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Zé do Agreste

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As Razões de Ariosvaldo Ferreira

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Morte natural retira do nosso convívio duas células integrantes da família do vale do Piancó. Adeus

Morte natural retira do nosso convívio duas células integrantes da família do vale do Piancó. Saudades e votos do continuar consciente ora despojados da túnica carnal.

Um dos policiais de trânsito mais conhecido é, de fato, o saudoso Oscar Moura Diniz, melhor idade que até pouco tempo, visitava Itaporanga, mensalmente.

Natural do Vale do Piancó o Guarda de Trânsito Oscar prestou por várias décadas os seus serviços estadual de trânsito na antiga Delegacia de Trânsito, onde Oscar, Manezinho Justino, Nininho e por um tempo Chico Dondon, reversavam o controle de trânsito, cujo local em que funcionava era num prédio de Chico Pinto, vizinho a casa do saudoso Valeriano Herculano, ainda no estilo que fora construída.

A farda usada dessa espécie em extinção ainda se vê num despachante do tráfeto da estação rodoviária em João Pessoa. A farda era bonita que também era usada pelo policial militar de outrora.

Hoje já não mais se vê em abundância e muito raro, em João Pessoa, repito. Isso acontecia em Itaporanga nos tempos do transporte popular ‘jipes’ e alguns carros de passeio o antigo Volkswagen., este privilégio de alguns, me lembro ainda do carro de passeio do Dr. Djalma Leite, da dona Ivete Pinto e do Dr. João Costa, odontólogo, alguns outros reduzidos abastados do ‘cacau’.

Diferente o que se vê hoje em dia com tantos carros e diversas marcas, a terrinha é recheada de Hilux, gol quatro portas, mais e mais que tumultuam muito o centro da cidade projetada para o século passado e por isso não oferece nenhuma facilidade de trafegar nessa pequena com requintes de cidade grande. Também pudera aqui o dinheiro circula em grande escala nunca antes vista.

Oscar Moura Diniz nos deixa num vazio! Ele vem a ser o outrora sogro de Neidinha Brandão Guimarães, que lhe deu um neto filho do ‘Galego do Guarda’, saudades!


Neste mesmo dia, um outro ponta de rama do saudoso “Tenente Augusto Nunes’ é o filho caçula masculino irmão da outra caçula Solange, do saudoso casal José Nunes Viana e da dona Isaura Farias, casal perfeito que residia nesse casarão de esquina da então rua Santa Terezinha, hoje calçadão José Barros Sobrinho. Geovaci, irmão de Gonzaga ‘in memória’ Calaca, Dr. Toinho, Chiquinho, Gorete, Fatinha e Solange.

O cigarro, triste arma que dizima a todos os seus viciados. Geovaci fumava um cigarro que era aceso na piola e assim por diante, enfisema pulmonar lhe arrebatou da existência atual.

Aos dois vai os meus fluídos em prece ao Pai da vida, entendimento a essas criaturas criadas por Deus perfeito, numa perspectiva que estejam eles sendo recepcionados pela espiritualidade designada para os primeiros momentos na verdadeira pátria, a espiritual. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Não resisti. Tomei o primeiro copo, aprovei e fiquei freguês! Obrigado "Toim do sopão".

Não resisti. Tomei o primeiro copo, aprovei e fiquei freguês! Obrigado "Toim do sopão".
                                                        (Por TITICO PEDRO  em 10-05-2013  )
             
Hoje, finalmente hoje, consegui me aproximar bem de perto do piancoense ‘Toinho do Sopão’, tão admirado por uns e indiferente aos olhos de outros que apesar dos ‘olhos de ver’ preferem encará-lo como outro qualquer desconhecido. E o Toinho nem sequer demonstra preocupação com isso.


O rapaz é de baixa estatura, de olhos bastante ativos, a cada segundo procurando encarar os transeuntes do tão bem organizado e batizado até como o famoso Ponto de Cem Réis. Êita moeda forte numa determinada época da humanidade aqui de João Pessoa. Nos meus tempos de ventura, quando comprava dez pães com um tostão ou quinhentos réis, quanta alegria para experimentar até o pão que o ‘diabo amassou’, tamanha necessidade de uma infância que não desejo ninguém experimentar. É cruel, mas deixa nos ricos de saudades é tal qual a melodia dos tempos de criança de Ataulfo Alves ‘eu era feliz... E não sabia ...á...’

O Toinho que já está no seu segundo matrimônio, apenas, tem ideias mirabolantes e que coincidem com as da sua própria consorte. Ele tem na mente um plano de governo tão bem arquitetado para um sertanejo que deixou o seu umbigo enterrado em um dos currais do Piancó. Já pensou como as parteiras de outrora eram tão sectárias. Tinham como verdadeiro mito enterrar o cordão umbilical nas entradas dos currais porque só assim a sorte de enricar fluía com bastante rapidez. Isso já passou porque a fé, um dia, será desmascarada e a razão, por sua vez, ocupará o espaço.

Duvido, hoje, qualquer modesta maternidade de qualquer lugarejo, assim proceder porque muitas das vezes a pediatria está presente e a orientação é outra, baseada na ciência dos homens, através dos obstetras. Como é bom está com a evolução nos diversos aspectos. ‘Todas as vezes que a ciência provar uma afirmativa qualquer sobre determinado afirmativo da doutrina, cabe ao Espiritismo se dar por vencido e passar a abraçar o dizer da ciência’ – Kardec. Há cento e quarenta e seis anos decorridos mas a ciência não ousou em desmascarar qualquer afirmativa espírita que admite provável mudança se o fato assim justificar.

O nosso fornecedor do ‘sopão’, já no seu 11º ano de distribuição de um copo de sopa e um pão à base de soja. Aí é saber como controlar uma saudável refeição. Duvido qualquer risco a saúde, os envolvidos com a feitura e distribuição da sopa são imunes ao orgulho, egoísmo e prepotência. O Deputado é retilíneo nesse aspecto e não admite qualquer descriminação. Podem até repetir as vezes que quiser dependendo da capacidade da sua barriga. Exige apenas que o copo tem que ser o mesmo, não se repete a dose com outro vasilhame.

Eu experimentei a primeira vez com meio como apenas. Agora já vou todos os dias, exceção apenas do domingo cuja alimentação é espiritual e me completo na palestra dominical da Federação Espírita da Paraíba sita à Avenida Bento da Gama ao lado do Posto Maia da Beira Rio.

Conversei hoje com o Toinho. Ele é Deputado de primeiro mandato. Não simpatizou ao me identificar ser de Itaporanga vizinho de sua terra Piancó. Ele se explicou e eu lhe dou razão. Toinho saiu de Piancó por não ter tido apoio para ajuda-lo no ‘ganhar o pão’ e foi em João Pessoa onde o Toinho aprendeu a ‘fazer ao outro tudo aquilo que deseja para si’. Assim ele há exatos onze anos faz sem olhar a quem. E a religião?, ele não me disse qual a fé que segue. Pra ele todas seguem um mesmo caminho, com as exceções admitidas em toda e qualquer regra.

Não fala de ninguém. Atende a todos. Serviu-me um copo de sopa na maior alegria não sabia ele que serviu um advogado de uma perna só. Pouco o importa já compreende que todos, ricos e pobres etnia qualquer que seja biblistas, evangélicos, cristãos, espíritas, materialistas que são equivocados, qualquer que seja a doutrina ele encara a todos sem exceção.

Perguntei e ele me respondeu sem pestanejar que pertence ao Partido Ecológico Nacional (PEN), que abriga o Deputado Ricardo Marcelo, presidente estadual da legenda e também da Assembleia Legislativa. É um partido que nasceu na Paraíba com uma boa bancada que aderiu à sigla. Talvez seja fundado em Itaporanga, se é que não exista ainda. É mais fácil, eu acho, os nossos representantes de Itaporanga na política local não perde de mimar os influentes partidos. Eu conheço uma família que abriga três legendas, exatamente a quantidade de votos que possui.

Cada qual que esteja disposto a tomar conta de uma sigla nova com $ bons $ integrantes.
Não é o que acho com a atual Câmara de Vereadores. No passado?... talvez.
Espero que o ‘Toinho’ empreste o seu apoio e use a tribuna da Casa ‘Epitácio Pessoa’ para lutar pela compreensão e respeito ao ‘aleijado’ de uma perna só.

Bem ainda se integre a luta por nós abraçada de ‘construção imediata do Campus do IFPB’ que já está assegurado, até com recursos guardados em Banco sem medo de qualquer desvio. A nossa pressa é apenas para que o ano letivo de 2014 já inicie com cursos superiores na nossa terra, centro de todo o Vale do Piancó.

Vai lá “Toinho do sopão” sua força dar qualidade ao nosso Vale que está sem eira e nem beira, acéfalo. Tão diferente que foi na época do nosso legendário Soares Madruga.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O M.'. M.'. Nitão Diniz partiu com ele nossa solidariedade e votos de um bom regresso. '.


O M.'. M.'. Nitão Diniz partiu com ele nossa solidariedade e votos de um bom regresso. '. 
  (Por TITICO PEDRO  em 06-05-2013 – do Itaporanga. net) ·.

Nitão Diniz.

Tudo justo. ’. sempre usado e pronunciado pelo nosso Ir. ’. Nitão, o primeiro no Vale do Piancó que ousou a bater com pancadas profanas a porta do templo da.’. Augusto Simões.’. da cidade de Patos ou talvez. ’.Regeneração Campinense.’, .’.oriente de Campina Grande, na década de1950,   conduzido que fora por um irmão maçom, que não o conheço com certeza.

Os trabalhos de instalação da Loja Estrela do Vale Nº 32, de Itaporanga, já contou com o número mínimo exigido para formar os cargos de Ven. ’. até o ‘porta do templo’. Nitão conseguiu trilhar pelos trilhos retilíneos dos três graus da ordem maçônica e é com o ramo de acácia que já está sendo conduzido ao grande banquete,  que os espíritos maçons preparam com maestria e recebem indistintamente a todos nós “adormecidos” ou em pleno vigor nos trabalhos contínuos desenvolvidos numa Loja de São João,  justa e perfeita.

Já imagino como as almas dos maçons do Vale do Piancó, inclusive da Loja da cidade de Piancó, que recebeu o nome de Loja Maçônica. ’. Antônio Remígio da Silva. ’., o nosso eterno .’.M.’. de Cerimônia, de outrora, que um dia o recebemos festivamente para ingressar na ordem, esse ex-vice Prefeito de Piancó, o pai do Ir. ’. Remígio Júnior. Até o número simbólico da Maçonaria acontecera com os profanos que ingressaram num só dia ao. ’.Eddeus Feitosa.’., na ignorância Antonio Remígio, Williames e Peron, recepcionados pelo nosso hoje espírito Nitão Diniz. Pense num trio harmônico e solidário entre si. Um só pensamento externado, um só comportamento, uma só solidariedade, esse trio frequentemente estava presente às reuniões ainda quando a .’.Estrela do Vale.’. funcionava na rua João Severino, apelidada ainda hoje por Beco da Padaria de seu ‘Pedim’. O trio, unidos a nós outros, passamos para reunirmos num prédio construído, suas paredes e coberto pelo saudoso. ’.Eddeus.’., nosso saudoso Venerável,  que fora arrebatado  por um desastre de automóveis, razão pela qual fora substituído o nome primitivo.

A maçonaria hoje em dia está bem diferente e você meu Irmão Nitão, bem melhor contará já do outro lado. Nunca vi morrer, ainda que a passos de caranguejo, o tradicional. ’.ritual.’. já começando a ser espalhado até pela rede mundial de computadores. Por conta disso é que um dos Ir.’. que o conheci, fora tornado irregular diante da potência maçônica, a partir do Or.’. de Itaporanga. Pequeno escape esse irmão,  que já habita o mundo dos espíritos, às vezes em mesa de bar dava dicas dos gestos que usamos para pedir socorro entre os maçons que só os de dentro é que bem entendem por ser uma obrigação.

Prossiga em Paz com a justiça, perfeição, amor, etc. que reside em nossos corações, abrigo sagrado que o G.’. A.’.U.’. criou perfeito. E, segundo sua Lei imutável fixada na nossa consciência, à eternidade seguiremos no ir e vir até alcançar, um dia, a pureza que o nosso Ir. ’. Maior o Cristo Jesus, nos deixou como uma virtude que é para todos nós.

Vá Nitão com um T.’. e F.’. abraço deste teu irmão que continua adormecido, mas feliz por ter conhecido os três degraus da escada de Jacó e ter lido por muitas vezes como Orador do Templo o. ’.:


Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união ... Sagrada Escritura.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Até logo Antonio Porcino" Itaporanga Chora a Tua Partida, e Nós Outros Também..

Até logo Antônio Porcino" Itaporanga chora a tua partida, e nós outros também..
(  TITICO PEDRO  em 03-05-2013, do Itaporanga.net)

O município de Itaporanga, desde ontem, ao iniciar a noite, está tomada de surpresa com a súbita partida ao Oriente eterno de um dos seus mais ilustres filhos, nascido no sítio Barrocão, que é bem próximo a Boa Ventura, que também se considera terra mãe do Dr. Antonio Porcino, ex-prefeito de Itaporanga, Juiz/Desembargador classista do Tribunal Regional do Trabalho do Estado de São Paulo e Presidente Nacional da confederação dos dos sindicatos de trabalhadores frentistas.
                     Foi na política paraibana que Antonio Porcino, por vocação, mais gostou de fazer . Também pudera, humanitário como era, não podia perder nas paradas que ousou disputar como candidato, quer como vice-prefeito, quer como suplente de senador, que participou da chapa com o ex-Governador Zé Maranhão e sendo , também,  Prefeito.  Toda essa trajetória pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro que, mês passado, ele achou por bem se desfilar para ingressar no Partido Trabalhista Brasileiro, PTB, que passou a presidi-lo aqui em Itaporanga.
                       Porcino já construía apoios para a disputa que faria, na busca de uma cadeira no parlamento estadual e, diga-se de passagem, com chances concretas de eleição garantida, tamanha o carisma em toda a região do Vale do Piancó, construída com a boa ação humanitária, que prestava a qualquer que o procurasse. Nunca ousou dar um não ainda que custasse sacrifícios da sua parte, tamanha a compreensão do cristão que carrega no seu coração, com vistas ao amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
                        O Prefeito Aldiberg Alves que na eleição de 2008 teve o integral apoio do saudoso Porcino, porém, não logrou êxito. Na manhã de hoje, tomado pela desolação dos munícipes, em solidariedade a morte do corpo do ex-prefeito, acertadamente, assina decreto de feriado municipal e luto oficial por três dias em reconhecimento aos méritos do grande Tonho do Barrocão.
                             O seu corpo chegará a Itaporanga na madrugada de amanhã e ficará exposto todo o dia no salão principal do paço municipal, para partir a tardinha ser conduzido a João Pessoa, onde será cremado e as suas exéquias voltará em pó para ser espalhadas por todo o sítio Barrocão, onde mantinha uma bela casa de fazenda que recebia da menor a maior criatura de Deus, perfeito.
                              Esse era o Porcino que na fase da adolescência buscava o conhecimento, como eu; encontra portas abertas no Ginásio Diocesano Dom João da Mata do Padre Zé Sinfronio, educandário que também deu guarida ao trombonista mais querido entre os cinco de todo o planeta, consagrado pelas melhores academias, tal qual era o nosso saudoso Radegundes Feitosa.
                      Padre Zé, Radegundes, Praxedes Pitanga, Dr. Balduino de Carvalho, Sinval Pinto e tantos outros caminhantes à eternidade, que já estão do lado de lá, já libertos da túnica material, dentro dos limites das suas possibilidades, procurem recepcionar a alma nosso irmão Antonio, nessa primeira fase de espírito em evolução.
                    Amanhã a Fundação Cultural Professora Anália Rodrigues, BOA NOVA FM, apresentará o ‘Titico Explica’ a partir das 9:00 hs., prestará justas homenagens ao falecido ex-prefeito que espera contar com a participação de autoridades ou outros que espontaneamente comparecerem ao recinto da nossa rádio Alternativa que conjuntamente apresentará o programa mencionado.
                         As preces de todos nós outros, que fazem o Centro Espírita Jesus de Nazareth de Itaporanga já estão sendo direcionados nosso Irmão maior, conduzidas pelo nosso benfeitor Ismael, nosso guia planetário no contesto brasileiro.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Guimarães. Árvore de Bons Frutos. IFPB JÁ.


Guimarães, árvore de bons frutos. IFPB Já
(Por TITICO PEDRO  em 28-04-2013, do Itaporanga.net) 

Há muito tempo ouço e escuto muito bem, de uma criatura de Deus, do finalzinho do século XIX, o ‘Major’ Abdon Leite Guimarães. Antes  a patente era concedida a homens de bem, ainda nos idos passados, durante a monarquia implantada no Brasil, dado ao jugo de Portugal sobre nós brasileiros de imenso País continente. O Major Abdon Guimarães era um homem dotado as letras, tradição da família, lia e escrevia para o povo rude do grande município de Misericórdia com os seus distritos de Pedra do Fumo, São Boa Ventura, Brusca, São Paulo, São José de Caiana e Timbaúba.

Essa gente do passado, na maioria, procurava o Major Abdon Guimarães para escrever e ler as cartas vindas dos mais diversos recantos do sul de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas, refúgio dos que queriam melhor viver em plagas distantes ainda que fosse para a labuta na agricultura.

Um dos primeiros Tabeliães, que a memória consegue gravar, que fora nomeado para o mister, foi exatamente o Major Abdon. Não tenho presente, mas Misericórdia pertencia ainda ao termo judiciário de Pombal, que é também banhado pelo nosso gigante Rio Piancó que alimenta o maior açude público da Paraíba o ‘Coremas”, guardando, lógico, as devidas proporções.

Outros vieram mais tarde a exercer o quadro de auxiliares da Justiça a exemplo de Antônio Vital, Irineu Rodrigues, Hosmida Teódulo, Zu Silvino, Netinha de Sinhozinho Farias, Zé Barros, além dos oficiais de justiça Inocêncio Pereira, João Peroba, Manoel Alexandre, e mais recentemente Lucas Malaquias, Luiz Inácio, Zé Basílio, Teódula Vieira Fonseca, Antônio Moreno e outros mais.

Eu penso que os descendentes do Major Abdon são Édson Guimarães, Ranulfo Leite Guimarães, Mocinha, Olívia e Dazinha, esses os filhos do primeiro casamento que se acabou com a morte prematura da sua esposa que falecera em trabalhos de parto exatamente ao nascer essa última filha. Quão interessante é a “coincidência”’ acontecida com a mãe de Jesus, Antônio, Tereza Neuma e João Dehon, que sempre me vem à mente o desejo de buscar na memória retrospectiva do tempo passado e mais precisamente relatar o que sei de uma família que não tinha o vil metal que outros possuíam, mas que dá sinais de como é que isso acontece com facilidade nessa família Guimarães, tão rica em conhecimento, esses irmãos são todos formados a exemplo do Dr. Tonho de Dazinha, médico renomado em São Paulo, professor inclusive na famosa internacionalmente USP.

O Major Abdon, de tanto reconhecimento pelos seus préstimos ao município a época em que aqui esteve, recebeu a honra ‘in memoria’ e foi assim batizada a rua que tem o seu nome que inicia no cruzamento da Rua Horácio Gomes e salvo o engano até o cruzamento com a Rua Elvídio de Figueiredo, na BR para Conceição. Uma coisa que desperta a nossa reflexão, porque é difícil essas coisas acontecerem sempre, é que o Major ao enviuvar-se contraiu novo matrimônio com a sua cunhada, irmã da falecida consorte, e com esta ainda gerou mais Severino Leite Guimarães, Maroquinha Leite Procópio e Madalena Madá, casada com Zé Teódulo que era Delegado em décadas passadas no DF, sendo que a penúltima filha veio a deixar o nosso convívio, seguindo a Lei imutável e Divina do “ficar aqui por apenas um período suficiente e oportuno à aprendizagem e evolução”. E ainda há, na maioria, pessoas tantas que acreditam que a oportunidade da ressurreição dos corpos, impossível até pela ciência que abomina essa crença e tem razão, pela Justiça Divina, que nos cria a todos, sem exceção do progredir sempre e eternamente, pois, para tanto, o Cristo nos informa que o ‘Pai ainda hoje trabalha e ele próprio, também’. Que diremos nós que fomos criados num determinado tempo para toda a eternidade.

Dos filhos homens do Major Abdon conhecí apenas o ‘Dison’ exímio tocador de Tuba, ainda quando existia a Filarmônica 5 de Agosto criada pelo ex-prefeito Abraão Diniz. O Édson não enxergava, mas mesmo assim era um dos únicos que subia a torre da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, que ficou concluída para a festa de Centenário da Paróquia em 1960, cuja obra arquitetônica, muito bonita por sinal, teve a mão do grande Padre Zé. Duvido alguém que passe em Itaporanga e não guarde essa imagem na sua memória. E que beleza é no seu interior, um desejo feito por um casal estrangeiro, chama viva de um trabalho de bons pintores, pois bem, o técnico nato era quem concertava o relógio que ainda hoje serve a nós outros para orientação do tempo.

A penúltima filha a nascer foi a mesma que falecera por último, a saudosa Maroquinha que partiu agora em junho passado, deixando uma filha única que vem a ser a ex-primeira dama e mãe da ex-vice-Prefeita Wilza, no mandato passado, e avó da atual Vice-Prefeita, Mariz Procópio Rodrigues, esposa de Will Rodrigues, chama viva de uma liderança política despertada apenas em 1988, quando eleito Prefeito de Itaporanga ,que fez uma administração aplaudida até hoje, nunca se viu tanta inauguração de obras de cal e cimento. Também pudera, pertencia aos quadros do nosso partido PFL, hoje extinto.

A última filha que citei, pela ordem de chegada, na condição de alma por estar ligada ao corpo foi a dona Madá, casada com o Delegado de Polícia do DF, Zé Teódulo, tio do Dr. Adailton que foi Prefeito de Itaporanga entre 1969 e 1973.

A satisfação é poder constatar que um ponta de rama da família do Major Abdon vem a ser o saudoso Luiz Leite Guimarães, meu vizinho de propriedade no sítio Junco, pai do nosso Antônio Guimarães, cuja mamãe é jenipapo da tradicional família Inácio de Figueiredo.
Auriana que é Guimarães, casada com Airton Oliveira, que oportunizaram a vinda a esse mundo carnal quatro filhos, que os conheço e posso atestar serem todos ponta de rama da grande árvore genealógica ‘Leite Guimarães’, por serem netos de Antônio Guimarães, filho do saudoso Luiz. Todo esse relato para testemunhar uma família que não apresenta nenhum possuir de recursos materiais, muito embora possua inteligência e conhecimento.

Johnnys Guimarães, o primeiro menino, ainda com regular idade na UFCG, campus de Sousa-PB, para justificar a fértil inteligência já está estagiando na advocacia com regular inscrição na OAB/PB; Maico, vocacionado pelo futebol, é um bom jogador amador, deixou de lado essa aspiração para enfrentar um vestibular, depois de ter se afastado dos estudos escolares por uns três anos, decidiu e como que mostrando a galera estudiosa, se inscreveu e foi aprovado já para este semestre letivo, no curso de Assistência Social da UFCG, Campos de Sousa; Willyans já no campus da UFPB Areia, no curso de Engenharia Agronômica, salvo engano, ao completar os seus dezoito anos e por fim o ponta de rama de alguns anos na infantilidade, mas já desponta possui também inteligência.

Essa família é de poucos recursos e isso não retira em nenhum momento o nosso reconhecimento e mais uma prova dos que são os Guimarães.  Família de grande brilho e interessante não se dedicaram a política desde o seu tronco, o Major Abdon que de certo tinha outros irmãos, que geraram além de outros o nosso colega Vicente de Paula Guimarães, Kakim, do Banco do Nordeste, filho do saudoso casal Pedro Guimarães, irmão de Luiz e dona ‘Bastinha’, pense num casal de muito carisma entre nós outros.

Parabéns aos Guimarães externado na criança de Aurina, o Airton Júnior. Imagine se os dias de hoje nos oferecesse as condições que outras regiões desse pequenino Estado têm em abundância. Êita quantos doutores já não havia concluído cursos superiores e profissionalizantes. Pense numa terrinha que tem de sobra filhos inteligentes, eu duvido que outras se igualem ao nosso pobre vale de lágrimas do Piancó. Entra governo, sai governo, e nenhum desses ainda dotaram o nosso torrão, muito embora a culpa seja toda nossa, todos vendáveis por uma sexta básica e uma vaga no coletivo que transporta doentes para se receitarem Paraíba adentro.

Meus Vereadores! 2014 já está praticamente presente. Não nos venham mais uma vez induzir a votar num qualquer. Vamos impor IFPB JÁ prá Itaporanga e UEPB prá Piancó. Assim vai e vocês com certeza serão bem aprovados e recompensados por nós todos.  A AVEVAP diz a que veio também, para somar e lutar por isso.

Faz isso Vereador Presidente, Jaklino Porcino!

domingo, 28 de abril de 2013

POEIRÃO 2013! Agrovila Jesus Cristo estará estreando


POEIRÃO 2013! Agrovila Jesus Cristo estará estreando .

(TITICO PEDRO  em 27-04-2013 - do Itaporanga.net)

Há 15 aos foi criada o NIR-Agrovila Jesus, em julho de 1998, provocado pela falta de consideração e bom senso do Presidente do NIR-Junco, com a exclusão dos moradores do nosso sítio, agricultores que passavam aquele ano por escassez de alimentos e falta de serviços para dar-lhes o mínimo de recursos para aquisição dos restritos objetos de subsistência, pois o aquele ano sofreu uma seca bem menos sofrida do que a atual.

Naquele tempo ainda havia invasão de trabalhadores rurais que buscavam uma maneira de saquear a feira livre a fim de levar algum produto da cesta básica. Que tempo aquele! E essa invasão fazia com que o Governo tomasse as medidas de urgência para amenizar o sofrimento. Só pode avaliar quão tristeza são os que se vêem sem alimentos para os filhos menores e da sua própria.

Foi alí então que fora distribuído para as comunidades rurais, frentes de trabalho para os serviços de escavação de cacimbões, preparo da terra para o plantio do ano seguinte, limpeza de açudes já quase vazios, etc. A escolha daquele Presidente foi inscrever só familiares e amigos mais íntimos e não disponibilizando nenhuma vaga para os residentes do nosso sítio. Revoltados, os rurícolas decidiram pela criação de um Núcleo de Integração Rural calhando, inclusive, com a intenção do signatário em tornar uma parte do seu sítio destinado à habitação de agricultores, sem casa.

E assim surgiu o Núcleo de Integração Rural Agrovila JESUS CRISTO. O Presidente atual é o meu sobrinho Ailton Pedro da Silva. Nunca vi tanta desenvoltura no líder com a comunidade igual esse jovem, pai da criancinha e muito linda, Maria Clara.

Este ano o presidente Ailton Pedro, decidiu pela criação de um time para competir no Poeirão, que tem início no próximo 1º de Maio, cujo mega evento inscreve mais de 150 equipes, a maioria de trabalhadores rurais.
É uma festa que teve início no ano de 1976 pelo saudoso Heleno Feitosa Costa que era presidente do Atlântida Esporte Clube, o clube mais popular da cidade.

A intenção do idealizador foi promover para a classe trabalhadora da zona rural alguma espécie de comemoração ao Dia do Trabalho. Nunca imaginária que essa festa cívica-social atingisse tamanho reconhecimento da mídia esportiva nacional. E não é que mais algum tempo está sendo registrado nos anais do “guiness book’.

Este ano a Diretoria do NIR-Agrovila Jesus Cristo, por sugestão dos seus moradores, decidiu em atender a reinvindicação e o Presidente Ailton Pedro está organizando e preparando a equipe para estrear no poeirão. Hoje à tarde aconteceu o sorteio das equipes participantes do certame. Não sei por que razão o sorteio aconteceu, que o São João, pequeno povoado rural, vai disputar com a Agrovila Jesus Cristo, acontecendo esse certame no dia 02 de Maio, vamos torcer para que a ‘Jesus Cristo’ seja a vencedora para a alegria da torcida organizada e, se o contrário acontecer, espera-se bom comportamento dos moradores da Agrovila Jesus Cristo.

O meu sobrinho ‘Nem de Cangudo, meu irmão’, já na Pátria Espiritual, patrocinou para o time um terno de camisas. Esperemos por esse acontecimento que marca o I Ano da Agrovila Jesus Cristo nesse acontecimento bastante prazeroso para Itaporanga. Qualquer que seja o resultado, Presidente Ailton Pedro, se dê por satisfeito mesmo porque tem muito chão pela frente. Dê uma forcinha e se uma a torcida da Agrovila Jesus Cristo.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

CPI


Por TITICO PEDRO  


O Brasil inteiro e Itaporanga não pode ser diferente, o costume dos que postulam buscar um mandato é se apresentar coerente, discursos os mais bonitos possíveis, acabar com a corrupção impregnada no solo brasileiro, apontar as falhas e desmandos da administração atual, salvo se o gestor pertença ao mesmo palanque que o candidato no uso da palavra, que leve o barco com muito cuidar no remar mesmo, que tenha a certeza do caos existente na administração do seu aliado. Diferente quando o candidato está tratando de sucessão do seu adversário aí o fogarel é grande, pinta e borda, descasca o coco sem medo e com todo indecoro contra o seu opositor que nas belas palavras proferidas todo impropério lamentou e o bom é que os que pensam na mudança e na confiança do discurso reformista aí adentra com toda garra porque carrega com sigo a vontade do quando pior melhor.

O pleito desenrola com toda a fofoca, mentira, e pedras na vidraça do adversário, o povo aplaudindo e assim vai à cabine votar naquele que jurou está solidário com os amigos que estão lhe ajudando na vitória dessa conquista. Festas, tapinhas nas costas, alegria, juras de cumprir com o prometido, passa outubro, chorando se derrotado e alegria total se vitorioso. O eleito gestor já procura ver em pequenos detalhes os gastos na administração do que será sucedido, encontrando os mínimos defeitos e propagando aos quatro cantos a existência de fraudes de toda a espécie se for adversário, e calando-se se amigo.

Novembro já escolhe uma comissão para vasculhar tudo e aprender como trilhar para a sua próxima administração. Aprende tudo inclusive como a cada coisa tirar um pouquinho para recuperar as despesas da campanha, aprende tudo. Já começa a concordar com o adversário diante de todo um período de acusação sem cunho de verdade pois antes de tudo já pensa que deverá continuar no continuísmo seja o seu sucedido oposição ou amigo íntimo. Pouco importa e assim afirma o sucateamento dos cofres, dívidas vultuosas sem perspectivas de administrar protegendo a folha de pessoal que é essencial acima de qualquer coisa, concorda com tudo com a mente já levada a pensar \'quem vier atrás que feixe a porteira, eu, aqui pra nós não\'. Aí ao assumir se diz desinteressado com a eleição da mesa e aceita qualquer que seja a decisão. Mãos limpas não se sente temente ao legislativo, poder independente. às vésperas da posse reúne os vereadores amigos e a alguns mais próximos cochicha oferece tais vantagens a aquele que tradicionalmente sempre está no poder e cuidado para que os fulanos nem pressintam  Eleição da mesa acontecida qualquer que seja o resultado mesmo que intimamente não aceite mas aos quatro cantos alardeiam que é o paladino da moralidade e ainda que com desvantagem no legislativo não está nem aí.

Eita se assim fosse. O pior é que com desvantagem já começa a receber os opositores as vezes até sem ninguém imaginar, e psicologicamente é pressionado exercitar o convencimento dos seus aliados por mais rebeldes que sejam, investir bem na mídia equivocadamente dos do pedaço, vagas aparentes para uns, colocação de gratificações para outros, discurso inflamante na tribuna do parlamento, requerimento para apurar gritantes desvio de recurso do gestor na área da educação, infra estrutura, saúde, etc. Risos e aplausos na platéia que comparece muitos deles movidos a \'$assessoria$\' buzinassos dos que estão do outro lado, gargalhada, achocalhamento e mais e mais. Anônimos, legítimos interessados, externando que o caldeirão continue a cozinhar, tempo passa e o final o povo da silva receber a cesta básica esquece o doutor que guardou no seu bolso o nosso dinheiro e belos discursos uns na ganância de permanecer na mesma teta e outros chorando para mamar. Eu sou, abertamente a moralidade da administração pública e qualquer que seja o caminho tomado eu torso para que tudo vem a tona nessa investigação que já demonstraram fazer na Câmara de Vereadores da nossa progressista Itaporanga órfã de qualquer dos nossos políticos com entusiasmo para defender e cobrar intransigentemente pela Escola Pública e presencial, trazendo para cá cursos superiores qualquer  inclusive o IFPB JÁ.

Assim despeço-me. 

ITAPORANGA se solidariza com a viuvez de sua filha Dra. Marlene Muniz com o desenlace do ex-Governador


Por TITICO PEDRO

Nascida em Itaporanga onde viveu na fase inicial da vida, fruto da união do ‘dentista charlatão’ entusiasta Chico Muniz e sua patroa dona Nazinha, de saudáveis recordações já na erraticidade, como vai acontecer com todos os que habitam esse planeta transitório destinado a preparação para o porvir de toda a criatura por Deus manipulada para os diversos estágios da trilha à disposição de todos que um dia, mais cedo ou mais tarde terá o estádio que dota a criatura da plenitude dos “puros espíritos” que só através do estudo constante que a Doutrina Espírita, trazida à tona em 18 de abril de 1857 organizada no primeiro Libro, a base, denominado de o “Livro dos Espíritos”. Só com o entendimento é que se conhece-essa verdade que o Cristo claramente ditou ‘buscai a verdade que esta te esclarecerá’ e foi mais ainda, para melhor esclarecimento, ‘ouça os que tem ouvidos de ouvir’.

Pois bem a nossa conterrânea que só prazer nos presenteou pelo seu legado de vida, ainda presente entre nós encarnados, na noite tão dolorosa de sexta-feira, sem estar prepara aparentemente, ver sucumbir aquele que tanto lhe presenteou, principalmente com os filhos gerados entre ela e o seu cara-metade , Dorgival Terceiro Neto, decano da advocacia, um dos bons entre os inscritos na OAB/PB, Professor, Jornalista que assim preferia ser tratado, ex-prefeito de João Pessoa no limiar da ditadura militar de 64 e impunha às capitais brasileiras que o seu gestor, obrigatoriamente, teria que ser pelo voto monitorado da câmara de vereadores e assim ganhou esse título por indicação pessoal do nosso saudoso governado do estado, plantonista no ano de 1974 e assim conseguiu empossar o Dr. Dorgival prefeito da outrora Filipéia de Nossa Senhora das Neves, e ao término do mandato de quatro anos, foi indicado companheiro de chapa do governo Ivan Bichara Sobreira, outro sortudo que havia atuado outrora como deputado estadual, ainda no período da ditadura do presidente Vargas. 

Então o Dr. Dorgival, vice-governador e nessa condição chegou a governar a Paraíba por exatos nove meses, no final do quatriênio, até início do ano de 1977, haja vista a renúncia do saudoso governador Bichara que renunciara o cargo para postular uma vaga no Senado Federal. Durante essa interinidade me recordo que o governador Dorgival fez muito em pouco tempo e, queria que ainda estivesse presente o nosso saudoso ex-prefeito Sinval Pinto para nos registrar o quanto Dorgival foi para Itaporanga durante os dois mandatos o de prefeito de João Pessoa e o de governador.

Sem medo de errar eu tenho como certo o dedo do governador Dorginal na construção e instalação do quartel da outrora 3ª CIESE e fazendo justiça, em parceria do líder do governo na Assembléia Legislativa, progressista e desbravador deputado José Soares Madruga. Ah! Se pudéssemos voltar ao passado teríamos como certo a implantação do Ensino Superior Público e Presencial a exemplo do IFPB, não titubeavam em fazer o benefício, afinal de contas o dr. Dorgival e a sua inseparável drª. Marlene Muniz em qualquer roda social em Itaporanga, Taperoá do nosso saudoso governador João Pessoa ou qualquer uma outra plaga, esse casal fazia questão de estar bem próximo das antigas amizades conquistadas ainda na vida estudantil da normalista Marlene, Quesa ‘in memorian’, Ivete Pinto, Detinha de Zú Silvino, Salete de Ananias ... Tanta gente boa que muito enriquece a terra que muito nos dá entusiasmo em amá-la pela solidariedade e hospitalidade de sua gente e também por isso mesmo que aporta quatro Bancos, apenas um deles da iniciativa privada, hospital tradicional que atende a praticamente 80% dos municípios do Vale, boas escolas da rede pública, de 1º e 2º grau, escolas particulares de igual grau de escolaridades, destacando-se pela tradicional da sua implantação o Colégio Diocesano Dom João da Mata, fruto da imaginação progressista do saudoso Monsenhor José Sinfronio, nosso conterrâneo adotivo pela vontade do povo itaporanguense que lhe concedeu, por mérito, o título de cidadão itaporanguense, por iniciativa da câmara de vereadores.

Particularmente não tive o prazer da proximidade do casal, no entanto tenho conhecimento por ciência própria tratar-se de um casal muito solícito e o hoje saudoso governador Dorgival, mais ainda tendo em vista o alcance de ser reconhecido pelos juristas brasileiros, devida a sua constante participação qualquer que seja o foro, apoiando aos sequiosos de justiça, mesmo sem o vil metal o doutor Dorgival era um defensor das causas tidas as complicadas.

Para registrar, apenas um fato em que o nosso saudoso irmão, com toda a permissão da família, mesmo assim não vou declinar o seu nome ainda que, onde se encontra, tenho a vaga impressão que ele gostaria que assim o fizesse. Detalhes, a parte, eu peso que os céus, em festa, já se encontra festivamente preparado para receber de volta a personalidade que nos deixa, Dorgival Terceiro Neto que a essas altura o seu mortal corpo já estará sendo entregue à terra mãe que bem sabe dar o destino dos corpos um dia chegando ao fim pelo fenômeno da morte.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Isso é Que Preocupa Mais...


Isso é que preocupa mais ...
 ( TITICO PEDRO  - DO Itaporanga.net)

Tempos passados passei uma temporada de exatos cinco anos entre os bairros do Roger, Cordão Encarnado, Torre e, por último, o Castelo Branco,  naquela parte que inicia na lateral da Pedro Segundo. Apenas a Torre era "república",  que dividia o aluguel com os saudosos, Chico Monteiro, acadêmico de Medicina, Judivan de Dito Daniel, cursando o segundo grau, além do hoje odontólogo Manin, taxista seu Batista; Engenheiro Civil Zé Galdino, Dedé Martins, Geraldo Gomes, Antonino Cassimiro, os irmãos Adailton e Airton Dantas e mais uns dois que não me vem a mente os seus nomes.

Naquele tempo, o diminuto em estatura,  Dedé Martins, não tinha esse apelido de Dedé Pilão,  que ele se alegra muito em ser assim chamado. Ainda me lembro da presepada, quando estávamos num jogo de sueca ‘doer’ e o Dedé, a meu pedido, não me controlando mais,  pedi para ele comprar dois cigarros e ele me sai com uma brincadeira, aproveitando a vontade que externava com o propósito de abandonar o vício. E  aí ele narra, às vezes que me encontra,  com a astúcia jocosa de me arrancar risos.

João Pessoa e a Paraíba, na época, eram tão pacatas que atraia visitante ano inteiro. Um dos únicos programas escutado pela população de João Pessoa era o apresentado pelo radiofônico Enoque Pelágio, de saudosa memória. Era o dramaturgo das narrativas de crimes os mais diversos, se era praticante dos furtos e roubos, esses denominados de “larápios”, nunca ví nome doce igual. E quando era crime relacionado à vida, os seus praticantes eram denominados de Pistoleiros.

Naquela época não havia  a infinita quantidade de traficantes e drogados. Os usuários eram tratados de “maconheiros”,  palavra bem amena das qualificadoras utilizadas na atualidade,  porque a aceitação da população é tão grande,  que o IBOPE só registra alto índice se a comunicação divulgar em maior alarde,  os pormenores acontecido na prática do crime. Naquele período o ‘Pelágio’ era tão escutado que o fez Vereador de João Pessoa, tamanha era a galera de assíduos ouvintes de maior atração crescente até hoje.

Na casa do casal Manoel e Tica Paulo, meus primos, dupla de Itaporanga, recente moradora desta Capital, sempre crescente, desacostumada de ouvir essas notícias, pois em Itaporanga se ouvia a rádio  ‘Cruzeiro do Sul’, do nosso saudoso Crispim Pessoa, rádio AM com alcance em alguma localidade da região, como também  as emissoras que davam Ibope, na nossa progressista Itaporanga, as AM Alto Piranhas de Cajazeiras e Espinharas de Patos. Nenhuma tinha o hábito de noticiar, com muito chamativo e apelação, as notícias relacionadas ao mal, mesmo porque naquela época, afora o ‘Antônio Letreiro’,  que diziam profissional do gatilho, raramente qualquer outro acontecia, era uma gente por demais pacata.

Pois bem, me acostumei com esse hábito,  que não assisto, ainda que seja para ganhar prêmios, qualquer noticiário que tenha  o crime como qualquer noticiário da espécie. As pessoas que vem na intenção de me passar algum relato de qualquer crime eu procuro ouvir, é lógico, mas da minha parte não tenho a vontade de levar o assunto à frente,  pois esse tipo de coisa não me faz bem.

Hoje,  no consultório de um fisioterapeuta humanitário,  que lida com as pessoas, todas, independentemente de qualquer etnia, credo, etc, ouvi com atenção a preocupação,  para com  cada pessoa presente,  a espera do procedimento de reabilitação,  às externadas opiniões diversas,  com o desbaratado hoje , pela polícia,  com a indispensável recompensa de um generoso empresário em premiar com Dez Mil Reais aquele que viesse a desvendar o desaparecimento da vítima.Uma dessas pessoas declarou-se portadora da ansiedade, medo, que a levava a não conseguir dormir sem o auxílio de antidistônico os de maior dosagem. Evangélica depois de nascer e até a fase bem madura,  fiel praticante do catolicismo,  também declarou-se assídua ouvinte dos mais famosos programas transmitido,  tanto na TV como nas diversas estações de rádio,  que alimentava o seu cérebro dessas ’delícias’ que a comunicação da mídia mais gosta de passar às criaturas. Não intervi no assunto porque,  tenho certeza,  que é diminuto o número de pessoas  que têm o mesmo entendimento que eu. Mas, eu digo sem nenhuma espécie de hipocrisia,  eu penso assim, e desta maneira tenho Paz no meu coração, porque esta virtude não se adquire em troca de qualquer vantagem exterior, mas a felicidade de ser do mundo, viver no mundo e ‘sem temer os cães’, numa música que compôs e interpreta muito bem,  o nosso conhecido compositor e cantor, Beto Melo, membro do Grupo Acorde, que fez,  homenageando a mãe.

Por tudo isso deflagrado hoje com o chamativo FIM DO MISTÉRIO: corpo de “Fernanda Ele” é encontrado enterrado no quintal de vizinho, eu haverei de me associar aos que tomaram conhecimento do fato e do seu tristonho fim. Parabenizo a Polícia que trabalhou diuturnamente na investigação para desmistificar esse preocupante sumiço e, mãos nos ouvidos, sem ouvir,  a dramatização levada ao rádio, televisão, discursos inflamantes nas diversas tribunas do Legislativo Federal, Estadual e Municipal, com adjetivos impróprios ao competente Secretário da Segurança Pública e todos os policiais civis e militares operosos na investigação do crime e a sua elucidação.

Todos, pois, o nosso respeito e admiração, extensivo ao generoso Empresário que espontaneamente oferece o vultuoso prêmio de R$ 10 mil reais a quem se apresentasse como informante do real esconderijo da desaparecida, tamanha a repercussão desse tão hediondo crime.

A preocupação agora é,  porque dependendo do que entenderem,  os nossos comunicadores, poderá tornar na Paraíba, como praxe, só ajudar na descoberta de crimes misteriosos se houver a recompensa atrativa do vil metal.

 É assim que penso e me preocupo por isso.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dos 'NATOS' ao 'OS COSTAS' Itaporanga de tudo um pouco..

Dos 'NATOS' ao 'OS COSTAS' Itaporanga de tudo um pouco..
                                                                                ( TITICO PEDRO . do Itaporanga.net)
Nos idos de 1973 quando iniciou a administração do saudoso Sinval Pinto Brandão (ARENA), realizou-se com sucesso o 1º Festival da Música Popular, no prédio da SANBRA, lá na Rua Horácio Gomes onde funciona hoje o grande conglomerado do nosso bem sucedido Assis Ferreira, resultado do seu diuturno trabalho.
Muito bem. Sinval Pinto que contava com a colaboração incondicional da sua inseparável companhia, a nossa saudosa Pulquéria Pinto, dona Quesa, por nós outros tratada, que vivia sempre a frente das atividades do mundo político, religioso, social, cultural, em fim, a verdadeira cara metade que desempenhou muito bem a honrada posição de primeira dama. Naquele tempo o município não dispunha das várias secretarias hoje tão comum qualquer que seja o município. Também os recursos eram escassos e não dispunha das facilidades do vil metal, que corre como que água corrente ,despejando para o mar.
Foi na época do governo Sinval Pinto que nem o Vereador e muito menos o Vice-Prefeito percebia qualquer remuneração. A revolução acontecida há 49 anos foi muito oportuna e rigorosa com os gastos públicos. Moralizou a Nação especialmente nos primeiros 15 anos de duração.


 Vem-me à memória agora daquele movimentado evento cultural quanta antes acontecido que mexeu com as diversas camadas sociais da nossa Terrinha. As músicas, as mais diversas, oportunizaram a tantos calouros escondidos no anonimato, verdadeiros artistas. Ah! Como Itaporanga produz tantos talentos. ‘Agustine Bela’ interpretada pelo saudoso Dimas Claudino, arrancou aplausos e quantos aplausos, a plateia aprovou aquele artista que surpreendeu a todos por tratar-se de pessoa de menor estatura ainda que frequentador das mais seletas camadas sociais da terrinha. O rigoroso critério adotado pelo júri, muito bem selecionado e composto de pessoas conhecedoras dos liames da música, recordando-me da composição da mesa apuradora, onde as mestras Dora Chaves e Maria Correia, detentoras e dominadoras do vernáculo, faziam a diferença.
“Rotina difícil’ composição do Marcos Maia e Nilton Mendes, por este interpretada, com a participação do nosso Rosário Carneiro, alcanço o primeiro lugar, ficando o segundo com o nosso companheiro, Bel. Anchieta Ribeiro, melhor conhecido por Anchieta de Olegário Cascavel. Uma música ainda hoje atualíssima ‘Cidade Grande”.
Êita que bela festa”. Não ficou por aí, a nossa irreverente primeira dama, dona Quesa, apresentou ao município, numa semana que dedicada aos talentos de Itaporanga, homenageando os filhos ilustres que mais se destacavam no cenário político estadual e até federal.
A Praça João Pessoa serviu de palco para as homenagens, entre outros, legendário Praxedes Pitanga, então senador representando o Estado do Paraná, nosso conterrâneo Leite Chaves, jornalistas filhos da terrinha, Bosco Gaspar e José Souto, que deixaram ‘in memória’, escritos e opiniões as mais respeitadas dentro do jornalismo sério que faziam sem interesses escusos. Nessa semana cultura o que mais surpreendeu foi o museu tão rico de utensílios os mais diversos exposto nessa semana além do grande acervo fotógrafos dos nossos parentes e amigos que já se encontravam no outro estágio da vida.
Tudo isso me faz relembrar o grande conjunto musical arquitetado pelos irmãos Fernando, Belmiro, Élio e Roberto Pinto filhos do saudoso casal Lenice e Crizanto Ventura. Na redondeza do vale do Piancó e outras plagas circunvizinhas, até os Estados que fazem limites conosco, nas festas solenes, não dava outro, senão ‘Os natos’, Itaporanga de tudo um pouco. Mais recentemente as modernas bandas ‘Clã Brasil’ que tem como linha de frente as filhas de Maria José e Zé Badu, componentes da consagrada ‘Clã Brasil” tanto nas regiões do nosso imenso país continental, já ultrapassando mundo afora tendo como países europeus os mais frequentados e por eles aplaudidos.


 Surgindo mais recentemente a Banda ‘OS COSTAS’, cuja maioria dos seus competentes integrantes é descendência do nosso outrora-vice-prefeito Paulo Costa Lima, que em saudável união com dona Inês contribuíram com a formação de uma família composta de 11 filhos, apenas a saudosa Anália fazia parte do numeroso clã, entre todos, o nosso Luiz Gonzaga Costa, pai do trio que forma o ‘OS COSTAS’ que vem se destacando mesmo antes do lançamento do seu primeiro CD, que já está devidamente preparado para lançamento, em Itaporanga, nos festejos juninos, na tradicional festa de São Pedro.
O Governo do Estado com o intuito de mostrar a Paraíba ao exigente mercado turístico internacional, no campo da música de forró e outras similares, fez uma seleção bastante rigorosa para escolher as melhores músicas da espécie criadas e interpretadas por paraibanos que são tidos como os melhores dentro de um universo regional escolhendo vinte músicas, as mais tocadas, das quais duas são dos meninos e meninas de Itaporanga, sendo que ‘Os Gonzagas”, dos meninos de Luiz Costa, faz parte desse cartão postal musical que a Paraíba apresenta aos diversos segmentos do turismo internacional, numa amostra dos valores culturais do território paraibano.
Parabéns aos “Os Costas” pelo legítimo merecimento e como singelo apoio que tenho a vos ofertar no campo da divulgação, a sua, a minha, a nossa BOA NOVA FM as vezes que achar conveniente.

 Parabéns!

domingo, 24 de março de 2013

SOS VALE DO PIANCÓ. CASA DA CIDADANIA JÁ!


SOS VALE DO PIANCÓ. CASA DA CIDADANIA JÁ!

                                            (Titico Pedro- do Portal do Vale)


Ainda me recordo e me lembro muito bem da administração do saudoso Adailton Teódulo da Silva, médico e Cap. PM/PB no período de-1969 a 1973, à frente da Prefeitura Municipal de Itaporanga, eleito pela então ARENA – Aliança Renovadora Nacional, em 1968, candidato escolhido a dedo pelo então Governador João Agripino Filho que a qualquer custo queria destronar o Deputado Balduino Minervino de Carvalho (MDB-Movimento Democrático Brasileiro) da forte influência política que exercia no Vale do Piancó, obtendo vitória sobre o candidato Derly Carvalho (MDB), seu filho, cujas personalidades terráqueas não mais existem entre nós.


                    Naquele tempo o Dr. Adailton construiu o estádio de futebol batizando-lhe de ‘Adailton Teódulo’, que foi reformado mais tarde pelo então prefeito, Advogado Marleno Barros, que o reformou e lhe rebatizou de José Barros Sobrinho, homenageando o seu pai o ex-prefeito, falecido em 1974 em plena atividade na titularidade do Tabelionato do Cartório do 1º Ofício e também Vice Prefeito, companheiro do então Sinval Pinto ‘in memoria’, o atual ZEZÃO tão conhecido Brasil afora, graças à participação do nosso raposa do vale CRUZEIRO DE ITAPORANGA, na primeira divisão do campeonato paraibano de futebol.


Hoje eu sinto recordação daquela administração, onde os Prefeitos viviam com o pires na mão implorando por verbas que não vinham facilmente aos municípios.  Mesmo assim o Dr. Adailton fez chegar na terrinha a primeira torre de televisão, possibilitando a captação de imagens, em preto e branco, que apareciam raramente e mesmo assim com mais chuviscos do que as próprias imagens cujo sinal mais facilitado era o da antiga TV Tupi.

Não obstante a isso, a satisfação era imensa a nós outros que nunca tinha visto isso na localidade e disputávamos lugar para assistir a programação na grande sala de estar do casal que já partiu para a eternidade, Albenor Nunes e dona Luiza Vieira, localizada na outrora Rua Floriano Peixoto, hoje Ananias Conserva.

A repetidora instalada na serra do cruzeiro, bem atrás daquela onde está edificada a estátua do Cristo Redentor, captava o sinal retransmitido do pique do Jabre o mais alto da Paraíba, localizado na serra de Teixeira.

O prefeito Adailton Teódulo fez funcionar naquela época a tão útil prestação de serviços aos munícipes locais e da própria região, onde era obtida com precisão a Cédula de Identidade, Carteira Profissional e a própria Dispensa de Incorporação ao serviço militar, a chamada Carteira de Reservista, tudo funcionando a contento no prédio da Prefeitura.

E porque ainda hoje não funciona com mais perfeição essa indispensável prestação de serviços? Atrevo-me em palpitar “Falta de Interesse ou conveniência dos nossos políticos”, pois preferem manter o sofrido povo, na maioria, analfabetos e consequentemente ignorantes do conhecimento, para em troca, custear a passagem de ida e volta a capital sertaneja cidade de Patos onde tem funcionando uma “Casa da Cidania” instalada propositadamente pelo Governo Estadual que também tem as suas conveniências, pois, o que falta no Vale do Piancó, sobra muito bem em João Pessoa, que ocupa espaços nos grandes shopping da cidade, não obstante a SSP/PB dispor de um cômodo espaço próprio no bairro do Cristo Redentor onde funciona dignamente os trabalhos da polícia científica.


Ah! Quanta saudade de um SOARES MADRUGA nos dias de hoje. É verdade que o Vale mantém no poder Legislativo Estadual a conhecida “Casa de Epitácio Pessoa”, dois filhos que exercem a Deputação Estadual, o decano Wilson Braga e o Branco Mendes, porém são bem alheios às necessidades mais prementes do vale, mantendo benefícios localizados em mãos de pequeno grupo, seus cabos eleitorais.


Tomara que nós todos despertemos para essa injustificável falha e no próximo pleito de renovação de mandatos que certamente ocorrerá em 2014, procuremos refletir melhor para mandar ao Legislativo Estadual, numa união nunca antes acontecida, observando com os olhos do coração para evitarmos continuidade do erro, pessoas integradas à causa que mais beneficie a todos nós, tipo instalação dos Campi da UEPB e IFPB, este já com recursos Federais alocados para ser construído e instalado na cidade de Itaporanga, em terreno já doado pelo Governador Ricardo Coutinho. Pelo interesse voluntário e desprendido do então e hoje ex-vereador Herculano Pereira, ainda que politicamente esteja em outro palanque diferente do meu, pois me mantenho ligado ao grupo do ex-prefeito Djacir Brasileiro, mesmo assim, vejo como um nome que dignamente represente a classe discriminada deste vale tão marginalizado e desprezado dos ‘vampiros políticos’ além de outros nomes como Sousa Neto, Vicente Tobias ou qualquer outro guerreiro defensor da causa comum em favor do legítimo interesse da comunidade valepiancoense.

Registro com satisfação a reportagem veiculada nos portais, inclusive o virtual jornal folha do vali e com base nisso porque não fazermos um apelo aos legisladores mirins e ao próprio Prefeito Berguim no sentido de conseguirem junto ao Governador do Estado, companheiro pessebista Ricardo Coutinho, para instalar um posto avançado de atendimento à região, dos serviços essenciais à coletividade, tipo Casa da Cidadania, livrando-nos do incômodo de nos deslocar a outros centros, fixando a sede em Itaporanga por ser a mais bem localizada na microrregião do Vale do Piancó. Esperamos essa iniciativa dos que, querendo, podem assim fazer.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O PLEITO ELEITORAL DE OUTRORA e o vil metal

Por TITICO PEDRO

O Ano de 1986 foi de grande significado para a democracia brasileira, pois marcou o fim do período de exceção iniciado com a deflagração da Revolução de 31 de março de 1964 quando se instalou o governo de exceção, as forças armadas passaram a governar o País sob a imposição de um governo militar. Esse regime durou cerca de 20 anos. Os militares governavam sob pressão e aí dos que ousavam em desobedecer. Que o diga o nosso Jornalista e Escritor Paulo Conserva, trucidado e obrigado a se exilar nas ilhas cubanas, por um logo período, ausente dos familiares, amigos e da terra amada. É de se reportar o ano de 1986 quando administrava a terrinha o saudoso Dr. João Franco da Costa que se dizia vítima da politicagem para arrebatar-lhe oito meses da sua administração. Pois bem naquele ano aconteceram as eleições para escolha de Governadores e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, fruto da recuperação do regime democrático de direito em face do movimento das DIRETAS JÁ que tratou de um movimento de inciativa popular, a frente a juventude irreverente os conhecidos “Caras Pintadas” que encabeçaram um grande movimento apoiado por toda a organização social, os políticos de todas as ideologias, trabalhadores em geral, na praça pública, em 1985, pôs fim o regime militar decidindo-se que aquele ano sera o fim do regime e a última eleição indireta para Presidente da República. O ex-governador de Minas Gerais, Dr. Tancredo Neves, opsição ao governo militar, foi escolhido pelo movimento das diretas já para disputar esse último pleito que concorreu com o ex-governador de São Paulo, Deputado Paulo Maluf, do PDS, partido ligado à revolução. A eleição, repito, indireta mas o Dr. Tancredo fora o vencedor tamanha a vontade de mudança do povo brasileiro que influenciou o colégio eleitoral. Essa decisiva eleição deu vitória a Tancredo Neves que não chegou a ser diplomado presidente da república porque veio a óbito e lhe sucede o seu companheiro de chapa, vice-presidente José Sarney que governou a nação por cinco anos. O Presidente Sarney cumpriu todo cronograma traçado pelo movimento DIRETAS JÁ, inclusive de realizar a transição do regime ditatorial para a democracia plena e, em 1988, a Assembléia Nacional Constituinte elaborou e foi editada a NOVA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA promulgada em 05 de Outubro de 1988, pelo então Presidente do Congresso Nacional, Deputado Federal Ulisses Guimarães, que a denominou de CONSTITUIÇÃO CIDADÃ.

1988 culminou também com as eleições municipais de Itaporanga. Disputaram o pleito os candidatos WILL RODRIGUES, pelo extinto PFL, JOSÉ BARROS DE SOUSA, pelo PTB e Dr. Marleno Barros, por um dos partidos nanicos que é comum sempre aparecer e que não despertam a curiosidade de guardar na memória.
O pleito foi bastante competitivo pois o líder José Barros, vice-prefeito do Dr. João Franco, estava em evidência devido a esmagadora votação que havia obtido para o seu filho Eládio Barros que em 1986 disputara uma vaga à Assembleia Legislativa e batido de frente com o líder Deputado Soares Madruga que já em final de carreira teve uma votação bastante acanhada naquela que seria sua última cartada.

Os comícios realizados por Zé Barros causavam assombração ao concorrente mais próximo, Will Rodrigus. Nunca se via tanta gente tão entusiasmada como os seguidores de Zé Barros.

Não deu outra. O vil metal funcionou de tal maneira que Will obteve uma inesperada maioria de votos, foi recorde para aquela época. Mais de Um mil votos de diferenças. No fim de tudo, a análise dos observadores é que a multidão que acompanhava Zé Barros não passava de simples cobras d’água pois os que compareciam aos seus adjuntos eram todos de Igaraci, Caiana, Diamante e Serra Grande.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O PLEITO ELEITORAL DE OUTRORA

Por TITICO PEDRO  

O pleito eleitoral em 1968, sob a égide do regime de exceção implantado pelo Governo Revolucionário de 1964 que editou o Ato Institucional Nº 5, o famoso AI-5, extinguindo o pluripartidarismo de então, criando apenas dois partidos para camuflar uma democracia que de fato não existia. Naquela época a UDN (União Democrática Nacional) e alguns partidos aliados foram reduzidos a ARENA (Aliança Renovadora Nacional), partido de sustentação aos Militares, detentores do Poder Central, e o PSD (Partido Socialista Democrático) transformou-se em MDB (Movimento Democrático Brasileiro).

O Deputado Balduíno Minervino de Carvalho, liderança reconhecida no Vale do Piancó, pertencente ao PSD transformado em MDB, vinha há anos elegendo os Prefeitos de Itaporanga, tamanho era o seu trabalho implantado na terrinha, principalmente, na área da medicina, pois profissionais da espécie eram muito raros e os pouco que existiam, dois apenas, Dr. Manoel Maia e Dr. Djalma Leite, só atendiam pelo vil metal.

A UDN, sucedida pela ARENA, elegeu em 1966 Governador do Estado o então Senador da República o saudoso João Agripino Filho que havia perdido em Itaporanga para o também Senador de então Ruy Carneiro, amigo íntimo do Deputado Balduino, ambos do PSD/MDB.

Naquele ano de 1968, dois candidatos foram lançados na sucessão do então Prefeito Sinval Mendonça, do recém-criado MDB. No bipartidarismo criado pelo Governo Militar, dois candidatos disputaram o pleito em Itaporanga. Pense numa eleição bastante concorrida. De um lado o filho do líder Dr. Balduíno, o nosso saudoso Valderly (Derly) de Medeiros Carvalho tendo como concorrente o médido Adailton Teódulo da Silva.

Dr. Balduino, reconhecidamente imbatível, apresenta o seu filho Derly, bem jovem naquela época, que tentava angariar a sensibilidade do eleitorado itaporanguense, sob a alegação de que seria sua última cartada, razão pela qual, estava lançando o seu filho Derly, tendo como Vice o Dr. Marleno Barros.

Por outro lado, a ARENA situação nos governos Federal e Estadual, no entanto oposição ao governo municipal de Itaporanga, há anos sem eleger nenhum prefeito de Misericórdia/Itaporanga, suas lideranças encabeçadas pelo Dr. João Franco, Irineu Rodrigues, Zé Figueiredo Luiz Loureiro e mais alguns, em audiência com o Governador João Agripino, expondo as derrotas implementadas por Dr. Balduino, pede ao Governador que intervisse na política de Itaporanga para ver se conseguia derrotar o esquema Balduino.

O Governador Agripino tinha nomeado há pouco tempo o Capitão da PM e médico Adailton Teódulo da Silva, para um cargo de confiança na área da saúde. O Dr. Adailton era de Itaporanga, ausente já há alguns anos, mas pertencente as tradicionais famílias de Itaporanga, famílias essas do clã Jenipapo.

João Agripino dedicou-se pessoalmente na campanha do Dr. Adailton, pois o Governador queria, a todo custo, destronar o Deputado Balduino da liderança política de Itaporanga.

É! é como diz o adágio, contra rio cheio e governo não vá que não dá. O governador Agripino, de cara, inaugura o Hospital de Itaporanga, obsoleto já há alguns anos, trazendo para cá uma equipe médica bastante abalizada que revolucionou Itaporanga na área da saúde. Era um verdadeiro festival das mais diversas espécies de cirurgias. Era emprego e mais empregos. O povo não se conteve e haja adesões, a debandada dos partidários de Balduino migrando para o Dr. Adailton, candidato da simpatia do Governador João Agripino da ARENA.

Não deu outra. Adailton obteve uma esmagadora vitória, defenestrando o Dr. Balduino e consequentemente o seu Filho Derly. Foi uma campanha acirrada. O Governador do Estado, João Agripino Filho, fez acontecer essa surpreendente vitória. Com toda a atuação do Governador João Agripino que chegou a instalar o governo provisoriamente por três dias em Itaporanga, naquela época, não havia o que comumente acontece nos dias atuais, à compra/venda de votos. A seriedade ainda existia e o voto era dado graciosamente pela vontade do eleitor, coisa bem diferente nos dias de hoje.