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sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
DESTAQUE ESPECIAL: DR. ANTÔNIO SOARES DA FONSECA JR
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
A Criação Segundo Tonho Fonseca

A CRIAÇÃO
Antonio Soares da Fonseca Jr
Quando o mundo era caos, nada existia,
Sobre a face do abismo, trevas sòmente
Nenhuma criatura, nenhum ente
A terra era disforme, feia e vazia
Apenas escuridão, total e fria
Quando o Espírito do Senhor ali chegou
Resolveu organizar e organizou
“Faça-se a luz e a luz foi feita”
Clareando esta obra tão perfeita
Que de DIA o bom Deus assim chamou
A escuridão ele chamou de NOITE
Onde a solidão covarde ali se abriga
O azedume, o medo e a intriga
Transformam brisa em horrendo açoite
E na alma angustiada faz pernoite
Mas, Deus, em sua imensa mansidão
Resolveu que também a escuridão
Fosse morada do amor e da alegria
E encerrou este primeiro dia
Sendo o início da grande Criação.
Entre as águas Ele fez um firmamento
Separando-as cada qual em seu lugar
As águas de baixo Ele chamou de MAR
Circunscritas em um só elemento
As águas de cima, ao sabor do vento,
Constituiu-se no que se chama CÉU
Bem mais leves e vaporosas como um véu
Que despenca, em chuvas, lá do infinito
Obedecendo ao sacratíssimo rito
Unindo as duas num grande escarcéu.
Deus observou tudo com alegria
E achando que tudo era bom
Encerrou neste dia o seu dom
Foi, portanto, este o segundo dia.
Mas, no terceiro separou o que havia
De árido nas águas e chamou de TERRA
E como a criação jamais se encerra
Continuou o seu trabalho criador
Enchendo-a de árvores conforme seu dispor
De lagos, de rios, de montes e de serra.
Tornou a terra tão bela, tão fecunda
Cada árvore com o fruto e sua semente
Fazendo o ciclo evolutivo permanente
Característica daquilo que abunda
Porque nela a sabedoria é profunda
Infinita como aquele que a criou
E a semente, produtiva, logo brotou
Formando nova árvore, a mata, a selva
Novos frutos, o gramado, a flor, a relva
E assim o terceiro dia terminou.
Fez o tempo estar bem programado
Criou as horas, os dias, meses e anos
Evitando que houvessem os enganos
Daquilo que sempre é desorganizado
Criou um luzeiro de tamanho avolumado
Que presidisse o dia e o chamou de SOL
Que acordasse as manhãs, no arrebol
E para a noite, Ele criou a LUA
Fez as ESTRELAS enchendo o firmamento
E quedou-se alegre em bom contentamento
Encerrando o quarto dia da obra sua.
Nas águas, peixes, répteis, animados e viventes
No firmamento as aves que povoam o céu
Voando sobre a terra, (animando ao léu)
E os outros animais ainda não existentes
Criou a todos sadios, producentes
Com o “crescei-vos e multiplicai”
Este é a minha ordem porque sou o pai
Desta grande obra que fiz com alegria
Disse, encerrando assim o quinto dia,
Eu sou Jafé, seu Deus, sou Adonai.
Vendo que tudo era maravilhoso
Percebendo a falta de um alguém
Que fosse tão perfeito e que jamais ninguém
Fosse tão belo, completo e tão formoso
Soprou no elemento argiloso
O sopro mágico, eterno, sopro da vida
Animando o barro e deu guarida
Aquilo que é a sua imagem e semelhança
O espírito divino, repleto de bonança
Ciência, presença e luz, glória incontida.
Homem e mulher, a mais perfeita criação
Incomparável obra, obra divina
Uma perfeitíssima tela e quem assina
Esqueceu-se de assinar com a mão
Também não assinou com o coração
Mas, com a força de sua onipotência
Com a sabedoria de sua onisciência
A onipresença de quem foi e vai
“Esta terra, disse, é vossa, dominai
E tendes a minha eterna providência.”
Assim termina aquele sexto dia
O dia mais importante da Criação
Porque culmina com a exaltação
Daquilo que foi feito com harmonia
Mais uma vez “crescei, é a ordem, e multiplicai,
Dominai a terra e a sujeitai
Ela é vossa, assim Deus exclamou.
Deu por encerrada toda a sua obra
E como no plano divino, o tempo sobra
No sétimo dia descansou.
São Paulo, 14/02/2012
quarta-feira, 2 de março de 2011
Liberdade de expressão e responsabilidade
Por Antonio Soares da Fonseca Jr
É um direito sagrado
De dizer o que é certo
E aquilo que está errado.
Direito inalienável
Um bem inquestionável
Com uma só direção.
Mas, para ser feliz
Assumir aquilo que diz
É liberdade de expressão.
Ficar no anonimato
Poderia ser prudência
Mas, muitas vezes machuca
Caluniando a inocência
Um ser só é poderoso
Quando, altivo e orgulhoso
Assina aquilo que faz.
Não se esconde em anonimato
Não cospe dentro do prato
Daquele que é capaz.
O anonimato é virtude
Que poucos sabem usar
Não deveria servir
Para a cizânia criar
E qual bandido na noite
Usa o látego do açoite
Ferindo a quem não devia
E continua se escondendo
Qual besta fera mordendo
Num ato de covardia.
Quando é usado de forma
Com os ditames do bem
Produz frutos saborosos
E não machuca ninguém
Não usa a própria retórica
Em falsidade ideológica
Se escondendo ´trás do muro
Não diz a coisa escondido
Qual verme asco e bandido
Que vive sempre no escuro
Nas águas de meu batismo
Ganhei um sagrado nome
Eu gosto da transparência
A treva não me consome;
A sua vida é sagrada,
A minha é imaculada
Pelas duas tenho apreço
Pauto pela honestidade
Eu gosto da claridade.
Este é o meu endereço.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Não enterrem Itaporanga
.
Por Antonio Soares da Fonseca Jr em 28/01/2010
Achismo poderia ser um neologismo que explicaria a frivolidade de alguém colocar outrem na berlinda, baseado apenas em próprias deduções, sem comprovações responsáveis, colocando em risco a honradez e a integridade moral de quem ele quer irresponsavelmente atingir.
Este é um fato corriqueiro e impensado de julgar outros quando o próprio julgador não faz nada em favor de qualquer um. Talvez seja a transferência de sua omissão para que a trajetória desta negligente ação não lhe caia na cabeça.
Li alguém (pessoas pequenas não merecem ter o nome citado) acusar de que os “intelectuais” de Itaporanga não estão se manifestando em favor do “campus” universitário assim como li a santa ira do “apóstolo” Lucas em desdizê-la dizendo: “pecou a nossa missivista com muita maestria ao se referir a todos Nós que escrevemos neste Mural, como Zebedeu, Poliana, Jesus, Dehon, Antônio Fonseca, Saulo, Herculano, Reynolds, assim como Rainério e Ariosvaldo Ferreira que publicam nossas matérias, ironicamente, como OS INTELECTUAIS, e mais ainda, quando apregoa o não engajamento de todos nós nesta sublime missão de conseguir o CAMPUS para o Vale do Piancó. Achar que o Progresso da Região não nos interessa é de uma pequenez intelectual fora do normal”.
Estive de passagem em Itaporanga no dia primeiro do ano, numa passagem muita rápida, já que o meu trabalho cultural me impediu de permanecer mais tempo. Estou escrevendo um livro sobre a ARTE SACRA NA PARAÍBA. São 223 municípios no Estado e tenho que documentar todas as igrejas com os seus inúmeros detalhes, adornos, cornijas e capitéis.
Tenho ainda que estudar a história de cada igreja desde a sua fundação até os dias atuais. Cada cidade tem em média duas igrejas e fazer uma imersão na história e voltar ao século XV não é uma brincadeira fácil de executar. Portanto, passei pela terrinha em voo baixo porque tinha que me deslocar para Boaventura, Diamante, Santana de Mangueira, Cachoeirinha, Ibiara e Conceição neste mesmo dia e voltar a João Pessoa, onde tive uma conversa com o arcebispo Dom Aldo Pagotto, no dia subsequente.
Gostaria, se soubesse onde encontrá-los, de me assentar em torno de uma mesa com estes realmente intelectuais Lucas, Saulo, Zebedeu, Herculano, Poliana, Rainério, Antonio Bandeira, Cesinha, Brasileiro, o meu “irmão” Paulo Conserva e tantos outros para trocarmos idéias e fazermos planos para uma Itaporanga diferente. Repito, com muita freqüência, um chavão meu de afirmar que “cultura não dói, não pesa, não ocupa espaço, não tem fronteiras e custa muito pouco.” Com certeza Dehon e Jesus não estariam presentes já que moram distantes daí.
Ao retornar à capital fiz os meus contatos tanto em João Pessoa como na capital federal, para pedir em favor do “campus” itaporanguense. É uma parcela pequena de colaboração, mas é uma parcela.
Preciso alardear de que fiz isso? Há necessidade de colocar na mídia paraibana que estou brigando pela nobre causa?
Se assim o fizesse, a Maçonaria que sempre trabalhou em silêncio, jamais aprovaria e eu passaria a ser personagem da “vitrine dos hipócritas” tão magistralmente pintada e descrita por Jesus Fonseca.
Estamos todos empenhados na busca desta pérola para a nossa querida terra até porque quanto mais intelectualidade houver mais o eco irresponsável dos néscios se perderá em meio aos sons da cultura e da sabedoria.
Passei um pedaço de manhã sentado na casa do Prof. Raimundo, vice diretor do Ginásio Diocesano Dom João da Mata. Foi um dedo de prosa muito gostoso ao sabor de um precioso cafezinho feito pela sua mãe.
Fui em busca de dados do livro de tombo da paróquia e tive a tristeza de saber que o passado mais remoto é bem recente, datando o documento mais velho como sendo de 1955, ata da chegada de Padre José Sinfrônio, escrita de próprio punho. Contou-me ainda e tristemente que, para se arranjar espaço para um telecentro, os livros e papéis pessoais de Padre Joaquim Diniz foram desprezados como velharia e que ele ainda conseguira salvar dez livros, apanhados do lixão, e que se encontra sob sua guarda. Disponibilizou-os para a nossa pesquisa.
Narrou-me o destino desairoso que teve a Biblioteca Paulo Correia e como se encontra o seu acervo cultural empilhado em um canto de uma sala, ao Deus dará.
Dei uma idéia ao esforçado e bem intencionado Prof. Raimundo e convoco todos os itaporanguenses para tal empreitada.
Vamos fundar uma ONG para resgastar o PATRIMÕNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE ITAPORANGA. Este também será o nome da ONG. Aqui em São Paulo já conversei com um cliente e grande amigo meu que é entendendor de ONGs para nos orientar e ele se colocou à inteira disposição e me prometeu que estaremos discutindo este assunto nos próximos 15 dias.
Não teremos que esperar por governos locais ou regionais para resgatar a história de uma bela cidade que está se perdendo pela incúria governamental. Não estamos acusando este ou aquele governante pois o problema é muito antigo e a inépcia seqüencial ajudou a torná-lo crônico. Não percamos mais tempo com o leite que se derramou na areia. Temos que cuidar para que a vaca não chute o balde novamente.
Deixemos de lado os interesses particulares para reescrever a nossa história, com base em pesquisas, em discussões científicas neste mural, sem o assenhoramento do conhecimento, mas com o câmbio simbiótico que faz bem aos pares.
Tenho certeza de que, muitos de nós, têm alguns retalhos desta história que, se costurados com maestria e destreza, confeccionará uma colcha gigante de nossa ancestralidade gloriosa.
Mãos à obra. Com uma ONG devidamente organizada, iremos buscar no exterior as divisas que nos darão respaldo para aquisição de material para as nossas pesquisas individuais e grupais.
A primeira tarefa a ser feita é a adesão de que preciso para engrossar a relação
desta ação cultural. Pode ser adesão pública aqui no próprio mural com a frase “Tonho Fonseca, estou com você ou estou aderindo à causa” ou com qualquer outra expressão que queira manifestar ou ainda pelos telefones 11 3277.0766 ou ainda pelo e-mail no cabeçalho deste artigo.
Conversei também com Maria Correa que topou de imediato porque sente o entristecimento pelo enterro cultural em que Itaporanga está se oferecendo.
POVO SEM PASSADO NÃO TEM FUTURO.
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Sobre a alegria de Saulo e a volta de Lucas
Vede, prezados conterrâneos, a modéstia do nosso caro Saulo, que assim diz do não menos caro Lucas:”Eis aí o nosso conterrâneo Lucas, que mora nas Alagoas, dando um banho de escrita, de conhecimento, de convicção e porque não dizer de amor pela nossa Itaporanga. Esse cara escreve tão bem que às vezes chego a pensar ser o próprio Lucas Evangelista”.
Eu, realmente, não sei quem é o melhor dos dois. Usando a própria fraseologia do Saulo, digo dele o seguinte: “Esse cara escreve tão bem que às vezes chego a pensar ser o próprio Saulo de Tarso ou o Apóstolo Paulo.” Não conheço nenhum dos dois,Lucas e Saulo, mas, conheço as suas peripécias nas “missivas” que trocam entre si, fazendo com que me delicie com as irreverências inteligentes, as críticas picantes, mas construtivas, a construção bem arquitetada das frases mostrando o conhecimento profundo da língua pátria, “a última flor do Lácio, inculta e bela”, que alguns fazem questão de assassiná-la, agredindo o repouso tão merecido de um Rui Barbosa ou Machado de Assis.
Já estava com saudade de ler as verdades de forma irônica, mas graciosa e inteligente. Lembra até o “Pasquim” em seus bons tempos, onde havia gente inteligente escrevendo coisas inteligentes. Saí do meu silêncio para aplaudir o seu justo aplauso pelo retorno lucano e para repartir o meu aplauso para os dois. É a saga de dois excelentes escritores que paga a pena lê-los.
Parabéns e feliz 2010, com muita inspiração para ambos.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Zebedeu, o saco e o gato
Por Antonio Soares da Fonseca Jr em 27/11/2008
Um tal de Mccain, ao anunciar em seu reduto eleitoral, que os Estados Unidos tinham um novo presidente chamado Hussein Barak Obama, ouviu um ensaio de vaia. Que fez ele? MANDOU que os correligionários se calassem e respeitassem a INSTITUIÇÃO chamada PRESIDENTE, porque a eleição tinha acabado e deveria haver o maior respeito pela decisão dos outros americanos. Disse ainda: "agora ele é o nosso presidente; infelizmente eu perdi a eleição, por isto teremos, doravante de prestar-lhe todo o nosso auxílio e ajuda para tirar os Estados Unidos do momento em que ele se encontra." Dá-se a isto o nome de CIVILIZAÇÃO, CIVISMO, PATRIOTISMO.Aqui é QUASE a mesma coisa. Se não fosse este QUASE. Provavelmente, já há uma guerrilha nos bastidores querendo tirar proveito próprio, cobrando o seu voto por uma "colocação" na prefeitura; do outro lado, sempre vai ter alguém esperando a posse para se vingar de quem não votou a seu favor, desrespeitando o direito universal e democrático de escolha que cada alguém é possuidor. Terá outrem, sempre em cima do muro, que tanto faz ou tanto fez, ele quer é mais que a guerra comece para ver como é que fica. E Itaporanga vai ficando, vai ficando. Vai ficando do jeito que a deixei há 37 anos atrás. Com os mesmos sonhos de crescimento, com os mesmos empecilhos barrando o desenvolvimento, com as mesmas frustrações de que não foi desta vez. Quem sabe na próxima.
Coesão deveria ser o dístico da bandeira da terra. Aliar-se para crescer é ato de inteligência. Só os néscios desconhecem este sentido. Há dois mil anos atrás, já se dizia à boca larga em Roma: "Ut omnes unum sint." Que todos sejam um.
Enquanto não houver um bloco monolítico em favor da terra, ela será sempre uma cidade com quatro anos de idade. Quando entrar o próximo governante, desmanchará tudo o que o anterior fez ou paralisará o feito, começando um novo feito que será interrompido na próxima sucessão.
É uma pena. Uma cidade tão linda em potencial e tão pobre em sucessores. É uma pena também que, aqueles que deveriam ler este mural, que grita por uma Itaporanga diferente, são os que não o lêem, por analfabetismo escolar ou analfabetismo cultural. Têm alergia às letras.
Nós, filhos desta querida terra, aí ou alhures, estaremos sempre gritando em vão, tal qual arautos do deserto, falando para o vento, camelos e areal.
Então, Zebedeu, não jogue ainda o seu saco fora nem tampouco espante o gato. Conserve-os.
Quem sabe, um dia, possamos dizer: a eleição acabou, temos prefeito. Itaporanga só progredirá se não ficarmos olhando um para o outro, mas se todos olharmos numa mesma direção.
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