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domingo, 22 de janeiro de 2012

MPB das Antigas - Na casa branca da serra - Vídeos

1880 - Na casa branca da serra


Segundo Almirante "se há uma modinha que se possa considerar tradicional no Brasil, esta é chamada “Na Casa Branca da Serra”, da autoria de Miguel Emílio Pestana, com versos de Guimarães Passos. Há dezenas de anos que “Na Casa Branca da Serra” tem sido ao mesmo tempo do repertório dos seresteiros de rua como das mais graciosas senhoritas nos elegantes saraus, já em desuso" (O Pessoal da Velha Guarda, 14-12-1950).

Na casa branca da serra (modinha, 1880) - Guimarães Passos e Miguel E. Pestana - Interpretação: Vicente Celestino


---C --------G7--------- C -
Na casa branca da serra
Dm--------------------- C-- C#º
Onde eu ficava horas intei-ras
Bbº----------------- F7M-- F#º
Entre as esbeltas palmei- ras
G7--------------C ---C7
Ficaste calma e feliz
--F7M------------F#º------ C-- C#º
Tudo em meu peito me des- te
---Dm -----------------C-- C#º
Quando eu pisei na tua ter- ra
------F7M---- F#º-------- C--- C#º
Depois de mim te esqueces- te
------G7--------- G/B ----C-- C#º- Dm- G7
Quando eu deixei teu país.

---C---------- G7-------- C--
Nunca te visse oh! formo-sa
----Dm ---------C --C#º
Nunca contigo falas- se
------Bbº---- -------- F7M-- F#º
Antes nunca te encontras- se
----G7------------- C---- C7
Na minha vida enganosa
----F7M------------ F#º-- C-- C#º
Por que não se abriu a ter- ra
---Dm--------- ---------- C-- C#º
Por que os céus não me puni- ram
------F7M ------------F#º-- C-- C#º
Quando os meus olhos te vi- ram
---G7-------- G/B------ C ----C#º Dm G7
Na casa branca da serra.

(Instrumental)

-----C------ G7--- C--
Embora tudo bendi-go
----Dm---------- C-- C#º
Desta ditosa lembran- ça
Bbº------------------ F7M- F#º
Que sem me dar esperan- ça
---G7----------------- C---- C7
De unir-me ainda contigo
------F7M ----F#º--- C-- C#º
Bendigo a casa da ser- ra
------Dm----- ------- C--- C#º
Bendigo as horas faguei- ras
----F7M -------F#º----- C-- C#º
Bendigo as belas palmei- ras
------G7 -----G/B--- C----- C#º Dm G7 C
Queridas da tua terra.
Com Vicente Celestino:


Com Tião Carreiro e Pardinho:



Com Inesita Barroso:


Com Gilberto Alves:


Com Maria Lucia Godoy:


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sábado, 21 de janeiro de 2012

MPB das Antigas - O Gandoleiro do Amor - Vídeos

Castro Alves e o gondoleiro do amor

Castro Alves (Antônio de Castro Alves), poeta, nasceu em Muritiba (BA) em 14/03/1847 e faleceu em Salvador (BA), em 06/07/1871. Nasceu na fazenda de Cabeceiras da então freguesia de Muritiba. Poeta romântico, teve alguns de seus poemas musicados, como O adeus a Teresa, Boa-noite, A volta da primavera, O coração e Adormecida, por compositores desconhecidos, que os transformaram em modinhas.


O poema As duas flores foi musicado por Xisto Bahia, Gondoleiro do amor, por Salvador Fábregas. Seu poema Canção da boêmia teve duas músicas diferentes, uma feita na Paraíba e outra no Ceará, ambas no séc. XIX, com o título de Vamos, Eugênia, fugindo. A versão cearense foi gravada por Luís Heitor para o acervo da E.N.M.U.B., do Rio de Janeiro RJ, em 1943, com canto e acompanhamento de duas violas.


A paixão concreta e ardente pela atriz portuguesa Eugênia Câmara influenciou o poeta em sua visão poética do amor. Essa visão pode ser classificada não só como sentimental, mas também como sensual, entendida como uma poesia que apela aos sentidos (sensorial). É desse período o poema O Gondoleiro do Amor, em que a descrição da amada é carregada de uma sensualidade sem precedentes no Romantismo brasileiro.


Inspirado por Eugênia, Castro Alves escreveu seus mais belos poemas de esperança, euforia, desespero e saudade, como É Tarde. Pela primeira vez, a poesia é motivada pela paixão e pelo envolvimento amoroso, e a dor não se traduz em lamentos e queixas. Seu sentimentalismo amoroso é maduro, adulto e se realiza em sua plenitude carnal e emocional.

Gondoleiro do amor

A paixão concreta e ardente pela atriz portuguesa Eugênia Câmara influenciou o poeta Castro Alves em sua visão poética do amor. Essa visão pode ser classificada não só como sentimental, mas também como sensual, entendida como uma poesia que apela aos sentidos (sensorial). É desse período o poema O Gondoleiro do Amor, em que a descrição da amada é carregada de uma sensualidade sem precedentes no Romantismo brasileiro.

Inspirado por Eugênia, Castro Alves escreveu seus mais belos poemas de esperança, euforia, desespero e saudade, como É Tarde. Pela primeira vez, a poesia é motivada pela paixão e pelo envolvimento amoroso, e a dor não se traduz em lamentos e queixas. Seu sentimentalismo amoroso é maduro, adulto e se realiza em sua plenitude carnal e emocional.

Gondoleiro do Amor (valsa-canção, 1866) - Castro Alves e Salvador Fábregas - Interpretação: Vicente Celestino



---D------------ A7----------- D------------ --A7--------- D D7
Teus olhos são negros, negros, como as noites sem luar...
--G-------- E7----------- A7------ D--------- A7-------- D D7
São ardentes, são profundos, como o negrume do mar...
---G-------- B7--------- Em ----------A7---------- D
Sobre o barco dos amores, da vida boiando à flor,
---G---------- E7 -------A7-------- D------- A7----- D
doiram teus olhos a fronte do Gondoleiro do amor...
----A7------------- D----------- A7------------- D
Tua voz é a cavatina dos palácios do Sorrento.

-----G-------- E7 ----------A7-------- D ------A7--------- D D7
Quando a praia beija a vaga, quando a vaga beija o vento.
-----G---------- B7------- Em ---------A7 -----------D D7
E como em noites de Itália, ama um canto o pescador
-----G --------E7 -------------A7 -------D------ A7----- D A7
Bebe a harmonia em teus cantos o Gondoleiro do Amor.

-----D----------- A7-------- D------ A7---- D---- A7---- D D7
Teu amor na treva é um astro, no silêncio, uma canção
G---- E7---------- A7------- D---- A7---- D D7
É brisa nas calmarias, é abrigo no tufão
-----G ----------B7----- Em---------- A7-------------- D D7
Por isso eu te amo, querida, quer no prazer, quer na dor.
-----G ----E7 -----A7------ D----------- A7----------- D
Rosa! Canto! Sombra! Estrela! Do Gondoleiro do Amor.


Com Vicente Celestino:


Com Luiz Cláudio:


Com Tonico e Tinoco:



Com João Leopoldo França e o grupo de seresta João Chaves:


Com o grupo Oficina do lutier tecotelecoteco:


Com Mario Pimheiro - 1910:


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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

MPB das Antigas - Quem Sabe? - Vídeos


Para quem tem cultura e aprecia a boa música brasileira, criamos esta editoria para resgatar um pouco da história da boa música, aquela que nos embala de volta a um passado onde tudo era mais bonito, como diz o grande Jessier Quirino em Vou me embora pro passado.


Vamos contar a história da MPB com as músicas que se destacaram ano por ano a partir de 1859 mas que ainda são atuais e da gosto de ouvir letra e melodia. Em muitos casos a música aparece no ano em que fez sucesso e não quando foi feita. Um exemplo disso é a música "Carinhoso" composta por Pixinguinha em 1917 e que aparece em 1937, porque esse foi ano em que se destacou com o público.

Na foto, tirada em 15/11/1916, um grupo do "chorões" do Rio de Janeiro com o Sinhô no centro dela.
Este quadro é dedicado ao amigo Inácio Farias o Guardião da Saudade, o itaporanguense que tem o maior acervo e entende de música, ou como ele prefere chamar, fonogramas; das antigas.

1859 - Quem Sabe?

Carlos Gomes
Carlos Gomes ficou reconhecido internacionalmente como compositor de óperas. O que pouca gente sabe é que ele compôs a partir de um universo bastante diversificado, bem próprio de seu estilo, influências e contexto histórico. No seu repertório encontramos música sacra, modinhas, cantatas e operetas. Quando ouvimos suas modinhas nos lembramos de sua origem interiorana, das festas de salões em volta do piano, dos saraus lítero-musicais tão freqüentes no Rio e São Paulo do século XIX.

Nas modinhas e canções de Carlos Gomes encontramos um pouco do lirismo francês e muito dos tons humorísticos das canções italianas, sobretudo a forte presença do estilo verdiano, tão em voga no ensino musical da época. Da sua primeira fase, ainda como estudante de música, destacamos os títulos mais famosos: Hino acadêmico e Quem Sabe? ambas de 1859. A grande parte dos textos musicados por Carlos Gomes eram de caráter romântico, realçando o estilo melodramático, típico das árias de salão.

Quem sabe? (modinha, 1859) - Carlos Gomes e Bittencourt Sampaio - Interpretação: Francisco Petrônio


---------C -------------------------------------------------------G7
Tão longe de mim distante / Onde irá, onde irá teu pensamento
-----------------------------------------------------------------C
Tão longe de mim distante / Onde irá, onde irá teu pensamento
-----E7-------------- Am------ G7----------- C
Quisera, saber agora / Quisera, saber agora
--------------F-------------- C---------- G7--------------- C
Se esqueceste, se esqueceste / Se esqueceste o juramento.
-----------G--------------- D7-------------------------------- G
Quem sabe se és constante / Se ainda é meu teu pensamento
-----------G7----------- C------------- D7---------------------------- G G7
Minh’alma toda devora / Dá a saudade dá a saudade agro tormento
---------C------------------------------------------------------- G7
Tão longe de mim distante / Onde irá onde irá teu pensamento
-----------------------------------------------------------------C
Quisera saber agora / Se esqueceste se esqueceste o juramento. 


Com Francisco Petrônio:






Com Agnaldo Timóteo:




Com a soprano Giovanna Maira, acompanhada pelo grupo Allegro Orquestra e Coral, sob a regência do Maestro Renato Misiuk, execultando a obra de Carlos Gomes intitulada "Quem Sabe".:


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