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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Maior Furo de Reportagem da Sua História: Record Entrevista Carlinhos Cachoeira

A Record conseguiu o maior furo de reportagem do ano ao entrevistar com exclusividade Carlinhos Cachoeira. Do ponto de vista jornalístico, foi  o maior furo de reportagem que a Rede Globo já levou em toda sua história. Mérito para os profissionais da Record Goiás. Com certeza depois de tomar este furo, a Rede Globo já deve estar mobilizando meio mundo para tentar amenizar a furada de olho que levou da Record. Na história porém, ficará registrado que a primeira entrevista para Tv mundial de Carlinhos Cachoeira, figura central de um dos maiores escândalo da República Federativa do Brasil, que inclusive provocou a cassação de um senador, foi para TV Record. Essa a Globo perdeu feio e levou a maior bola nas costas da sua história. O feito histórico foi da equipe de reportagens do Balanço Geral comanda por Oloares Ferreira.

Mariane Ferreira e Equipe do Balanço Geral


A reportagem foi de Mariane Ferreira, o cinegrafista Sergio Marcio de Souza e o motorista Juscelino. Parabéns a equipe pelo Furo de reportagem. Na sua primeira entrevista, Carlinhos Cachoeira disse que está de luto pelo momento que passa e afirmou que está sendo injustiçado. Cachoeira foi educado e atendeu a equipe de reportagem com boa vontade. Em nenhum momento se sentiu incomodado pela perguntas e respondeu tudo com muita educação.
Cleuber Carlos

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Samuel Carneiro - 15 Anos: A Missa 03

Missa em Ação de Graças (Final)

Clique nas imagens para ampliar

Fotos Exclusivas Marcos Oliveira/Portal do Vale

Galeria 01

Galeria 02

sábado, 12 de julho de 2008

Porcino defende secretário

Porcino diz que denúncias contra o seu secretário são calúnias de gente invejosa

O prefeito de Itaporanga, Antônio Porcino (PMDB), respondeu com indignação as denúncias de irregularidades publicadas em um panfleto anônimo contra seu secretário de Administração e Finanças, conhecido popularmente por Damião Bila.

Para Porcino, as denúncias são mentirosas. “Eu digo isso porque 15 dias antes desse panfleto ser publicado, surgiram comentários com o mesmo teor mentiroso, e eu fiz uma investigação e constatei que essas acusações não têm fundamento”, comenta o prefeito, ao lamentar que “existe muita gente maldosa, inclusive dentro da administração, que fica tentando denegrir a imagem de pessoas sérias e trabalhadoras.

O prefeito diz que confia em seu secretário. “Ele tem minha confiança, é um homem que tem sido importante para a minha administração, e eu confio nele e em todos os demais secretários”.

O prefeito reforça que as denúncias são fruto da mente maldosa de indivíduos que não têm competência nem trabalham para progredir financeiramente e ficam achando que as pessoas só podem melhorar de vida se roubar.

“Eu conheço pessoas que ganham 900 reais por mês, mas gastam mil e quinhentos; enquanto há outras que ganham 900 e gastam apenas trezentos e têm outras atividades que aumentam sua renda. Estas pessoas progridem; aquelas não”, compara o prefeito, ao afirmar que o seu secretário é um homem que trabalha 18 horas por dia e tem fontes de renda que justificam, suficientemente, o patrimônio que possui.

Porcino diz ainda que o conteúdo do panfleto é irresponsável e criminoso, e que poderá acionar a polícia para descobrir quem está por trás das acusações. “É muito fácil você se esconder atrás do anonimato e sair denegrindo a imagem das pessoas”, lamenta indignado o prefeito, ao afirmar que concorda com a posição tomada pela Câmara Municipal, que rejeitou, por cinco votos a três, requerimento do vereador José Valeriano solicitando esclarecimentos do secretário denunciado.

“Ninguém está livre desse tipo de denúncia irresponsável. Hoje saiu contra o secretário; amanhã poderá atingir qualquer pessoa de bem. Se o secretário fosse responder a essas denúncias anônimas iria criar uma situação delicada pela inversão do ônus da prova e alimentar ainda mais essas maldades.

Quem denuncia é que tem que provar. Como não há provas, o secretário não tem o que dizer sobre isso ao legislativo”, comenta o prefeito.

Sobre o panfleto

O panfleto anônimo que gerou toda a polêmica chegou ao conhecimento público há pouco mais de uma semana. O material acusa o secretário da prática de irregularidades no governo municipal, entre as quais cobrança de propina para beneficiar empresas participantes de licitação e desvio de recursos e bens públicos para usufruto pessoal.

Vereador insatisfeito

Apesar de ter acatado a decisão dos vereadores Márcio Rodão, Duvan Pereira, Zeca da Encarnação, Cláudia Queiroz e Joaquim Salviano de rejeitar o requerimento pedindo explicações ao secretário, o vereador José Valeriano, autor da solicitação e que teve o apoio somente de Herculano Pereira e Antônio Caetano, lamentou a decisão do legislativo municipal.

“Eu acho que meus colegas não me compreenderam: eu não estou acusando nem condenando o secretário. O objetivo do requerimento era tão somente para que ele respondesse as denúncias, que são graves”, diz José Valeriano, ao afirmar que “o fato é que há uma única maldade nesse panfleto: “Se ele for mentiroso a maldade é contra o secretário; se ele for verdadeiro a maldade é contra o povo”.
matéria publicada na edição 122 do jornal Folha do Vale

domingo, 30 de março de 2008

Uma vida dedicada ao ofício da cura


No tempo em que médico era coisa rara e um privilégio apenas para ricos e poderosos, muitas vidas foram salvas graças a um sertanejo natural de São José da Lagoa Tapada e apelidado de Antônio de Chil, hoje com 92 anos, mais da metade deles dedicados à atividade farmacêutica.

Um homem pouco letrado, mas a inteligência e a vivência deram a dose certa para transformá-lo em um salvador de vidas. Centenas de itaporanguenses e tantos outros filhos deste Vale de algumas décadas atrás não teriam sobrevivido se não fossem os remédios indicados por seu Antônio de Chil.

O médico dos pobres, como de fato pode ser considerado, resistiu o quanto pôde para não deixar o balcão da Farmácia Santo Antônio, empreendimento montado por ele e onde passou grande parte de sua vida, mas a idade avançada e todos os conseqüentes problemas obrigaramno a abandonar a velha drogaria. “Era o que eu mais gostava de fazer”, desabafa durante contato com a reportagem da Folha em sua residência, localizada na Avenida Getúlio Vargas e de onde já quase não sai, embora lúcido e com uma saúde razoável.

A farmácia foi montada primeiro em São José de Caiana, cidade que ele ajudou a construir. Chegou ao local na década de 50 para tomar conta da propriedade de um amigo, mas sua missão na terra caianense foi além da agricultura. Com o apoio da população, seu Antônio de Chil fez a igreja, o mercado e muitas outras obras que ajudaram a povoar e a desenvolver o vilarejo, que depois se tornou distrito e, em seguida, município, emancipando-se politicamente.

A vinda para Itaporanga
No final da década de 60, ele transferiu a residência e a farmácia para Itaporanga como forma de garantir o estudo dos oito filhos. Conquistou também a simpatia e o respeito do povo itaporanguense.

A grande popularidade o levou à política. Ligado ao líder Praxedes Pitanga, Antônio de Chil chegou à Câmara Municipal de Itaporanga como representante do distrito do Caiana, à época pertencente ao município itaporanguense.

Mas a política partidária também trouxe dissabores. Perseguido pelos adversários de Pitanga, viveu muitos momentos difíceis, o principal deles foi quando teve sua farmácia, temporariamente, fechada, apesar do importante serviço que prestava à população.

Apesar das dificuldades enfrentadas ao longo da vida, seu Antônio chega ao nonagésimo segundo aniversário, completado dia 10 de dezembro, como um homem realizado. Conseguiu educar os filhos, dois deles residentes em Itaporanga, a professora Júlia Mendes e o bioquímico Gaudêncio Mendes, que deu seqüência a obra do pai ao reestruturar e modernizar a farmácia, de onde saíram formúlas que, somadas a fé que o povo tinha no velho farmacêutico, curaram muita gente.

Curaram principalmente crianças, maiores clientes de Antônio de Chil. Trazidas pelos pais dos sítios longínquos, dos povoados e distritos distantes, muitas já chegavam à farmácia à beira da morte, mas sobreviviam.

Em um tempo em que as pessoas tinham poucas informações sobre métodos preventivos de saúde e cuidados infantis, além da total falta de médicos, associada à pobreza das famílias, qualquer enfermidade poderia ser fatal para as crianças devido à fragilidade natural do organismo infantil e a desnutrição, outro problema comum à época. Mas nas prateleiras de Antônio de Chil a esperança de vida ressurgia.
Reportagem publicada na edição 127 do Jornal Folha do Vale