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Zé do Agreste

Durante esta semana estaremos postando aqui, vídeos de Zé do Agreste, personagem criado pelo itaporanguense Onildo Mendonça. Clique e confira!

As Razões de Ariosvaldo Ferreira

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domingo, 22 de dezembro de 2013

Homem deixa cachorro trancado dentro de carro por quase duas horas em Patos


Um flagrante de irresponsabilidade e maltrato a animal foi registrado por nossa reportagem por volta das 11h desta sexta-feira 20 de dezembro no centro da cidade da cidade de Patos. Um homem que, obviamente não quis conversa com a imprensa deixou um cachorro preso dentro do porta-malas do seu carro por quase duas horas e só retornando ao veículo aproximadamente por volta das 11h.

Muita gente ficou revoltada com a irresponsabilidade do proprietário do Gol de cor preta e placas KIV - 7182 do Recife - PE, que estava estacionado nas imediações do Patosimportados e teria chegado ao local por volta da 9h:40m, segundo o agente de cobrança de estacionamento que registrou o desembarque do acusado, da esposa e da filha. Provavelmente eles estariam fazendo compras no comércio.

O cachorro, devido seu porte físico, estava cansado e com muita cede encolhido dentro do porta-malas do veículo sem nenhuma chance de se locomover e estava preso há quase duas horas. A temperatura dentro do carro era muito alta e muitos acreditavam que se homem demorasse mais alguns minutos o suposto vira-lata não teria resistido e morrido.

Um homem que não teve a identidade revelada, vendo o sofrimento do cachorro, trouxe um profissional chaveiro e abriu o veículo mesmo sem autorização e após alguns minutos o proprietário apareceu.

Agentes de trânsito também ficaram indignados com a atitude irresponsável do acusado e ligaram para os Bombeiros e Polícia Militar, porém foram avisados que esse tipo de ocorrência não era de competência das referidas instituições.

Em fim, após quase duas horas, o homem apareceu em companhia da família e não ficou nada satisfeito com a atitude do rapaz que abriu seu carro com intenção de soltar o animal. Vendo a atitude revoltante da população o homem pegou a filha e a esposa que desmentia que não fazia mais de uma hora que o cachorro estava dentro do carro e foi embora.

Mario Frade/ Portalpatos

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Imagem do Dia: prédio que custou milhares de reais aos cofres públicos está abandonado

Uma obra que nunca teve serventia e hoje está em ruínas


Por Redação da FolhaManhã desta sexta-feira, 13, em uma das principais saídas de Itaporanga. Abandonado e em ruínas, um prédio construído pelo governo estadual para abrigar artesãos e pequenos comerciantes, e que nunca funcionou. O dinheiro gasto na obra inútil daria para garantir morada para muitas das centenas de famílias da cidade que não têm onde residir. A ação do tempo e do desprezo danificaram terrivelmente o imóvel e jogaram no lixo milhares de reais dos cofres públicos, mas os responsáveis pelo crime não são punidos porque estão acima da lei.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Itaporanga começa 2014 como iniciou este ano: com seus grandes problemas ainda sem solução

Expectativas agora se voltam para o ano vindouro


Por Redação da Folha – O maior município regional vai iniciar 2014 com seus mais graves problemas ainda pendentes de solução, tanto na esfera estadual quanto municipal, e não há certeza se no ano vindouro as grandes demandas de Itaporanga serão atendidas.

No que se refere ao Governo do Estado, a adutora, a escola técnica estadual, reforma do hospital e a Casa da Cidadania são três das muitas obras que, embora essenciais para o município, não avançam e uma solução parece ainda distante.

Com relação à Prefeitura, as pendências também são muitas. A cidade chegará a 2014 como passou todo este ano e o ano passado: sem um matadouro público, problema que traz como consequência outro, que é o aumento do abate clandestino e o comprometimento da saúde pública.

Itaporanga também entrará em 2014, o último ano de tolerância com os lixões, sem resolver a grave questão dos seus resíduos sólidos. É a cidade regional que mais produz lixo em face do seu elevado nível de consumo, e todo esse rejeito continua sendo depositado na natureza.

A cidade tem hoje dezenas de ruas sem calçamento e que chegarão ao próximo ano também descalças e sem saneamento básico. O canal Xique-Xique, maior esgoto a céu aberto da região, também continuará descoberto para a infelicidade de centenas de moradores de suas margens e o meio ambiente.

No campo também pouco se avançou, especialmente na geração de água: dezenas de comunidades que esperam há anos por um poço ou um pequeno e médio açude vão chegar em 2014 com seus pedidos ainda não atendidos. Dificuldades que também atingem a saúde pública, onde, pelo que se observa, conseguir uma vaga para uma consulta especializada, por exmplo, vai continuar tão difícil no próximo ano como foi neste e nos anteriores. Foto:  canal Xique-Xique é um dos mais graves problemas sanitários e ambientais do município.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Governo não conclui a transposição do São Francisco, mas o BNDES financia obras caras no Peru


Quem toca as obras, no Rio Huallaga, a mais de 400 km da capital, Lima, é a gigante brasileira Odebrecht. A usina é uma peça importante para a Odebrecht, que tem olhos especiais para o território peruano, onde atua há 33 anos.


Na vertente leste da Cordilheira dos Andes, início da Amazônia Peruana, o dinheiro brasileiro começa a erguer uma barragem de 200 metros de altura - e trata-se de muito dinheiro. São mais de US$ 320 milhões em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), quantia que representa mais de um quarto do custo total da bilionária hidrelétrica de La Chaglla, que será uma das três maiores usinas do Peru em 2015, quando deve ser concluída.
Quem toca as obras, no Rio Huallaga, a mais de 400 km da capital, Lima, é a gigante brasileira Odebrecht. A usina é uma peça importante para a Odebrecht, que tem olhos especiais para o território peruano, onde atua há 33 anos e possui ao menos outros nove empreendimentos (AQUI e AQUI) em execução, desde rodovias a gasodutos e portos.
Há razões de sobra para justificar o interesse da Odebrecht no Peru. As licitações para megaempreendimentos são menos concorridas no país vizinho que em terras brasileiras, onde há mais empreiteiras a disputar o filão. Tomemos como exemplo a própria usina de La Chaglla. Simplesmente não houve concorrência na licitação. Segundo reportagem da revista Carta Capital, o único adversário possível, a empresa peruana Chancadora Centauro, desistiu ainda na fase de estudos, alegando não ter condições de cumprir o prazo.
A conexão com a costa oeste do Peru é também um caminho precioso para os produtos brasileiros atingirem o Oceano Pacífico. Assim, uma empreiteira como a Odebrecht passa a contar com o apoio de outras empresas brasileiras que, por sua vez, ainda podem trazer consigo o suporte de financiadores públicos para grandes empreendimentos. É este o caso dos investimentos no porto de Bayovar, construído pela Odebrecht a partir de dinheiro da mineradora Vale para escoar sua produção de fosfato a partir de uma mina cujos investimentos chegaram a mais de US$ 560 milhões de dólares. (AQUI) A Vale, por sua vez, trouxe a Andrade Gutierrez, que conseguiu dinheiro do BNDES para construção de uma usina de dessalinização da água fornecida à mina. O BNDES, como de costume, não revela quanto repassou à Andrade Gutierrez através do fomento à contratação pós-embarque (leia mais AQUI sobre a falta de transparência do BNDES).
Já na costa leste, a Amazônia Peruana é uma área estratégica para a produção de energia. Estratégica porque a alta declividade em algumas regiões permite represas com menor área de inundação e maior potencial energético. Mas também porque possibilita a venda de energia para o Brasil e, com isso, conquista o coração de financiadores públicos do porte do BNDES. Tanto é que, em 2010, Brasil e Peru firmaram um acordo energético para construção de hidrelétricas em território peruano para exportar energia para o Brasil (AQUI), consolidação de um namoro que começou em 1997 a partir de um memorando de entendimento sobre cooperação em energia (AQUI).
Em contato com a Pública, o BNDES, entretanto, se recusou a comentar quais projetos de hidrelétricas peruanas estariam sendo avaliados pelo banco. "O BNDES não faz comentários sobre se um projeto está ou não sendo analisado pela instituição. Podemos dizer apenas que nenhum daqueles projetos foi até o momento aprovado ou contratado pelo BNDES", informou a assessoria, depois de uma evasiva troca de 27 e-mails com a Pública.
Fato é que, em 2011, a pressão de comunidades indígenas levou a Odebrecht a desistir da construção da usina de Tambo 40, na região Central do país, que seria financiada pelo BNDES. Os grupos populares contestavam a previsão de alagamento de 73 mil hectares de florestas amazônicas e o deslocamento de 14 mil pessoas (AQUI). A hidrelétrica seria construída pela brasileira OAS.
BNDES financia exploração de gás e tragédia ambiental no Peru
O projeto de gás Camisea, no departamento de Cuzco, na Amazônia peruana, próxima ao estado do Acre, foi iniciado em 2003 por uma parceria público-privada, com grande aporte de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Localizado em uma região próxima a comunidades indígenas – como a Reserva Territorial Kugapakori, Nahua, Nanti (RTKN), onde vivem os índios Nahua, Nanti, Matsigenka e Mashco-Piro – o projeto foi visto com preocupação por ambientalistas. O objetivo era transportar gás natural e líquidos de gás natural até a área costeira do Peru, no Oceano Pacífico.
O Consórcio Camisea é liderado pela argentina Pluspetrol, junto à Repsol-YPF, Sonatrach, Hunt Oil, Techpetrol e SK Energy. Durante os primeiros anos de desenvolvimento do projeto, ocorrerm seis vazamentos de gás. Glenn Shepard, antropólogo e etno-botânico convidado pelo Import-Export Bank, dos Estados Unidos a integrar um painel de estudo – o South Peru Panel – sobre o projeto, como condição de empréstimo do banco à Hunt Oil, esteve na região durante duas semanas no final de 2011. Em seu blog, o especialista comentou o descaso com infraestrutura na região, que não tem nem saneamento básico, e ressaltou o que lhe disse um morador local: "não há vida para viver. Sem peixe, não há nada. A água está contaminada. Há muitas doenças". (Leia o informe do antropólogo AQUI e o último relatório lançado pelo painel AQUI, ambos em inglês)
O BID chegou a realizar duas auditorias, e fez um empréstimo de US$5 milhões para o governo, destinado a fortalecer seu sistema de proteção ambiental e social associado ao projeto, de acordo com o próprio banco. A segunda parte do projeto recebeu aprovação de financiamento do Banco Interamericano em 2007 – não sem protestos de organizações ambientais, que alegaram omissão a certos critérios nas auditorias realizadas pelo BID, referentes a danos à biodiversidade e comunidades indígenas.
Em 2009, o BNDES aprovou um empréstimo para exportação da Confab Industrial S/A com destino à Transportadora de Gás do Peru, na modalidade de buyer's credit, na qual o banco estabelece o contrato diretamente com a empresa importadora, por meio do exportador. Como sempre, o valor não é divulgado pelo banco. Este ano, o caso culminou em uma crise no governo peruano, com pedido de demissão do então vice-ministro de Interculturalidade do Peru, Paulo Vilca (leia mais AQUI).
BNDES na Bolívia: ex-ministro aponta má fama de empresas brasileiras
Gasoduto de Camisea no Peru - Imagem -Divulgacao SkanskaGasoduto de Camisea no Peru. Foto: Divulgação Skanska
Os problemas envolvendo obras de empreiteiras brasileiras financiadas pelo BNDES se estendem pela região amazônica de outros países da América do Sul. Talvez um dos mais notórios exemplos é a construção da estrada San Ignacio de Moxos / Villa Tunari, na Bolívia - obra que se tornou um fiasco político e diplomático.
A estrada, também conhecida como rodovia Cochabamba-Beni, é um antigo antigo projeto do governo boliviano que cobria mais de 300 km, mas tomou corpo depois do BNDES firmar um contrato de US$ 332 milhões, através da aliança do então presidente Lula e o mandatário boliviano Evo Morales (AQUI). Faltaria à Bolívia apenas completar US$ 80 milhões para bancar a obra.
A construção da estrada foi entregue à empreiteira brasileira OAS em meio a uma delicada situação: pouco antes, a construtora brasileira Queiroz Galvão havia sido expulsa por não cumprir especificações do projeto de construção de duas rodovias no sul da Bolívia. As estradas apresentavam rachaduras nas obras e utilização de asfalto no lugar de cimento, segundo apontou o governo boliviano em 2007. A Bolívia chegou a decretar a prisão de um dos diretores da companhia, que fugiu do país.
A situação foi revertida após negociações entre Brasil e Bolívia, mas novamente a Queiroz Galvão foi expulsa após divergências no custo de conserto das duas rodovias. A empresa afirmou por nota, na época, que iria buscar ressarcimento pelos danos pela "rescisão unilateral e injustificada do contrato pela Administradora Boliviana de Estradas".
Após a desastrosa operação, a OAS assumiu o contrato de reparo das estradas e, coincidentemente, venceu a licitação para a construção da rodovia San Ignacio de Moxos / Villa Tunari na mesma época.
Apenas dois anos depois, em 2009, a OAS passou a ser investigada pela Controladoria-Geral da Bolívia após avaliações oficiais apontarem superfaturamento na estrada de Villa Tunari. Um estudo da Sociedade dos Engenheiros da Bolívia (SIB, em espanhol) afirmou que o preço de cada quilômetro era o dobro de outras obras na Bolívia, em locais de topografia similar. Além disso, a OAS foi a única empresa a participar da licitação.
Como se não bastasse, um trecho da rodovia passava dentro das terras do Parque Nacional y Territorio Indígena Isiboro-Secure (TIPNIS). O resultado: em agosto de 2011, a Confederação de Povos Indígenas da Bolívia (CIDOB) e outras organizações iniciaram uma marcha em oposição ao projeto, que durou meses e enfrentou prisões e espancamentos de manifestantes. A pressão popular foi tão intensa que balançou o primeiro governo de um indígena no país vizinho e, em outubro do mesmo ano, Evo Morales acabou promulgando uma lei que impedia a rodovia de passar por TIPNIS e o declarava como território intangível.
O imbróglio acabou com o cancelamento do contrato com a OAS e o desgaste foi tamanho que, através da sua assessoria de imprensa, a empresa afirmou que atualmente não possui nenhum outro empreendimento na Bolívia.
O BNDES também foi afetado pela polêmica, e teve de publicar nota oficial afirmando que o banco havia determinado o cumprimento de todas as exigências ambientais cabíveis para que fosse firmado o contrato de financiamento à exportação de bens e serviços utilizados na estrada boliviana. "A assinatura do contrato foi condicionada às exigências usuais do BNDES, além de requisitos adicionais, elaborados em coordenação com o governo boliviano e fiscalizados por auditoria independente. Nos trechos da estrada que não passam por reserva indígena, o licenciamento ambiental já foi concluído, o que permitiu o início das obras". Nenhum desembolso foi realizado pelo banco, visto que o contrato foi cancelado.
Mas, para Alejandro Almaraz, que foi vice-ministro de Terras do governo de Evo Morales até 2010 – e hoje é um dos maiores opositores da obra – todo o caso envolvendo a estrada do TIPNIS demonstra uma postura prejudicial das empresas brasileiras para com o povo boliviano, com conivência do governo local. "A imagem da empresa brasileira ficou muito desgastada, entretanto não é algo tão chamativo por não se tratar de nenhuma novidade. Está é a tradicional imagem das empresas construtoras brasileiras na Bolívia. Há várias décadas as empresas brasileiras têm uma espécie de monopólio na construção de estradas bolivianas, ao menos das grandes. Sempre houve esse tipo de denúncias, com bastante fundamento, mostrando superfaturamentos que beneficiam as empresas brasileiras. Isto é uma história eterna", critica.
Para Almaraz, há pouca transparência sobre o tema na Bolívia. "Se abriu um processo judicial que, como tantos outros que envolvem agentes do governo, está congelado. Recentemente, pouco se fala [sobre o caso] na Bolívia e na imprensa. Tampouco há transparência sobre os ressarcimentos [entre a empresa brasileira e o governo boliviano] e na resolução do contrato" avalia.
Atualmente, a rodovia San Ignacio de Moxos / Villa Tunari segue em construção – exceto pelo trecho que passaria por TIPNIS – por empresas bolivianas. Entretanto, o governo boliviano vem realizando consultas com as populações afetadas para tentar retomar a construção do trecho (leia mais AQUI).
Imbróglios diplomáticos
Em 2004, o BNDES aprovou financiamento referente à exportação de bens e serviços da Odebrecht para a construção da hidrelétrica de San Francisco, na província amazônica de Pastaza, no Equador. O consórcio construtor contou também com as internacionais Alstom e Vatech.
A usina começou a operar em 2007, e no ano seguinte apresentou as primeiras falhas, que incluíam rachaduras em um dos túneis e defeitos em uma turbina. De seu lado, a Odebrecht afirmou que "durante seu primeiro ano de operação, a Central (hidrelétrica) trabalhou continuamente, sob a responsabilidade de empresa do governo equatoriano, e acima da capacidade projetada", segundo comunicado. A empresa ainda alegou que as falhas se deviam a um aumento significativo de sedimentos" nas águas do rio Pastaza devido à erupção do vulcão Tungurahua, a 20 quilômetros da usina. Por outro lado, o governo equatoriano de Rafael Correa afirmou que a usina hidrelétrica apresentava "falhas estruturais" e exigiu uma indenização de US$ 43 milhões pelas perdas, além da reparação da obra.
A crise culminou com a emissão de dois decretos de Correa que pediam a tomada dos bens da construtora, o término de todos os contratos da empresa no país e expulsão de seus funcionários do território equatoriano. Foi o início de uma crise bilateral entre o Equador e o Brasil, com a declaração de que o governo de Correa não pagaria o crédito fornecido pelo BNDES para a importação dos serviços da Odebrecht para a concessionária equatoriana. Ao fim, o Equador voltou atrás, pagou o financiamento e, em 2010, entrou em acordo com a Odebrecht, que retomou suas operações no país.
Como saber o que o BNDES faz na Pan-Amazônia?
Mapa Investimentos negociados pelo BNDES na Pan-Amazonia
Os diversos casos de conflitos socioambientais envolvendo os megaempreendimentos tocados por empresas brasileiras vêm se acumulando, e lançando dúvidas sobre a atuação das corporações brasileiras na Amazônia sulamericana - problema que se estende aos financiadores, sobretudo às instituições públicas, como o BNDES, que, supostamente, deveria primar pelo desenvolvimento regional antes de abraçar tais projetos.
A situação se torna ainda mais dramática devido à dimensão dos investimentos do BNDES na região. Desde o início do governo Lula, o banco investiu mais de US$ 2 bilhões em apoios à exportação de empresas brasileiras somente para países que abarcam a Amazônia internacional (Bolívia, Colômbia, Equador, Bolívia e Venezuela). O principal país beneficiado é a Venezuela, que recebeu mais de dois terços desse valor (cerca de US$ 1,4 bi).
Toda essa quantia pode ser ainda maior, visto que o BNDES divulga apenas os números das exportações da modalidade de pós-embarque (quando o banco apoia a comercialização de bens e serviços nacionais no exterior), deixando de divulgar as cifras da modalidade de pré-embarque (quando o banco apoia a produção no Brasil das mercadorias que serão exportadas).
Além disso, o BNDES não disponibiliza uma lista clara de quais projetos no exterior foram ou estão sendo apoiados ou negociados pela instituição. A Pública enviou uma lista ao banco com quase 30 projetos, apenas da Pan-Amazônia (veja abaixo), que em algum momento haviam sido assinalados pela imprensa como destinos de financiamento do BNDES. Apenas o projeto da hidrelétrica de Chaglla foi confirmado pelo banco - a todos os demais, o BNDES se recusou a comentar, ainda que alguns deles tivessem documentos do Itamaraty que comprovavam o interesse do Governo Brasileiro em financiar obras bilaterais através do banco. O BNDES também se recusou a comentar quais motivos poderiam ter levado ao cancelamento do financiamento desses projetos e até mesmo se o banco ainda estaria em processo de avaliação dos contratos. Ou seja, o BNDES e o governo brasileiro argumentam sigilo bancário para negar uma gama gigantesca de informações – desde negociações em curso até valores e projetos beneficiados - e defender que o sigilo tem prioridade sobre o direito à informação da sociedade brasileira.
Lista de projetos enviada à assessoria de imprensa do BNDES 
PROJETOPAÍSFONTE QUE CITOU A PARCERIA BNDES
Ponte sobre o Rio TacutuGuianaItamaraty – Acordo bilateral
Projeto Hacia el Norte – Rurrenabaque – El ChorroBolíviaItamaraty – Acordo bilateral
3ª Ponte Rio OrenocoVenezuelaDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Aeroporto TenaEquadorDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Estrada Cuñumbuque – Zapatero – San José de SisaPeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Estrada Huancayo – PucallpaPeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Estrada Huánuco – Tingo María – AguaytíaPeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Gasoducto Andino del Sur (“Kuntur”)PeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Hidrovia Rio MetaColômbiaDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Irrigação Limón / OlmosPeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Ponte Assis Brasil – IñampariPeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Puente Matachico – HuancayoPeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
UHE KabaleboSurinameDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
UHE Mainique I (Acordo Energético Brasil – Peru)PeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
UHE Tambo 60 (Acordo Energético Brasil – Peru)PeruDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
UHE TocomaVenezuelaDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Estrada Quito-GuayaquilEquadorDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente
Rodovia Tarija – BermejoBolíviaDepartamento Jurídico do Centro de Recursos Naturais e do Meio Ambiente e notícia Brasil de Fato
UHE Chaglla (confirmada pelo BNDES)PeruDivulgação Odebrecht
Chadin 2PeruEletrobras
UHE Inambari (Acordo Energético Brasil – Peru)PeruiEletrobras
UHE MollocoPeruIbase
Estrada Paita-YurimaguasPeruIIRSA
Estrada Assis Brasil – IñapariPeruINESC
Simon Bolivar / Guri DamVenezuelaONG International Rivers
Hidrelétrica PakitzapangoPeruONG International Rivers
UHE Tambo 40 (Acordo Energético Brasil – Peru)PeruONG International Rivers
UHE La Merced de JondachiEquadorRelatório ONU

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Cartaxo gastou quase R$ 8 milhões em festa

As despesas são do período de 1º de janeiro a 30 de agosto de 2013


O líder da oposição na Câmara de João Pessoa, Renato Martins (PSB), considerou um verdadeiro absurdo os números apresentados pelo blog do Gordinho em matéria que fala sobre o total de gastos do prefeito Luciano Cartaxo (PT).

Apenas com palco, som e iluminação, o prefeito Luciano Cartaxo torrou, até o dia 31 de agosto, 8 meses de mandato, R$ 2.405.329,50 milhões. Já os gastos com cachês de artistas, chegaram aos R$ 4,9 mi.
Os números que comprovam esta gastança estão disponibilizados no portal Sagres, onde o Tribunal de Contas do Estado publica todas as despesas e receitas de todos os municípios paraibanos e do próprio governo do Estado.
O líder oposicionista afirmou que pretende acionar o Ministério Público Estadual (MPE) para que seja feita uma investigação a respeito do montante gasto pela prefeitura.
Confira a matéria na íntegra no blog do gordinho.

domingo, 27 de outubro de 2013

Moradores querem fazer "vaquinha" para consertar calçamentos em cidade do Vale do Piancó

Circulam nas redes sociais, como facebook que moradores da Rua Presidente Castelo Branco com Sebastião Cloves Brasileiro na cidade de Igaracy no Vale do Piancó estão querendo fazer uma arrecadação, conhecido como “Vaquinha” para reformar calçamento que está todo quebrado.

Segundo informações, pessoas ligadas à prefeita de criticas, e até ficam com bico quando alguém tem opinião contrária á espécie de assessor, ou até chama de bajuladores de plantões.

 
Informação dão conta que uma pessoa de nome preservada comunicou que semana passada ajudou a fazer(consertar) a estrada que liga a cidade até o sítio Canários. Há alguns dias que esse calçamento vem trazendo transtornos aos moradores destas referidas ruas.
www.ARYRAMALHO.com

domingo, 13 de outubro de 2013

Omissão política levou Itaporanga e Piancó à vergonha de não ter um matadouro

E pior do que a vergonha são os riscos à saúde pública pelo aumento do abate clandestino

Por Redação da Folha Dois dos maiores municípios regionais vivem um descaso: é vergonhoso que Itaporanga e Piancó não tenham um matadouro público para o trabalho adequado dos marchantes, trabalhadores que dependem da atividade para o sustento da família. E se eles precisam de um local apropriado para trabalhar, a sociedade necessita e tem direito a consumir uma carne sadia.

Mas uma das consequências da falta de matadouro nas duas cidades, que tiveram seus abatedouros fechados por determinação da Justiça em face de irregularidades, é o aumento do abate clandestino, o que é um risco à saúde pública. A falta de inspeção sanitária nos animais e no manejo da carne pode levar à mesa do consumidor um produto sem qualidade, sendo o alimento contaminado um vetor de doenças graves.

Em Piancó, o abate clandestino tem gerado um lixão de restos de animais nos arredores da cidade, atraindo urubus e olhares repugnantes, enquanto em Itaporanga muitos abates ocorrem em áreas rurais e distantes de condições higiênicas mínimas. “Mas isso não é culpa do pai de família que vive da carne e precisa ganhar seu sustento, isso é culpa dos que administram o dinheiro público e não têm vontade de resolver os problemas do município”, comentou um morador local durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br).

As duas cidades dividem o mesmo problema, que tem uma origem comum: a incapacidade dos últimos governos municipais, somada à omissão política, criou essa situação vexatória para as duas Prefeituras que mais arrecadam recursos na região. Itaporanga, que é polo comercial, movimentou somente nos oito primeiros meses deste ano cerca de 14 milhões e meio de reais, enquanto Piancó, que sedia a saúde regional, teve um movimento financeiro ainda maior: mais de 15 milhões e 300 mil reais no período. 


Foto: rastros de abates clandestinos estão nos arredores das cidades.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Buraco e mau cheiro em rua de Itaporanga: moradores fazem abaixo-assinado ao MP

Moradores do final da Argemiro e adjacências querem providências


Por Redação da Folha - Atormentados pelo mau cheiro proveniente de um buraco enorme que se abriu na tubulação do canal Xique-Xique, que dá vazão a grande parte dos esgotos da cidade, moradores da parte final da Rua Argemiro de Figueiredo e adjacências querem uma solução para o problema, que já dura meses, acarretando graves transtornos à população, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Além da fedentina que exala, o buraco é um risco à integridade física de crianças e idosos devido à sua largura e profundidade. Depois de cobrar do poder público municipal e não ter o problema solucionado, os moradores revolveram se unir em um abaixo-assinado.

O documento, assinado por dezenas de pessoas, será encaminhado à Curadoria do Meio Ambiente do Ministério Público (MP). No texto, os moradores denunciam o descaso da Prefeitura para com o grave problema, extremamente danoso à saúde pública e ao meio ambiente. “A gente não aguenta mais, mas eu quero que político apareça em minha porta no próximo ano pedindo voto”, desabafou revoltado um morador. 

Foto: buraco atormenta moradores.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Obra esperada por Itaporanga há 20 anos está parada, mas nem empresa nem governo falam



Protesto popular contra a paralisação poderá ser realizado



As obras da nova adutora de Itaporanga estão paralisadas há dois meses. A informação é que a construtora abandonou  serviço, mas ninguém sabe qual foi a razão.

A construção foi iniciada em abril do ano passado e deveria ter sido concluída em dez meses, conforme a previsão contratual, mas, passado quase um ano e meio, há ainda muita coisa para fazer e, pior, a obra está parada.

A empresa responsável pela execução do projeto, orçado em 4,7 milhões de reais, é a Conserv – Construções e Serviços LTDA, que não prestou nenhum esclarecimento público sobre sua desistência da obra, assim também como o governo permanece calado.

A nova adutora é esperada por Itaporanga há mais de duas décadas como meio de resolver o grave problema do abastecimento d’água urbano. Durante todo esse período, a cidade foi submetida a um racionamento forçado pela incapacidade do sistema adutor atual, e muitos bairros hoje já não têm nenhum acesso à água, mesmo com o racionamento.

O processo para construção da adutora começou no final do governo Cássio, depois de grande manifestação popular, que ocupou a Cagepa durante vários dias. A gestão Maranhão sequenciou o projeto e chegou a iniciar a obra, que foi paralisada por irregularidades técnicas.

Um novo processo licitatório foi realizado pelo Governo Coutinho, que assinou a ordem de serviço em abril de 2012, e a expectativa era que a adutora começasse a funcionar este ano, mas o serviço foi paralisado. A cidade ficou sem adutora e com suas ruas sitiadas por valas, terras e entulhos deixados pela construtora.

Nesta segunda-feira, 26, a Folha (www.folhadovali.com.br) tentou ouvir a Conserv, mas os telefones constantes como sendo da construtora pertencem a outras empresas.

Se o governo não responder satisfatoriamente à questão nos próximos dias, uma manifestação popular poderá ser organizada: a intenção é ocupar as ruas da cidade e também o escritório local da Cagepa até uma posição oficial sobre o problema. Foto (arquivo): construtora abandonou a obra e deixou a cidade coberta por entulhos. 
Folha do Vale

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Homem cansa de esperar, destrói balcão da CEF aos socos e termina na cadeia em Cajazeiras


Lenildo Azevedo da Silva, 47 anos, entrou na fila de atendimento da agência da Caixa Econômica de Cajazeiras e haja esperar. Esperou, esperou, cansou de esperar, perdeu a paciência e teve um ataque de fúria. Aos socos de pontapés destruiu o balcão de atendimento, a Rotam foi chamada para conter o bravo e ele terminou na cadeia.  Agora vai ver o sol quadrado porque, sendo pobre, não trerá advogado dos bons para reclamar seus direitos de cidadão na justiça.
Blog do Tião Lucena

sábado, 20 de julho de 2013

Revoltado, diamantense denuncia negligência no Hospital de Itaporanga. Confira!

Esta sexta-feira (19) não foi um dia de sorte para o comerciante diamantense Joselio Damião. Vítima de imperícia medica desde 1987, Joselio vem lutando com problemas de inchaço pelo corpo, para não ser mais uma vítima da morte.

Desde a semana passada que o comerciante viaja para a Capital, com a ajuda da Prefeitura de Diamante, em busca de solução para seu problema que a cada dia se agrava. “Desta vez está inchando o meu rosto” comentou.

De acordo com o comerciante, o médico plantonista Odoniel Mangueira lhe atendeu super bem, requisitando fosse feita uma radiografia ainda no hospital, mas ao procurar o setor, o Técnico em Radiologia conhecido por João Inácio, se omitiu em fazer a radiografia.

Joselio disse que o profissional em radiologia fundamentou seu caso não era de urgência, que conhece seus problemas e que se ele quisesse realmente fazer a imagem, ele teria que o esperar almoçar, dormir e retornar do horário do almoço.

Comerciante a mais de 20 anos, Joselio disse ser pé frio quando solicita os serviços públicos. Atualmente ele está tendo problemas para enfrentar o comércio, que por sinal é um dos mais movimentados da cidade, e que não poderia ficar calado com tamanha negligencia. “Esse meu problema de saúde foi adquirido no próprio Hospital de Itaporanga” finalizou.    

                                                                                                                                                         DiamanteOnline


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Luceninha dá expediente em restaurante da orla pessoense



O prefeito de Santa Rita está fazendo escola. Segundo denúncia veiculada esta manhã no programa dos confrades Adelton Alves e Todynho, na Arapuan FM,  o de Cabedelo, Luceninha, dá expediente num restaurante de luxo localizado na orla pessoense. Chega de manhã e só sai de tarde. Ali despacha, come, bebe e só não dorme porque falta local apropriado.
Blog do Tião Lucena

terça-feira, 28 de maio de 2013

Imagem do Dia: construtora está espalhando o caos pelas ruas de Itaporanga

Cidade foi transformada em um amontoado de entulhos e uma desordem de buracos  


Por Redação da Folha - Manhã desta segunda-feira, 27, na Rua Francisco Guimarães, centro de Itaporanga. Tráfego de veículos e pedestres interrompido e os moradores com um grande problema na porta de casa. A empresa que está ampliando o abastecimento d’água da cidade deixa um rastro de entulhos e buracos na artéria, que não é a única a sofrer com a morosidade e desordem da obra do Governo do Estado.

A construtora está abrindo valas e deixando um caos por toda a cidade. A demora do trabalho de colocação dos canos e, principalmente, na recuperação das ruas degradadas pelas escavações, está acarretando graves transtornos aos moradores. A Avenida Padre Lourenço, por exemplo, passou cinco meses interditada e ainda não está totalmente livre.

A Prefeitura poderia, através de notificação à empresa, determinar prazos para a recuperação das ruas danificadas, sob pena de multa ou suspensão da licença para a realização dos serviços. Foto www.folhadovali.com.br

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Em Olho D’Água: Mulher sofre a noite inteira em trabalho de parto e criança nasce em casa às 05h30 da manhã


O final da noite da última quarta-feira (10) e o início do dia(11), foi de muita apreensão para a família de Carla Martins da Silva, conhecida por Ana, moradora do Conjunto Lúcia Braga/Antonio Fausto de Almeida, na cidade de Olho D’Água no Vale do Piancó. Ana que estava grávida de 09 meses do seu terceiro filho entrou em trabalho de parto no final da noite e às 05h30 da manhã, acabou parindo seu filho na sua própria casa, precisamente no banheiro, onde ficou ligada ao filho pelo cordão umbilical até a chegado do médico e sem assistência nenhuma da saúde pública do município.

Foram muitas horas de agonia para Ana que pedia socorro com dores e todos da família sofreram com a situação que fora por demais, desesperadora. O irmão de Ana foi até a única Unidade de saúde em funcionamento, onde havia uma ambulância de plantão por três vezes, solicitar a remoção da paciente e o motorista, Manoel Mamede, não atendeu o chamamento, com a justificativa de haver perdido a chave do automóvel. Por volta de 07h00 da manhã, o motorista resolveu o incidente e foi com uma técnica de enfermagem até a residência da mãe, que já se encontrava com a criança nos braços, mas, com a necessidade de ser avaliada pelo médico.

Sem condições de agir a técnica retornou para o Centro de Saúde e acionou o médico de Plantão, Dr. Fábio, que avaliando o quadro da paciente, mandou para o Hospital Regional de Piancó, onde a mesma seria melhor assistida. Segundo o médico, até então não tinha conhecimento dessa ocorrência e por isso não havia tomado nenhuma providência sobre o caso. 

A redação de OPBNEWS, além da denúncia, recebeu um vídeo da Parturiente dando a luz em sua residência e em respeito à mãe, ao filho, aos demais familiares, sobretudo, aos internautas e ao jornalismo, sem sensacionalismo que defende, resolveu não postar.

Rita Bizerra, do pbnews 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

BONITO: Prefeita Alderi será notificada pelo TCE para entregar balancetes à Câmara

Péricles disse que o atraso absurdo em relação à entrega dos balancetes está dificultando o trabalho dos vereadores.

O Tribunal de Contas do Estado Paraíba (TCE), recebeu um ofício de número 005/ 2013 enviado pela Câmara Municipal de Bonito de Santa Fé, por meio do presidente Péricles Ramalho (PP-11). O documento pede ao órgão que notifique a prefeita Alderi Caju (PMDB), no sentido enviar à Câmara os balancetes de contas da prefeitura atrasados há, pelo menos, seis meses sob pena de improbidade administrativa.


Péricles disse que o atraso absurdo em relação à entrega dos balancetes está dificultando o trabalho dos vereadores no sentido de fiscalizar e analisar os gastos do executivo. Ele ainda afirma que já cobrou por inúmeras vezes da prefeita o envio dos documentos à Câmara, mas a gestora de forma indiferente não atendeu ao seu pedido.

Ainda segundo o presidente, a única maneira que ele encontrou para que a Câmara receba os balancetes foi acionar o TCE, que através do presidente, Dr. Fábio Túlio Filgueiras Nogueira, deverá notificar a prefeita para que ela repasse os
documentos sob pena de improbidade administrativa.


Alex Gonçalves, - Radar Sertanejo

sábado, 19 de janeiro de 2013

INSS de Itaporanga está sem perito há 3 anos, acarretando grandes prejuízos aos segurados

Sem perito no posto regional, segurados são obrigados a ir para Patos

Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - Há, pelo menos, três anos, a agência regional do INSS de Itaporanga, que serve a 15 municípios do Vale e atende cerca de 170 pessoas diariamente, sofre com a falta de um profissional imprescindível para o deferimento de vários tipos de benefícios previdenciários: o perito médico. Mas nenhuma mobilização de nossos agentes públicos foi feita para cobrar a solução do problema às instituições superiores, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Sem esse profissional, responsável pelo laudo que atesta a incapacidade ou não para o trabalho, em caso de doença ou acidente, os segurados da região são encaminhados para fazer perícias médicas na cidade de Patos, tendo que viajar mais de 100 km distância, gastando com passagens caras e alimentação.

O Sintraf (Sindicato Regional dos Trabalhadores da Agricultura Familiar) de Itaporanga tem acompanhado de perto o sofrimento dos segurados da região pela falta de perito médico na agência local e lutado para que um profissional seja designado para atuar exclusivamente na cidade. Mas, até agora, a luta tem sido em vão.

Em 2010, quando ocorreu a primeira solicitação à Gerência Executiva do INSS de Campina Grande, à qual está vinculada a agência de Itaporanga, “fomos contemplados com dois peritos para atender por mês toda a demanda, depois diminuiu em um por dois meses e já faz anos que relaxou e não vem mais nenhum”, disse Manoel Osmindo, que é vice-presidente do Sintraf.

O próprio sindicalista, que recebe um benefício previdenciário por conta de um acidente de moto que sofreu no final do ano passado, está sentindo na pele as consequências da falta de um perito médico na agência itaporanguense. “Fui fazer a perícia para renovar o benefício, mas, pela falta de perito, terei que ir a Patos novamente”, lamenta.

Cansado de tanto solicitar, sem êxito, à Gerência de Campina um perito para Itaporanga, o Sintraf afirma que vai continuar na luta, mas desta vez a cobrança será feita ao Ministério da Previdência Nacional, em Brasília.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cemitério de Itaporanga não cabe mais ninguém e coveiros temem ficar sem trabalho

Ultimamente, covas estão sendo improvisadas entre túmulos para evitar que corpos tenham quer ser enterrados em outras cidades



Por Redação da Folha – Há pelo menos dois anos, Itaporanga precisa ampliar o seu cemitério, que não dispõe mais de espaço para novos sepultamentos, um problema que vem causando constrangimento aos familiares dos falecidos. Para que os corpos dos itaporanguenses não tenham que ser sepultados em outras cidades, covas estão sendo improvisadas entre túmulos já existentes, o que não é ideal por comprometer a organização estrutural e a estética do cemitério, mas necessário no momento por não haver outro jeito.

O cemitério é de responsabilidade da Prefeitura e precisa urgentemente ser ampliado, no entanto, nada foi feito nos últimos anos, agravando o problema. “Uma pessoa morre e é a maior dificuldade para conseguir um espaço para ser sepultada, e fica umas covas quase em cima das outras”, lamentou um cidadão local que recentemente sepultou um ente querido.

Os coveiros também estão preocupados com a falta de espaço no cemitério. São eles que precisam quebrar a cabeça em busca de um pedaço qualquer de chão quando morre alguém na cidade, e os enterros são quase que diariamente em Itaporanga, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br). Eles também temem ficar sem trabalho.

Se hoje a maior cidade do Vale já depende de Pedra Branca para manter seu comércio de carne, uma vez que está há quase dois anos sem matadouro, poderá depender também de outras cidades para enterrar seus mortos se nada for feito nos próximos meses. Foto: cemitério não tem mais espaço.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Vizinhança denuncia abandono de clube em Boa Ventura no Vale do Piancó: eles temem o foco da dengue

Moradores que residem próximo ao Clube Atlético Boaventurense estão providenciando um abaixo-assinado com objetivo de denunciar o abandono da piscina do sodalício por ser um risco, com a chegada das chuvas, de foco do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue.

O documento vai ser entregue a Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo e a Vigilância Sanitária do município.

De acordo com um funcionário da Vigilância sanitária local, só têm duas saídas para o caso: ou a Secretaria de Obras abre uma vala na piscina para escorrer a água parada ou cobre a velha e desativada piscina com areia e cimento.

O abaixo-assinado vai reforçar o ofício que a Vigilância Sanitária vai enviar a alguns sócios proprietários, já que o clube não tem uma diretória, bem como à Secretaria Municipal de Obras dando ciência sobre o problema.

“Alguma coisa precisa ser feita com urgência, para que esta velha piscina não vire um foco da dengue e cause um estrago em nossa saúde, principalmente das muitas crianças que moram aqui por perto”, desabafou um morador.

Delcides Brasileiro