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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Luto do dia 20: Registro de uma devota de Padre Cícero ao meio-dia acendendo velas no centro de Itaporanga.

Um ato de devoção foi registrado pelas lentes do Portal Diamante Online nesta terça-feira (20), dia em que devotos de Padre Cícero vestem o luto, simbolizando a morte do padre cearense. 

No centro da cidade de Itaporanga, o memorial construído há décadas sempre recebe visita dos devotos. Vamos explicar como tudo começou. Padre Cícero morreu, em 20 de julho de 1934, muita gente já foi ao enterro dele vestindo preto.


Todo o estoque de tecido preto de Juazeiro foi comprado, esgotando-se também os estoques das cidades vizinhas, tamanha foi à procura. Quem não conseguiu pano preto, teve de apelar para o tingimento. Quem não conseguiu tinta, usou barro preto conta a devota itaporanguense.

A princípio, o luto era mesmo em sinal de pesar pela morte de Padre Cícero. Logo depois, surgiram as primeiras promessas, cujo pagamento consistia em assistir, vestindo luto, à missa de Padre Cícero, celebrada religiosamente todo dia 20 de cada mês, conforme o pedido deixado pelo padre no seu testamento. Em geral a promessa consiste em assistir à missa e continuar de luto por todo o dia.

O hábito foi rapidamente se alastrando, atingindo cada vez mais devotos e, atualmente, ao contrário do que aconteceu no passado, onde só adultos (especialmente mulheres) aderiram, o costume é adotado por pessoas de todas as idades, independentemente de sexo e classe social. A princípio era apenas a missa celebrada pela manhã, às 6 horas, na Capela do Socorro; de uns tempos para cá está sendo celebrada outra, às 17 horas, ambas com uma grande assistência.

Os mais velhos e mais recatados usam roupa discreta; os mais jovens, conforme a moda, lá estão assistindo à missa e depois desfilando pela cidade vestindo um short  uma bermuda, uma camiseta, uma calca jeans, etc.  Na verdade, o que importa mesmo é estar de luto, nem que seja de roupa branca, que é outra opção mais moderna e ate mais adequada ao clima da região.

Mas como não podia deixar de ser, em se tratando das coisas ligadas ao Padre Cícero, há quem veja nessa atitude uma espécie de fanatismo, opinião professada até mesmo por gente residente em Juazeiro do Norte. Entretanto, longe de ser realmente fanatismo, este fato já faz parte da vida juazeirense e até já é observado também em muitas cidades do Nordeste, onde os devotos do Padre Cícero lá residentes mandam celebrar a missa do dia 20 de cada mês e passam o dia de luto.

Uma coisa é certa: no mundo todo, somente São Francisco e Padre Cícero merecem esta distinção. Devotos de São Francisco vestem marrom; e os de Padre Cícero, preto.

DiamanteOnline com Internet

sábado, 29 de junho de 2013

Sertanejos acreditam que imagem de Nossa Senhora surgiu em lenha de fogueira de São João.

Um fato curioso vem chamando a atenção dos sertanejos desde o último domingo (23), véspera de São João.

O agricultor Valdécio Silva Lins, 50 anos, acredita que a imagem de Nossa Senhora Aparecida surgiu em um pedaço de madeira no momento em que ele preparava a fogueira.


O caso, que veio à tona apenas nesta sexta-feira (28), ocorreu no Sítio Branquinhas, na cidade de São José de Piranhas, no Alto Sertão da Paraíba, a 503 quilômetros da capital João Pessoa. 

Desde então, dezenas de pessoas têm visitado o local para conferir de perto o fenômeno e renovarem sua fé. Valdécio contou que a imagem foi percebida pela sua filha, Raíssa Santos, no momento em que ele e sua família acendiam a tradicional fogueira de São João. “A gente nunca esperava um negócio desses. Ela me disse assim: 'painho tem uma santa na fogueira', mas eu nem liguei porque não acreditei. Quando joguei lá na fogueira, ela desabou e este pedaço ficou de fora. No outro dia, a menina chamou a mãe para ver que a santa continuava lá, pois não tinha se queimado”, relatou.

Ao perceber a imagem, no mínimo, curiosa, Valdécio pegou o pedaço de lenha e guardou. Logo depois, ele ainda tentou serrar a madeira em vários pedaços, mas, em todos, a imagem aparecia. “Foi então que eu decidi levar para o padre daqui da cidade. De início, ele achou que era uma coisa pintada, também não acreditou. Aí depois ele olhou direitinho e disse: 'pois não é mesmo, não é pintado não'. Ai muita gente na cidade ficou sabendo”, afirmou.

A aposentada Diodete da Silva, 67 anos, foi uma dessas pessoas que fez questão de ir olhar a 'santa' na madeira. Porém, ela afirmou ser um fenõmeno relacionado ao fim do mundo. “Quando eu era pequena, meu pai sempre me falava. 'Nós hoje não estamos vendo nada, mas quando for daqui para uma era de 2012, por ai acima, nós vamos ver coisas que vocês vão se admirar'. E hoje eu vi essa cena e relembrei das palavras do meu pai. É o fim de uma era”, disse.

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, popularmente chamada de Nossa Senhora Aparecida, é a padroeira do Brasil e venerada na Igreja Católica. Um título mariano negro, Nossa Senhora Aparecida é representada por uma pequena imagem de terracota da Virgem Maria atualmente alojada na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, localizada na cidade de Aparecida, em São Paulo.

Segundo a tradição católica, a imagem apareceu em outubro de 1717, no Rio Paraíba, aos pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso. Após várias tentativas frustradas, a imagem da santa apareceu e milhares de peixes surgiram após o fato. Este foi o primeiro milagre atribuído à imagem.

São José de Piranhas é situado na extremidade ocidental da Paraíba. Pertencente à mesorregião do Sertão paraibano. Localiza-se a oeste da capital do Estado e ocupa uma área de 677,292 km². Sua população, recenseada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, foi de 19.099 habitantes.

Quase 90% da população do município é de católicos. Sua temperatura média anual varia entre 23°C e 30°C e, na vegetação, predomina a caatinga. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de São José de Piranhas é de 0,612, considerando como médio em relação ao Estado.

Felipe Silveira com Radar Sertanejo