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sábado, 20 de abril de 2013

Assessora de secretária de Educação de Piancó assegura que ela não deixará o cargo


Informação é uma resposta à notícia de que secretária teria entregado a pasta

Por Redação da Folha – Embora fontes seguras afirmem e confirmem que a secretária de Educação e Esportes de Piancó, Eliana Lacerda, entregou o cargo nessa sexta-feira, 19, saída que pode não ter se concretizado por decisão do prefeito de não aceitar o pedido de demissão, temendo prejuízo político, uma nota de Áurea Cristina Barros, que diz ser assessora particular da secretária e ter autorização dela para se pronunciar, afirma que tudo não passou de mera especulação. “Ela não vai sair do governo Sales Lima”, comentou em trecho da nota.

Segundo ainda Áurea, “Reitero que a secretária não caiu, está mais de pé do que nunca, cheia de projetos e ações para que a Educação em Piancó se eleve ao patamar digno em que merece estar”.

A assessora também diz que “Ela (secretária) tem feito a diferença no modo de comandar esta pasta tão importante, daí tudo que é novo assusta, e pessoas maldosas e desocupadas lançam estes boatos”.

Depois da nota da assessora, a Folha (www.folhadovali.com.br) ouviu novamente suas fontes, que confirmaram que a secretária deve permanecer na pasta por decisão do prefeito Sales Lima (DEM), que, diferentemente do caso da secretária de Saúde e da Chefia de Gabinete, não aceitou a saída de Eliana Lacerda, que agora se fortalece politicamente no cargo. 

Foto: prefeito não teria aceitado demissão.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Mais um auxiliar entrega cargo em Piancó: é o 3º secretário que cai em 110 dias da gestão Sales


Depois da comandante da Saúde e do Chefe de Gabinete, agora foi a vez da secretária de Educação


Por Redação da Folha – Graves divergências internas têm implodido a gestão do prefeito Sales Lima (DEM), que, em 110 dias de governo, já perdeu três secretários municipais e de pastas importantes como Saúde, Gabinete e, agora, Educação. Todos ligados ao vice-prefeito Edvaldo Caldas, o que pode indicar uma crise de relacionamento entre o grupo do prefeito e o do vice.

A mais recente queda foi da secretária de Educação e Esportes, Eliana Lacerda, que entregou o cargo ao prefeito, tudo indica que nesta sexta-feira, 19, e supostamente pelas mesmas razões que derrubaram a chefia da Saúde e do Gabinete: insatisfação e conflitos internos.

Informações apuradas pela Folha (www.folhadovali.com.br) junto a fontes de dentro da Prefeitura indicam que existe um complô nos bastidores formado por pessoas de confiança  de Sales para derrubar alguns secretários e nomear substitutos mais ligados politicamente ao prefeito.

Pressões, cobranças e ingerência têm sido a ferramenta para derrubar secretários em Piancó. O prefeito não demite, mas o ambiente torna-se tão desfavorável e carregado que o próprio auxiliar pede para sair. E pelo menos mais um parece viver esse mesmo clima e pode também abandonar o barco.

O primeiro desfalque foi na pasta da Saúde: Iraponira Dantas entregou a secretaria; depois Júnior Caldas, filho do vice-prefeito, e agora foi a secretária de Educação. A informação é que Eliana Lacerda estava insatisfeita com intromissões em sua pasta e já não tinha sustentação política necessária para permanecer.

Sem controle político sobre seu grupo, o prefeito Sales parece assistir, distante, a seus aliados se devorarem entre eles próprios e alguns serem engolidos. Ainda não se pode falar que o barco está afundando, mas é inegável que parece bem estremecido nesse começo de travessia. Foto: governo começou unido, mas vai, aos poucos, se desmanchando.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ainda não se sabe quem é o substituto do 2º auxiliar a cair no atual governo de Piancó

Depois da secretária de saúde, agora foi a vez do chefe de Gabinete deixar a gestão

Por Redação da Folha – 

A gestão do prefeito Sales Lima (DEM), de Piancó, está tão atribulada e dividida que a queda sucessiva de secretários tem sido comemorada por gente de dentro do próprio governo, ou seja, quem tem aliados desse quilate não precisa de oposição. Queda de uns; ascensão de outros.

Enquanto a secretaria municipal de Saúde deixada por Iraponira Dantas, que ficou apenas três meses no cargo, foi ocupado por Ruclenato Gomes, que é natural de Catingueira, mas atua em Piancó há muitos anos, a chefia de Gabinete da Prefeitura permanece sem ocupante, depois da saída de Edvaldo Júnior (foto), conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Júnior é filho do vice-prefeito Edvaldo Caldas, e a informação extraoficial é que teria deixado o governo por incompatibilidade com alguns setores da administração. Conforme se especula, sem o espaço necessário para desempenhar suas funções como planejava, Edvaldo Júnior entregou o cargo, mas, oficialmente, ele nega desentendimentos e insatisfações e diz que está deixando a Prefeitura para se dedicar a projetos pessoais em João Pessoa.

Para o seu lugar ainda não foi anunciado nenhum nome, mas gente para ocupar a vaga é o que não falta. E o que não falta também é especulação: pelas ruas de Piancó há boatos de que mais dois secretários também vão deixar suas pastas, mas, por enquanto, nada foi confirmado.  

Foto: quem vai substituir Edvaldo Júnior?

Dominguinhos reúne secretariado demitido, define novo estilo de gestão e diz que não aceita pressão

Dominguinhos afirma que demissão é um passo sem volta e não aceita pressão

O prefeito de Princesa Isabel, Dominguinhos (PSDB), reuniu  na manhã desta quinta-feira (11) os secretários municipais demitidos e disse que o encontro marca “o início de um novo perfil de governo.”
Durante o encontro, que começou às 7h30 na sede da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, no Palacete dos Pereiras, localizado na Praça Epitácio Pessoa, no centro da cidade, Dominguinhos definiu “um quadro mínimo de servidores comissionados Indispensáveis à administração”.

O gestor tucano também assumiu para si o controle total da gestão financeira e administrativa do município, além de estabelecer mais metas de cortes de despesas sem prejuízo dos serviços básicos.

Ao final do encontro, o prefeito tirou dúvidas com os participantes e deixou bem claro que a redução de despesas com o corte de secretários e comissionados é um passo sem volta.

“Não recuo da decisão, como também não aceito pressões. A demissão em massa foi um ato em favor do equilíbrio financeiro do município. É um remédio amargo, sei, mas foi preciso prescrever assim mesmo, para recuperar o município fragilizado com as perdas contínuas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM)”, afirmou.

Por último, Dominguinhos manifestou a convicção de que seu governo vai superar a crise nos próximos três meses, enquanto a administração adota alternativas à queda de receitas, "com o incremento da arrecadação municipal, venda da folha de pagamento para uma instituição bancária, entre outras ações para gerar recursos emergenciais e permanentes.
Duarte Lima

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Secretários deixam primeiro escalão da gestão do prefeito Sales Lima em Piancó

Dr. Edvaldo Júnior e Dra. Iraponira Dantas



Durante este fim de semana a cidade de Piancó conviveu com a expectativa de uma notícia, até então extraoficial, de que dois importantes secretários haviam deixado suas funções na gestão Sales/Edvaldo em consequência de problemas particulares. 

O Secretário-Chefe de Gabinete, advogado Edvaldo Leite de Caldas Júnior, filho do vice-prefeito Edvaldo Leite de Caldas (PSDB), e a Secretária de Saúde Maria Iraponira Dantas, Assistente Social, com várias especialidades na área de saúde. Os dois principais secretários de uma gestão municipal, realmente haviam deixado suas funções. Os motivos, segundo a população, foram vários. 

O certo mesmo, segundo os eleitores que elegeram o prefeito Sales Lima e Edvaldo Caldas, os motivos é a falta de espaço para agir e autonomia que os secretários não tem. Com esse fato, haverá descontinuidade em alguns projetos, que vinha sendo planejados, principalmente no setor de saúde. A grande pergunta agora feita pela população é sobre os que irão substituir os que saíram: Será que eles ou elas saberão entender o que realmente almeja o prefeito Sales Lima?

Na última quinta-feira (06) na sessão da Câmara de Vereadores, o vereador Pádua Leite (PT), que até então era líder do executivo naquela Casa, se pronunciou dizendo que não mais continuaria a frente da liderança.

Esses desencontros tem deixado o grupo que elegeu Sales e Edvaldo numa situação de desconforto perante a opinião pública piancoense.


OBlogdePianco

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Crise na gestão Sales se agrava: vereadores do prefeito não se entendem e secretária entrega cargo

Gestão de Piancó começou agora, e já vive grande turbulência



Por Redação da Folha O prefeito de Piancó, Sales Lima (DEM), está no comandoadministrativo de Piancó há pouco mais de três meses, mas já enfrenta grande atribulação, e não é de agora: sem controle político sobre o seu grupo, o gestor não tem conseguido dissipar as arestas internas e seu governo começa a sofrer desfalques tanto no campo político quanto administrativo, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

A secretára de Saúde, Iraponira Dantas, por exemplo, que enfrentava dificuldades de relacionamento com alguns vereadores da situação e com gente de dentro da própria área que chefiava, entregou o cargo. E a informação é que outros secretários também deverão cair nos próximos dias.

Ela deixa a pasta poucos dias depois de participar de uma audiência pública convocada pela Câmara Municipal, a partir de solicitação de vereadores da oposição e da própria situação, para prestar esclarecimentos sobre alguns problemas da secretaria. E uma nova crise deverá ser gerada, em razão dos muitos interesses sobre ocargo, a partir da nomeação do substituto, que oficialmente ainda não foi anunciado.

Na semana passada foi a vez da secretária de Educação ser chamada à Câmara. Embora o requerimento de convocação da secretária tenha sido assinado por todos os vereadores, apenas o vereador situacionsta Pádua compareceu: os demais não apareceram para defender a chefe da Educação municipal, o que agravou a crise na base legislativa do prefeito.

Na última sessão da Câmara, os vereadores Guilherme, Pádua e Pedro, todos aliados do prefeito, não se entenderam, bateram boca e deixaram o legislativo de cara amarrada. Pádua Leite foi acusado de se portar como vereador da oposição, mas retrucou dizendo que representa o povo e não interesses partidários, e considerou que seus colegas erraram ao não comparecer à audiência pública, embora tenham assinado a convocação da secretária.  


Foto: poder em crise.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Itaporanga à beira de um colapso, e autoridades ainda não têm plano para salvar a cidade

O alerta é da fundação José Francisco de Sousa, que encaminhou ofícios nesta segunda-feira ao poder públcio pedindo providências

Por Redação da Folha É no mínimo temerário que as autoridades fiquem, literalmente, esperando pelos céus para que os quase 18 mil moradores urbanos de Itaporanga tenham a água que precisam para sobreviver. Embora as previsões meteorológicas não sejam animadoras, é possível que chova nos próximos 30 dias e o açude de Cachoeira, que abastece a cidade, reponha sua perda hídrica, mas a pergunta que se faz neste momento é a seguinte: e se não chover suficientemente nas próximas quatro ou cinco semanas?

O fato é que poderá não chover, e, diante desse quadro de calamidade que se vislumbra, é preciso que as autoridades administrativas estaduais e municipais comecem a desenvolver um plano emergencial para abastecer a cidade em caso de colapso no fornecimento d’água pela Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa) em função do esgotamento do açude, que se encontra no nível mais baixo desde que foi construído há quatro décadas.

Na manhã desta segunda-feira, 4, a fundação humanitária José Francisco de Sousa encaminhou ofícios à Cagepa e à Prefeitura alertando sobre a gravidade do problema e pedindo a realização de um plano emergencial para abastecer a cidade caso não ocorram as precipitações pluviométricas necessárias para aumentar o volume do açude, de onde também depende hoje grande parte da população rural em função da seca dos poços e dos pequenos reservatórios, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Na íntegra, o teor dos ofícios encaminhados à Cagepa e Prefeitura:
Ofícios 003 e 004/2013 Itaporanga, 04 de fevereiro de 2013

Senhor Prefeito/Senhor Gerente

É fato que o açude de Cachoeira, que abastece a cidade de Itaporanga, alcançou um nível crítico em seu volume, hoje em torno de apenas 15% em função da estiagem, significando que, se não chover forte nos próximos 40 dias, o abastecimento d’água da zona urbana sofrerá um colapso sem precedentes, acarretando riscos à saúde e à sobrevivência digna dos quase 18 mil itaporanguenses que residem na cidade e dependem dos serviços da CAGEPA.

Diante deste quadro sombrio e agravado por previsões meteorológicas não favoráveis, a fundação humanitária José Francisco de Sousa requer o seguinte:

1 – Que seja desenvolvido um plano de abastecimento emergencial através de carros-pipa e perfuração de poços, para que, no caso de não ocorrerem chuvas suficientes no período já referido, a cidade não fique completamente sem água;

2 – Que aumente o racionamento nos domicílios residenciais e comerciais, e proíba a utilização d’água para construção civil e piscicultura neste período crítico;

3 – Que seja posta em prática imediatamente uma campanha pública na imprensa e nas escolas alertando as pessoas sobre a situação e sensibilizando-as para a necessidade de se economizar água ao extremo enquanto não chover suficientemente.

Certos de que nossos pleitos receberão a atenção necessária de Vossa Excelência/Vossa Senhoria, antecipadamente agradecemos.

José Francisco de Sousa Neto/Diretor-Presidente

domingo, 26 de agosto de 2012

Cenas da miséria americana



A MOÇA bonita anuncia na TV empréstimos de até US$ 10 mil, "sem burocracia". Tem uma trança única jogada sobre o peito. Pocahontas. De certo modo, é mesmo Pocahontas: a agência de empréstimos é a "primeira firma financeira 100% 'native-american'" (como se chamam os índios por aqui).

A bela Pocahontas chama a atenção na torrente de anúncios de negócios que veem oportunidade na miséria americana, quase todos iguais. Um comercial de TV atrás do outro oferece dinheiro fácil para remendar o orçamento das famílias.
Disputam lugar com os tradicionais anúncios de firmas de advogados que oferecem vitórias e dinheiro em casos de acidentes de trânsito, erros médicos, remédios podres e coisas assim.

Agora há uma série de empresas a oferecer empréstimos e/ou advogados a fim de evitar despejos, epidemia que explodiu com a bolha imobiliária.

Outras oferecem seguros para cobrir despesas que o seguro saúde não cobre (sim, é o seguro do seguro). Ou para cobrir despesas descobertas pela assistência estatal à saúde de velhos e crianças deficientes (o Medicare).
Mais ou menos um de cada sete americanos depende de assistência do governo federal para comer.

São cerca de 46,5 milhões de pessoas no programa "Food Stamps" (cupons de comida), uma espécie de Fome Zero criado pelo governo Roosevelt (Democrata) em 1939. O número de americanos no Fome Zero cresceu cerca de 70% desde 2007.

O Partido Republicano quer dar cabo do que puder em termos de assistência pública à saúde (Medicare, Medicaid) e do Food Stamps. Barack Obama, o fraco, aprovou um modesto plano de saúde oficial para os mais pobres. Mas quase metade dos americanos quer que os mais pobres se estrepem.

Parlamentares republicanos já pediram o corte de metade da despesa do programa de alimentação, que foi de US$ 76 bilhões no ano passado (custo de oito Bolsas Família).

Os republicanos querem menos impostos para ricos. Os anúncios eleitorais de Obama martelam o fato de que Mitt Romney, candidato dos republicanos, pagou apenas 14% em Imposto de Renda em 2010.

Os americanos comuns, classe média, pagam muito mais, para lá de 20%. Isso quando têm dinheiro: a TV também está cheia de anúncios de firmas que oferecem serviços de acertos de contas com IRS, a Receita Federal daqui.

A renda média das famílias que recebem Food Stamps é de (aqui) miseráveis US$ 783. A linha de pobreza oficial americana é US$ 1.542 por mês para uma família de três pessoas.

Uma empregada doméstica brasileira aqui na região de Boston consegue ganhar mais do que isso por mês -isto é, pode receber uns US$ 12 por hora. Um caixa do Walmart ganha, em média, US$ 8,50.

O salário médio americano no setor privado é de US$ 23,50 por hora. Está quase estagnado faz cinco anos. A desigualdade cresce faz mais de duas décadas.

Quase metade dos americanos acha que Obama, o fraco, é socialista, ou coisa pior. Logo ele, com seus economistas de Wall Street.