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sábado, 17 de novembro de 2012

Alagoano supera 6 mil concorrentes e vence desafio de robô em olimpíada


A presidente Dilma Rousseff não conseguiu. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tampouco.
Darilton de Lima Pinheiro, um alagoano de 22 anos, sim.
Ele foi o único a vencer o duelo com a participação de um robô em um dos jogos da "Indústria do Futuro", exposição que integra a Olimpíada do Conhecimento, promovida pelo Senai no Anhembi (na zona norte de São Paulo).
A tarefa era conduzir uma pequena arruela por uma estrutura em forma de ziguezague -sem encostar na estrutura; o robô estava ali como parâmetro, não para ser batido: ele fazia o circuito sem errar e mais rápido.
Cerca de 6.000 candidatos falharam, segundo os organizadores, entre os quais Dilma e Alckmin (eles foram à abertura do evento, que começou segunda e vai até amanhã).
O difícil, diz Darilton, nem foi ter mão firme para evitar que a arruela encostasse na estrutura, mas sim ignorar a música tensa e as dezenas de espectadores a "secá-lo".
"Tive tranquilidade e calma", diz o rapaz, que só soube que Dilma e Alckmin haviam fracassado depois.
Instrutor do Senai em Alagoas e primeiranista de engenharia mecânica em uma faculdade particular de Maceió, ele participou da Olimpíada como observador, em sua segunda visita a São Paulo -a primeira havia sido no início do ano, em um treinamento.
Como prêmio pelo feito, Darilton ganhou uma réplica em tamanho reduzido do robô Kuka KR-16, usado, entre outros, nas indústrias plástica e automotiva.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Em visita guiada no Congresso, Itamar ressurge para comemorar a República


Ator que desempenha o papel do presidente Itamar Franco (1930-2011) discursa para os turistas no plenário do Senado
Atores caracterizados como personagens históricos brasileiros acompanham, desde ontem, os visitantes que atravessam os plenários e corredores da Câmara dos Deputados e do Senado.
A mudança na programação das visitas guiadas no Congresso é uma homenagem aos 123 anos da Proclamação da República, comemorados ontem.
O presidente do Brasil, ex-governador de Minas Gerais e ex-senador Itamar Franco (1930-2011) é um dos personagens da encenação.
Polêmico, Itamar, que morreu de leucemia no ano passado, chegou ao ponto mais alto da sua trajetória política depois do impeachment do presidente Fernando Collor de Mello. O mineiro governou o país de 1992 a 1994.
Também circula entre os visitantes do Congresso o ex-senador Aristides Lobo (1836-1896). Jurista, político, jornalista, além de abolicionista, ele é considerado um dos pais da República brasileira.
O inconfidente mineiro Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), Tiradentes, é outro personagem da história nacional que se apresenta nas visitas guiadas.
Na encenação, a República é representada por uma mulher de vestes verdes.
HISTÓRICO
Essa é a segunda vez em que atores dão vida a personagens da história brasileira no Congresso.
Em 2010, artistas relembraram fatos marcantes do Parlamento brasileiro e da inauguração de Brasília.
O projeto Visita em Cena foi premiado e, neste ano, atores contam como a República foi consolidada.
Até domingo, será possível assistir à encenação no Congresso. Serão seis apresentações por dia, de 30 minutos cada. Os passeios guiados são gratuitos.

sábado, 10 de novembro de 2012

O inventor de bebidas


Fabricante de bebidas Luiz Otávio Pôssas em seu alambique na fazenda Vale Verde, em Betim (MG)
"Estou fazendo para mim. Se alguém quiser beber, beba. Se não quiser, eu bebo e está tudo muito bom."
É por satisfação pessoal que o empresário Luiz Otávio Pôssas, 70, inventa bebidas - uma atrás da outra.
A estreia no setor foi em grande estilo. "Fabriquei Coca-Cola durante 40 anos", diz Pôssas, que herdou a franquia da Coca em Minas.
Com ela, aprendeu a valorizar o rigor com a qualidade na produção, diz. Mas a influência não estava só no campo técnico. Ele também absorveu a cultura da gigante.
Adotou uma frase estampada na sede da empresa, em Atlanta: "O mundo pertence aos insatisfeitos".
"Nunca estar satisfeito é a melhor coisa do mundo. Se já estiver satisfeito com tudo, o que vou fazer? Mais nada."
Foi a insatisfação -e a ameaça de falência no início da década de 1980- que levou Pôssas à sua primeira invenção: a Kaiser.
A criação da cerveja foi a saída encontrada para enfrentar a concorrência. "Brahma e Antarctica obrigavam o ponto de venda a comprar o refrigerante deles em função da cerveja. Era a chamada venda casada", conta.
Com uma marca própria de cerveja, poderia brigar com as líderes de igual para igual. Sem o apoio da matriz, Pôssas foi estudar cerveja em Munique e, em 1982, construiu a primeira fábrica da Kaiser.
Com ela, conseguiu elevar a participação de mercado da Coca de 15% para 48% em quatro meses.
"Outros fabricantes da Coca também quiseram a Kaiser e ela se espalhou pelo país."
Com a fusão entre Brahma e Antarctica anos depois, Pôssas decidiu sair do mercado e vendeu a Kaiser à canadense Molson em 2003. Nessa época, já fazia sucesso com a sua segunda invenção: água de coco engarrafada.
Em uma parceria com a Universidade de Viçosa, Pôssas desenvolveu a primeira tecnologia para envasamento de água de coco, dando origem à Kero Coco.
Em 2009, a marca foi vendida à Pepsico quando dominava quase 100% do mercado. "Foi uma proposta irrecusável", afirma.
SINA
Sem a Coca, a Kaiser e a Kero Coco, Pôssas teve mais tempo e capital para se dedicar a uma invenção até então restrita a amigos: hoje a premiada cachaça Vale Verde.
A produção é feita na fazenda de mesmo nome, que foi transformada em parque ecológico com atrações como o museu da cachaça e exposição de aves -outra paixão do empresário.
Em setembro, Pôssas lançou a sua última invenção: o licor de café 1727 -ano em que o grão chegou ao Brasil. Mesmo com a bebida recém-chegada ao varejo, ele diz que "o melhor já passou".
O prazer, diz, está no desenvolvimento do produto. "O gostoso é ficar provando até chegar à fórmula correta."
Por isso, o incansável Pôssas já trabalha em uma nova alquimia. Pretende lançar, em 2013, um vinho de cana-de-açúcar. "Cada um tem uma sina na vida. A minha é mexer com bebidas."
Folha Uol

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fotos de 'anjo' de sunga em igreja paulista vão parar na Justiça



O que deveria ser apenas um ensaio fotográfico deixou os católicos de Catanduva (a 388 km de São Paulo) em "estado de choque", nas palavras do representante da Igreja Católica na cidade.

Imagens de um homem seminu com asas de anjo feitas dentro da paróquia de São Domingos vão se tornar um processo na Justiça.
É o que garante Flávio Thomé, advogado da diocese. Segundo ele, sem qualquer autorização da igreja, modelos "invadiram" o local e foram fotografados com roupas íntimas pelo fotógrafo Márcio Costa.
"As fotos ganharam as redes sociais e deixaram todos em estado de choque. A comunidade católica se mostra atordoada", disse.
A diocese só soube da sessão de fotos depois que fiéis, indignados com a repercussão do "peladão" na internet, telefonaram para reclamar.
O modelo, que aparece apenas cueca, é cortador de cana, segundo o fotógrafo.
Para o advogado, a iniciativa é crime. "É o que diz o Código Penal, dos crimes contra o sentimento religioso. A pena varia de um mês a um ano de detenção ou multa. Mas temos que ter cautela para não causar incidentes maiores."
O fotógrafo, que trabalha na Prefeitura de Catanduva, disse que fez o ensaio -também no cemitério- há mais de um ano. "Só agora notaram e decidiram polemizar."
Costa afirmou que as imagens seriam utilizadas em uma exposição chamada "Angels Dost", que ainda está em fase de produção.
Dela, fez parte também uma modelo mulher, que se vestiu de diabo. No cemitério, o modelo masculino aparece de costas e sem roupas -vestia apenas asas.
"Jamais pensei em denegrir a igreja. O objetivo era retratar a arte em pontos inusitados. Todos os cuidados foram tomados, não foi exatamente invadir e fotografar."
O advogado da diocese discorda. Ele diz que a igreja, utilizada como símbolo sagrado, jamais poderia ter sido desrespeitada. "O templo não é uma paisagem. Existe uma simbologia que precisa ser respeitada", afirmou.
O padre responsável pela paróquia, José Luiz Cassimiro, e o bispo de Catanduva, dom Otacílio Luziano, não falaram sobre o assunto.
A prefeitura também não se manifestou -alegou que o trabalho não tem ligação com o órgão público. A reportagem também tentou, mas não conseguiu localizar o modelo foco da polêmica com a igreja.
Folha Uol

sábado, 3 de novembro de 2012

Passarinhos ficam bêbados ao comer frutas fermentadas


Doze corpos de melros-pretos encontrados em uma escola na Inglaterra deixaram pesquisadores intrigados. Um único exemplar sobrevivente da pequena mortandade tinha sintomas estranhos: não conseguia se manter em pé sem se apoiar nas asas.
Para esclarecer as mortes, exames foram feitos nos cadáveres. Os testes não encontraram infecções nos bichos, mas frutos de sorveira, uma árvore que dá frutinhas vermelhas, estavam no estômago dos passarinhos pretos.
Os frutos estavam fermentados, e foi encontrado álcool nos tecidos de um dos três cadáveres analisados. O pássaro sobrevivente com sintomas de embriaguez se recuperou depois de dois dias.
Segundo o artigo publicado na revista "Veterinary Record", os bichos podem ter sofrido fraturas ao cair das árvores ou colidir uns com os outros por causa da embriaguez, o que levou à morte de parte deles.
Fenômeno similar já havia sido observado com outras espécies de pássaro, como o tordo-ruivo, e também com outros animais, como orangotangos, que acabam intoxicados após comer frutas maduras demais.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Autoescolas terão de usar simuladores a partir de 2013


A partir do próximo ano, as autoescolas serão obrigadas a dar aulas também em simuladores de direção. A medida será regulamentada em reunião do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), marcada para o dia 31.
A ideia é utilizar a tecnologia de realidade virtual para aprimorar o processo de formação de motoristas.
O equipamento foi apresentado ontem pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e pelo ex-piloto Emerson Fittipaldi, no Salão do Automóvel de São Paulo.
"Para tirar a carteira de habilitação, o aluno, antes de enfrentar 20 horas mínimas de aulas práticas, precisará passar por dez aulas de 30 minutos no simulador", explica Maria Cristina Hoffman, coordenadora de educação do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).
A reportagem  testou o protótipo, que traz os principais comandos do painel do veículo, entre eles pedais, alavancas de câmbio e de freio de mão.
Apesar de ser inferior aos simuladores de corrida encontrados em lojas de acessórios para videogame, a ferramenta do Contran é educativa e alerta quando uma manobra ilegal é feita (como velocidade excedida).
REGRA
Nas autoescolas, o equipamento -que custa R$ 25 mil- deverá ser instalado em sala exclusiva com área mínima de 15 m² e equipada com meios de apoio ao instrutor, como assentos, mesa e monitor para a supervisão.
Após cada aula, um relatório é emitido, apontando as principais falhas.
Segundo o Ministério das Cidades, estudos feitos pelo governo norte-americano comprovaram que o uso do equipamento pode reduzir pela metade o número de acidentes nos 24 primeiros meses após a retirada da carteira.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Correntista pede indenização de R$ 1,4 trilhão ao Bradesco



Os 25 desembargadores mais antigos do Tribunal de Justiça do Rio julgaram ontem um processo de indenização que determinava ao Bradesco o pagamento de R$ 1,4 trilhão ao herdeiro de um correntista.
Por 17 votos a 3, o banco ganhou a causa, que se arrasta há 18 anos, e terá que pagar menos. Os advogados do correntista irão recorrer.
A disputa começou em agosto de 1994, pouco após o início do Plano Real. O aposentado da Varig Valter Vital Bandeira de Mello, 71, percebeu que R$ 4.505 desapareceram de sua conta.
Ele entrou com processo e o então juiz Edson Scisinio decidiu que o correntista deveria receber o valor corrigido pelos juros do cheque especial que o banco cobraria se o aposentado tivesse essa quantia em débito na conta.
Para calcular o valor, foi feita uma média com o que era cobrado de juros mensais do cheque especial.
Em janeiro, chegou-se ao valor de R$ 1,4 trilhão.
Ontem, os desembargadores entenderam que o banco deve pagar o que o correntista perdeu. Mas não com base no cálculo das taxas mensais do cheque especial. Um novo cálculo deverá ser feito.
"É surrealista que a conta bata à porta do trilhão. Esse processo deve ser tomado como exemplo para o banco. Que os juros aos clientes sejam cobrados com equidade e não para extorquir", afirmou o desembargador Cláudio de Mello Tavares.
Um dos três votos a favor do aposentado foi de Edson Scisinio, hoje desembargador, autor da sentença em primeira instância que chegou ao trilhão.
"Eles observaram a monstruosidade que se tornou este processo", disse o advogado do banco, Marcelo Fontes.
Bandeira de Mello morreu durante o processo, deixando a causa para o filho único, Guilherme.
Recluso, ele vive do aluguel de imóveis no Rio.
"Ele vive assim por uma questão de segurança. Durante esse período, perdeu o pai e a mulher. O que ele quer é que a gente ganhe a causa", disse um dos advogados do aposentado, Luiz Gouveia.