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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Prefeitura de Conceição rejeita profissional do Mais Médicos e gera polêmica na cidade



  Depois de se cadastrar no programa e receber a adesão de um médico, Prefeitura alegou não ter vaga.


Na sessão desta segunda-feira, 30, da Câmara de Conceição, foi aprovado um requerimento do vereador Vicente Ramos (Foto) pedindo à Prefeitura explicações sobre a rejeição ao dr. Geraldo Soares Guedes, que foi designado pelo programa federal Mais Médicos para atuar no município, mas não aceito pela Secretaria Municipal de Saúde.

A decisão da Prefeitura é contraditória: o município cadastrou-se no programa federal exatamente pela necessidade de um médico, e teve a adesão do profissional, mas, quando ele apresentou-se para trabalhar, foi surpreendido pela informação de que não havia vaga disponível.

Constrangimento para o médico, prejuízo aos cofres municipais e à própria sociedade. Como o salário do profissional é bancado pelo Governo Federal, a sociedade Prefeitura iria economizar dinheiro e, melhor, disponibilizar mais um médico à população, mas não deu certo. Depois de exigir e receber uma declaração de dispensa, o dr. Geraldo denunciou o caso à Ouvidoria do programa e aguarda a investigação do caso, que teve forte repercussão na cidade.

O médico reside em Conceição e atuou no município durante a gestão municipal passada. Atualmente, ele trabalha no posto do Programa Saúde da Família do conjunto Chagas Soares, em Itaporanga.

O vereador Vicente Ramos quer saber por que a Prefeitura não aceitou o médico, e já supõe que a decisão do prefeito tem motivação política. “Só pode ter sido por motivo político porque alguns familiares do médico eram ligados politicamente à gestão anterior, mas isso não é justificativa para se prejudicar a população”, lamentou o parlamentar mirim durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br).

Conforme Vicente, a Prefeitura tem tomado medidas prejudiciais à população, especialmente a pobre, e citou mais um exemplo: segundo o vereador, o setor de obras e urbanismo do município passou a exigir documentos de regularidade para toda e qualquer construção sob pena da suspensão da obra, atingindo até as mais simples reformas. “As pessoas quando reformam ou constroem qualquer vão em casa é com o maior sacrifício e não têm condições de cumprir as exigências da Prefeitura, até porque a maioria mora em áreas cedidas pelo poder público, mas não escrituradas”, comentou o parlamentar mirim, ao argumentar que “o que a Prefeitura deveria estar fazendo era regularizar essas moradias, e não exigir da população o que o próprio município não cumpre”.
Folha do Vale

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Médicos estrangeiros terão treinamento sobre dengue no Rio



Médicos estrangeiros terão treinamento sobre dengue no Rio



Rio de Janeiro - Os profissionais estrangeiros do Programa Mais Médicos passarão por um treinamento especial no Rio sobre dengue, doença que causou ao menos nove mortes na cidade de janeiro a maio deste ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os três profissionais vindos de outros países e que atuarão na capital vão ser orientados sobre as características da capital e a incidência da dengue.
"Já nos falaram que em uma época do ano, o Rio tem muita dengue, e é uma doença que não temos no meu país. Por isso, estamos fazendo uma capacitação especial para lidar com essa doença. Estamos tratando de tudo sobre ela, desde a parte médica até a parte sanitária, com as campanhas de prevenção", disse a médica espanhola Núria Heredia, de 39 anos, que fará parte da equipe da Clínica da Família Armando Palhares, prestando atenção básica a um grupo de 3,6 mil moradores de Realengo, na zona oeste.
No ano passado, até meados de maio, a região de Bangu e Realengo tinha registrado mais de 19 mil casos da doença, cerca de dez vezes mais que os bairros da zona sul, segundo dados divulgados na época pela secretaria. Bangu e Senador Camará receberão os outros dois médicos estrangeiros. Hoje (25), os três conheceram um conjunto habitacional em Realengo e a clínica da família, onde Nuria irá trabalhar.
"Eu já sabia que ia trabalhar em uma das zonas mais carentes do Rio e estou muito animada com isso. Minha intenção é ajudá-los em tudo o que eu puder fazer", diz a médica, que trabalhava no sistema público de saúde na Espanha.
A peruana Roxana Alvarez, que se formou em medicina no México, já tinha trabalhado na atenção básica em uma comunidade pobre do país, e lá chegou a tratar de pacientes com dengue. "No México, tem bastante dengue também. Morei no norte do país e já tive contato com pacientes com essa doença. É uma doença que no início se parece muito com outras, mas não chega a ser difícil de diagnosticar".
Roxana estava no Brasil participando de um curso de especialização e viu no programa uma oportunidade de continuar no país. Agora, vai trabalhar em Senador Camará, bairro que, assim como Bangu e Realengo, fica em uma das áreas que concentra o maior número de homicídios da capital. Entre janeiro e julho deste ano, foram registradas 92 mortes, segundo o Instituto de Segurança Pública da Polícia Civil.
"Chegaram a me falar para não escolher o Rio, mas eu escolhi e não estou assustada com a violência. Sei que a área é carente e os moradores vão proteger os médicos", diz.
Para o argentino Hugo Galantini, que está no Brasil desde outubro de 2010, o programa significou uma mudança de foco profissional, já que fazia um curso de especialização em psiquiatria e vai agora atuar na atenção básica. "A clínica médica e a psiquiatria sempre foram as áreas que eu gostei. O importante é ter um foco na saúde do povo brasileiro. Acredito muito nisso", disse o médico, ressaltando que o curso de preparação também deu enfoque a tuberculose.
Segundo o Ministério da Saúde, os médicos do programa tiveram informações sobre a dengue durante o módulo de acolhimento, e, nos estados em que atuarão, serão orientados sobre doenças e dados locais. A atuação dos três médicos estrangeiros no Rio ainda depende da concessão do registro profissional por parte do Conselho Regional de Medicina (Cremerj). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a documentação já foi encaminhada.

Agência Brasil

Médico cubano chegou a Aguiar na noite dessa segunda-feira e conversou com a Folha


Ele foi recepcionado festivamente na cidade


Miguel Arencibia Garcia  (foto) tem 43 anos, é divorciado e pai de dois filhos. O médico é natural da província de Pina del Rio, que fica a 160 quilômetros de Havana, capital de Cuba.

Já atuou em missões humanitárias no Haiti e na Venezuela, e pela primeira vez vai trabalhar no Brasil. É um dos muitos profissionais estrangeiros que vão clinicar no país através do Programa Mais Médicos, do Governo Federal. Ele chegou à cidade de Aguiar na noite dessa terça-feira, 23, e foi recebido festivamente. Centenas de pessoas recepcionaram o médico cubano: fogos e cumprimentos não faltaram. “O povo daqui é muito acolhedor, e estamos aqui para servir ao Brasil”, disse ele durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br) na manhã desta terça-feira.

Depois de passar dez dias em treinamento no Recife, Miguel chega a Aguiar para atuar em uma equipe do Programa Saúde da Família do povoado de Riacho Verde e vai encontrar um posto bem equipado, e que há anos esperava por um médico.

Já bem acomodado na residência simples onde ficará pelos próximos três anos, o médico diz que chega com o propósito de servir à população, especialmente às pessoas mais pobres, e está preparado para essa missão. “Em Cuba, os médicos se importartam com as pessoas necessitadas e são formados para a solidariedade e servir ao mundo”, comentou Garcia, ao informar que hoje Cuba tem médicos em 67 países.

Sobre a adaptação à cidade, ele diz que a comida e o clima têm semelhanças com os do seu país, embora em Cuba chova mais do que no Sertão Nordestino. Admirador do futebol argentino, onde seu maior ídolo é Maradona, o médico é carismático, mas ao falar dos dois filhos, um de 7 e outro de 12 anos, que farão aniversário em outubro e novembro próximos, deu sinais de emotividade: estar distante milhares de quilômetros da família e em um lugar estrangeiro, onde não conhece ninguém, não deve ser fácil, mas demonstra grande entusiasmo para começar o trabalho.

 No entanto, enquanto o Conselho Regional de Medicina da Paraíba não liberar seu registro, ele não poderá atuar. “É lamentável essa demora para a liberação do registro, porque a população está necessitando”, comentou o prefeito Tintin. O salário do médico será pago pelo Governo Federal, mas caberá à Prefeitura custear a hospedagem e alimentação do profissional.

O médico atua em clínica geral e tem experiência em saúde da família. Ele conhece as principais enfermidades que acometem a região e demonstra preparo para enfrentá-las. Acredita que também não terá problema de comunicação com seus pacientes: entende razoavelmente o português e não tem muita dificuldade para pronunciar nossa língua.


Folha do Vale