Em termos comparativos, a construção civil paga, no geral, melhor do que o setor têxtil e supera também o comércio e a agricultura. É grande também a oferta de emprego, mas há desafios a serem superados: grande parte dos trabalhadores da construção ainda não tem registro em carteira e está excluída dos direitos trabalhistas e previdenciários, e um outro problema é a falta de cursos para formação de mão de obra qualificada.
Em Itaporanga, as obras privadas (comerciais e residenciais) respondem pela maioria das construções, mas as edificações públicas também têm peso no setor. Segundo a inspetoria local do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), este ano foram aproximadamente 450 construções registradas no órgão entre particulares e públicas em Itaporanga, sem contar as obras clandestinas, ou seja, sem autorização do Crea.
A inspetoria informa que, para a segurança da construção, toda e qualquer obra de reforma ou edificação precisa de autorização do Crea, caso contrário o dono da obra poderá responder judicialmente. Foto: Itaporanga é uma das cidades que mais constroem no Sertão.
Folha do Vale





