Festa da Padroeira

Festa da Padroeira 2012 em Itaporanga, veja tudo que aconteceu. Clique e confira!

Diplomação dos Eleitos

Saiba tudo o que aconteceu na Diplomação dos candidatos eleitos no Vale do Piancó. Clique aqui!

Passe o seu Natal de YAMAHA Zero!

A Mundo Livre Yamaha está com promoções imperdiveis, como esta: Yamaha FACTOR com entrada de R$800,00 e 44 mensais de R$209,00. Clique e Confira!

Zé do Agreste

Durante esta semana estaremos postando aqui, vídeos de Zé do Agreste, personagem criado pelo itaporanguense Onildo Mendonça. Clique e confira!

As Razões de Ariosvaldo Ferreira

Porque Ariosvaldo Ferreira deu parecer contrário as obras de abastecimento d'água que estão sendo executados pela administração Djaci brasileiro. Clique aqui!

Atenção estudantes do Vale do Piancó

A UNIP abre inscrições para o vestibular 2013, ofertando 740 vagas em todos os cursos. Clique e Confira!

Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meio ambiente. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de maio de 2013

Itaporanga demonstra compromisso socioambiental e respeito à natureza



A prefeitura municipal de Itaporanga, através da secretaria de agricultura e meio ambiente deu início aos trabalhos de recuperação das áreas degradadas do antigo lixão no Sítio santo Antônio. 

O projeto apresenta três etapas de execução:

Enterramento do material existente;

Aração do solo e semeadura do capim corrente – (urochloa mosambicensis), para formação da cobertura vegetal;

Reflorestamento com mudas de árvore nativa, que é a algaroba – (prosopis juliflora). 

O meio em que vivemos pode trazer zona de conforto e um quadro de reação natural, se não adotarmos um plano de autosustentabilidade. 

A gestão atual começa a mudar a história das comunidades do entorno do antigo lixão do Santo Antônio, que conviveram durante aproximadamente 20 anos com o lixo e seus malefícios.

Para o secretário de agricultura, Francisco Lemos, “o desenvolvimento rural tem que começar com ações que promovam o bem estar da sociedade.Campo forte, cidade com menos problema”. Finalizou.
Ascom

sexta-feira, 22 de março de 2013

Hora do planeta: mais de 150 países apagarão as luzes pelo meio ambiente

Pelo quinto ano consecutivo, a organização não governamental WWF promove em mais de 150 países, neste sábado, o movimento Hora do Planeta. É um ato simbólico que conta com a participação de governos, empresas e a população. As pessoas podem participar apagando a luz de casa, da empresa ou qualquer outro lugar das 20h30 às 21h30.
A proposta é levar a uma reflexão sobre o aquecimento global e as ameaças ao meio ambiente. No Brasil, 92 cidades confirmaram participação, sendo 22 capitais , entre elas, Brasília (DF), Natal (RN), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Florianópolis (SC).
A superintendente da WWF-Brasil, Regina Cavini, explica que as prefeituras apagam os monumentos mais importantes e significativos, porque não se pode apagar a luz de toda uma cidade. Em Brasília serão apagadas as luzes do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios.
Regina Cavini ressalta que o movimento é um ponto de partida para ações contínuas. "O WWF sabe que não é em uma hora que vamos fazer as mudanças necessárias ao planeta. O que interessa é as pessoas usarem este momento para se reunirem com suas famílias e seus amigos e repensarem os seus hábitos", diz.

Em 2012, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.
Terra

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Última chance (Codigo forestal)




A "via crucis" do Código Florestal tem na segunda-feira mais uma dolorosa estação. É o prazo para que a presidente Dilma Rousseff acate ou vete as novas mudanças feitas por ruralistas num texto que já nasceu ruim e só tem piorado.

Independentemente dos vetos que venha a fazer, já podemos dizer que ganhou quem desmata e perdeu a sociedade. Basta ver o aumento do desmatamento, previsível e anunciado, com proporções semelhantes às do triste passado de motosserra, correntão e fogo.

Dizem que é a soja, o gado, o ouro. Mas é pela certeza da impunidade -propiciada pela anistia feita entre governo e maioria- que arrasta o correntão do atraso no Congresso.

É provável que a lei a ser sancionada seja questionada em sua constitucionalidade. Motivos não faltam. Foi transformada numa colcha de retalhos de difícil interpretação e terá de ser remendada por decretos, portarias e regulamentos.

Porém a regulamentação do código não poderá reverter os danos: anistia aos desmatamentos ilegais, diminuição das APPs, reflorestamentos com espécies exóticas, inclusão de grandes propriedades na faixa de proteção mínima, redução da proteção nas margens dos rios, devastação de manguezais e apicuns etc. E pode piorar se a sociedade achar que o estrago já está feito.

Para essa "colcha" ainda desempenhar função de proteger nossos biomas e valorizar nossos imensos recursos florestais, precisamos discutir urgentemente, com participação da sociedade, uma política florestal que estabeleça condições institucionais e instrumentos financeiros, tecnológicos e humanos para que o Brasil possa preservar, e usar com sustentabilidade, suas riquezas naturais, bem como cumprir compromissos de redução de desmatamento firmados na Política Nacional sobre Mudança do Clima.

A agricultura brasileira é o que é hoje porque, além de clima e solo favoráveis, também contou com 50 anos de políticas e investimentos públicos nos "planos safras" e com instituições como a Embrapa.

Pois bem, precisamos de políticas consistentes para que o uso sustentável das florestas possa ser uma alternativa econômica que promova o desenvolvimento de forma mais equilibrada com o ambiente. Isso exige colocar o Serviço Florestal Brasileiro à altura do desafio de cuidar de cerca de 60% de seu território.

Talvez seja a última chance para a presidente interromper os retrocessos na agenda socioambiental desencadeados em seu governo, evitar prejuízos irrecuperáveis, retornar à coerência de um projeto que se anunciava sustentável no início do governo Lula, honrar compromissos internacionais e assumir a posição de liderança que cabe ao Brasil. E ainda cumprir com a palavra empenhada nas eleições de 2010.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ruralistas desafiam governo e querem votar texto do Código Florestal


Frente Parlamentar da Agropecuária decidiu enfrentar o governo e pretende incluir como primeiro item da pauta de votação do esforço concentrado o texto com o novo Código Florestal. O texto que os ruralistas pretendem colocar em votação é o que foi acordado na comissão especial criada pelo Congresso para tratar do tema e que desagrada a presidente Dilma Rousseff. Pelo texto, o programa de regularização fundiária e a definição da ocupação das margens dos rios seriam transferidos para atribuições de órgãos ambientais estaduais. Mas este texto não é aceito pelo PT e pelo Planalto, o que tem criado impasse e adiado a votação.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O que pensam os administradores


O Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) colocou um marcador na página inicial de seu site que registra dias, horas, minutos e segundos que ainda restam para que as prefeituras fechem lixões e implantem a coleta seletiva no Brasil.
O marcador é um lembrete para que o prazo estipulado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos seja cumprido em 2014.
Dos 5.565 municípios brasileiros, apenas 766 fazem coleta seletiva, segundo a pesquisa “Ciclosoft 2012”, realizada pelo Cempre e apresentada em seminário no Rio de Janeiro em 31 de agosto.
O número parece desalentador face aos desafios do país em saneamento. No entanto, se comparado a resultados anteriores, representa um avanço. Promovida a cada dois anos, a pesquisa mostra a participação crescente de municípios com coleta seletiva de lixo: 237 em 2004; 327 em 2006; 405 em 2008; 443 em 2010. 

Falta infraestrutura

No final de junho, a pesquisa "O que o brasileiro pensa do meio ambiente e do consumo sustentável", a cargo do Ministério do Meio Ambiente, divulgou resultados igualmente positivos em relação à reciclagem.
A iniciativa do ministério teve início em 1992, por ocasião da Rio 92, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano. Na época, 4% dos entrevistados se preocupavam com o destino, a separação e a coleta do lixo. A pesquisa de 2012 identificou 28% de pessoas atentas ao problema.
O mesmo levantamento revela que 48% de entrevistados, principalmente das regiões Sul e Sudeste, cuidam da separação dos resíduos para reciclagem. Infelizmente, o aumento da conscientização ambiental colide com a falta de infraestrutura da administração pública. 
O exemplo mais expressivo é o da maior cidade do vale desperdiça quase 2.000 toneladas diárias de materiais que poderiam ser reciclados. Cerca de 90% do lixo reciclável seguem para os Lixões , em vez de se transformar em renda para o município e cooperativas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Código-Florestal: Governistas e ruralistas fazem concessões e votam relatório


Governo e ruralistas divergem sobre cultivo em APPs e indefinição atrasa votação Wilson Dias/ABR
 Após sete horas de debate, integrantes da Comissão Mista do Congresso conseguiram votar hoje o relatório da medida provisória que altera o Código Florestal. 

A MP foi enviada ao Legislativo pela presidente Dilma Rousseff como um complemento aos vetos feitos por ela ao projeto do novo código. A proposta segue para votação no plenário da Câmara, que deve ocorrer na próxima semana. 

De lados opostos, integrantes do governo e da bancada ruralista tiveram que fazer concessões para que a proposta fosse aprovada no colegiado. 

Do lado dos ruralistas houve um recuo em relação à polêmica proposta que acabava com as APPs (área de proteção permanente) nos rios intermitentes, aqueles que em certos períodos do ano secam. O novo texto aprovado hoje retorna ao entendimento inicial de que tanto os rios intermitentes quanto os perenes (permanentes) contarão com APPs. 
A exceção incluída no texto são para os rios efêmeros, aqueles surgidos em decorrência de uma forte chuva "imprevista" e que, após secos, não têm previsão de servirem novamente com um rio. 

Também houve entendimento a favor do governo em estabelecer uma área de cinco metros de recomposição de APPs nos rios intermitentes de até dois metros de largura.
 
Em contrapartida o governo aceitou mexer no artigo da atual lei que trata das áreas consolidadas em APPs. O texto aprovado cria três novos cenários chamados pelos parlamentares de "escadinha". 
Para imóveis rurais médios (4 a 15 módulos) que tenham rios com até 10 metros de largura, o proprietário deverá recompor a vegetação em 15 metros a partir das margens. 

Nos casos de imóveis médios que tenham rios com largura maiores de 10 metros, o mínimo a ser recomposto com vegetação será 20 metros e o máximo de 100 metros. A definição exata do tamanho da recomposição será feita com base no Programa de Regularização Ambiental. 
Com relação ao uso de irrigação em APPs, também um dos pontos de entrave, poderá se fazer um reservatório no curso do rio, mas será preciso ter autorização ambiental, que vai dizer quanto de APP deverá ser recomposto. 

"Foi o possível nesse momento para evitarmos um caos ambiental", afirmou o presidente da Comissão Mista, deputado Bohn Gass (PT-RS).