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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Imprensa nacional diz que Paraíba é 2ª em sobrevivência de novas empresas

De acordo com matéria, em contraste com o Nordeste negócios no Estado sobrevivem mais



Uma matéria do portal IG, publicada nesta segunda-feira (23), revela que a Paraíba ocupa o 2º lugar em sobrevivência de pequenas empresas nos primeiros anos de vida.

Leia a matéria. 


O paraibano José Miguel da Silva Sobrinho, de 39 anos, deixou sua terra natal aos 16 para trabalhar na cozinha de renomados restaurantes do Rio de Janeiro e de Brasília. De origem humilde, Silva Sobrinho trocou de Estado para melhorar de vida e reforçar as economias. Na época, conta, o Nordeste estava carente de oportunidades.

Há cinco anos, contudo, ele viu em João Pessoa (PB) uma cidade em ascensão para investir o dinheiro economizado e a experiência adquirida durante o período em que trabalhou fora do Estado. Decidiu abrir a pizzaria Arte da Pizza. “Quis levar meu conhecimento para minha terra natal. A raiz fez todo diferencial para o negócio”, considera ele. O início não foi fácil. O projeto era de uma pizzaria a la carte, como os restaurantes tradicionais de São Paulo. Os paraibanos, no entanto, estavam acostumados a comer em rodízios. “Os primeiros seis meses foram muito difíceis. Fizemos muito marketing na rua com degustação para atrairmos e fidelizarmos nossos clientes”, recorda o empreendedor.

A pizzaria — que inicialmente comportava 60 lugares — hoje tem espaço para 134 pessoas e, a partir do ano que vem, vai atender cerca de 180 clientes. A expansão, segundo o empresário, se deve, em grande parte, ao potencial empreendedor da Paraíba, especialmente da zona sul de João Pessoa.

“Os restaurantes estão muito concentrados ao redor da praia. Quis explorar outros locais para atender uma demanda carente de gastronomia”, afirma Silva, que prevê expansão do negócio com a Copa do Mundo de 2014. Segundo o Ministério do Turismo, a Paraíba é o 14º destino mais procurado em viagens domésticas. O caso de sucesso da Arte da Pizza não é isolado. Segundo censo realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Paraíba é o segundo Estado com maior índice de sobrevivência do País, com 80,5% das micro e pequenas empresas ultrapassando os dois primeiros anos de vida, atrás de Minas Gerias, com 81,5%.

A diferença é que, enquanto o Sudeste tem média de sobrevivência de 78,1% — acima da média nacional de 75,2% —, a Nordeste tem média de 71,5%. Ou seja, a Paraíba é a segunda melhor colocada no ranking, dentro da segunda pior região do levantamento (atrás do Norte, com 68,9%).

“Sempre que falamos sobre a taxa de sobrevivência das empresas, verificamos que a atitude do empreendedor é o grande diferencial

Essa contradição tem explicação, segundo Luiz Barretto, presidente do Sebrae Nacional: "A Paraíba se destaca no conjunto da região, em parte, porque nos últimos anos o setor da construção civil apresentou uma evolução relativa mais positiva. As empresas paraibanas da construção têm uma taxa de sobrevivência de 77%, o que foi determinante para a melhora da taxa de sobrevivência média das empresas daquele Estado."

Além disso, explica Barretto, o Nordeste foi caracterizado durante muito tempo pelo empreendedorismo por necessidade. E com a melhora da economia, esses empreendedores fecharam suas empresas e decidiram trabalhar como profissionais assalariados, contribuindo para o índice de mortalidade da região.

Para Geraldo Lopes, economista do Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual da Paraíba (Ideme), também contribui para o resultado a descentralização econômica. "Muitas indústrias estão abrindo unidades fabris na região e adicionando valor ao Estado. Há desde fábricas de cimento, até de eletrodomésticos", afirma, sem citar nomes.

PIB da Paraíba

Não obstante, o Produto Interno Bruto (PIB) da Paraíba vem crescendo acima da média nacional. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2011 o Estado cresceu 5,6% em relação ao ano anterior. Já o Brasil, teve expansão de 2,7% no mesmo período.

IG

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Economia brasileira recuou 0,5% no terceiro trimestre, diz IBGE


A economia brasileira recuou 0,5% entre julho e setembro deste ano, frente ao segundo trimestre, informou o IBGE nesta terça-feira, para US$ 1,213 trilhão. Pela primeira vez, o instituto incorporou ao cálculo a pesquisa mensal de serviços - que começou a ser divulgada este ano - e que, por enquanto, mede apenas a receita do setor. É a primeira queda desde o primeiro trimestre de 2009, quando a queda foi de 1,6%, segundo os dados revisados....
Com a nova metodologia, o avanço do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) apresentou alta de 2,2% frente ao terceiro trimestre do ano passado. A taxa de investimento de julho a setembro deste ano foi de 19,1% e a de poupança, de 15%.

O instituto revisou o número do acumulado do ano em 2012 foi de 1%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta foi de 2,3% e no acumulado deste ano, alta de 2,4%.

Analistas do mercado esperavam uma queda de até 0,5%, na comparação com o trimestre anterior. Segundo pesquisa da Bloomberg com 24 economistas, a média das projeções era de queda de 0,3%. Já em relação ao terceiro trimestre de 2012, a estimativa era de alta de 2,4%.

A desaceleração da economia é esperada desde outubro, quando o PIB no segundo trimestre surpreendeu, com alta de 1,5%. Em 2012, o setor de serviços respondeu por 68% da riqueza produzida no país.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Leite tem aumento de até 50% e vendas do produto diminuem na Paraíba

 
Indispensável no consumo diário para algumas famílias, o leite longa vida teve aumento de 20% este ano, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O produto em pó, segundo os consumidores, também apresentou alta, mas não foi divulgada na estatística do instituto de pesquisa. Somente em julho, a caixa de leite ficou 1,04% mais cara. Os gerentes de supermercados já perceberam retração de até 25% no consumo deste item, por causa da alta do preço.

O presidente da Associação de Supermercados da Paraíba, Cícero Bernardo, afirmou que a estiagem registrada em alguns municípios paraibanos e em outros estados brasileiros reduziu o rebanho e, consequentemente, a oferta de leite. “Há baixa no consumo e consequentemente, redução na oferta, por isso o quadro fica mais equilibrado. Não há leite suficiente para abastecer a demanda por causa da seca, daí vem o reajuste dos preços. As expectativas são de que esta situação se estenda até o final do ano”, frisou. De acordo com Cícero Bernardo, no início do ano, a caixa de leite custava cerca de R$ 2,00 e agora a média é de R$ 3,00, o que representa uma alta de até 50%.

O gerente-comercial do supermercado Menor Preço, do Bairro dos Estados, Anderson Melo, afirmou que o consumo de leite no estabelecimento caiu de 20% a 25% este ano. “A unidade do longa vida era vendida por R$ 1,99 há alguns meses. Hoje é difícil encontrar o produto abaixo de R$ 3,00”. De acordo com ele, o reajuste é mais visível nas bacias leiteiras locais que produzem as marcas Vale Dourado, Betânia e Lebom.

O gerente-geral do Menor Preço, Jair Alves, confessou que também está percebendo a queda no consumo do alimento e uma das saídas dos clientes é procurar o produto pasteurizado.

Nos corredores dos supermercados de João Pessoa, os consumidores muitas vezes reduzem a quantidade do item, para não deixar de levar o leite para casa. Esta foi a estratégia usada pelo aposentado Wallace de Souza Nascimento. “Percebi um aumento maior no leite em pó do que no de caixa. O saquinho de 200 gramas era vendido por R$ 2,85 e hoje chega a custar R$ 3,90. Em vez de levar oito unidades por quinzena, levo apenas cinco”, frisou.

Já a advogada Darcila de Oliveira Lins confessou que costuma comprar com fre- quência o leite longa vida, mas não prestou atenção no reajuste do preço. “Já subiu tudo isso este ano?”, indagou. Darcila de Oliveira explicou que costuma acompanhar o custo total de sua feira mensal, que passou de R$ 800,00, no início do ano, para os atuais R$ 1.100,00. “Sei que as minhas compras ficaram mais caras, mas não acompanho qual produto contribuiu para isso”, revelou.

MARCA PRÓPRIA É UMA ALTERNATIVA

O economista Cláudio Rocha afirmou que além de pesquisar, uma das estratégias que o consumidor pode adotar para evitar a carestia do leite é optar por marcas próprias existentes nos supermercados das grandes redes. Segundo ele, estes produtos personalizados apresentam boa qualidade e preço até 30% mais baixo do que muitas marcas prêmios.

“As grandes redes de supermercados investem na qualidade de suas marcas porque é o nome da empresa que está em jogo. E o preço chega a ser mais barato, de 20% a 30%, em comparação com as outras marcas”, afirmou.

Para o economista, para evitar a alta do preço vale tudo, desde as pesquisas de preço, mudança de marca e até buscar o produto nos atavarejos da cidade. Mas, Cláudio Rocha fez uma ressalva sobre a qualidade do produto adquirido. “O consumidor deve, porém, ficar atento ao valor nutricional do alimento para evitar prejuízo com a saúde”.

                                                                                                                               jornaldaparaiba

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Preparem o bolso que a gasolina vai subir




A forte pressão que a escalada do dólar colocou sobre a Petrobrás forçou uma mudança de planos no governo federal, que deve conceder um reajuste nos preços da gasolina e do óleo diesel ainda neste ano. O  reajuste deve ficar na casa de um dígito para os dois produtos, mas o martelo ainda não está batido quanto ao momento ideal para a alta nos preços.
Este foi o principal assunto tratado nesta quarta-feira, 21, pela presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e a presidente Dilma Rousseff, em encontro fechado no Palácio da Alvorada, do qual participaram também os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. A avaliação consensual é que o preço do barril de petróleo, definido pelo mercado internacional, não deve ceder no curto prazo, algo que suavizaria o custo com as importações.
O reajuste nos preços já foi solicitado formalmente pela Petrobrás ao governo, e serviria para reduzir a diferença entre o custo do combustível comprado pela estatal no exterior e aquele vendido nos postos de gasolina no Brasil. A explosão do dólar nos últimos dias, que fechou a R$ 2,436 nesta quarta, aumentou esse diferencial - a Petrobrás precisa gastar mais reais para adquirir a mesma quantidade de combustível, cotado em dólar.A medida, antes rechaçada pelo governo porque agravaria o quadro inflacionário do País, passou a ficar urgente depois que a cotação do dólar, em vez de ceder, só continua a subir. Segundo explicou um auxiliar presidencial, o dólar a R$ 2,20, como vigorava até dois meses atrás, já exigia um esforço financeiro da Petrobrás, que cobrava internamente por um reajuste, “então, a partir do momento em que o dólar continuou subindo, a situação vai piorando”.
Blog do Tião Lucena

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Conta de luz deverá ficar até 4% mais barata na Paraíba; Confira


Conta de luz deverá ficar até 4% mais barata na Paraíba; Confira
Apesar da carestia que vem comprometendo o poder aquisitivo dos paraibanos este ano, terá um alívio que vai trazer economia ao bolso do consumidor e no custos das empresas.

Os usuários da Energisa Paraíba, que compreende 1,1 milhão de clientes, vão pagar menos pelo consumo da energia elétrica com a revisão tarifária. A partir do dia 28, indústrias (-4,03%) e consumidores residenciais (3,80%) terão as maiores reduções, segundo informou ontem a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Já a conta de energia dos pequenos comerciantes foi um pouco menor (- 2,59%).

Vale lembrar que o recuo do índice, que vai atingir 216 municípios paraibanos, faz parte da terceira revisão tarifária periódica da Energisa Paraíba.

A previsão inicial em junho da Aneel para a redução média era de um índice menor (- 2,54%). Já o setor industrial, a estimativa era de queda de 5,08%, enquanto os consumidores residenciais a Aneel previa um desconto bem menor (-1,45%).

O secretário executivo do Procon Paraíba, Marcos Santos, afirmou que a revisão tarifária não deixa de ser uma vitória para a população. “Recebemos de bom grado a notícia que vai beneficiar, principalmente, os consumidores de baixa renda que têm mais dificuldade em pagar suas contas”, afirmou. Segundo ele, as reclamações contra a Energisa estão entre as principais registradas no órgão contra concessionárias .

Já o presidente da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas da Paraíba (FCDL-PB), José Artur de Melo, afirmou que, como o setor está em baixa, índice para menos é sempre bem vindo. “É melhor do que reajuste, mas não vai ter muito impacto na vida dos comerciantes”, frisou.

A revisão tarifária ocorre a cada quatro anos e já é prevista nos contratos de concessão. Ela tem por objetivo obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas voltados para a prestação dos serviços de distribuição e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela Aneel.

Os descontos divulgados pela Aneel, que começam a vigorar este mês, só vão ter impacto na conta de energia elétrica em setembro. Mas desde já a redução foi bem recebida por representantes do comércio, indústria e consumidores da Paraíba.

ENERGISA

A assessoria de imprensa da Energisa informou que a concessionária prefere se pronunciar sobre o assunto quando as planilhas sobre o recuo dos índices forem publicadas no Diário Oficial da União.

PRIMEIRA REDUÇÃO

Em 24 de janeiro deste ano, a Aneel, por meio da medida do governo federal, reduziu em 18% a conta das residências dos 216 municípios paraibanos cobertos pela Energisa Paraíba, enquanto na indústria a queda chegou a 32%.

Contudo, medida do governo do Estado, por meio da lei 9.933, elevou os percentuais de cobrança do ICMS sobre a energia de algumas faixas de consumidores no Estado, que consomem de 51 quilowatts até 300 quilowatts hora por mês.

@folhadosertao
com jornaldaparaiba


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 começam a circular nesta segunda.

O Banco  Central (BC) comunicou, na sexta-feira (26), que entram em circulação nesta segunda-feira (29) as novas cédulas de R$ 2 e de R$ 5, da Segunda Família de Cédulas do Real.

De acordo com comunicado do Departamento do Meio Circulante, as notas de R$ 2 mantém o padrão de cor predominante azul, mas terá novas dimensões.

A nota de cinco segue com o tom predominante lilás e passa a apresentar um tamanho diferente do atual.

Os principais itens de segurança nas duas cédulas são a marca d'água, o "quebra cabeças", no qual o valor da cédula aparece quando examinada contra a luz, marcas em alto relevo e elementos fluorescentes, visíveis sob a luz ultravioleta.

Em julho de 2012 entraram em circulação as notas de R$ 10 e R$ 20, que devem ser completamente trocadas até meados de 2014. As primeiras cédulas da nova família a entrar em circulação foram as de R$ 50 e R$ 100.


UOL

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Prévia da inflação oficial fica em 0,07% em julho, diz IBGE


A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), considerada uma prévia da inflação oficial usada nas metas do governo, desacelerou para 0,07% em julho, após subir 0,38% em junho, de acordo com divulgação desta sexta-feira (19) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)....

Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,40% - ficando dentro da meta de inflação do governo, de 6,5% - e, no ano, de 3,52%. Em julho de 2012, a taxa havia ficado em 0,33%.

Os principais grupos responsáveis pela quase estabilidade do índice foram os de alimentação e bebidas (de 0,27% para -0,18% em julho) e transportes (de 0,10% para -0,55%). No grupo de alimentos, o tomate, que meses atrás foi considerado o vilão da inflação, foi o item que liderou os impactos negativos nesta apuração, ficando 16,78% mais barato. Seguindo o mesmo comportamento, ficaram menores os preços do feijão carioca (-3,86%), do óleo de soja (-3,13%) e da cenoura (-18,78%).

Entre os destaques dos grupos que tiveram resultado menor estão o etanol (-3,71%), a gasolina (-0,69%) e o ônibus urbano (-1,02%).

Também registraram queda os preços dos artigos de residência (de 0,68% em junho para -0,06% em julho) e de vestuário (de 0,72% para -0,17%).

No grupo de gastos com saúde e cuidados pessoais, a variação de preços também perdeu força (de 0,72% em junho para 0,20% em julho), influenciado por remédios, que caíram 0,09%, e dos artigos de higiene pessoal, que recuaram 0,08%.

Na contramão, tiveram altas os grupos habitação (de 0,57% para 0,60%) e despesas pessoais (de 0,37% para 1,08%). Nas despesas com habitação, os destaques ficaram com energia elétrica (de 0,01% para 0,26%) e gás de botijão (de 0,01% para 0,49%).

Nas despesas pessoais, as maiores contribuições partiram do custo de empregado doméstico (de 0,50% para 1,45%) e de recreação (de 0,19% para 1,36%).

Entre os índices regionais, o maior foi o de Fortaleza (0,29%) e o menor, o de Goiânia (-0,35%).

O Banco Central vê mais inflação no próximo ano do que via antes, apesar de reforçar que o atual ciclo de aperto monetário fará os preços entrarem em trajetória de declínio, ao mesmo tempo em que acredita que a depreciação do real ante o dólar é uma pressão inflacionária no curto prazo.

Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta quinta-feira (18), o BC repetiu que sua política deve permanecer "especialmente vigilante" e que é "apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso".

Isso sinaliza que o BC pode manter o atual ritmo do aperto, como esperado pelo mercado. Na semana passada, ele elevou a Selic em 0,5 ponto percentual, a 8,50% ao ano, mantendo o passo da reunião do Copom de maio, em meio à inflação elevada e à economia ainda sem sinais consistentes de recuperação.
G1 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Falta de mão de obra ameaça projetos de transporte, dizem setores


O Brasil dificilmente terá equipamentos, mão de obra e capacidade gerencial para os R$ 328 bilhões previstos para serem gastos nos próximos cinco anos em novas obras de transportes.

Essa é a avaliação de associações dos setores de construção, empresários e técnicos da área ouvidos pela Folha sobre os seguidos pacotes de obras rodoviárias, ferroviárias, metroviárias e hidroviárias anunciados pelos governos federal e estaduais desde o ano passado.

No mês passado foi anunciado pelo governo federal mais um desses pacotes, o Plano de Investimento em Logística, com previsão de gastos de quase R$ 80 bilhões em cinco anos nas áreas de ferrovias e rodovias.

Antes dele o governo já havia anunciado recursos para grandes obras em metrôs, trens e rodovias, sem contar os investimentos planejados pelos governos dos Estados e concessões em andamento.

O alerta de que os planos vão encontrar uma dura realidade para sair do papel foi dado pelo secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, no início deste mês.

Ele disse que obras de metrô na capital paulista estão paradas não mais por falta de dinheiro ou licenças: não há equipamentos disponíveis.

Mário Humberto Marques, vice-presidente da Sobratema -associação que reúne empresas de aluguel de máquinas pesadas-, disse que alguns setores chegaram neste ano a dobrar o preço de seus produtos por falta de equipamentos no mercado.

"Para não ter aumento de custo das obras, nós precisamos ter mais facilidades para trazer equipamentos de fora", afirma Marques.

O Ministério dos Transportes, responsável por planos de investimentos federais, não se pronunciou sobre a avaliação das associações.

O pacote de transportes não é o único de infraestrutura. As obras competem em equipamento e pessoal com as de outros setores, como elétrico, petróleo, portos, aeroportos e construção civil, que têm mais pelo menos R$ 1 trilhão de gastos previstos.

Além disso, é preciso concluir bilionárias obras para a Copa e a Olimpíada.

Luciano Amadio, presidente da Apeop (Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas), diz que o maior problema está na mão de obra desqualificada.

Segundo ele, algumas empresas estão levando até seis meses para conseguir pessoas em número suficiente para iniciar um projeto e isso tende a piorar.

No caso dos engenheiros, o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) aponta que o país tem a necessidade de formar 300 mil profissionais, e a perspectiva é ficar na casa dos 215 mil.

"O governo tem que começar já um programa de formação. Só o trem-bala necessitará de 30 mil empregados diretos", disse Amadio.

Além de pessoal para acompanhar as obras, é preciso gente para elaborar os mais de 300 projetos que precisarão ser desenvolvidos antes do início das construções.

Sem isso, corre-se o risco de o país voltar a ter os problemas do ciclo de obras do PAC até 2010. Iniciadas em muitos casos com projetos ruins, elas resultaram em atrasos e suspeitas de superfaturamento.

Dados do IBGE mostram que em 2010, pico do investimento em infraestrutura federal, o país fez pouco mais de R$ 40 bilhões em obras de ferrovias e rodovias. Fazer o que está previsto em cinco anos seria gastar cerca de 50% mais que no ano de pico.

"Estamos vibrando porque esse é um santo problema. Temos capacidade de nos adaptar para fazer o que for preciso. Mas vamos fazer o que tivermos capacidade de fazer", afirmou Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Empresa poderá investir cerca de 170 milhões de dólares para Extração de Minério de Ferro em Curral Velho no Vale do Piancó

Um grupo de analistas estrangeiros visitou neste mês de agosto, a cidade de Curral Velho, no Sertão do Estado, em busca de analisar as condições do território local para possivelmente instalar uma Extração de Minério de Ferro, depois que foram surpreendidos com a riqueza do subsolo daquela localidade.

Os analistas foram recepcionados por empresários e políticos da cidade. Os investimentos poderão trazer a maior economia de todo Sertão paraibano para a cidade que possui menos de oito mil habitantes.


Confira abaixo o relatório onde demonstra os investimentos:
Projeto para Extração de Minério de Ferro, onde teremos implantação da infra-estrutura, estas informações podem ser utilizadas para buscar benefícios e recursos junto ao Governo Estadual primeiramente, depois na esfera Federal.

Temos a seguinte situação:
Área a ser explorada: 47.000.000m2 (4.700 hectares), sendo que até o presente momento foram abertas 13 trincheiras, todas elas com resultado positivo, umas com veios de 13 metros, outras com veios de 20 metros de largura.

Estes veios estão no pico da cadeia montanhosa, sentido Curral Velho - Pedra Branca, extensão de 7.000mts.

Iniciaremos a restauração de 7 kms da estrada que liga Curral Velho até a Jazida, depois serão abertas estradas para que os caminhões com as sondas possam chegar até as trincheiras.
Vamos abrir poços artesianos nas fazendas onde será extraio o minério, já estamos providenciando as sondas para aberturas dos poços. Estes poços beneficiarão os proprietários das fazendas.

Em termos de investimentos, teremos o seguinte:
Linha férrea: Aproximadamente 140 kms, ao custo aproximado de U$ 140.000.000,00 (Cento e quarenta milhões de dólares).

Logística para alimentar os vagões: Caminhões/carretas: U$ 14.000.000,00 (Quatorze milhões de dólares).

Equipamento para mineração: U$ 15.000.000,00 (Quinze milhões de dólares)
Instalações: Administração, Refeitório, alojamento, ambulatório, galpão para manutenção, posto de combustível, etc... (Valor ainda não orçado).

Faturamento inicial mensal de U$ 8.775.000,00 (Oito milhões, setecentos e setenta e cinco mil dólares), até termos a lavra definitiva, sendo que depois, a previsão passará para U$ 27.000.000,00 (Vinte e sete milhões de dólares) mensais, no primeiro estágio, terceiro estágio para U$ 40.500.000,00 (Quarenta milhões e quinhentos mil dólares), e no quarto estágio Passaremos para U$ 54.000.000,00 (Cinquenta e quatro milhões de dólares).

Faturamento calculado a base de U$ 135,00 por tonelada, sendo que já temos previsão de chegar a U$ 150,00 por tonelada no próximo ano.

O que buscamos junto ao poder público:
Asfaltamento da estrada que chega a Curral Velho (Temos informações que já está licitada, e começarão as obras dentro dos próximos dias).
Benefícios fiscais.
Liberações de linhas de crédito junto ao Governo Federal.
Linha de energia elétrica para alimentar o centro de britagem, administração, etc.

O que temos a oferecer ao Município:
Empregos diretos e indiretos.

Ação Social:
Construção de um posto de saúde na Cidade, com ambulância, médicos e enfermeiras.
Construção de um ambulatório dentário completo.
Construção (ou reforma), de uma escola a nível primário e secundário.
Escola de qualificação profissional em diversas áreas como computação, agricultura, mecânica de manutenção de caminhões e tratores, etc.
Importação de geradores a diesel para as fazendas aonde não chegou à eletricidade.
Todos os equipamentos para os projetos acima serão importados.

DiamanteOnline com Assessoria da COMPORT LTDA

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Combustíveis mais caros hoje


Quem precisa dedicar parte do orçamento à manutenção de automóveis e motocicletas tem a partir de hoje uma dor de cabeça extra. É que, segundo os sindicatos que representam revendedores de combustíveis, os preços do produto deverão ficar mais altos em todos os postos da Paraíba. O reajuste, segundo as entidades representativas, está sendo repassado pelas distribuidoras e deverá chegar ao bolso dos consumidores com um acréscimo de até 7% no valor final, como é o caso do diesel, que deverá subir em média R$ 0,10.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis e Derivados do Interior da Paraíba (Sindirev), Bruno Agra, os valores poderão ter pequenas variações, conforme a cidade e a demanda de mercado, mas a gasolina deverá ter um aumento médio de 1,5% e o álcool de 5%.
Em Campina Grande, por exemplo, onde o litro de álcool custa em média R$ 2,09, o consumidor deverá passar a pagar até R$ 2,19. Já a gasolina, cujo último preço verificado nas bombas na cidade é de R$ 2,66, o litro poderá chegar a R$ 2,69. E o diesel, utilizado em caminhões e veículos mais pesados, que custava R$ 1,98 deverá custar R$ 2,08 nos postos do município.
Os consumidores desaprovaram o aumento. “A gente já paga muito e evita até rodar de carro para economizar, mas desse jeito não tem como, né? Fica muito difícil. E o pior é que a gente precisa, não tem outra forma. O carro só anda se tiver gasolina”, comentou o funcionário público Orisman Duarte, ao abastecer o seu veículo. Para se ter uma ideia, em Campina Grande, um consumidor que abastecia 45 litros de gasolina a R$ 2,66 pagava R$ 119,70. Com a passagem do preço para R$ 2,69, a mesma quantidade do combustível ficará por R$ 121,05.
“É um aumento que já vinha inclusive sendo anunciado pelo governo e que é inevitável, porque já vem sendo repassado pelas distribuidoras. Os donos de postos apenas repassam, já que não podem, é claro, ficar no prejuízo. Para quem tem carro flex, com esse reajuste fica ainda mais desvantajoso abastecer com álcool”, explicou o presidente do Sindirev.
Em João Pessoa, o preço médio do álcool que era de R$ 2,15 deverá ficar em torno de R$ 2,25, caso o aumento seja confirmado. Já a gasolina deverá chegar a um patamar médio de R$ 2,60, quando era vendida por R$ 2,58, em média.
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro-PB), Omar Hamad Filho, salientou que de fato houve um aumento por parte das distribuidoras, mas não há como precisar se haverá repasse para os consumidores. A assessoria de imprensa do Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis afirmou que não há nenhuma informação oficial sobre aumento de Etanol e Gasolina, por parte das distribuidoras, há apenas o que foi dito pela Petrobras a respeito do diesel. Já a assessoria da Agência Nacional de Petróleo (ANP) informou que o órgão não fez qualquer tipo de interferência na tabela de preços dos combustíveis.
Jornal da Paraíba