mesma magreza: somos realmente muito parecidos. Talvez a única coisa que nos diferencie um pouco seja a cor da pele. Ele carrega uma aparência enegrecida pela pré-disposição genética e a farta exposição ao sol, mas é provável que sua alma seja bem mais alva do que a que me move.

Papai não sabe ler o que eu escrevo, mas me conhece infinitamente melhor do que o meu mais fiel leitor. Não leu os livros que li nem livro nenhum, no entanto, sua leitura da vida e do mundo é irretocável. Me supera também em sua fé: papai vai ao templo e reza: acredita que a vida não morre com a morte, e eu me orgulho e me felicito pelo seu credo. Alegro-me por ter que carregar sozinho a cruz da angústia pela certeza no fim de todas as coisas.

domingo, 24 de novembro de 2013

Poetas de Minas Gerais e Sergipe se inscrevem no concurso de poesia da fundação

Inscrições vão até o final de dezembro e são gratuítas 


Por Redação da Folha – Um poeta de Minas Gerais e uma poetisa de Sergipe são os mais recentes inscritos no 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa. O certame literário tem recebido inscrições de toda a região e do país inteiro, e vai premiar os dez primeiros colocados nas categorias cordel e clássico.

A poetisa inscrita é Maria Fernanda Martins Pontes Cunha, que reside em Aracajú, Sergipe. Ela é formada em administração e cursa ciências da computação. Sua obra é intitulada “Ótimo”, que mostra toda sua sensibilidade e forte expressão poética. É um recado bem dado para quem ousa tentar quantificar e qualificar o seu sentimento.

Maria Fernanda mandou seu trabalho à fundação por e-mail, assim também como fez o poeta Ramon Delton da Silva, que é professor de espanhol e mora na cidade de Matias Barbosa, em Minas Gerais. Ele stá concorrendo no certame com a obra “Uma Vida”.

Ramon Delton nasceu no Rio de Janeiro. Foi membro fundador do Farrazine, revista virtual, entrevistando várias figuras no meio literário e dos quadrinhos. Publicou pela primeira vez pela editora Andross nas antologias Quimera e Nevóa.

As inscrições do certame vão o final de dezembro. Vejam o regulamento:

3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa

Constituição e Regulamento

Cumprindo o que determina seus objetivos estatuários, especialmente o Artigo 2º, alíneas b e c, a Fundação José Francisco de Sousa, situada na Av. Padre Lourenço-392, Itaporanga, Paraíba, institui concurso de poesia denominado 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa, objetivando o estímulo à produção literária regional e a revelação de valores no campo da poesia clássica e popular, além de celebrar o 20 de outubro, Dia do Poeta, conforme o seguinte:

1 - Das categorias poéticas e gratuidade:

O concurso vai premiar duas categorias: a poesia clássica e o cordel, podendo qualquer pessoa, independentemente de idade e grau de instrução, inscrever, gratuitamente, sua obra em um dos dois gêneros poéticos.

2 – Das inscrições: 

O período de inscrição de obras no concurso será de 20 de outubro a 30 de dezembro de 2013. O envio das poesias pode ser feito pelos Correios ou diretamente na sede da fundação, localizada na Avenida Padre Lourenço – 392, Itaporanga, Paraíba. Cep 58.780-000, ou ainda pelo e-mail folhadovali@yahoo.com.br

3 – Do encaminhamento das obras:

O encaminhamento das obras pelos Correios, diretamente na sede da entidade ou por e-mail garantirá a inscrição do candidato (a), desde que dentro do prazo que trata o item anterior. A poesia poderá ser digitada ou manuscrita, mas não poderá trazer o nome nem qualquer sinal indicativo do autor, que deverá se identificar em um folha à parte, constando nome completo, endereço, telefone e alguma informação sobre sua vida e obra. Um mesmo candidato poderá inscrever trabalhos poéticos nas duas categorias, concorrendo em cada uma das duas modalidades poéticas com apenas uma obra.

4 – Da análise da obras e divulgação do resultado:

Caberá ao corpo editorial do jornal Folha do Vale analisar as obras, avaliando critérios como riqueza e beleza literárias, para definir os vencedores do certame, cujo resultado será divulgado em solenidade realizada às 20h do último sábado de janeiro de 2014, na sede da fundação, localizada na Av. Padre Lourenço, 392, Itaporanga, PB.

5 – Da premiação

O primeiro colocado em cada categoria receberá um prêmio em dinheiro e medalha; o segundo colocado também receberá um premio em dinheiro e medalha; e do terceiro ao décimo lugar nas duas categorias, os candidatos (as) receberão medalhas. A premiação dos ganhadores ocorrerá imediatamente após a divulgação do resultado durante a solenidade, conforme data e horário que trata o item anterior. Todos os candidatos serão convidados a participar do evento, sendo opcional a presença na solenidade.

6 – Do direito autoral e a eliminação do candidato (a): 

A obra enviada ao concurso terá que ser obrigatoriamente de autoria do candidato que a inscreveu, sendo que o plágio ou apropriação indevida de obra de outro autor resultará na eliminação imediata do candidato (a).

7 – Da publicação das obras participantes do concurso: 

A Fundação José Francisco de Sousa poderá publicar em livro, revista ou jornal as obras participantes do certamente desde que não seja com fins lucrativos, e sendo seus autores avisados previamente da publicação, tendo acesso a exemplares dos impressos onde seus escritos foram publicados.

Itaporanga, 20 de outubro de 2013.

José Francisco de Sousa Neto
Diretor-Presidente
(83) 9994-2794
E-mail: folhadovali@yahoo.com.br

domingo, 10 de novembro de 2013

Primeiros trabalhos começam a chegar para o 3º concurso de poesia da fundação

Inscrições, que são gratuítas, começaram no dia 20 de outubro


Por Redação da Folha Os primeiros trabalhos poéticos começaram a chegar: são poesias clássicas e populares que vão concorrer no 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa.

O concurso vai premiar duas categorias: clássico e cordel. As inscrições são gratuitas e vão até o final de dezembro. As poesias podem ser enviadas à fundação pelos Correios, através de e-mail ou diretamente na sede da entidade.

Serão premiados os dez primeiros colocados das duas categorias. Vejam o regulamento com todos os detalhes.

3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa

Constituição e Regulamento


Cumprindo o que determina seus objetivos estatuários, especialmente o Artigo 2º, alíneas b e c, a Fundação José Francisco de Sousa, situada na Av. Padre Lourenço-392, Itaporanga, Paraíba, institui concurso de poesia denominado 3º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa, objetivando o estímulo à produção literária regional e a revelação de valores no campo da poesia clássica e popular, além de celebrar o 20 de outubro, Dia do Poeta, conforme o seguinte:

1 - Das categorias poéticas e gratuidade:

O concurso vai premiar duas categorias: a poesia clássica e o cordel, podendo qualquer pessoa, independentemente de idade e grau de instrução, inscrever, gratuitamente, sua obra em um dos dois gêneros poéticos.
2 – Das inscrições:

O período de inscrição de obras no concurso será de 20 de outubro a 30 de dezembro de 2013. O envio das poesias pode ser feito pelos Correios ou diretamente na sede da fundação, localizada na Avenida Padre Lourenço – 392, Itaporanga, Paraíba. Cep 58.780-000, ou ainda pelo e-mail folhadovali@yahoo.com.br
3 – Do encaminhamento das obras:

O encaminhamento das obras pelos Correios, diretamente na sede da entidade ou por e-mail garantirá a inscrição do candidato (a), desde que dentro do prazo que trata o item anterior. A poesia poderá ser digitada ou manuscrita, mas não poderá trazer o nome nem qualquer sinal indicativo do autor, que deverá se identificar em um folha à parte, constando nome completo, endereço, telefone e alguma informação sobre sua vida e obra. Um mesmo candidato poderá inscrever trabalho poético nas duas categorias, concorrendo em cada uma das duas modalidades poéticas com apenas um trabalho.

4 – Da análise da obras e divulgação do resultado:

Caberá ao corpo editorial do jornal Folha do Vale analisar as obras, avaliando critérios como riqueza e beleza literárias, para definir os vencedores do certame, cujo resultado será divulgado em solenidade realizada às 20h do último sábado de janeiro de 2014, na sede da fundação, localizada na Av. Padre Lourenço, 392, Itaporanga, PB.
5 – Da premiação

O primeiro colocado em cada categoria receberá um prêmio em dinheiro e medalha; o segundo colocado também receberá um premio em dinheiro e medalha; e do terceiro ao décimo lugar nas duas categorias, os candidatos (as) receberão medalhas. A premiação dos ganhadores ocorrerá imediatamente após a divulgação do resultado durante a solenidade, conforme data e horário que trata o item anterior. Todos os candidatos serão convidados a participar do evento, sendo opcional a presença na solenidade.
6 – Do direito autoral e a eliminação do candidato (a):

A obra enviada ao concurso terá que ser obrigatoriamente de autoria do candidato que a inscreveu, sendo que o plágio ou apropriação indevida de obra de outro autor resultará na eliminação imediata do candidato (a).

7 – Da publicação das obras participantes do concurso:

A Fundação José Francisco de Sousa poderá publicar em livro, revista ou jornal as obras participantes do certamente desde que não seja com fins lucrativos, e sendo seus autores avisados previamente da publicação, tendo acesso a exemplares dos impressos onde seus escritos foram publicados.

Itaporanga, 20 de outubro de 2013.

José Francisco de Sousa Neto
Diretor-Presidente
(83) 9994-2794
E-mail: folhadovali@yahoo.com.br


sábado, 12 de outubro de 2013

SÓ A UNIÃO EM DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL PODE UNIR UMA NAÇÃO


Manifesto em apoio à Comissão Nacional da Verdade. Sabemos, todos os que sofremos as agruras e as torpezas do regime civil militar, instalado a partir de 01/04/64, a importância desta honorável comissão.

A presidência da república decidiu instalá-la no momento em que, a correlação de forças e os fatores, histórico, político econômico e social, lhe deram respaldo para fazê-lo.

O pleno emprego, a retirada da miséria extrema de cerca de trinta milhões de pessoas, a ascensão galgada por quase sessenta milhões de brasileiros, não aconteceram por acaso. Foram frutos do esforço nacional, que alterou a ação econômica internacional do Brasil, saindo da esfera de dependência dos Estados Unidos da América e partindo para outros mercados, com negociações mutuamente vantajosas, o que nos proporcionou as possibilidades destas importantes evoluções, no nosso progresso social.

Claro que esta nova realidade atormenta as pretensões dos extratos privilegiados pelo regime civil militar, por suas relações incestuosas, com os interesses das multinacionais no Brasil.

A alternância pela alternância no poder não cabe mais na nossa realidade. Os brasileiros, pela primeira vez na sua história, vivem este momento, que só tem que avançar no sentido do melhor para todos.

A função da Comissão Nacional da Verdade está trilhando o caminho das audiências públicas, para animar a sociedade e fazê-la ver que estes vinte e um anos de terror, da nossa história recente, tem que ser esclarecidos, para o bem da nossa paz social.

Exortamos a celeridade dos depoimentos privados dos muitos brasileiros ainda vivos, com seus testemunhos sobre o que sofreram, para ajudar a tornar o país o que é hoje. Esta possibilidade proporcionada pelas oitivas da comissão da verdade orgulha a todos os lutadores, porque nunca transigimos com a nossa soberania e os interesses nacionais.

Só a título de exemplo da subserviência do regime civil militar, a sua primeira ação foi enviar tropas do Brasil para, juntamente com os Estados Unidos da América, invadirem a República Dominicana. Em seguida, extinguiram a estabilidade do emprego da classe trabalhadora, imposição das multinacionais e seus testas de ferro, para achatar seus salários e multiplicar seus lucros escorchastes, além de liberar as remessas de lucros para o exterior.

Foram vinte e um anos de subserviência, incompetência e terror.

A postura das falanges golpistas foi, seguindo a cartilha imposta da ideologia de segurança nacional dos Estados Unidos, colocar internamente as forças armadas do Brasil como verdadeiras tropas de ocupação, que nos momentos mais truculentos recebiam instrutores de métodos de torturas, a serem praticadas contra o nosso povo.

Os torturadores e assassinos sabem que foram usados como fantoches pelo império, contra o nosso país.

É fundamentalmente por este fato que fogem dos depoimentos junto a Comissão da Verdade.

O caldo de cultura de impunidade, ainda hoje impregna nossa sociedade e instituições, com gerações de meia idade, com suas consciências formadas no regime militar, alienadas ao consumismo exacerbado, tendo Miami como Meca. Nós, marinheiros e fuzileiros navais e demais militares, que compõem nossa entidade, honramos nossas instituições armadas, participamos das festas e desfiles dos veteranos com emoção e orgulho.

É por isso que sugerimos aos nossos novos comandantes militares a não continuidade de acobertamento dos torturadores, a abertura dos arquivos e a devolução dos corpos dos desaparecidos.

As nossas forças armadas não podem continuar sendo maculadas por atos praticados por indivíduos que não as representam, só as enlameiam.

As nossas forças armadas devem ser céleres em preparar os jovens militares, com uma visão do mundo sobre a ótica dos nossos interesses nacionais. A vastidão do nosso território exige que assim seja.

Neste contexto, a UMNA vem pleitear junto aos órgãos e autoridades, a quem cabe a nomeação dos componentes da Comissão Nacional da Verdade, a manutenção na coordenação da mesma, da eminente doutora Rosa Cardoso, que nos tem honrado com posturas firmes, coerentes e comprometidas com a finalidade dos trabalhos que a comissão deve ter, para virarmos com honra esta página intragável da nossa historia.

Rio de Janeiro, 28 de agosto de 2013.
Unidade & Mobilização Nacional pela anistia - UMNA
Wanderley Rodrigues da Silva – Presidente

Por Paulo Conserva

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Olho d'Água: ex-prefeito sofre imputação de débito e o atual é multado

Débito é superior a 300 mil reais




Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - O Tribunal de Contas do Estado (TCE) publicou acórdão em seu Diário Oficial Eletrônico desta quarta-feira, 9, de sessão realizada no dia 3 deste mês que julgou irregulares despesas feitas pelo ex-prefeito de Olho  d’Água, Júlio Lopes Cavalcanti, com obras de pavimentação e recuperação de ruas da cidade. Em razão disso, o órgão fiscalizador imputou um débito ao ex-gestor no valor de R$ 301.227,68 e ainda aplicou-lhe uma multa de R$ 2.805,10 por descumprimento de decisão.

As irregularidades foram encontradas em inspeção especial de obras feita pelo TCE no ano de 2007, quando Júlio Lopes Cavalcanti governava o município. O ex-prefeito não comprovou despesas efetuadas entre 2006 e 2007, no valor de R$ 246.297,68, com obras de pavimentação em paralelepípedo da comunidade do Triângulo, e de R$ 54.930,00 com obras de recuperação de calçamento da Rua João Minervino.

Cavalcanti governou Olho d’Água por dois mandatos consecutivos (de 2001 a 2004 e de 2005 a 2008) e teve várias prestações de contas reprovadas pelo TCE, que renderam-lhe imputação de débitos e aplicação de multas. Em fevereiro deste ano, ele foi condenado pela Justiça Federal a devolver R$ 240 mil aos cofres públicos da União por desvio de recursos públicos da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) no ano de 2008, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Prefeito Chico Carvalho multado – No mesmo acórdão, o TCE também multou o atual prefeito de Olho d’Água, Chico Carvalho, em R$ 2.805,10, por descumprimento de Resolução Processual que determinava, em 2011, o envio de documentação relacionada às obras de pavimentação e recuperação de calçamento que foram objetos da inspeção no governo de Júlio Lopes, mas o mandatário municipal desobedeceu à corte de contas. 

domingo, 15 de setembro de 2013

Jornal Folha do Vale completa 12 anos neste 15 de setembro



Folha começou com o terceiro milênio


Na manhã de 15 de setembro de 2001, Itaporanga e o Vale eram acordados pela primeira edição do jornal Folha do Vale, que nascia com o terceiro milênio.

Em mais de uma década de produção e difusão de notícias e opiniões, com todo o seu conteúdo voltado exclusivamente para a região, toda a vida regional passa pelas páginas da Folha.

A busca pela justiça social e difusão da nossa cultura, a luta contra a corrupção e por melhoria no serviço público sempre pautaram o jornal, que tem um braço humanitário e cultural: a fundação José Francisco de Sousa.

Em janeiro de 2011, a Folha saiu do papel e migrou definitivamente para a internet com a mesma proposta jornalística, sendo hoje um dos sites de notícias mais acessados da Paraíba.
Folha doo Vale

terça-feira, 7 de maio de 2013

À Minha Mãe (A todas as mães)


No sol das minhas palavras nasce o sentimento mais puro, mais forte, mais espontâneo, mais corajoso, mais sensível e mais do que mais tenho para dizer... É estranho... É medonho...

É como a importância de toda água completando o percurso de um rio; a sombra permanente que acompanha os passos dos filhos; os sonhos sendo preservados da crua realidade; o porto seguro segurado pela proteção e emoções, por completas, canalizadas no seu curso normal.

Com a sua lembrança, sinto tudo isso, totalmente protegido, como aquele menino que em seus braços era acalentado pela oferta da sua ternura e do seu amor, sentindo-me poupado desse “mundo cão”, através das suas intenções, que atualmente são repartidas com os meus filhos.

É minha mãe!... Hoje e sempre tento me esconder em mim mesmo para me proteger de algo que possa me ferir ou me fazer infeliz... Seus ensinamentos são eternos, assim como a sua presença, que alcança infinitamente todos os meus dias e me lança para o meu mundo e o meu jeito de ser... Acho que sou feliz... Você me ensinou como ser esse ser. E ainda me ensina...

Mas, antes mesmo da sua partida, mostrou-me a importância de como crescer, viver e reconhecer o segredo da felicidade para comigo e com os irmãos; mas, também, com a sua ida, que me trouxe a grande dor, mostrou-me que esse acontecimento é um segmento natural da vida... É a transmudação da qual ainda não estamos preparados...

Hoje choro sua falta com os olhos cheios de brilhos de saudade e de felicidade por ser seu filho.

José Ventura Filho - Poeta e cronista

jventurafilho@bol.com.br

domingo, 21 de abril de 2013

AINDA SOU TELÚRICO


“O Ser Humano é um Produto do meio em que ele vive”. Sartre, Marx e pensadores mais antigos da Grécia já defendiam essa ideia.

Já ouvimos tal enunciado, repetidamente. Talvez seja este instante a melhor oportunidade de se ter e de dizer que não podemos ficar de braços abertos ou atitudes inertes aos acontecimentos atuais brutalizados pela força, violência e ignorância desenfreadas, atingidas aos quatro cantos do nosso país, sem o controle devido das instituições ou órgãos integrantes do sistema, a fim de evitar os noticiários sensacionalistas, parasitas das dores e dos horrores que assolam as ruas e os lares do nosso povo brasileiro.

Não há delimitações geográficas quanto à interferência das ocorrências nefastas dessas ocorrências, porque atualmente as políticas socioeconômicas em nada surtem efeito. Há apenas uma falsa transparência de uma sensação de alívio, quando casos isolados são solucionados, tornando um paliativo aparente.

Os demais casos não são encarados com coragem e persistência, tais como: a seca; a fome; a ignorância; a segurança insegura; a educação manca; o atendimento precário de uma saúde eficaz; além de outras injustiças sociais que não cabem elencá-las neste canal de informação, porque senão tornarão cansativas aos leitores, os quais já estão calejados, cansados, revoltados por tudo aquilo que os leva ao sofrimento já obtido aos seus convencimentos.

Mas, escuro é o nosso futuro, porque as estruturas do modelo social e as instituições constitucionais, devidamente encasteladas, relegam às classes desfavorecidas as quais não devem ser, gritando assustadoramente pelo seu espaço mais do que merecido.

E assim grito às pessoas que estão adormecidas no tempo e no espaço, manipuladas pelos artifícios enrustidos por essa sociedade insensível, que sou e continuo acreditando ser um ser telúrico, defendendo a simplicidade, o espírito da igualdade e da fraternidade para poder ser feliz e encontrar o caminho da honra, da dignidade e da paz, junto aos meus irmãos.                                             

José Ventura Filho - poeta e escritor.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Saco vazio jogado ao vento


Por Sousa Neto - Ouvi vozes altas que pareciam zangadas, tão agressivas quanto o som da festa próxima, e fui à janela ver o que ocorria na rua. Diante de mim, entre precárias luzes noturnas e os rastros de perfumes dos que corriam ao show, encenou-se o espetáculo da emancipação feminina, talvez o mais importante do mundo que o mundo não viu naquela noite turva e diversamente cheirosa.

Testemunhei a rebelião de uma única mulher, cujos braços magros e pretos abarcou todas as vontades e razões femininas sufocadas ao longo de toda a história humana: com ímpeto, a catadora de latinhas desfez-se do saco vazio que carregava entre os dedos e atirou-o ao vento como quem se liberta de amarras doídas. Respondeu com desdém à bronca do companheiro e nem deu ouvidos às ordens de reaver o saco, que, neste momento, o sopro do céu já havia carregado para longe, bem longe.

Como de costume em noites festivas, naquela não foi diferente ou foi diferente: cobriu-se com sua mais nova roupa velha e deixou o casebre disposta a voltar com o soco cheio de latinhas ou, talvez, já tivesse saído de casa determinada a se rebelar contra o mundo e maldizer as latinhas. Enquanto isso, o companheiro, entre suas razões matemáticas e machistas, já previa a adição de um bom lucro: somando seu alumínio ao que seria angariado pela mulher, fariam alguns tostões nas próximas horas, mas a conta não deu certo: não houve latinhas, não houve dinheiro, e não houve episódio mais farto aos meus olhos do que o que se engendrou a poucos passos de minha janela. No curso entre a vila, onde habita miseravelmente, e o lugar do show, onde recolheria os vasilhames descartados pelos bebedores, ela rebelou-se contra as latinhas e contra tudo, e nem a ameaça de mais uma surra enterrompeu seu gesto e nem o riso dos transeuntes intimidou o seu grito.

Era uma catadora de latinhas, mas, naquela noite, queria ser uma mulher: desejava correr à festa, mas não para catar latinhas; queria mover pernas e braços ao som da música, mas não para catar latinhas; tinha a vontade de buscar os amigos, olhar para outros homens, e querer apenas o seu, mas desprezar as latinhas; precisava vê as novidades, olhar os artistas, brincar, beber, e descartar a própria latinha, e se orgulhar disso.

Para os que ligeiramente passavam por ali, e riam ou lamentavam, era apenas um desentendimento de um casal de bêbados, mas digo que era mais do que o histórico litígio entre gêneros, homem e mulher que se conflagram com a mesma força que se amam; vi no saco de latinhas correndo ao vento a ruptura feminina definitiva com a submissão e, mesmo que aquela cantadora pobre não vá a lugar nenhum, abriu portas para que muitas mulheres corram além.

domingo, 10 de março de 2013

Cidades onde os prefeitos também controlam politicamente as Câmaras Municipais

Com aliados na presidência e maioria no plenário, muitos prefeitos casam e batizam dentro das Câmaras


Por Redação da Folha O maior desejo de todo e qualquer prefeito é ter controle político sobre a Câmara Municipal, e, apesar de pouco democrático, isso é regra na região, onde, em grande parte do legislativo, os gestores municipais têm o presidente da Câmara e a maioria dos vereadores como aliados ou, mais do que isso, soldados ao seu serviço.

Embora seja um poder independente, as Câmaras são submetidas ao controle político dos prefeitos em função das benesses que vereadores e presidentes recebem do poder. Aliás, em muitos casos, a submissão origina-se na eleição para a mesa diretora do parlamento mirim, onde o executivo, com todo seu poderio, influencia diretamente no resultado do pleito e bota no comando do legislativo gente de sua estreita confiança política e pessoal, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Com dois terços dos vereadores e o presidente da Câmara nas mãos, os prefeitos casam e batizam no legislativo: aprovam ou reprovam o que for do seu interesse, independentemente de ser bom ou não para o povo; impossibilitam qualquer ação fiscalizatória ou investigativa do parlamento sobre suas contas; e anulam politicamente e moralmente o poder legislativo.

Em vários municípios regionais, os prefeitos exercem grande influência política sobre o legislativo, entre os quais Igaracy, Olho D’água, Caiana, Santana dos Garrotes, Nova Olinda e Conceição, onde, não por coincidência, o chefe do executivo e o chefe do legislativo são irmãos, o que aumenta ainda mais a relação de compadrio e clientelismo entre os dois poderes.

Itaporanga transformou-se na noite desse sábado no centro da cultura literária regional

Concurso de poesia da fundação premiou duas categorias

Por Redação da Folha O itaporanguense radicado em João Pessoa, Valterivan Freire, com a poesia Fragmentos, foi o vencedor, na categoria “Clássico”, e o repentista local, João Zito, foi primeiro lugar na categoria “Cordel” ou “Popular”, com o poema Revendo a casa dos pais, no 2º Concurso de Poesia da Fundação José Francisco de Sousa.

O evento da divulgação do resultado e entrega da premiação ocorreu na noite desse sábado, 9, na sede da entidade, em Itaporanga, e reuniu dezenas de poetas inscritos no certame literário, entre os quais os dois vencedores. João Zito recitou seu poema aos presentes e Valterivan falou da satisfação de participar do concurso e dispensou a premiação financeira, que foi revertida à fundação.

Em segundo lugar nas duas categorias, foram premiados o cordelista J. Sousa (Popular), de Itaporanga, e Jucemar Severino de Sousa (Clássico), de Olho D’água.

O poeta de Santana dos Garrotes, Édson Carlos Ferreira de Araújo, que também esteve no evento e recitou para o público presente, ficou em 3º na categoria Popular, com o poema Homenagem ao poeta Ronaldo da Cunha Lima. Já no segmento Clássico, foi José Ventura Filho, que é de Piancó, mas reside em João Pessoa, quem tirou em 3º lugar, com a poesia Folha Seca.

 

Entre o público que prestigiou o evento, o secretário municipal e chefe da Gerência Estadual da Cultura, Jucivan Araújo, que patrocinou o concurso juntamente com o empresário Cícero Carneiro Neto. O comerciante Herculano Pereira, o cantor e compositor Alonso Feitosa, o chargista Kadinho e dezenas de outras pessoas também compareceram.

O evento foi encerrado com um recital e uma bela confraternização entre os poetas participantes. Os que não puderam comparecer receberão suas medalhas pelos Correios.  

Fotos: imagem inicial - vencedores do concuro, e, depois, alguns dos poetas que estiveram no evento.

Vejam a relação de todos os premiados nas duas categorias:

Os dez primeiros colocados – Categoria Popular
:

  1. João Zito – Revendo a casa dos pais. Itaporanga, PB.
  2. J. Sousa – A vida no sertão. Itaporanga, PB.
  3. Edson Carlos Ferreira de Araújo – Homenagem ao poeta Ronaldo da Cunha Lima. Santana dos Garrotes, PB.
  4. Jefferson de Sousa – A obra de arte sertão. Santa Terezinha, Pernambuco.
  5. Jucemar Severino de Sousa – Rafael e Camila ou A saga do vaqueiro. Olho D’água, PB.
  6. Demir Cabral – Um poema para Dona Branca. Itaporanga, PB.
  7. Nicário Palmeira Honorato (Poeta do Oiti) – A lua e eu. Itaporanga, PB.
  8. Roberto Leal Fabrício Sanção – A Criatura e o Evoluído. São Paulo, capital, bairro de Americanópoles.
  9. Fabiano José Clementino (Fabinho do Acordeon) – A tentação de uma mulher. Itaporanga, PB.
  10. Zé do Agreste – Devastação. Itaporanga, PB.

Os dez primeiros colocados – Categoria Clássico:

  1. Valterivan Freire – Fragmentos. Itaporanga, PB.
  2. Jucemar Severino de Sousa – Tão louco, tão lúcido. Olho D’água, PB.
  3. José Ventura Filho – Folha Seca. Pincó, residindo em João Pessoa, PB.
  4. Arlicleiton Ailton da Silva – A liberdade. Itaporanga, PB.
  5. Hosmá Passo da Silva Filho – Poesia reflexiva. Piancó, PB.
  6. Demir Cabral – Amor proibido – Itaporanga, PB.
  7. Roberto Leal Fabrício Sanção – Procurando Eu dentro de Mim. São Paulo, capital, bairro de Americanópoles.
  8. Nicário Palmeira Honorato (Poeta do Oiti) – Incertezas. Itaporanga, PB.
  9. Maria do Livramento Leite Bezerra – Mãe é vida. Conceição, mas residindo em João Pessoa.
  10. Juliana Francisco da Silva – O amor que vem do íntimo da alma. Nova Olinda, PB.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

As últimas notícias policiais: morte, prisão e apresentação de acusado

Fatos dos últimos dias


Por Redação da Folha - Acusado se apresenta: Manoel Pereira de Sousa, de 34 anos, acusado de um assassinato em Coremas, apresentou-se na tarde do dia 26 ao delegado José Pereira, prestou depoimento e vai responder ao processo em liberdade. Ele, que é casado, confessou ter matado a tiros, por ciúmes, Eronildo de Freitas Vieira, de 30 anos, no dia 9 de fevereiro, em um bar do bairro Cruz da Tereza, periferia coremense.

Idoso preso: Francisco Dantas, conhecido como Chico Faustino, de 70 anos e morador do sítio Poço da Pedra, município de Aguiar, foi preso no final da tarde do último dia 26 pela Polícia Militar em cumprimento a mandado de prisão por tentativa de homicídio em Piancó. Com o homem, a PM encontrou seis cartuchos intactos de espingarda calibre 12, motivando sua prisão também por porte ilegal de munição. Depois de autuado, ele foi conduzido à cadeia piancoense.

Jovem morre na estrada: No final da noite da última terça-feira, 26, na estrada entre Igaracy e Aguiar, o jovem Kaio Felipe, conhecido como Tourinho, de 18 anos, perdeu a vida em um acidente: a moto em que ele trafegava com um amigo chocou-se contra um animal e o rapaz morreu na hora. O acompanhante dele ficou ferido e permanece hospitalizado. Os dois são de Aguiar e retornavam para casa depois de um passeio em Igaracy.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Saudades do Exílio

Escrever assim de supetão, sem mais nem menos, abruptamente, com o título acima – suponho eu – deve surpreender o meu contrariado leitor, achando-me contraditório e inconsequente, pois, no seu entender, "Saudades devia ter tido da nossa pátria enxovalhada em 1964 de onde foi enxotado com outros comunistas e não do dourado exílio cubano sob as barbas de Fidel Castro, bem alimentado pelo ouro de Moscou que não existe mais”.

Equivoca-se rotundamente quem assim pensa e, consequentemente, reage, pois é ela, a saudade, um nobre sentimento celebrado pelos poetas em todos os recantos do mundo embora amargure o coração de todos os entes queridos que nos rodeiam. É dessa saudade que sinto, falo e escrevo.

Saudades de miss Mariel Mitchell, aquela milionária norte-americana, beirando a casa dos oitenta anos, que, generosamente, concedeu-me o primeiro emprego remunerado na cidade do México dois anos depois do golpe militar no Brasil.

Na verdade ela precisava de um jardineiro, colocou anúncio no jornal Excelsior da capital mexicana cujo amassado recorte lhe apresentei na secretaria da Coronett Hall Scholl localizada no aprazível Parque España.

Católica fervorosa, ouviu-me atentamente e decidiu aproveitar-me a trabalhar na biblioteca estudantil do seu colégio, – cerca de três mil alunos – concedendo-me ainda uma bolsa de estudos com salário mensal de hum mil e trezentos pesos mexicanos.

Se para aquela veneranda católica seu gesto para comigo fora uma caridade cristã, com direito a registro no boletim celestial, para mim significou uma espécie de milagre que me acompanharia anos a fio nos meus quinze anos de exílio.
Paulo Conserva

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Fundação oficia à Promotoria que requeira da Prefeitura acolhimento para idoso

Ofício, protocolado há uma semana, pede providênciais em favor de idoso com problemas mentais

Por Redação da Folha
Apesar da campanha que mobilizou milhares de pessoas nas redes sociais, a fundação humanitária José Francisco de Sousa ainda não conseguiu informações sobre os familiares de um idoso com problemas mentais que vive abandonado pelas ruas de Itaporanga desde o começo do ano.

Diante das condições subumanas em que vive o homem, que não sabe o próprio nome nem sua origem, dormindo ao relento e se alimentando de sobras, sujo e maltrapilho, a fundação encaminhou ofício ao Ministério Público de Itaporanga, especialmente à promotora Maria do Socorro, pedindo providências no sentido de requerer do serviço de assistência social da Prefeitura o acolhimento do idoso até o aparecimento de sua família.

O ofício, datado de 21 de janeiro, pede providências urgentes para que o homem não continue a perecer em função do abandono que sofre, o que se constitui um atentado aos direitos da pessoa humana, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br). Apesar de já ter transcorrido uma semana do protocolo, nenhuma providência foi tomada até o momento, mas há uma justificativa: a promotora não esteve há semana passada na comarca em função de problemas de saúde.

Além dele, há outros deficientes mentais perambulando pelas ruas da cidade, mas estes, ou a maioria deles, têm familiares por aqui e vivem em situação menos complicada, embora alguns deles também necessitem de uma maior atenção da família e do poder público.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Empresas e instituições que não responderam a solicitação de apoio para evento literário

Elas foram oficiadas, mas ignoraram o pedido de apoio para o concurso de poesia da FJFS

Por Redação da Folha O 2º Concurso de Poesia promovido pela Fundação José Francisco de Sousa é o mais importante da região e recebeu inscrições de poetas e poetisas de várias partes do estado e até de fora da Paraíba.

Em busca  de apoio para a realização do certame literário, oferecendo em contrapartida a divulgação dos apoiadores, a fundação encaminhou ofício a algumas empresas e instituições públicas, mas muitas ignoraram o documento, apesar da importância do evento para a literatura e a cultura regionais.

Não responderam ao ofício:

1 – Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba

2 – Banco do Brasil – Itaporanga

3 – Energisa

4 – Armazém Paraíba – Itaporanga

5 - Paraíba Calçados – Itaporanga

6 – Honda Cavalcanti & Primo – Itaporanga