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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Assessor/Secretário de Comunicação da Prefeitura de Pedra Branca é acusado de Racismo

O Assessor/Secretário de Comunicação da prefeitura Municipal de Pedra Branca, Geudiano de Sousa, mais conhecido como Geudo, que também é editor do blog 87 Notícias, foi acusado de racismo na noite desta segunda-feira, 27/08 pelo sr. Walter Romão dos Santosque diz ter sido agredido verbalmente com xingamentos racistas.

Estava havendo uma audiência pública na câmara municipal de Pedra Branca e o depois da sua fala o veredor Beto Rodrigues foi aplaudido por Walter e sua turma e segundo o próprio Walter, o assessor do prefeito não gostou e depois da audiência se encontraram e o sr. Geudo o chamou de "Negro sem vergonha".

Walter no centro, ladeado de seus amigos
O vereador Beto, juntamente com Walter e seus amigos vieram até a delegacia para fazerem um Boletim de Ocorrência contra o Sr. Geudo, mas como o delegado não se encontrava, o BO ficou para ser feito nesta terça-feira, 28/08 às 8h00.

Vejam o vídeo:


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Polêmica no twitter: Primeira-dama dá RT em frase supostamente racista

Polêmica no twitter: Primeira-dama dá RT em frase supostamente racista
 Click PB

Na manhã seguinte ao último debate televisivo entre os prefeitáveis de João Pessoa, ocorrido no último dia 2, a primeira-dama do Estado, a jornalista Pâmela Bório, usou seu twitter para se manifestar favorável a atuação da candidata Estelizabel Bezerra (PSB). Entretanto, em uma de suas postagens, Pâmela Bório se posicionou a favor de um comentário publicado, e acabou 'retuitando' uma mensagem supostamente racista.  
"Estela deu UMA RIPADA NO LOMBO DA NEGRADA". A mensagem ofensiva direcionada aos outros candidatos e que faz apologia ao período de escravidão, foi compartilhada na rede social acompanhada de uma demonstração de riso da jornalista.  
pâmela bório

pâmela bório
Clique para ampliar

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Demorou mais aconteceu: Jovem que atacava nordestinos nas redes sociais é condenada


Mensagem causou revolta entre usuários do TwitterA estudante Mayara Petruso foi condenada a 1 ano, cinco meses e 15 dias de reclusão pela Justiça de São Paulo por ter postado mensagens preconceituosas e incitado a violência contra nordestinos em sua página no Twitter, em outubro de 2010.
A decisão é da juíza federal Mônica Aparecida Bonavina Camargo, da 9ª Vara Federal Criminal em São Paulo, e foi divulgada nesta quarta-feira (16). A pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviço comunitário e pagamento de multa e indenização de R$ 500. A decisão é de 1ª instância e cabe recurso.
A equipe de reportagem do G1 tentou entrar em contato com Oswaldo Luíz Zago, advogado de defesa da jovem, mas não conseguiu localizá-lo por telefone.
Na época, ela admitiu ter publicado as mensagens como uma reação ao resultado da eleição presidencial, quando a candidata do PT, a hoje presidente Dilma Rousseff, venceu em todos os nove estados nordestinos . Durante o processo, ela alegou que não tinha a intenção de ofender os nordestinos e disse também que não é preconceituosa.
A jovem foi denunciada pelo Ministério Público com base no artigo 20, § 2º, da Lei n.º 7.716/89, que trata do crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional. “Reconheço que as consequências do crime foram graves socialmente, dada a repercussão que o fato teve nas redes sociais e na mídia [...]. O que se pode perceber é que a acusada não tinha previsão quanto à repercussão que sua mensagem poderia ter. Todavia, tal fato não exclui o dolo”, disse a juíza em sua decisão.
“[A jovem] pode não ser preconceituosa; aliás, acredita-se que não o seja. O problema é que fez um comentário preconceituoso. Naquele momento a acusada imputou o insucesso eleitoral (sob a ótica do seu voto) a pessoas de uma determinada origem. A palavra tem grande poder, externando um pensamento ou um sentimento e produz muito efeito, como se vê no caso em tela, em que milhares de mensagens ecoaram a frase da acusada”, completou a juíza.
Mônica Camargo rejeitou a alegação da estudante de que sua expressão foi uma posição política. “As frases da acusada vão além do que seria politicamente incorreto, recordando-se que o ‘politicamente correto’ geralmente é mencionado no que toca ao humor, hipótese de que não se cuida nesta ação penal.”
O caso
O caso começou em 31 de outubro de 2010, um domingo, no dia em que Dilma foi eleita. Irritados com a decisão das urnas, alguns usuários do Twitter começaram a insultar moradores do Nordeste. Entre as mensagens estava a da jovem.
Ao longo da semana seguinte, o Ministério Público Federal recebeu documentos da Ordem dos Advogados do Brasil de Pernambuco e da procuradora regional de São Paulo Janice Ascari pedindo a investigação do caso. O MPF preparou um laudo e a Polícia Civil também abriu inquérito sobre as mensagens.
Na ocasião, a jovem cursava o primeiro ano de Direito, residia na capital com duas amigas e estagiava em escritório de advocacia de renome. Após a repercussão do fato, perdeu o emprego, abandonou a faculdade e mudou-se de cidade com medo de represálias.
G1 de São Paulo

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nordeste volta a ser alvo de preconceito na Internet após apagão



Não é a primeira vez que o Twitter é palco de agressões contra os nordestinos. A primeira foi na época das eleições, depois da vitória da presidenta Dilma. O Nordeste, que, seguindo a tendência do País ao votar na candidata, foi vítima de várias difamações por parte dos tuiteiros das outras regiões do Brasil.

Desta vez, a polêmica ressurgiu depois do apagão em praticamente toda a região. Foram várias tuitadas que expressam um sentimento de xenofobia contra os nordestinos. O internauta Paulo Marinho coletou e nos enviou vários exemplos, além do texto a seguir:

“(…)Hoje, 4 meses depois do primeiro movimento xenófobo, um segundo acontece: agora graças ao apagão ocorrido entre o fim da noite de ontem e a madrugada de hoje em 8 Estados do nosso belo Nordeste, como todos vimos nos telejornais e os que moram aqui presenciaram. Por meio do Twitter – cenário também da primeira revolta em Outubro – inúmeros usuários do Sul, Sudeste e Centro-Oeste iniciaram a onda de xingamentos ao povo Nordestino e à região em si. Como brasileiro, e acima de tudo como orgulhosamente um nordestino, não pude conter o meu sentimento de regionalismo que estava sendo ferido diante das agressões dos demais brasileiros.

Iniciei minha busca no Twitter sobre os que estavam depreciando nossa Região, usando a hastag #apagao para as buscas, pois quando a acessei para conferir o progresso das causas do ocorrido, notei que muitos usuários estavam defendendo o Nordeste. Pasmei com o que vi: de vários Estados do Brasil vinham os xingamentos, de todas as formas e das mais baixas expressões da língua portuguesa. Não de todas, mas de algumas eu tirei print e registrei as agressões, ao todo envio 26 imagens em anexo que comprovam o preconceito sofrido pelo Nordeste perante todo o Brasil, algo inaceitável entre qualquer sociedade no mundo, e mais ainda: entre pessoas do mesmo País!(…)“

Fonte: Uirauna.Net/Patosonline

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

PAULISTAS E CARIOCAS CONTINUAM HUMILHANDO OS NORDESTINOS


Mais uma década do século 21 tem início e ainda assim um preconceito mais do que ultrapassado continua sendo notícia. Pela internet, jovens têm humilhado nordestinos que vivem em São Paulo e a população mais humilde do Rio de Janeiro.

Alguns casos vieram a público nesta semana e viraram assunto de polícia.

Em São Paulo, a homenagem da escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi com o tema “São Paulo, capital do Nordeste” virou motivo de ameaça.

E-mails ofensivos foram recebidos pela agremiação. Em uma das mensagens, repleta de palavrões, os nordestinos são chamados de “povinho de cabeça chata”.

No Rio de Janeiro, mais ofensas pela internet. Desta vez, o alvo são as pessoas que visitam a árvore de Natal na Lagoa Rodrigo de Freitas. “Chega a ser repugnante o que está escrito, dizendo que as pessoas que moram no subúrbio, que moram na Baixada, são menores, são piores, são gentinha”, diz o delegado Fernando Veloso.

No Rio e em São Paulo, os autores das mensagens podem até ser presos. O crime de racismo é punível com até cinco anos de prisão.

“A gente quando pensa em crime pensa em arma, pensa em violência, pensa em agressão. Não é um crime nesse sentido, mas ele é tão grave quanto um crime que é cometido com uma arma em punho, porque ele ofende a dignidade das pessoas”, afirma Veloso.

No Rio, o autor das ofensas é o estudante de direito João Marcos Crespo, que mora próximo à lagoa, em um bairro nobre. Na casa dele, foram encontrados objetos que fazem menção ao nazismo.

Uma das ideias valorizadas pelo estudante é a eugenia - tese de Adolf Hitler para justificar a perseguição aos judeus durante a 2ª Guerra Mundial.

Para a polícia, o estudante escreveu mensagens racistas. Elas dizem que os moradores de subúrbio têm genética inferior, cabelo ruim e estatura baixa. Nesta semana, ele foi interrogado pelo delegado. “Ele atribui essas mensagens a uma brincadeira. A gente percebe que pelo teor da mensagem a gente percebe que não é brincadeira”, diz Veloso.

Na casa do jovem, ninguém quer falar sobre o assunto.

São Paulo

Já o estudante responsável por parte das ofensas à escola de samba paulista se recusa a admitir que errou ao ofender os nordestinos. “Eu não me arrependo de criticar. Eu me arrependi de usar as palavras que eu usei. Se fosse qualquer outra escola, eu ia criticar do mesmo jeito”, diz Caio César.

Em fotos, o jovem aparece com uma bandeira do estado de São Paulo tatuada nas costas. No texto ofensivo aos nordestinos, ele se diz um paulista separatista. “Sim, sim, eu sou separatista”, admite.

Movimentos separatistas querem a independência de alguns estados, formando um novo país.
Essa ideia nunca vingou no brasil. “É uma qualidade do Brasil impedir tendências separatistas que sempre levam a discriminações e formas racistas”, diz o historiador Marco Antonio Villa.

“Você pregar o separatismo e também tendo como argumento que as outras pessoas são de uma raça inferior é crime”, diz a delegada Margarett Barreto.

A delegada e o defensor público Ricardo César Franco são especializados em crimes raciais. Eles acompanham o crescimento de comunidades na internet que pregam ideias preconceituosas.

Franco diz que há uma espécie de manifesto contra os nordestinos migrantes circulando pela web. As ofensas que chegaram na Acadêmicos do Tucuruvi seguem o mesmo pensamento deste texto.

Mas o autor não admite que suas afirmações foram criminosas. “Cara, se é crime isso, a gente vai ter muito criminoso solto por aí.”

A polícia paulista vai cobrar explicações. “A gente tem os rastros dos contatos dele que foram feitos na rede virtual. Então nós vamos localizá-lo com certeza”, diz Barreto.

No Rio de Janeiro, João Marcos Crespo deve responder por crime de racismo. E a busca agora é por quem trocou as mensagens preconceituosas com o estudante. “São pessoas que concordaram com essas mensagens e também estão fazendo divulgar, difundir, uma mensagem discriminatória, uma postura racista”, afirma Veloso.

“Nossa juventude pode manifestar seus pensamentos, suas ideias, mas sem denegrir ninguém, para que a gente possa viver em paz, em harmonia”, completa o delegado.
Blog do Tião