Festa da Padroeira

Festa da Padroeira 2012 em Itaporanga, veja tudo que aconteceu. Clique e confira!

Diplomação dos Eleitos

Saiba tudo o que aconteceu na Diplomação dos candidatos eleitos no Vale do Piancó. Clique aqui!

Passe o seu Natal de YAMAHA Zero!

A Mundo Livre Yamaha está com promoções imperdiveis, como esta: Yamaha FACTOR com entrada de R$800,00 e 44 mensais de R$209,00. Clique e Confira!

Zé do Agreste

Durante esta semana estaremos postando aqui, vídeos de Zé do Agreste, personagem criado pelo itaporanguense Onildo Mendonça. Clique e confira!

As Razões de Ariosvaldo Ferreira

Porque Ariosvaldo Ferreira deu parecer contrário as obras de abastecimento d'água que estão sendo executados pela administração Djaci brasileiro. Clique aqui!

Atenção estudantes do Vale do Piancó

A UNIP abre inscrições para o vestibular 2013, ofertando 740 vagas em todos os cursos. Clique e Confira!

Mostrando postagens com marcador Tragédia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tragédia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Mais uma professora morre vítima de infarto fulminante na cidade de Conceição; é o segundo caso desde o início da semana


Desde o início desta semana, duas educadoras morreram vítima de infarto fulminante na cidade de Conceição, que fica situada na microrregião do Vale do Piancó paraibano. De acordo com as informações do Portal VPN, desta vez, a professora Dalila Ferreira Leite de Sousa, de 56 anos, não suportou aos efeitos da doença.

Enlutada desde a última segunda-feira (18), após a morte da professora aposentada Maria Ivone Holanda de 63 anos, a cidade de Conceição agora chora pela morte de Dalila, que ocorreu na noite desta quarta-feira (20).  

A professora Dalila residia na Rua Prefeito João Fausto, no centro da cidade de Conceição. Ela trabalhou por muito tempo na Escola Estadual Maestro José Siqueira.

DiamanteOnline com informações do Portal Vale do Piancó Notícias

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Aposentada morre queimada após atear fogo no próprio corpo dentro de casa

Segundo  a delegada Juvanira Linhares, a vítima contratou um mototaxista e foi até um posto de combustível onde comprou um produto inflamável

Aposentada Josefa da Conceição Cosme, 72 anos, morreu no início da manhã deste domingo (8), após atear fogo no próprio corpo, conforme informou a delegada Juvanira Linhares, da 6ª Delegacia Distrital, em Santa Rita. O fato foi registrado na cidade de Cruz de Espírito Santo, na região metropolitana de João Pessoa.

Segundo informações da delegada ao Portal Correio, a vítima contratou um mototaxista e foi até um posto de combustíveis onde comprou um produto inflamável. “Na hora da compra ela disse que o combustível seria para abastecer o veículo de um parente”.

Ao chegar em casa com o produto, a mulher se trancou no banheiro jogando o líquido inflamável em seu corpo e, em seguida, ateou fogo. Josefa da Conceição morreu na hora.

“Ela morava sozinha por opção, segundo informaram os parentes. Vizinhos ainda tentaram salvar a vítima, mas já era tarde”, disse a delegada Juvanira Linhares acrescentando que o corpo foi encaminhado para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) de João Pessoa.

“O caso será investigado pela Delegacia de Cruz do Espírito Santo”, finalizou a delegada.
  Hyldo Pereira/ PortalCorreio

terça-feira, 3 de setembro de 2013

No dia do Biólogo professor da UEPB sofre acidente e morre na BR 230


No dia do  Biólogo professor da UEPB sofre acidente e morre na BR 230 

 No dia do biólogo uma notícia triste para Campina Grande. Morreu no final da tarde desta terça-feira (03), o professor Ivan Coelho Dantas, 60 anos. Ele sofreu um acidente automobilístico quando seguia para a cidade de Campina Grande pela alça sudoeste. De acordo com informações de policiais da Companhia de Trânsito (CPTRan), o professor perdeu o controle do seu carro, ao tentar se desviar de um animal em um dos trechos da BR 230 e bateu em um poste. Ele morreu na hora.

O professor que integrava o Departamento de Biologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) seguida do Distrito de Catolé de Zé Ferreira à Campina Grande quando colidiu em um poste,

Ivan Coelho coordenava o programa de arborização “Adote uma Árvore” e era um entusiasta das ações em prol do meio ambiente. Ele também lecionava na UNESC. Por conta da morte do professor, todas as atividades do departamento de Biologia foram suspensas. Ele também coordenava o Horto Florestal da cidade.

O velório e o sepultamento do corpo do professor ainda não foram definidos pelos familiares. O clima no Departamento de Biologia é de comoção. A UEPB emitiu uma nota manifestando o sentimento de pesar pela morte do biólogo.

                                                                                                                                       PBAgora

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

EM PATOS: Jovem morre eletrocutado quando tentava passar lona sobre torres de som

 
O jovem Rodrigo de Lucena Coelho [foto] com 22 anos de idade morreu a meia noite e quinze minutos deste domingo 11 de agosto após uma queda de uma das torres de sonorização que estava sendo montada para realização da quadrilha junina do conjunto Bivar Olinto.

Testemunhas informaram à polícia que o jovem tentava passar uma Lona, provavelmente com intenção de cobrir uma das torres de sonorização e ao jogá-la de um lado para o outro, acabou acertando fios de Alta Tensão, sofrendo assim uma forte descarga elétrica que foi suficiente para derrubá-lo de uma altura de aproximadamente 5 metros.

Na queda o corpo do jovem bateu por diversas vezes nos andaimes de ferro para só depois cair ao solo desacordado. Um rapaz que estava no local no momento do acidente tentou reanimá-lo com massagem cárdica e puxando sua língua o que provavelmente segurou a vida do jovem até os primeiros socorros no HRP. Devido à gravidade dos ferimentos Rodrigo não resistiu e acabou morrendo nos primeiros minutos deste domingo.

O corpo do jovem está sendo velado na residência de sua mãe na Rua Oscar Torres no bairro Santo Antônio e será sepultado ainda neste domingo as 17h no cemitério do mesmo nome.


Portalpatos

sábado, 11 de maio de 2013

A morte silenciosa nas bombas d’água



São tão constantes que se tornam incontáveis os casos de agricultores vítimas de descargas elétricas em motores e bombas d’água nesta região e pelo estado a fora. Uma tragédia que se abate sobre dezenas de famílias rurais todos os anos: é a mulher que fica sem o marido; é o filho que fica sem pai; é a mãe que fica sem filho; é o campo que perde o trabalhador.

Na esperança de produzir em uma terra tão ária, garantindo o sustento da família, o agricultor faz suas economias, sacrifica-se e compra uma bomba d’água para irrigar a sua terrinha, mas muitos terminam pagando com a própria vida a aquisição do equipamento.

Sem a orientação necessária para manusear o motor, o trabalhador rural não tem a noção do perigo que é o contato com a bomba ou motor d’água, nem sempre bem e seguramente instalado, e de vez em quando pipoca a notícia de uma morte. A mais recente delas foi do agropecuarista Antônio Moura, na Mata de Oitis, município de Diamante. Este ano também houve mortes em Santana de Mangueira e Coremas, além de outras, inúmeras, em áreas rurais do interior nordestino.

Por trás de tão grande e grave mortandade rural esta a omissão: fornecedores e poder público não oferecem ao agricultor que adquire o equipamento elétrico a orientação e qualificação técnica necessárias para o manuseio seguro do equipamento. Aliás, diante de tantas mortes, o governo já deveria ter promovido mais do que capacitação ao homem do campo para a utilização de tecnologia de irrigação, é necessária uma apuração sobre a qualidade desses motores e bombas d’água que são vendidos ao trabalhador rural. Essas perdas sucessivas de vidas podem ser falhas humanas, mas podem também ser algum tipo de irregularidade ou defeito no equipamento.

Apesar da grande mortandade e as circunstâncias dessas mortes, que têm causas semelhantes (choques elétricos ao tocar ou ligar o motor), os fabricantes dos equipamentos parecem ignorar o problema: já deveriam ter desenvolvidos tecnologias capazes de evitar a descarga elétrica durante o manuseio ou reparar alguma falha ou defeito no fabrico de bombas e motores  que estaria acarretando essa insegurança.

No entanto, como essas mortes ocorrem no silêncio do campo, longe dos grandes centros e não têm forte repercussão na mídia, nem governo nem fabricante se comovem nem se movem. 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Acidente com músicos itaporanguenses: 7 dias

Hoje, 08/01, copleta 07 dias do acidente que enlutou Itaporanga, a Paraíba e o Mundo, em uma viagem que era para dar alegria aos paroquinas de Nossa Senhora da Conceição, em seus 150 anos de fundação, perdemos os irmão Luiz Benedito (o alfaite cantor), Radegundes Feitosa (o maior trombonista do mundo e o 1º dr. em música do Brasil) e Roberto Ângelo (integrante do Senteto de Trombones; além do amigo e também músico Adenilton França da vizinha cidade de Igaracy.

Muitas foram as homenagens prestadas por músicos, amigos e parentes em todos os funerais, aqui em Itaporanga (Luis e Roberto), na cidade de Igaracy (Adenilton) e em João Pessoa (Radegundes). A festa dos 150 anos da Paróquia teve proseguimento apenas com a parte religiosa e mesmo assim sem o brilho e pompa programados para a ocasião.

domingo, 4 de julho de 2010

Corpo do jovem Adnilton França é enterrado em Igaracy

O corpo de Adnilton França, 24 anos foi sepultado na manhã deste sábado, no cemitério de Igaracy, sertão da Paraíba. O velório ocorreu na cidade de Patos, mais o sepultamento ocorreu na cidade natal de Adnilton, o corpo chegou a Igaracy por volta das 10h. Familiares e amigos se despediram do jovem trombonista, que perdeu sua vida em um acidente de carro na quinta-feira (01), próximo ao triângulo de Igaracy, na BR 361.

Depois de velado na cidade de Patos, o corpo chegou a Igaracy na manhã deste sábado e logo foi levado para o cemitério. Vários moradores da cidade compareceram para prestar condolências à família e acompanharam o cortejo pelas ruas de Igaracy.

A Banda Filarmônica da cidade de Patos, onde Adnilton tocou por vários anos, acompanhou o cortejo pelas ruas de Igaracy.

Fotos e texto: www.hugoigaracy.com

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Mais mensagens do Mural

Valdete Pereira: À vida nos traz muitas surprêsas umas vêzes alegre outras triste e quando perdemos um ente querido sentimos um vácuo no peito. Mas Deus nesta hora é quem pode nos dar forças um grande formador de arte
2 Jul 10, 00:10

Valdete Pereira: Mensagem enlutada á sua família. Itaporanga hoje está muito triste com o falecimento deste talentoso músico
2 Jul 10, 00:16

Valdete Pereira: As estrêlhas brilham no céu e se alegram com a tua chegada quisera eu sêe um passarinho para poder guardar tua morada e voar sob as nuvens do ceu à contemplar tua chegada.
2 Jul 10, 00:48

PAULO DE TACIO: CHORAM OS TROMBONES
2 Jul 10, 08:52

Severo Virgulino.: A cultura Paraibana nunca será a mesma....Foram esses talentosos e será difícil as suas substituições. Então a nossa cultuara está enlutada, uma dor sem precedente. Choro a dor das famílias .
2 Jul 10, 09:33

Ítalo José Almeida: Sem sombra de dúvidas os filhos de Itaporanga espalhados pelo mundo estão entristecisdos com a morte de seus conterrâneos, pessoas geniais: Radegundes, Luiz Benedito e Roberto Ãngelo .
2 Jul 10, 09:55

Ivomar Tavares BADU: Solidarizo-me com todos os Itaporanguenses, pela perda prematura, e irreparável, e de maneira tão trágica, dos conterrâneos queridos.
2 Jul 10, 09:56

Ivomar Tavares BADU: Solidarizo-me com todos os Itaporanguenses, pela perda prematura, irreparável, e de maneira tão trágica, dos conterrâneos queridos.
2 Jul 10, 13:15

Maestro Xavier: É com pesar, que eu e minha família choramos a perca dos grandes homens da música brasileira, como maestro Radegundes Feitosa, Luiz Benedito, Adenilton França e Roberto Ângelo, este último meu aluno.
2 Jul 10, 13:30

Beta / Lourdinha Rodrigues: A cidade de Itaporanga chora e lamenta a perda prematura dos músicos conterrâneos. Solidarizamo-nos com as famílias enlutadas e rogamos que Deus conforte a todos neste momento de dor.
2 Jul 10, 19:24

Isabel barbosa (Italia): Aos familiares dos meus queridos colegas, os meus sinceros sentimentos de tristeza !
2 Jul 10, 19:34

Morte dos músicos: Polícia Rodoviária Federal teria sido alertada sobre animais na pista

Oito minutos antes de acontecer o acidente fatal em que morreram quatro músicos paraibanos, dentre eles o trombonista Radegundes Feitosa, diretor do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba, a Polícia Rodoviária Federal, sediada em Patos, teria sido alertada por uma pessoa sobre a presença de animais na pista onde o fato aconteceu.

A iniciativa de alertar a Polícia Rodoviária partiu de um cidadão que identificou-se apenas por Sthepson, com quem a produção do Portal Correio manteve contato telefônico por volta das 14 horas desta sexta-feira (2). Ele disse que, de fato, às 9h52 telefonou para o número 191 e informou a PRF sobre a presença de animais na rodovia.

O Portal Correio soube da informação através de Radmaker Alverga, amigo de Sthepson que, a propósito da versão da Polícia Rodoviária Federal, de que o acidente não foi provocado por animais, postou mensagem eletrônica para o Sistema Correio de Comunicação informando: “Sobre o acidente do Radegundes. tenho informações que podem mudar o que a PRF disse. Um registro feito por 191 avisando que no trecho haviam muitos animais na pista no local do acidente. Oito minutos antes do acidente”.

Imediatamente após o recebimento da mensagem, a produção do Portal Correio manteve contatos com Radmaker Alverga, que não só confirmou a informação como forneceu o número do telefone do seu amigo Sthepson.

Por volta das 14 horas de ontem, a Polícia Rodoviária Federal telefonou para o Portal Correio para desmentir a informação inicial sobre o acidente, segundo a qual o carro em que os músicos iam para as comemorações pelo sesquicentenário da Itaporanga, teria se chocado com animais na pista.

Lembrando

Nesta quinta-feira |(1º), às 10 horas da manhã, um acidente de trânsito ocorrido no Km 97.3, da BR-361, próximo a Itaporanga, provocou a morte dos quatro músicos, dentre eles dois do Sexteto de Trombone da Paraíba.

Entre as vítimas estava o maestro Radegundis Feitosa, paraibano e um dos três maiores trombonistas do mundo.

Além de Radegundis Feitosa, também morreram no acidente: Roberto Ângelo Sabino, de 41 anos; Luiz Benedito, 69 anos e Ademilton França, de 24 anos.

Portal Correio

CHORAM OS TROMBONES

Por PAULO DE TACIO DE OLIVEIRA PINTO

CHORAM OS TROMBONES

Paulo de Tácio de Oliveira Pinto
(Jornalista – paulodetacio@globo.com)

Agosto este ano chegou mais cedo, trazendo no seu bojo ausências e perdas irreparáveis. O mês do desgosto parece que resolveu se apresentar com trinta dias de antecedência, marcando, ainda no primeiro dia de julho, com o seu sangue, a vida dos inesquecíveis amigos e conterrâneos Radegundis Feitosa, Luis Benedito e Roberto Ângelo “Cabelo de Cachorro” Sabino, levando consigo, também, o competente músico patoense Adenilton França.

Radegundis Feitosa é daqueles amigos de infância que continuam para a vida toda, embora hajam tantos desencontros em função das adversidades da própria vida. Nos idos de 1973/74, recordo-me bem quando o lendário Padre Zé Sinfrônio, do Ginásio Diocesano de Itaporanga, escalou o professor e maestro Sales, à época auxiliar do maestro Sargento Severino, para dar aulas à parte a uma trinca que ele, Padre Zé, gostaria de vê trombonistas.

Esses três mosqueteiros que se iniciavam nos primeiros solfejos das notas musicais éramos eu, Radegundis Feitosa e Sandoval Moreno. Eu, muito magro – quase cadavérico – fui retirado depois das aulas por minha mãe, que achava que de tão raquítico não agüentaria soprar um instrumento. Deus parece que não me queria músico, pois me reservara outras estradas. Mesmo assim ainda insisti tocando uma caixa na banda, seguindo depois para o tarol da Filarmônica da Escola Técnica Federal, na Capital. Desisti da música como instrumentista e fiquei músico apenas por continuar sabendo escutar. Fui para outras pairagens.

Radegundis Feitosa e Sandoval Moreno, ao contrário, continuaram estudando o trombone, fazendo dele não apenas um instrumento para a vida, mas dando vida a este instrumento. E que vida. O trombone, que Radegundis Feitosa já se iniciara, antes mesmo do Ginásio, vendo o seu pai, Heleno Feitosa Costa tocar, deixara de ser um brinquedo de criança, e passara o seu objeto de estudo. E como estudou.

Foi um dos primeiros alunos do curso de música da UFPB, juntamente com seu inseparável companheiro Sandoval Moreno, aprimorando os conhecimentos na arte de tocar trombone. Fez mestrado, doutorado e pós-doutorado. Virou um dos maiores trombonistas do mundo, arrebatando prêmios por onde passava. Fez escola. Depois vieram seus irmãos Costinha e Bobó, e arrastaram outros conterrâneos como Gilvandro Azeitona, Roberto Ângelo Cabelo de Cachorro, como o chamávamos na intimidade, além de tantos outros.

Roberto Ângelo Sabino era da mesma estirpe de Radegundis Feitosa e de Sandoval Moreno. Sabia brincar com o trombone como se aquilo fosse uma coisa fácil de tocar. Era ao mesmo tempo um dos mais técnicos ao executar os clássicos da Orquestra Sinfônica da Paraíba ou os hits mais populares das Orquestras Metalúrgica Filipéia, Mistura Fina ou da Black Tie. Para ele era indiferente o grupo onde estava tocando. Podia ser clássico, jazz, samba, frevo ou dobrado. Na verdade, dobrava bem em todas. Sempre se destacou em todos os lugares. Fez da música seu meio de vida. Do seu trombone surgia sempre os melhores acordes, as melodias mais aprimoradas.

Roberto Ângelo compôs o Quarteto de Trombones juntamente com Sandoval Moreno, Gilvando Azeitona e Rogerio. Fez parte de todos os grupos coordenados por Radegundis Feitosa, Maestros Chiquito, Rivaldo e Vianey. Não importava se estava tocando num baile de gala, bloco de carnaval ou num teatro. Clássico ou popular tanto fazia. Bom mesmo era tocar em qualquer lugar. Nem que fosse numa simples farra que sempre improvisava com os amigos nos finais de semana quando estava de folga.

Luis Benedito era daqueles músicos que se podia chamar “das antigas”. Com seu vozeirão, sempre encantou executando os clássicos do cancioneiro popular, das inesquecíveis serestas ou serenatas, ou das orquestras de carnaval. Começou ainda menino em Itaporanga, terra natal de todos, aprendendo a educar a sua voz com o irmão mais velho Antonio Benedito – pai de Sandoval Moreno – e um dos melhores compositores de músicas instrumentais, hinos e dobrados de sua época.

Durante toda a sua vida se dividiu entre a arte de cantar e o ofício de alfaiate, aliás, um dos melhores que a Paraíba já conheceu. Seus ternos, sobretudo e palitós sempre foram disputados, e não apenas pela colônia itaporanguense. Em Itaporanga foi presidente do Independente Clube, um clube onde ele dizia que branco não poderia entrar. Era o “Clube dos Morenos”, como definia.

Foi vereador e amigo de todas as horas dos amigos. Transferiu-se mais tarde para João Pessoa, onde continuou alternando as artes de costurar com a de cantar.

Estive com ele, pela última vez, no dia noite de 12 de Junho deste ano, no aniversário da Asfita, em companhia de Radegundis Feitosa e de outros amigos. Ele estava empolgado, pois terminara de gravar o seu CD solo, tendo os arranjos de Radego, como carinhosamente apelidávamos o Radegundis, e do maestro Chiquito Fernandes. A produção fora feita pelo próprio Radegundis. Marcamos de nos encontrar, agora no início de julho, para programarmos o lançamento.

Lamentavelmente nada mais disso será possível com a presença deles, restando a nós apenas uma homenagem póstuma. Morreram quando voltavam para o sublime torrão que tanto amavam. Iam participar das festa de 150 anos da Paróquia de Misericórdia.

A perda desses amigos é irreparável para mim, mas será muito maior para a música brasileira. Os trombones nunca mais tocarão do mesmo jeito, no mesmo diapasão, e aquele canto forte não mais ecoará em nossas serenatas.

A estrada entre Piancó e Itaporanga ficou marcada para sempre. Agora, quem passar por lá terá a oportunidade de ouvir, quase aos pés do Cristo Redentor, o toque dos trombones que a história guardará. Não morreram somente os músicos, mas um pedaço de nossa música popular, de nossa cultura, da história deste lugar.

Vão, amigos. Sei que agora o Céu terá uma orquestra completa. Juntem-se Antonio Benedito, Sivuca, Luiz Gonzaga, e tanta gente boa que estavam a lhes aguardar. Animem a festa, a gente chega mais tarde.

Corpo de Radegundis Feitosa chega a JP para velório e cremação

Está previsto para começar às 9h desta sexta-feira (2) o velório do músico Radegundis Feitosa, famoso trombonista paraibano morto na quinta-feira em um acidente de carro a caminho de Itaporanga, sua cidade natal. O corpo foi transferido do Departamento Médico Legal (DML) de Patos e chegou à João Pessoa às 23h de ontem, para ser cremado hoje após o velório na funerária Caminho da Paz, em Cabedelo.

As demais vítimas do acidente, todos músicos paraibanos, serão enterrados no interior do Estado. Roberto Ângelo Sabino, de 41 anos, que assim como Radegundis era integrante da Orquestra Sinfônica da Paraíba, e o cantor popular Luís Benedito, de 69 anos, serão enterrados em Itaporanga. Já Adenilton Soares França, de 26 anos, que era trombonista da Orquestra Sinfônica Jovem, fica em Patos.

A morte dos músicos comoveu a Paraíba. Radegundis foi o primeiro doutor em trombone do Brasil. Atualmente, ele também era chefe de departamento do curso de Música na Universidade Federal da Paraíba. Seu talento foi motivo de homenagens entre artistas, amigos, colegas de trabalho e alunos. Veja alguns relatos:

A classe artística está de luto e une-se ao pesar das famílias enlutadas. Eram como irmãos nossos e essas mortes desavisadas, assim de supetão, acende entre nós ainda mais forte o sentimento de fraternidade. (Chico César - cantor, compositor e diretor da Funjope-JP)

Quem vai se esquecer daquela gargalhada vasta, que contagiava a todos. A alegria em pessoa. Foi o professor doutor mais simples de todos, porque era o melhor do mundo. Não vou esquecer de nossos papos no meio de uma ponte, cheio de músicos, em Taperoá, comendo bode. Mas, como disse Mário Quintana, 'que importam as cinzas se a chama foi alta e bela. (David Fernandes, sub-secretário de Cultura do Estado)

Se existe uma definição de tragédia ela pode ser a perda de Radegundis. A morte dele é como a perda de uma instituição cultural do Estado. Diversos colegas aqui do Rio de Janeiro estão perplexos com a notícia. (Marcos Arakaki, maestro titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba)

O acidente

O acidente aconteceu na BR-361, por volta das 10h, no caminho de Piancó para Itaporanga, onde os quatro músicos de apresentariam em comemoração religiosa da cidade natal de três deles. De acordo com a Polícia Militar, eles teriam feito uma ultrapassagem em alta velocidade e acabaram capotando o carro, saindo da pista. O veículo incendiou. Uma das pessoas foi arremessada e os outros três, entre eles Radegundis, ficararam presos nas ferragens e morreram carbonizados.

Karoline Zilah

Acidente com músicos: desfeito o engano!

Luis fazendo o que mais sabia e gostava: Ser Cantar.

Por pouco a família de Roberto Ângelo não vela e enterra a pessoa errada. O corpo que não foi carbonizado por ter sido o único a não permanecer no carro em chamas, não era, como todos afirmavam, o de Roberto Ângelo, integrante do Sexteto de Trombones, e sim o cantor/seresteiro Luis Benedito.

Luis em encontro com amigos: o Boêmio

Luis, o primeiro a ser reconhecido e velado pela família, terá seu sepultamento hoje, 02/07, à 16h00, no semitério Mãe de Misericordia, como era seu desejo. O corpo, coberto pela bandeira e camisa do seu time, está sendo velado em frente a 5ª Cia de Policia Militar, de onde saíra para a sua última morada.

Feliz no seu ofício maior: Ser Pai!

Luis era casado com Zefa e deixa 05 filhos que saberão horar a sua memória. Amanhã traremos mais informções sobre a vida de Luis, o cantor, o músico, o alfaite, o pai e o itaporanguense que como nós, tinha orgulho de ser filho e representar esta cidade.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Do Mural do Portal

Wellton Tomaz Brandão:
Lamentavel o que aconteceu hoje pela manhã, Itaporanga chora a morte de um dos seus filhos mais ilustres. (Radegundes)
1 Jul 10, 14:46

Wellton Tomaz Brandão:
Itaporanga esta de luto pela perda de seus musicos (Radegundes e Roberto Angelo)
1 Jul 10, 14:46

Wellton Tomaz Brandão:
A Paraiba chora a perca de Radegundes.
1 Jul 10, 14:48

Wellton Tomaz Brandão:
O sexteto da paraiba nunca mais será o mesmo sem seu mestre Radegundes.
1 Jul 10, 15:27

Jorge Rios:
Que perda triste essa, vamos lutar para que sejam retirados os animais das estradas para que outras pessoa não percam a vida dessa maneira. Isso é um absurdo.
1 Jul 10, 16:36

Jayro Ricardo: A Paraíba perde grandes homens e talentosos músicos que utilizando-se do Dom dado por Deus alegrava o coração da Paraíba, do Brasil e do Mundo. Que Deus conforte e abençoe a família de todos eles.
1 Jul 10, 18:39

Severo Virgulino.: Hoje a Paraíba chora as perdas desses talentosos músicos, principalmente os filhos de Itaporanga........moro em João Pessoa e via o esforço de Luís Benedito. Enfim choro a dor dessas perdas.
1 Jul 10, 20:15

Ildefonso Teixeira: O que faziam? Arte..... Todos eles percorreram mundo... trilharam caminhos distantes e vieram repousar no solo que propagaram e engrandeceram. Itaporanga chora essa perda, compartilho desse choro.
1 Jul 10, 20:36

Modesto Neto e Sergio Modesto:
Modesto e Sergio sentem uma tristesa pela perca dos colegas Muisicos Radegundes e Roberto Angelo e Luiz Benedito que deixou um vazio na Cultura Musical Itaporanguense...

MORTE DE GRANDES MÚSICOS

Rainério

Abri no seu site, mas agora já não sei deixar mensagens. Gostaria de chorar com toda Itaporanga a morte do MAESTRO, o melhor trombonista do mundo: Radegundes Feitosa.

Aqui também choro a partida trágica de Luis Benedito, um lutador da música. Sinto o coração doer. Soube do triste ocorrido há mais ou menos uma hora.

Liguei numa rádio daí, mas só toca frevo da COPA.

Espero que você coloque as fotos no site. É preciso muita música fúnebre para esses artífices da música. Itaporanga se cobre de luto.

Radegundes foi o mais importante itaporanguense dos século XX e XXI.I taporanga foi injusta com seu ilustre filho, quando daquela escolha. Quis fazer com que enxergassem isso, mas entrou política no meio.

Adeus MAESTRO, adeus querido LUIS BENEDITO, meu grande amigo de tantos anos.

Que os grandes músicos HELENO COSTA e ANTÔNIO BENEDITO os tenham ajudado nessa passagem para o eterno.

COM MUITA TRISTEZA

Paizinha

Choram morte de Roberto Ângelo Sabino

Por SuelI em 01/07/2010

Paulo Sabino e Sueli choram a morte do primo do coração, estamos muito triste, Damiana peço a deus que nos fortaleça neste momento de tamanha dor, que deus proteja nossa família neste momento. Estamos choramos muito sofremos por não esta perto de vocês neste momento tão triste. Roberto para mim era um irmão.

Que deus abençoe a cada um de vocês.

Sueli e Paulo.

Acidente automobilístico enluta Itaporanga e a comunidade paraibana de músicos

Foto do sexteto que sobrou intacta na bolsa de Radegundes arremessada a uns 15m do carro

Hoje seriam iniciadas as festividades alusivas aos 150 anos da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Itaporanga, onde às 20h30 teríamos uma apresentação cultural com o Sexteto de Trombones e a Banda (orquetra) Sinfônica Jovem da Paraíba.

Mas o destino tinha outra programação para o Sexteto que saiu da capital paraíbana hoje cedo em dois veículos rumo a nossa cidade. Ao chegarem em Piancó, 0 Citroen C4, cor prata, ano 2009/2010, placas NPT5510, de propriedade e dirigido por Radegundes Feitosa, casado, 44 anos, natural de Itaporanga e considerado o maior trombonista do mundo, entrou na cidade para fazerem uma visita ao amigo e colega Lula enquanto o outro seguiu direto para Itaporanga.

Viajavam no carro com Radegundes, Roberto Ângelo Sabino, 41 anos, natural de Itaporanga, Adenilton França, 24 anos, da cidade de Igaracy, colegas no sexteto e o cantor /seresteiro itaporanguense, Luis Benedito, casado, 69 anos, residente em João Pessoa, que voltava a terra natal para o pré -lançamento de um CD romântico.

Por volta das 10h00, deixaram Piancó rumo a Itaporanga e segundo uma testemunha, no KM 97 da BR 361, ao tentar desviar de um jumento, Radegundes perdeu o controle do veículo, que após sair da pista e bater em uma pedra, capotou, explodiu e incendiou. O corpo de Roberto ficou do lado de fora do veículo, enquanto os outros três foram incinerados em seu interior.

O padre Cláudio, pároco e um dos organizadores da festa, cancelou toda a programação festiva de hoje, quando será realizada uma missa em sufrágio da almas, das vítimas deste trágico acidente.

Fotos da tragédia:

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A mais comovente tragédia passional dos últimos 40 anos

.
Oito de junho de 1967. Motivado por um ciúme incontrolável, o fiscal de renda Luiz Augusto de Carvalho, então com 36 anos, mata a tiros a própria esposa, Mércia Felinto, que tinha 23, o motorista do casal, Chico de Jaime, e depois suicida-se em uma casa da praça da Prefeitura cercada por policiais e curiosos. Desde então, Itaporanga não registrava um crime passional tão comovente quanto o ocorrido no sábado, 6 de junho último.

A mais impressionante tragédia passional dos últimos 42 anos ocorreu enfrente a maior unidade militar da região, mas o fato foi inevitável: quando os policiais militares, concentrados nos afazeres do aquartelamento, deram conta do que estava acontecendo e principiaram uma reação, dois corpos já agonizavam sobre o piso da Rua José Inácio de Araújo, onde residia o homicida-suicida. Uma paixão desfeita em sangue.

Nem a própria vítima, a estudante de fisioterapia Orkácia de Sousa Silva, que vivia a véspera dos seus 20 anos, poderia prever as reais intenções do homem com o qual convivia há, pelo menos, quatro anos: quem conhecia Valdivino Bronzeado dos Santos não imaginava que ele fosse capaz de ato tão extremo contra si e contra alguém que demonstrava amar, embora já não fosse mais sua namorada. Tratava-se de um rapaz calmo, instruído e trabalhador. Era distribuidor do sorvete Cremosinn em Itaporanga.

É provável que já planejasse o fim dos dois quando, na manhã do sábado, 6 de junho, um dia antes do aniversário dela (07/06/ e a um mês do dele (06/07), encontrou a exnamorada na saída do hospital, onde ela estagiava, e os dois seguiram de moto até à casa dele, mas não havia presente de aniversário à espera da jovem, e, em trinta segundos, tudo foi consumado: com um revólver embrulhado na sacola timbrada de uma famosa loja de cosmético da cidade, o rapaz saiu de casa e reaproximou-se da estudante, que o aguardava do lado de fora, sem que ela percebesse o que estava prestes a acontecer.

Depois de disparar quatro vezes contra Orkácia, Valdivino atirou contra sua própria cabeça diante dos olhos perplexos da mãe, que, da porta de casa, assistiu aos últimos instantes do filho. Para dona Anita, de 67 anos, tão terrível quanto aquele instante foram as três longas horas em que o corpo do seu filho ficou estirado na rua à espera do carro do IML (Instituto de Medicina Legal) de Patos, sem que ela pudesse, sequer, aproximar-se do filho. “O que deixou a família mais revoltada foi porque ele deveria ter sido socorrido, como socorreram a menina, pois ele não morreu imediatamente, e o correto seria tê-lo levado para o hospital como nos disse uma médica”, comenta Ana, irmã mais velha de Valdivino. “Meu filho era um homem de bem, nunca pegou nem num canivete, mas esse amor lhe deixou cego e ele teve um fim que não merecia”, desabafa chorosa a mãe.

Para alguns juristas ouvidos pela Folha, como foi um suicídio testemunhado, ou seja, não houve participação de terceiros no episódio e, portanto, como não haveria necessidade de se apurar o cenário do crime, o corpo poderia ter sido levado para o necrotério do hospital de onde seguiria para o IML, mas somente o delegado poderia autorizar a retirada do rapaz do local onde ocorreu o fato.

Duas famílias e muita dor

Sofrimento também para a família da jovem, que foi socorrida para o hospital de Itaporanga, onde a mãe e uma irmã são enfermeiras, e depois transferida para Patos, onde faleceu dois dias depois.

Maria Aparecida de Sousa, a mãe, e Orkícia de Sousa Silva, a irmã, estavam de plantão quando Orkácia foi hospitalizada. Embora acostumada ao convívio da tragédia e à luta contra a morte, a mãe não suportou a terrível surpresa e teve que ser medicada. Um choque emocional violento: a menina, que havia saído há poucos minutos do hospital bem e feliz, agora retornava gravemente lesionada.

A jovem chegou ao hospital consciente, um sinal de esperança para a família de que ela pudesse sobreviver: foram 48 horas de luta pela vida, mas não houve jeito.

Comoção sem precedentes para pai, mãe e irmãos que perderam um dos seus entes mais queridos: uma jovem cheia de vida e com um futuro profissional promissor.

Orkácia seguia os passos profissionais da mãe e da irmã: a área de saúde era sua vocação. A estudante cursava fisioterapia em Patos e estagiava no hospital de Itaporanga.

Diferentes

Valdivino era quinze anos mais velho do que Orkácia. Ele faria 35 no próximo dia seis de julho, mas a diferença entre eles não se restringiam somente à idade: ela era uma garota extrovertida e que gostava de sair; ele, um rapaz fechado e caseiro.

Nem no gosto musical combinavam-se: ela gostava de pop rock e era fã do cantor Renato Russo, já falecido; enquanto Valdivino era voltado à cultura rural: a literatura de cordel, o repente e o forró de raiz eram suas preferências, e até arriscava alguns versos. Deixou vários textos escritos.

Os dois namoravam há, pelo menos, quatro anos. Nesse período, terminaram e reataram a relação várias vezes, mas o último rompimento era definitivo. Dias antes do fato, Orkácia confessou a amigos que há dois meses tinha terminado com Valdivino e que não haveria reconciliação. Mas o curioso é que, constantemente, eram vistos juntos. Talvez fosse uma tentativa dele de reconquistá-la.

Os problemas amorosos acarretaram profundos abalos emocionais em Valdivino. Perdeu peso e aparentava sinais de depressão. Diante das preocupações da mãe, disse apenas que estava doente, mas os exames não detectaram nenhum problema de ordem física. Por orientação da mãe de Orkácia, ele procurou ajuda psicológica e estava em tratamento no Caps (Centro de Apoio Psíquico Social).

Mas o grande problema de Valdivino era que ele não se abria com a família nem desabafava aos amigos: tentava resolver sozinho seus conflitos íntimos. Suportou solitário uma carga sentimental excessivamente pesada e que o levou ao desespero extremo.

Deixa um filho

Ele residia com a mãe, que é viúva há dois anos e, pelo resto da vida, lembrará o triste seis de junho, mas haverá também lembranças boas do filho querido: Valdivino lhe deixou um neto. Natanael tem oito anos e nasceu de um relacionamento anterior do rapaz.

Nas páginas de relacionamento (orkut) de Valdivino e Orkácia, mensagens de pesar e lamento dos amigos e recordações fotográficas do tempo em que viviam bem, inclusive imagens do aniversário dela em 2008, desejos de felicidade que não se concretizaram em 2009.

Inquérito

O delegado de Itaporanga, Elcenho Leite, instalou inquérito para apurar as circunstâncias do fato, especialmente com relação à origem da arma, um revólver calibre 38, usado por Valdivino para matar a exnamorada e depois tirar a própria vida.
Folha do Vale - Ed. 152