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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Polo têxtil de Itaporanga, na Paraíba, cresce e fica mais competitivo

Indústrias se organizam, diversificam produção e criam empregos em uma das regiões mais afetadas pela estiagem

Da Agência Sebrae de Notícias

Polo têxtil de Itaporanga cresce e fica mais competitivo

Entre tramas e fios, a 450 quilômetros de João Pessoa, as possibilidades de desenvolvimento e geração de emprego e renda não param de crescer para pelo menos 35 empresas localizadas no Vale do Piancó, uma das regiões mais afetadas pela seca prolongada. Boa parte delas concentra-se no município de Itaporanga, onde um terço da população está envolvida direta ou indiretamente com o setor têxtil e o cenário é de novas oportunidades de crescimento. 

Panos de chão e de pratos, flanelas, aventais e coadores são os principais produtos que exigem mão de obra relativamente qualificada, equipamentos apropriados, principalmente teares e máquinas de costura, além de muito trabalho. Uma das indústrias mais antigas, a Itatex, emprega 350 funcionários, investe em panos de prato e de chão e toalhas. “Boa parte das empresas que se instalaram aqui na região começaram como terceirizados da nossa empresa, mas foram crescendo e ganhando seu próprio espaço no mercado”, afirma Danielle Fernandes, gerente da empresa fundada há 17 anos e atual presidente da Associação das Empresas Têxteis do Vale do Piancó, que reúne dez indústrias associadas. 

Entre os que foram terceirizados, estava o empresário Marconi Costa, proprietário da MC Flanelas. Começou na década de 90 como representante, depois montou uma pequena estrutura de produção em um espaço de 15 metros quadrados na própria casa e conseguia produzir cinco mil flanelas mês. “Comprava o rolo de tecido, costurava e embalava em máquinas caseiras, mas percebi que tinha espaço para crescer e precisava de gente qualificada para trabalhar”, lembra Marconi. 

Com recursos próprios, o empresário foi ampliando a sua produção de flanelas, associada ao trabalho de representação que ainda mantinha com outras empresas. “Decidi investir no ramo de tecelagem e, em 2008, construí uma estrutura com de 1,7 mil metros quadrados de área. Foi quando vi que precisava de pessoal com mais conhecimento técnico de produção e não só de acabamento de produtos”, explica. 

A MC Flanelas contratou mecânicos, técnicos em acabamento, em tingimento, importou máquinas e hoje o proprietário conhece todos os detalhes do processo produtivo. A área total da empresa ocupa um espaço de 3,7 mi metros quadrados, com 104 funcionários, sendo dez deles só no apoio administrativo da pequena indústria. 

As indústrias, em geral, são empreendimentos com particularidades em seu funcionamento, que se não tiverem os processos produtivos bem organizados, sofrem com desperdício, demissões frequentes e perda de lucratividade. Diante do crescimento rápido, o proprietário da MC Flanelas não hesitou em procurar ajuda. “Tinha problemas com rotatividade de funcionários e organização da produção. Após um ano de consultoria com o apoio do Sebrae, mudei o conceito de que comprar mais equipamentos e contratar pessoal era o único sinal de crescimento”, avalia Marconi. 

Competitividade 
Segundo explica o engenheiro e consultor de empresas Germano Márcio Gomes, muitas medidas de baixa complexidade provocam melhorias significativas e 30% a mais em produtividade. “Muitas vezes, o empresário acha que inovar é adquirir maquinário novo, mas quando se trabalha com um monitoramento mais preciso da produção, organização do processo produtivo, das etapas mais simples às mais complexas e se engaja os funcionários nesse compromisso com o resultado da empresa, eleva-se o grau de competitividade do negócio e todos ganham”, esclarece o consultor. 

No caso da MC Flanelas, com a otimização da produção foi possível extinguir o turno de trabalho aos sábados, algo impensável para as demais empresas do setor, além de estabelecer políticas de bonificação. “Esse é um exemplo muito positivo de que, pelo comprometimento do líder da empresa e de seus colaboradores e acompanhamento contínuo, é possível a pequena empresa competir mais”, avalia Ana Stefânia, analista da agência regional do Sebrae em Patos.


Além da MC Flanela, o empresário Marcelo Costa e sua esposa são empresários do ramo hoteleiro, mantendo em Itaporanga um dos melhores Hotéis do Sertão e o melhor do Vale do Piancó: O Hotel e Churascaria Rainha do Vale, que conta com música ao vivo, todo final de semana.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A gravidez ocorrida durante o aviso prévio garante estabilidade provisória no emprego


A gravidez ocorrida durante o aviso prévio garante estabilidade provisória no emprego à trabalhadora, com o direito ao pagamento de salários e indenização, segundo decisão unânime da Terceira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho). A turma julgou recurso de uma ex-funcionária que propôs ação trabalhista pedindo a reintegração ao emprego --e, consequentemente, pagamento dos salários maternidade. 

A primeira instância não reconheceu a estabilidade por gravidez porque a concepção ocorreu após a rescisão contratual, conforme argumentou a empresa em sua defesa. A trabalhadora recorreu ao TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região) e alegou, conforme comprovado em exames médicos, que a concepção ocorreu durante o aviso prévio --período que integra o tempo de serviço. 

O TRT negou o provimento ao recurso. Ao apelar ao TST, a trabalhadora sustentou que o aviso prévio não significa o fim da relação empregatícia, "mas apenas a manifestação formal de uma vontade que se pretende concretizar adiante, razão por que o contrato de trabalho continua a emanar seus efeitos legais". 

O ministro relator da Terceira Turma, Maurício Godinho Delgado, destacou que o TRT admitiu que a gravidez ocorreu no período de aviso prévio indenizado. Ele considerou uma orientação jurisprudencial --de nº 82, da SDI-1 (Subseção de Dissídios Individuais I)-- do TST, que diz que a data de saída a ser anotada na carteira de trabalho deve corresponder à do término do prazo do aviso prévio, ainda que indenizado. Seu voto foi acompanhado pelos demais ministros, dando ganho de causa à trabalhadora.

TST

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Sine-PB oferece oportunidades de trabalho em Campina Grande


O Sine Estadual de Campina Grande oferece 44 vagas para o mercado de trabalho. Entre as existentes, o maior número é para motorista de ônibus urbano, com 15 disponíveis. Os interessados podem obter informações na sede do Sine-PB, localizada na Casa da Cidadania, na Rua Severino Cruz, 283, Centro, ou pelos telefones 3310-9433 ou 3310-9435. Para todos os cargos, os candidatos devem levar o currículo, além da identidade, CPF e carteira de trabalho.

Confira as oportunidades:
Operador de silkscreen (serigrafista)
Auxiliar de linha de produção (deficiente físico)
Costureira de máquinas industriais
Açougueiro
Cuidador de idosos
Cabeleireiro
Manicure
Recepcionista atendente
Copeiro
Cozinheiro de restaurante
Torneiro mecânico
Atendente de lanchonete
Operador de caixa
Auxiliar de cozinha
Maqueiro de hospital
Montador de móveis de madeira
Técnico automotivo
Frentista
Funileiro de automóveis
Empregada doméstica
Motorista de ônibus

domingo, 18 de novembro de 2012

Mão de obra barata faz empresas de call center rumarem ao Nordeste


Em busca de custos menores de mão de obra, baixa rotatividade e também incentivadas por isenções fiscais de municípios, as empresas de call center estão migrando dos grandes centros do Sudeste para o Nordeste.
A migração já provoca uma retração na participação dos Estados do Sudeste no total de empregados do setor. Caiu de 62% para 59,5% nos últimos dois anos, quando o movimento se intensificou.
A fatia do Nordeste passou de 9% para 11% no período. Centro-Oeste e Norte também aumentaram sua participação no total de funcionários de call centers, segundo dados compilados pela Abrarec (Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente).
A tendência é retratada por dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostram que no Estado de São Paulo o cargo de operador de telemarketing apresentou o maior saldo negativo de vagas (diferença entre desligamentos e admissões) entre janeiro e setembro deste ano.
O número atingiu 7.339, ante um saldo total de 109,4 mil vagas no período.
O setor emprega 1,6 milhão de pessoas no país.
VANTAGENS
A paulista Contax, maior empresa do setor, com faturamento anual de R$ 3 bilhões, inaugurou há cerca de um ano, no Recife, sua maior unidade de atendimento no país. Cerca de 15 mil pessoas trabalham no prédio.
"Apesar de o piso salarial ser o mesmo em todo o país, lá conseguimos reduzir custos com remuneração variável, como transporte e alimentação, que são mais altos em São Paulo", diz Marco Schroeder, diretor da Contax.
Entre as grandes do setor, Atento, CSU e Provider também se instalaram nos últimos anos no Nordeste.
Outras companhias de grande porte, como a Almaviva e Tivit, também estudam se instalar na região, apurou a Folha. Procurada, a Tivit negou o plano.
A AeC, também no ranking das maiores do setor, criou um projeto que prevê expansão para cidades médias.
Após abrir uma operação em Campina Grande, na Paraíba, se prepara para o início das atividades de uma nova unidade na capita,l João Pessoa, em janeiro, e planeja mais um investimento na região até o fim de 2013.
Com as novas unidades, metade dos funcionários da empresa estará no Nordeste.
"A disputa e a formação de mão de obra nas grandes cidades estão ficando caras", diz Cássio Azevedo, sócio da AeC, que tem sua principal operação em Belo Horizonte.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Desemprego é menor em 10 anos, mas vagas recuam


A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5,3% em agosto, conforme aponta a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quinta-feira (20). A taxa de agosto é a menor para o mês desde 2002, segundo o instituto. Em agosto de 2011, a desocupação havia ficado em 6,0%.
Devido à greve dos funcionários do IBGE, os dados de junho e julho não haviam sido divulgados por completo. Nesta quinta, o instituto revelou que as taxas foram de 5,9% e 5,4%, respectivamente
Uma pane no site do IBGE provocou o atraso da publicação dos dados do desemprego de agosto em cerca de dez minutos.
A quantidade de desocupados foi estimada em 1,3 milhão de pessoas, número estável em relação a julho. Já na comparação com agosto do ano passado, esse contingente recuou 10,6%.
Nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE, a população ocupada chegou a 23 milhões, registrando alta de 0,7% sobre julho e de 1,5% na comparação anual. Os trabalhadores com carteira assinada somaram 11,4 milhões no conjunto das regiões pesquisadas, não registrando variação sobre julho. Mas, em relação a agosto de 2011, houve aumento de 3,2%.
Quanto às remunerações, o salário médio dos trabalhadores foi de R$ 1.758,10, alta de 1,9% frente julho e de 2,3% na comparação anual.
O maior aumento no rendimento em relação a agosto de 2011 foi de 7,3%, no setor de serviços domésticos. Na classificação por categorias de ocupação, o maior aumento foi visto nos salários de empregados com carteira no setor privado (4,4%).