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sábado, 20 de julho de 2013

PF aponta que dinheiro foi depositado na conta de assessor de Rômulo Gouveia

Relatório da PF também tem duas notas fiscais com dinheiro para Duda Mendonça

Fonte ligada ao Portal WSCOM, que teve acesso ao relatório da Polícia Federal, no processo que investiga o suposto envolvimento do governador Ricardo Coutinho (PSB) e do vice-governador em irregularidades no projeto Jampa Digital, revelou no início da tarde deste sábado (20), que rastreamento da PF identificou que dinheiro da empresa Ideia Digital, foi depositado na conta de um assessor de Rômulo, identificado como Thiago.
Ainda segundo a fonte, no rastreamento foram identificadas duas notas com dinheiro da empresa para o publicitário Duda Mendonça, que cordenou a campanha de Ricardo e Rômulo nas eleições estaduais de 2010. Inclusive, no verso de uma das notas tem o carimbo da prefeitura municipal de João Pessoa. Estes documentos teriam feitos com que a PF indiciasse Rômulo e Duda Mendonça.
O processo não corre mais em segredo de justiça, por isso novos desdobramentos sobre o casa virão a tona. 
VEJA ABAIXO MATÉRIA PUBLICADA NO SITE DO JORNAL DA GLOBO
Polícia Federal indicia 23 suspeitos por fraude em programa de internet
Segundo a PF, Projeto Jampa Digital foi criado para desviar dinheiro publico. Verba teria sido destinada à campanha do atual governador da Paraíba.

Foram desviados mais de R$ 1 milhão de um programa que deveria levar internet de graça para a população de João Pessoa, na Paraíba. A Polícia Federal indiciou 23 pessoas. Entre elas, estão o vice-governador Rômulo Gouveia e o publicitário Duda Mendonça. O Jornal da Globo teve acesso, com exclusividade, aos detalhes dessa investigação.
O relatório da Polícia Federal tem 148 páginas. As provas indicam que 23 pessoas participavam do esquema. Todos os suspeitos foram indiciados. Segundo a PF, o Projeto Jampa Digital foi criado para desviar dinheiro público. Desde o inicio, já se sabia qual empresa ganharia a licitação, de quanto seria o superfaturamento e para onde os recursos seriam desviados.
Em 2012, o Fantástico mostrou que dois anos depois de anunciado, o programa, criado para levar internet de graça à população de João Pessoa, ainda não funcionava na capital paraibana. O Jampa, orçado em R$ 39 milhões, seria custeado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. A vencedora da licitação para implantação do projeto foi a empresa Ideia Digital, que tem sede em Salvador. Segundo a Polícia Federal, a empresa superfaturou o projeto em R$ 1,6 milhão. A investigação descobriu ainda que R$ 1,1 milhão foram repassados pela Ideia a empresas fantasmas em São Paulo.
O dinheiro teria sido usado para pagar despesas de campanha do atual governador do Estado da Paraíba, Ricardo Coutinho, do PSB, e do vice, Rômulo Gouveia, do PSD. A polícia identificou também o envolvimento de José Eugenio de Jesus Neto nas transações financeiras com as empresas fantasmas. Segundo a polícia, José Eugênio era diretor financeiro das empresas do publicitário Duda Mendonça, que foi o responsável pela campanha de Ricardo Coutinho ao governo da Paraíba em 2010.
Até agora, foram indiciados o publicitário Duda Mendonça por lavagem de dinheiro, o vice-governador da Paraíba, Rômulo Gouveia, por corrupção e outras 21 pessoas por participação no esquema. Entre elas, estão empresários e funcionários públicos.
A Polícia Federal também encaminhou a investigação ao Ministério Público Federal e recomendou que sejam apuradas as participações no esquema do governador Ricardo Coutinho, de dois deputados federais. Todos têm foro privilegiado.
"A nossa ideia sempre é trazer provas pra que a Justiça possa condenar efetivamente aqueles que participaram, mas de forma completa, para entender todo mecanismo dessa engrenagem dessa organização considerada criminosa por nós", diz Marcello Diniz, superintendente da Polícia Federal/PE.
A assessoria de imprensa do governo da Paraíba desconhece que o inquérito tenha citado o governador Ricardo Coutinho e que ele não foi notificado. Segundo a assessoria, as empresas investigadas não foram doadoras da campanha e as contas relativas às eleições de 2010 foram aprovadas pela Justiça Eleitoral. A assessoria disse que Rômulo Gouveia já prestou todos os esclarecimentos sobre o caso e que ele não se envolveu no processo licitatório ou de execução do projeto.
Antônio Carlos de Almeida Castro, advogado de Duda Mendonça, afirmou desconhecer o indiciamento do publicitário e que Duda Mendonça recebeu R$ 500 mil da campanha eleitoral de Ricardo Coutinho. José Eugênio de Jesus Neto, ex-diretor financeiro das empresas de Duda Mendonça, foi procurado pela produção do Jornal da Globo, mas não retornou.
Em nota, a assessoria de imprensa da empresa Ideia Digital afirmou desconhecer o relatório da Polícia Federal e o indiciamento dos proprietários.

                                                                                                                                                        WSCOM Online

sábado, 13 de julho de 2013

PF descarta crime em boatos sobre fim do Bolsa Família


Os boatos sobre o fim do Programa Bolsa Família tiveram origem espontânea. Esta é a conclusão das investigações da Polícia Federal (PF) sobre o caso. As investigações apontam que “o boato foi espontâneo não havendo como afirmar que apenas uma pessoa ou grupo tenha causado os boatos envolvendo o Programa Bolsa Família. Conclui-se, assim, pela inexistência de elementos que possam configurar crime ou contravenção penal”, diz nota divulgada hoje (12) pela PF. O relatório final será encaminhado ao Juizado Especial Criminal do Distrito Federal.

Em maio, boatos sobre o fim do programa levaram a uma corrida dos beneficiários às agências bancárias da Caixa Econômica Federal para sacar o benefício. No ápice do boato, nos dias 18 e 19, o banco registrou 920 mil saques de beneficiários.

Na ocasião, a presidenta Dilma Roussef classificou os boatos de atos criminosos e fez um apelo para que os brasileiros não acreditassem nos pessimistas e, sobretudo, nos boatos.

Entre as linhas de investigação da PF, foi analisada o possível uso de redes sociais para a propagação dos boatos. O cruzamento de dados permitiu identificar uma postagem, em uma rede social, feita pela filha de uma beneficiária da cidade de Cajazeiras (PB) informando sobre o saque antecipado de sua mãe. Essa foi a primeira menção na internet a respeito do assunto.

“No entanto, a postagem desta informação não foi a origem dos boatos. Assim sendo, a internet e as redes sociais apenas reproduziram notícias veiculadas pela imprensa sobre os tumultos em agências bancárias. Da mesma forma, não ficou configurada a utilização de rádios comunitárias, telemarketing ou empresa contratada para a disseminação da informação de cancelamento do programa. Apenas uma beneficiária no Rio de Janeiro noticiou ter recebido telefonema a respeito, depoimento que não se repetiu em nenhuma outra oitiva”, diz a nota.

De acordo com a PF, a investigação cruzou dados referentes aos registros de saques feitos no período, bem como o padrão dos saques feitos nos meses anteriores. O objetivo era identificar os primeiros beneficiários a sacar o dinheiro do programa.

As informações mostraram o aumento anormal no volume de saques nas cidades de Ipu (CE) e Cajazeiras (PB), onde ocorreram os primeiros saques, já nas primeiras horas do sábado, dia 18 de maio. As cidades também apresentaram, proporcionalmente, o maior número de saques dos benefícios no final de semana.

Durante a apuração, foram ouvidos 180 beneficiários de 11 estados: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio de Janeiro. Também foram ouvidos 64 gerentes da Caixa nas localidades, onde ocorreu o maior volume de saques.

A PF constatou que, das pessoas ouvidas, “aproximadamente 40% encontravam-se na data correta do cronograma de pagamento da bolsa". "Entre os motivos que levaram os demais beneficiários às agências bancárias, constam: a ciência da antecipação do pagamento por motivos diversos, a informação de um possível adicional em virtude do dia das mães e a notícia de um suposto cancelamento do programa, respectivamente”.

Dias após o boato, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, chegou a dizer que os boatos poderiam ter sido orquestrados e o PSDB pediu à Procuradoria-Geral da República que investigasse se a Caixa cometeu crime de responsabilidade de falsidade ideológica no episódio dos boatos do fim do Bolsa Família.

Após a onda de boatos, o governo anunciou que irá monitorar de forma rigorosa os saques para possibilitar uma resposta mais rápida a este tipo de problema.

Agencia Brasil