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Diplomação dos Eleitos

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Zé do Agreste

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As Razões de Ariosvaldo Ferreira

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Luis Gonzaga no programa Silvio Santos


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Dicionário de Nordestinês


quinta-feira, 2 de maio de 2013

DOMINGUINHOS MANIFESTA MOVIMENTOS ATRAVÉS DA MÃO E DO OMBRO, DIZ AMIGO


Músico cearense Adelson Viana visitou o sanfoneiro e relata como foi o encontro


Na capital paulista, os amigos do sanfoneiro Dominguinhos continuam visitando o artista no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. De acordo com Liv Moraes, filha do músico, os últimos encontros foram com o cantor Jair Rodrigues, o comediante Tom Cavalcante e o músico cearense Adelson Viana. Este último já dividiu o palco com o sanfoneiro.

As visitas fazem parte de uma terapia para restabelecer a memória de Dominguinhos. Os médicos têm recomendado que aconteçam esses encontros como forma de estimular neurologicamente o cantor.

Adelson Viana esteve na unidade hospitalar na última quarta-feira (3) e conta que foi emocionante encontrá-lo. “Foi muito boa a visita. Tenho grande esperança que ele retorne, pois já está reagindo a alguns estímulos e manifesta alguns movimentos através da mão ou do ombro. O que os médicos falam que é um progresso”, conta.

No quarto de Dominguinhos, além de fotos que relembram momentos felizes, uma sanfona foi colocado próximo ao artista. “Toquei algumas músicas dele, inclusive ‘Do mestre ao discípulo’, que ele gravou em seu último DVD e que eu também gravei no meu CD”, relata o músico.

Adelson, que já conhece o músico há 15 anos, relatou o estado que encontrou o amigo. “Ele abre o olho com o olhar um pouco distante, mas sente a presença. Ele reconhece, ouve e ainda continua mandando energias. É uma pessoa iluminada”, completou.

De acordo com o sanfoneiro, ele recebeu uma ligação de Guadalupe, ex-esposa de Dominguinhos, convidando para a visita. “Eu tentei ir ao Recife e fui informado que na época não era possível vê-lo. Depois, Guadalupe ligou dizendo que era importante que os amigos que ele gostava o visitassem, pois o médico falou que era importante para ajudar na recuperação neurológica dele”, conta.

“Para mim foi emocionante, inesquecível, me deixou muito feliz visitar o grande mestre e amigo Dominguinhos. Mesmo sabendo que é grave a situação, saber que ele teve um grande progresso. A gente alimenta grande esperança, torcendo para que ele possa se recuperar. É uma figura muito querida, muito iluminada”, ressalta Adelson.
Tribuna do Ceará

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Dicionário de Português NORDESTINO

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Dicionário de Português NORDESTINO

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Dicionário de Português NORDESTINO

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Quem ensina o matuto



Miguel Neto

Quem ensina o matuto
Em materia de invernía?
Se o inverno vem cedo
Ou a chuva é tardia
Um mói de gente estudô
Fez mestrado é doutô
Mas não dá garantia

Tem o povo do tempo
Com diploma é formado
Na tv mostra o mapa
Com o sertão desenhado
É sempre tempo nublado
Parcialmente nublado
Com um texto véi decorado

Eu com verso de improviso
Que ensinou meu avô
Que aprendeu com avô dele
E meu pai confirmou
Mandacaru aflorada
Caranguejeira ariada
É mode o inverno chegou

No dia de São José
A chuva tem que cair
Semente plantada no chão
É o voto de fé a seguir
Se a chuva desrespeita o santo
E acauã soltar o seu canto
Tem a novena mulé vamo agir

Onde mais meu Senhor
Nosso povo vai se agarrar
Na cultura, na ciência
Numa imagem no altar?
Tendo a Ti, Deus verdadeiro
Parece ser o derradeiro
A quem o povo quer procurar

Inclina teus ouvidos
Santo Deus de Israel
Molha a terra do chão
a Ti confio o papel
Tu que és Deus verdadeiro
Vem e age ligeiro
Abre as compotas do céu.

Deus abençoe o sertão!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012


Um dos grandes nomes da música brasileira, Luiz Gonzaga completaria 100 anos nesta quinta-feira (13). O legado do cantor perdura até os dias de hoje e suas cançõe...s estão imortalizadas na história do País.

No dia 13 de dezembro de 1912, uma sexta-feira, nascia em Exu, Sertão de Pernambuco, o segundo dos nove filhos do casal Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus, que, na pia batismal da igreja matriz da cidade recebeu o nome de Luiz Gonzaga Nascimento.

Assim falou um dia Gonzagão: “Meu nome é Luiz Gonzaga, não sei se sou fraco ou forte, só sei que, graças a Deus, té pra nascer tive sorte, apois nasci em Pernambuco, o famoso Leão do Norte. Nas terras do novo Exu, da fazenda Caiçara, em novecentos e doze, viu o mundo a minha cara. No dia de Santa Luzia, por isso é que sou Luiz, no mês que Cristo nasceu, por isso é que sou feliz.”

Com apenas 8 anos de idade, ele substitui um sanfoneiro em festa tradicional na Fazenda Caiçara, no Araripe, Exu, a pedido de amigos do pai. Canta e toca a noite inteira e, pela primeira vez, recebe o que hoje se chamaria cachê. O dinheiro, 20 mil réis, “amolece” o espírito da mãe, que não o queria sanfoneiro.

A partir daí, os convites para animar festas – ou sambas, como se dizia na época – tornam-se freqüentes. Antes mesmo de completar 16 anos, Luiz de Januário, Lula ou Luiz Gonzaga já é nome conhecido no Araripe e em toda a redondeza, como Canoa Brava, Viração, Bodocó e Rancharia.

Luiz Gonzaga enfrentou muitos percalços ao longo de seus 60 anos de carreira. Ainda jovem, deixou sua cidade desiludido depois de perder o amor de Nazarena, filha de coronel que não simpatizava com ele. Depois de passagem pelo exército, o cantor largou a farde para seguir seus sonhos no Rio de Janeiro. Bastou uma apresentação no programa de Ary Barroso, na Rádio Nacional, com a instrumental Vira e Mexe, para cair no gosto popular. Semi-analfabeto, Luiz Gonzaga se associou a grandes letristas, como o cearense advogado Humberto Teixeira e o pernambucano estudante de medicina José Dantas.

Um século depois, muitas são as histórias que seus companheiros têm para contar desse homem que fez o povo brasileiro conhecer a dureza da vida no sertão, mas também levou muita alegria com sua sanfona para todo o país.

Expoente, Gonzagão levou para o restante do Brasil as histórias da caatinga, acompanhado de sua sanfona, com relatos da vida Severina lá no Nordeste. Conhecido como o Rei do Baião, Luiz Gonzaga influencia, até hoje, vários nomes da música popular nordestina e brasileira.

Em sua longa carreira, Gonzagão compôs sucessos que fazem parte da cultura brasileira até os dias de hoje. Canções como A vida do viajante, Xote das Meninas e Qui nem jiló, obras-primas de Gonzagão, tornaram-se a trilha sonora do Nordeste do país. Asa Branca, com seus versos tocantes sobre a seca no nordeste, é ainda hoje considerada um hino do sertão.

Luiz Gonzaga morreu em Recife, no dia 02 de agosto de 1989, vítima de uma parada cardiorrespiratória. Mais de duas décadas depois, porém, sua obra e sua história continuam eternizadas na cultura brasileira e no imaginário popular. O Rei do Baião nunca perdeu sua majestade.

Luiz Gonzaga teve a missão de levar para todo o Brasil a realidade de sua terra intrínseca às melodias.

“Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor". (Luiz Luz Gonzaga)

Luiz Gonzaga em Diamante

Foram poucas as cidades do Sertão paraibano que teve o privilégio de receber a visita ilustre de Luiz Gonzaga, o rei do baião. Foge a essa exceção o Distrito de Diamante, ainda subordinado juridicamente a cidade de Misericórdia, atual município de Itaporanga, no Vale do Piancó, quando, em 1959, Luiz Gonzaga se fez presente no pequeno vilarejo.

Luiz Gonzaga nessa época não era muito conhecido nas pequenas cidades do interior do Nordeste, apesar de já ter gravado seu primeiro disco em 1957, cujas composições constam as músicas "A Feira de Caruaru", letra de Onildo Almeida e "Capital do Agreste", de Onildo Almeida e Nelson Barbalho.

Conforme relata o senhor Omar Ventura Pegado, testemunha ocular da presença de 'Gonzagão' em Diamante, o rei do baião veio à cidade a convite do engenheiro Ernesto de Sousa Diniz (pai do médico Fernando Diniz e do economista Laércio Diniz), que fez questão que o filho de Januário se apresentasse em um baile na cidade para a alegria dos seus moradores.

Ao contrário do que acontece hoje - quando um cantor chega numa cidade para se apresentar com uma mega estrutura de palco, som e veículos personalizados - o autêntico forrozeiro Gonzagão chegou na cidade em um carro simples, vindo do vizinho Estado de Pernambuco, pela estrada de Terra Nova, trazendo consigo apenas dois músicos que lhe acompanhavam nos eventos em que participava: o seu triangueiro e zambubeiro.

Ao chegar em Diamante, Luiz Gonzaga foi recepcionado na residência do senhor Manoel Alves Mangueira (mais conhecido com Né Alves), no sítio Emas, de sua propriedade. Durante toda sua permanência no local, o rei do baião contou anedotas, brincou, conversou, tocou, cantou e comeu muita buchada, carne assada, galinha, tomou aperitivo e fez a alegria de todos os que compartilharam de sua presença nesse dia.

Para quem não lembra, Né Alves era casado com Rosa Alves Mangueira e pai de Adauto, Ozeias, Ivo, Noêmia e Iomena.

Segundo informou o jornalista Hélder Loureiro, esse momento histórico está registrado em uma foto histórica (em poder do ex-prefeito Célio Alberto) em que Luiz Gonzaga aparece ao lado de Dionísio Mangueira, Ernesto Diniz, Zezinho Barros, Hermes Mangueira e Oswaldo Mangueira - ainda meninos -, entre outros personagens da cena cotidiana da cidade.


O baile de Gonzagão

Depois de muita festa e comilança na casa de Né Alves - Luiz Gonzaga se dirigiu até a cidade de Diamante para se apresentar no baile e mostrar pra todo mundo como se dança um baião. A expectativa era grande e muita gente se fez presente à festa. O relabucho aconteceu na atual rua José Possidônio da Costa, em frente a um grande prédio (hoje demolido), que ficava bem ao lado da caragem de Zezinho Barros. O fole começou a roncar por volta das seis e meia da noite e só não foi até o dia clarear porque a luz da cidade era na base do motor e só funcionava até as nove da noite, quando antes pouco disso, terminou o baile com Luiz Gonzaga, como assim ficou conhecido na cidade.

Ao som da sanfona de 'Gonzagão' muitos estavam ali encantados com a maestria e a voz do 'Mestre Lula', que tocou e cantou em cima de um caminhão. A pegada era uma só: forró em 'banda de lata' pra todo mundo dançar com suas cabrochas. Ao final da forrobodança, já na escuridão, muitos dos forrozeiros se dirigiram para suas casas e, alguns outros mais espertos, 'lavaram a burra' para fechar com chave de ouro o arrastapé que transcorreu num clima de muita paz e harmonia.

Assim, Diamante foi palco e cenário de algo inédito na cultura popular nordestina, graças ao visionário Dr. Esnesto de Sousa Diniz, que tanto amou a sua terra e a sua gente, trazendo o eterno Luiz Gonzaga para se apresentar na cidade.

Luiz Gonzaga continua sendo o autêntico representante da cultura regional. Graças a ele os ritmos nordestinos foram inseridos no mapa musical do Brasil. Sua obra musical é grande e inesgotável.

Viva Luiz Gonzaga, nosso imortal Rei do Baião!

Por Hélder Loureiro

Daniel Gonzaga, Dominguinhos e Gil lembram Gonzaga com festa em Exu


O 13 de dezembro de 2012 estava sendo esperado pelos pernambucanos há bastante tempo: a celebração pelo centenário de Luiz Gonzaga já estava no calendário cultural do estado e caravanas de várias cidades – mesmo de estados vizinhos – foram para a terra do Rei do Baião, para curtir a festa em Exu. No dia do nascimento do velho Lua, o neto Daniel Gonzaga, o herdeiro Dominguinhos e o admirador Gilberto Gil foram as atrações do principal palco montado na cidade, onde se apresentaram gratuitamente.
O humorista João Cláudio Moreno, conhecido por ser um dos grandes imitadores da voz de Luiz Gonzaga, foi o mestre de cerimônia da noite, convidando o público para curtir os shows. No palco que leva o nome do homenageado, a primeira atração foi no estilo de “Gonzaga – de pai para filho”. O filho de Gonzaguinha, Daniel Gonzaga, cantou os grandes sucessos do avô – entre elas, músicas que o cantor de Exu fez em parceria com Zé Dantas, como “Riacho do navio”. Outro parceiro lembrado foi Humberto Teixeira, com a canção “No meu pé de serra”.
Com sotaque carioca e timbre de voz muito parecido com o do pai, Daniel lembrou também Gonzaguinha com “Feliz”, que manteve o tom nostálgico da festa. Para terminar, uma música que ele disse ter esperado um ano inteiro para cantar e convidou o público, que a esta hora já lotava o local. “Asa branca” recebeu uma nova roupagem na voz do neto mais velho de Gonzaga.

Faltava pouco para as 23h quando Dominguinhos chegou ao palco. O público vibrou com a presença do herdeiro legítimo de Gonzagão, assim intitulado pelo próprio Rei do Baião. O pernambucano de Garanhuns começou a apresentação fazendo um dueto com um clarinetista. Em seguida, tratou logo de animar os súditos do aniversariante com o sucesso “Forró no Escuro” – “O candeeiro se apagou, o sanfoneiro cochilou, a sanfona não parou e o forró continuou” – e manteve o ritmo da festa.

E para que as apresentações continuassem de pai para filho, Dominguinhos chamou a filha Liv Moraes para cantar com ele. Entre as músicas, “Sabiá”, outro grande sucesso do Rei do Baião. E mais um convidado apareceu no show de Dominguinhos, em um estímulo à renovação do forró. O menino Cícero Paulo Feitosa, de 8 anos, tocou acordeom junto ao sanfoneiro de Garanhuns. Cícero é de Juazeiro do Norte (CE) e participou do elenco do filme “Gonzaga de pai para filho”.

Era meia-noite quando Gilberto Gil subiu ao palco em Exu. Declarado fã e admirador do Rei do Baião, a quem atribui a condição de “primeiro ídolo da infância”, o baiano começou o show com “Fé na festa”, “Dança da moda” e “Assim, sim”.  Clássicos de Gonzaga que ganharam interpretações consagradas também na voz de Gil, como “Qui nem jiló”, “Vem, morena” e “13 de dezembro”, foram entoadas pelas milhares de pessoas que compareceram ao Módulo Esportivo, bem como “Baião da Penha”, “Eu só quero um xodó”, “Óia eu aqui de novo”, “Expresso 2222″ e “Lamento sertanejo” – esta última, uma parceria de Gil com Dominguinhos.

Apesar de dominar o instrumento, Gil não tocou sanfona – mas não perdeu a chance de dançar um xaxado junto com a plateia pernambucana. Aqueles que admiram o baiano por sua ligação com o reggae não saíram decepcionados, porque ele também lembrou Bob Marley com “Three little birds” – compositor que foi homenageado por Gil no disco “Kaya n’gan daya”, de 2002. O show teve de tudo: forró, baião, samba, reggae. Mas o ponto alto não poderia ser outro: com “Asa branca”, o hino nordestino de Gonzaga e Humberto Teixeira, Gilberto Gil iniciou a despedida do público, feliz pela comemoração de um aniversário inesquecível.


G1

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Brasil presta homenagens a Luiz Gonzaga no centenário do seu nascimento

O Brasil inteiro está prestando merecidas homenagens a Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que, se vivo estivesse, o pernambucano de Exu estaria completando 100 anos de vida nesta quinta-feira, 13.

Cantando acompanhado de sua inseparável sanfona, o cantador, compositor e sanfoneiro levou a realidade do Nordeste aos quatro cantos do Brasil, denunciando as omissões dos governos com a região e o sofrimento do povo com a seca. Mas também cantou as alegrias do povo nordestino, o tempo de fartura, as festas juninas embaladas pelo forró, o xaxado, o baião.

Como artista, foi um dos mais importantes nomes da música popular brasileira, sendo admirado por grandes nomes do meio musical, tais como Caetano Veloso, Dorival Caymmy, Gilberto Gil, Raul Seixas e Elba Ramalho, com quem fez duetos. Percorreu todo o país com sua sanfona como companheira inseparável, e conheceu cada palmo do Nordeste, inclusive passou por Itaporanga muitas vezes na década de 60, mas sua música, no entanto, correu além das fronteiras nacionais.

Durante a carreira, teve 61 parceiros musicais, com quem produziu ou de quem gravou inúmeros sucessos: Humberto Teixeira e Zé Dantas foram os principais. Asa Branca, que aborda a temática da seca no Nordeste, é uma das pérolas que ele compôs com Humberto Teixeira. Com Zé Dantas, compôs, entre outras, a música Cintura Fina, que exalta a beleza da mulher.

O acervo musical de Luiz Gonzaga é muito grande. Ele gravou 625 músicas em 266 discos, que estão assim divididos: 125 em 78 rotações, 79 LPs de 12 polegadas, 6 LPs de 10 polegadas, 41 compactos simples e duplos de 45 e 33 rpm; e 15 LPs de coletâneas.

Das 625 músicas gravadas pelo artista, 53 são de sua autoria, 243 são em parceria e 329 são, exclusivamente, de outros autores. Intérprete de sucessos imortais, muitos outros cantores gravaram Gonzagão, a exemplo de Geraldo Vandré, que se rendeu a Asa Branca.
Pais e local de nascimento - Luiz Gonzaga era filho de Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus, e nasceu no dia 13 de dezembro de 1912 na fazenda Caiçara, povoado de Araripe, município de Exu, onde está sendo realizada várias homenagens pelo centenário de nascimento do filho ilustre.

O site de pesquisas Google também homenageou o Rei do Baião na data de seu centenário. Quem entrar na página do Google nesta quinta-feira vai encontrar um Doodle (versão divertida do logotipo do Google) em homenagem ao sanfoneiro nordestino, que faleceu em 2 de agosto de 1989.
Filme – Um filme também foi lançado em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga. De pai para filho conta a relação conturbada de Gonzagão com o também falecido cantor Gonzaguinha, um de seus filhos adotivos.
Folha do Vale

Luiz Gonzaga canta as belezas de Tambaú

  

Hoje ele faria 100 anos. Se estivesse entre nós, certamente comemoraria o aniversário cantando. Como não está, que fique pelo menos a imagem e a bela canção que gravou homenagendo Tambaú, a praia mais bonita do mundo.

Caetano canta Asa Branca

Caetano Veloso - Asa Branca (Discorama, 1972)

 

À la télévision française... Présentation : Denise Glaser...

Asa Branca (Luís Gonzaga, Humberto Teixeira)

Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de plantação
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Até mesmo o asa branca
Bateu asas do sertão
Então eu disse adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Então eu disse adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação

Eu te asseguro, não chores não, viu
Que eu voltarei, viu, pro meu sertão
Até mesmo o asa branca
Bateu asas do sertão


Festividades do centenário de Luiz Gonzaga - Campina Grande - PB

Festividades do centenário - MFLG - Campina Grande - PB
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O Museu Fonográfico Luiz Gonzaga de Campina Grande – PB realizará neste dia 13 de dezembro de 2012, evento comemorativo aos 100 anos de Luiz Gonzaga
o Rei do Baião. Na ocasião serão realizados shows com artistas regionais, missa campal e programação especial a partir das 19hs.
 

A entrada é gratuita. 
 

Solicitamos que tragam alimentos não perecíveis que serão doados à Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Local: Av. Presidente Costa e Silva nº 1304 - Cruzeiro

Realização: Museu Fonográfico Luiz Gonzaga
Informações: museufonograficoluizgonzaga@gmail.com

고래야 - 하얀 날개 (Asa Branca)- Na Coréia

100 Anos de LUIZ LUA GONZAGA

"Seu Lua! Seja bem-vindo ao presente e à imortalidade de sua arte, nas páginas e nos links deste site. Para Sempre!"  Um forte abraço, Paulo Vanderley Tomaz.


Programação - Centenário de Luiz Gonzaga - Exu - PE

PALCO GONZAGÃO
Módulo Esportivo - A partir das 21h

Quarta-feira, 12/12 (Abertura às 19h30)
- Orquestra Sinfônica de Teresina com João Cláudio Moreno
- Danilo Pernambucano
- Zé Nilton
- Chambinho do Acordeon
- Santanna
 
Quinta-feira, 13/12
- Daniel Gonzaga
- Dominguinhos
- Gilberto Gil
- Joquinha Gonzaga

Sexta-feira, 14/12
- Joãozinho de Exu
- Amazan
- Elba Ramalho
- Waldonys

Sábado, 15/12
- Sanfona de Januário
Genaro, Beto Hortis, Agostinho do Acordeon, Camarão, Cezzinha e Dudu do Acordeon
- Xote das Meninas
Cristina Amaral, Edilza Aires, Irah Caldeira, Liv Moraes, Nádia Maia, Patrícia Cruz, Terezinha do Acordeon e Walkiria Mendes
- Novinho da Paraíba
- Jorge de Altinho 

PALCO AZA BRANCA
Parque Aza Branca - A partir das 20h

Quinta-feira, 13/12
- Taís Nogueira e João Silva (com participação especial de Dominguinhos)
- Josildo Sá
- Alcymar Monteiro
- Adelmário Coelho

            Sexta-feira, 14/12


Luizinho Calixto, Zé Calixto e Truvinca
- Trio Nordestino
- Quinteto Violado
- Flávio Leandro

Sábado, 15/12
- Bia Marinho / Em Canto e Poesia
- Maria Lafaete (Com participação de Sérgio Gonzaga)
- Projeto Meu Araripe
Os Gonzaguinhas, Fua Carvalho, Zezinho de Exu, Forrozeiros do Gonzagão, Ana Paula, Maurício Jorge, Leonardo Luna, Edgar do Cedro, Baião Mais Eu, Sarah Leandro, Sotaque Nordestino
- Maciel Melo

PALCO JUAZEIRO
Parque Aza Branca

Domingo, 16/12 (A partir das 15h)
- João do Pife e Banda Dois Irmãos
- Ivan Ferraz
- Bel Lima
- Jaiminho de Exu
- Claudiana
- Toinho do Baião
- Dijesus

PALCO ARARIPE
Fazenda Araripe

Quinta-feira, 13/12 (A partir das 9h)
- Seguidores do Rei
- Os Cabas de Gonzaga
- Chá Cutuba
- Vital Barbosa
- Epitácio Pessoa
- Donizete Batista
- Leninho de Bodocó
- Tárcio Carvalho
- Coral de Aboios de Serrita
- Flávio Baião
- Antônio da Mutuca
- Os Três do Cariri

AUDIOVISUAL

II Cine Exu – Mostra Sertões do Estado de Pernambuco
Dias 12 e 13/12
Fazenda Velho Lua e Praça de Eventos de Exu
 

Mostra Itinerante Cinema na Estrada
De 12 a 15/12 – Exu e Bodocó
- Boi Ventania (Ficção, 14 minutos, PE, 2010), de Marcos Carvalho, Ednéia Campos e Herbert Santos
- Até o Sol Raiá (Animação, 12 minutos, 2008), de Fernando Jorge e Leandro Amorim
- Zé Monteiro – O Homem que venceu as 5 mortes (Documentário, 20 minutos, 2012, PE), de Wilson Freire
- Dia Estrelado (Animação, 17 minutos, 2011), de Nara Normande
- Exu de Gonzaga, (Documentário, 20 minutos, 2012, PE), de Guida Gomes

DANÇA

Quarta-feira, 12/12
Xaxado, Meu Bem Xaxado – O Centenário de Luiz Gonzaga
Grupo de Xaxado Cabras de Lampião (Serra Talhada-PE)
Com exibição do documentário “Luiz Gonzaga – A Luz dos Sertões”

CULTURA LIVRE NAS FEIRAS

Terça-feira, 11/12
8h - Apresentações na Feira Livre de Timorante
Ivonete Ferreira, Forrozeiro Léo Barros, Hellen e Mistura Nordestina

Quarta-feira, 12/12
8h - Apresentações na Feira Livre de Granito
Poetisa Socorro Oliveira, Grupo Pisando no Terreiro (dança), Encontro de Aboiadores (Pedro Brígido e Antônio), Forró Raízes do Brígida

Sábado, 15/12
Apresentações na Feira Livre de Exu
7h - Roda de Contos e Prosa com Amigos do Araripe
8h - Saída em Caravana no Pau de Arara com os sanfoneiros de Exu (William Sanfoneiro, Jonnes, Serginho Gomes, Boiadeiro Franco, Ed Carlos do Exu, Clebson, Mauro Sanfoneiro, Dijesus, Epitácio Pessoa, Vital Barbosa, Elmo Oliveira e Januário)
9h - Causos contados por amigos exuenses de Luiz Gonzaga
10h - Cortejo com a Banda Cabaçal Exuense, Grupo de Flautista Sabiás e a chegada no Pau de Arara com os Sanfoneiros de Exu
11h – Forró de encerramento com Joãozinho de Exu e convidados

FEIRAS CULTURAIS

Sábado e domingo, 15 e 16/12
Culminância do projeto Feiras Culturais nas Escolas Públicas, com participação de grupos artísticos estudantis de Araripina, Exu, Granito, Ouricuri e Trindade.
  
Programação - Centenário de Luiz Gonzaga - Recife - PE


PALCO ARSENAL
Praça do Arsenal - Recife Antigo

Quinta-feira, 13/12
- Baile do Gonzaga
Derico Alves, Karolinas com K, Ed Carlos, Sevy Nascimento, Carlinhos Monteverde, Fabiana, Cilene Araújo, Marcelo de Feira Nova e Duda da Passira
- Fagner
- Alceu Valença
- Targino Gondim

Sexta-feira, 14/12
- Azulão
- Viva Gonzagão
Almir Rouche, André Macambira, Andrezza Formiga, Bia Marinho, Em Canto e Poesia, Roberto Cruz, Rogério Rangel e Santanna
- Assisão
- Nando Cordel

Sábado, 15/12
- Genival Lacerda e João Lacerda
- Petrúcio Amorim
- Baião Polinário
Silvério Pessoa, Hebert Lucena, Mônica Feijó, Isaar, Publius
- Anastácia
TEATRO DE RUA
Praça do Arsenal

Terça-feira, 11/12
19h - Espetáculo Luiz Lua Gonzaga - Grupo Magiluth (Recife-PE)



LITERATURA
Torre Malakoff

Sábado, 15/12
18h - Mesa de Glosa sobre o Imaginário de Luiz Gonzaga

AÇÕES ESPECIAIS
 
Quinta-feira, 13/12
6h - Alvorada Gonzagueana (Porto do Recife)
Apresentações de sanfoneiros, quadrilhas juninas, aboiadores, banda de pífanos, bacamarteiros, vaqueiros e xaxados.

6h30 às 17h - Sanfona do Povo
Caminhada de Sanfoneiros
Após concentração no bar Nosso Quintal, no Bongi, 50 músicos percorrem pontos da Cidade executando clássicos do Reio do Baião. Percurso: Praça da República (Palácio do Campo das Princesas), Marco Zero e Torre Malakoff.

PAUTAS NOS EQUIPAMENTOS CULTURAIS
Terça-feira a domingo, 11 a 16/12

Torre Malakoff
Exposição Gonzaga Empreendedor

Museu de Arte Sacra de Pernambuco - MASPE
Exposição Os Santos de Gonzaga

Museu da Imagem e do Som - MISPE
Exposição Discos de Gonzaga

Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco – MAC/PE
Ser tão conectado (instalações interativas e debates)

Espaço Pasárgada
Sarau Gonzagueano

Museu Regional de Olinda - MUREO
Boneco Gigante de Olinda com arrastão pelo Sítio Histórico
Grandes Coquistas cantam Luiz Gonzaga

Museu do Estado de Pernambuco – MEPE
Projeto Reencontrando Luiz Gonzaga – exposição, debates e shows

Casa da Cultura Luiz Gonzaga
Encontro de Sanfoneiros e Quadrilhas Juninas

Teatro Arraial
Espetáculo Lua Baião (Dança)
Espetáculo Cantigas do Sol (Teatro)

Cinema São Luiz
CineCabeça apresenta o longa “Gonzaga, de pai para filho” 


 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Na vorta da Fome - Zé do Agreste - Vídeo


José Onildo Mendonça Pinto, criador do personagem Zé do Agreste, o matuto cantador é filho de Maria Valdeni Pinto e o ex-prefeito de Itaporanga, Sinval Mendonça Pinto.

Ele nasceu no dia 05 de janeiro de 1961, na cidade de Campina Grande, mas viveu por toda vida em itaporanga, considerando-se um itaporanguense legítimo.

Aos 16 anos, em contato com a natureza, o homem do campo e a própria terra; descobriu que tinha intuição e começou a escrever seus primeiros trabalhos.

É um campesino nato e no convívio rural com pretos velhos, caboclos e gente da roça, busca inspiração para as suas composições: Forró, Xote e Marchas, fundidas com a Embolada.

É autodidata no trato com o violão, seu companheiro inseparável e tem um único e singelo sonho; o de ter seus trabalhos gravados e livros publicados, pois é escritor e amante da literatura.

Zé do Agreste (Onildo) concluiu dizendo que: "A grandeza está na simplicidade e que só se vence através do tabalho. Ficar sentado a beira da estrada atirando pedras em quem passa e ver que os otros vão vencendo o caminho enquanto ele ficará estacionado, apenas vendo os mais ousados seguirem em frente!"

Na vorta da fome:


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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Morena Tropicana - Alceu Valença - Vídeo

Uma declaração de amor de um cabra apaixonado tendo como tema musical a linda música de Alceu Valença. Valeu!


terça-feira, 10 de julho de 2012

Homenagens ao Rei do Baião não passam de menções e autopromoções


No ano do centenário de Luiz Gonzaga, foram muitas as celebrações em homenagem ao mais influente ícone da música regional. Mas poucas dessas festas mostraram o verdadeiro valor da obra do Rei do Baião. A nova edição da Revista NORDESTE conta um pouco da vida e obra do cantor e sanfoneiro, numa reportagem escrita pela jornalista Jandiara Soares.

A matéria explica que, além de misturar baião, xaxado e forró, Luiz Gonzaga consagrou-se Rei do Baião principalmente por levar ao Brasil as histórias de um povo desconhecido em seu próprio país: os nordestinos. “O Nordeste daquela época tinha todo um contexto fantástico, histórico e social desconhecido no resto do país”, explica a presidente da Associação Cultural Balaio Nordeste, Jaqueline Alves.

“Muito aquém da importância de Gonzagão” também afirma que, apesar de contarem como grandes homenagens, não refletem muito sobre a obra do sanfoneiro. Estes e outros detalhes sobre a música regional, e outros assuntos relacionados à Economia e Política, estão na edição 68 da Revista NORDESTE, já nas bancas.


Wscom

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Divulgado trailer do filme sobre Luiz Gonzaga


A Paris filmes divulgou nesta quinta-feira (21), o primeiro trailer do filme “Gonzaga – De Pai para Filho”. O vídeo traz imagens fortes, que recriam momentos icônicos da vida do sanfoneiro Luiz Gonzaga (1912-1989) e seu filho (1945-1991), o cantor Gonzaguinha.

Dirigido por Breno Silveira, cineasta que adaptou a vida da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano em “2 filhos de Francisco” (2005), a trama retrata a dificuldade enfrentada por Gonzagão para emplacar sua música, antes de se tornar o “rei do baião”, e o relacionamento complicado entre pai e filho.

O elenco traz o gaúcho Júlio Andrade (“Cão sem Dono”), no papel de Gonzaguinha, e Nanda Costa (“Sonhos Roubados”) como sua mãe, a dançarina e cantora Odaléia Guedes dos Santos. O papel de Luiz Gonzaga pai será interpretado por três atores diferentes, para retratar as diferentes épocas de sua vida. O período principal, dos 30 aos 50 anos, será vivido por Chambinho do Acordeom, músico que faz sua estreia como ator.

O filme que é muito aguardado pelos nordestinos , chegará aos cinemas no segundo semestre de 2012, em meio às comemorações do centenário de Luiz Gonzaga.

Veja o vídeo:


DiamnteOnline com Amanda Oliveira

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dominguinhos faz homenagem a Luiz Gonzaga, no ano de centenário do Rei do Baião

Para marcar a abertura do ´Ano Luiz Gonzaga´, Dominguinhos preparou um repertório caprichado. O músico, que já gravou mais de 40 discos, entre LPs e CDs, traz na bagagem parcerias de ´responsa´.

   
Dia 17, o cantor e compositor Dominguinhos sobiu ao palco do Kukukaya para um show especial que abriu a programação da casa em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga.

Tanto o homenageado quanto o seu discípulo dispensam maiores apresentações. Gonzagão, o eterno Rei do Baião, foi lembrado através de suas canções, verdadeiros hinos à cultura nordestina.

Dominguinhos, que aprendeu com o mestre a honrar suas raízes, avisou que este não foi apenas um show de músicas regionais, ao som de seu acordeom. Adianta que fez uma apresentação única, para ficar na memória de quem aprecia forró, xote e baião.

Para marcar a abertura do ´Ano Luiz Gonzaga´, Dominguinhos preparou um repertório caprichado. O músico, que já gravou mais de 40 discos, entre LPs e CDs, traz na bagagem parcerias de ´responsa´.

Como autor, já compôs com quase todos os nomes da MPB, tendo canções como ´Eu Só Quero Um Xodó´ e ´Tenho Sede´, as duas em parceria com Anastácia.


com uiarauna.net

terça-feira, 13 de março de 2012

É proibido cochilar - Clã Brasil - Vídeo

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhG6UL_fbw1WpgSZ1BY6ftYIb7lyb4mIYpyVz356E3SCb_wKGYpaKHpeMLfxLsx3z3MgKVgql497ZXW7gV3Zf7UR44vJmSjtXjMp8mTwwbvWSRJ40-hMuO6n3MeEPn1YMQ18bNUCp73DhM/s1600/CL_BRA%257E1.JPG

As meninas de Badu, ou cLã brasil Interpretam de Antonio Barros e Ceceu o grande sucesso do Trio Nordestino: É Proibido Cochilar

Veja o Vídeo:

www.portaldovale.net