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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Comparar o punho cerrado de Genoino e Dirceu a Hitler é talvez a maior canalhice da internet brasileira

As piadas com Freddie Mercury, John Travolta e Anitta foram engraçadas. Ainda mais porque Genoino laçou no pescoço um lençol bordado em que havia impresso o “Poeminha do Contra” de Quintana. O tal humor involuntário. Enfim.
Mas aí veio a canalhice inconteste daqueles que estão usando o gesto de erguer o braço esquerdo para comparar Dirceu e Genoino a – claro, como não – Adolf Hitler. Um humorista está chamando o braço erguido de “gesto sagrado entre genocidas e ditadores”.
E tome montagens comparando os petistas enclausurados a Hitler, Lênin, Fidel Castro etc etc. A imagem abaixo acompanha o arrazoado bobo de um blogueiro da Veja, um post que é um daqueles trabalhos preguiçosos de copiar e colar memes de internet.
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Calma, gente. Pera lá. O gesto de erguer um dos braços deve ser tão velho quanto os nossos braços. Não sou especialista em neurolinguística, mas sabemos o que um braço erguido traduz: poder. O gesto alude à resistência, à vitória, ao êxito na batalha, enfim. Sem dizer que faz parte da continência militar (antes de tocar a testa, o subordinado estica o braço acima do ombro).
A propósito, a saudação do Terceiro Reich era feita de mão espalmada e com o braço direito (a foto em preto e branco de Hitler de punho cerrado, usada nas montagens, é dos ensaios que fazia de seus discursos antes de se tornar fürher; fotos estas que estavam inéditas até julho deste ano). A dupla do PT usa o braço esquerdo e o punho fechado. Se lembra algum gesto, até pelo modo como ambos condenados abaixaram suas cabeças, Genoíno e Dirceu parecem citar os Panteras Negras, o movimento socialista negro americano, que os atletas americanos Tommie Smith e John Carlos fizeram num pódio dos Jogos Olímpicos de 1968, no México.
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Vamos, por que não, a alguns exemplos mais? De políticos que qualquer um ligaria ideologicamente a Lênin e Castro. Começamos por Richard Nixon. De todos os comunistas e nacional-socialistas, este era um dos que mais adorava o gesto, usando um ou dois braços.
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Vamos mais à esquerda: aqui o ex-presidente americano George W Bush, sobraçando um cachorrinho, sem dúvida saudando suas bases durante um discurso na sede do Partido Comunista dos Estados Unidos.
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Agora, só não me pergunto por que não se lembram de duas figuras amadas que também eram chegadas num punho cerrado. Vejam só:

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Enfim: esse gesto não simboliza absolutamente nada além de que o personagem quer demonstrar força, que resta nele a vontade de lutar, que deseja saudar seus companheiros.

Não tenho muito o que dizer que não seja: você que está fazendo ou espalhando essas montagens, tome vergonha na cara e vá defender seu ponto de vista usando argumentos, não trucagens ridículas e que pare de poluir a internet dos outros com propaganda de quinta categoria.
Sobre o Autor
Jornalista, com passagens pelas revistas Época, Viagem e Turismo e Alfa. Um dos criadores do site Sensacionalista e do programa Saca Rolha, na Band News FM.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

DESABAFO: deputado se irrita com compra e venda descarada de votos e dá sugestão inusitada: “Temos que acabar com os homens da mala preta!”

Sempre atento aos acontecimentos da política paraibana, o deputado estadual João Gonçalves (PEN), pôs o dedo na ferida e demonstrou inconformismo com a compra e venda descarada de votos em todo o ano eleitoral. Segundo o parlamentar, é fundamental a realização no próximo ano de um fórum permanente de discussão com as autoridades para que esta pratica seja exterminada. João propôs uma mudança urgente nos costumes políticos.


“Todo ano todo mundo vê claramente quem  se coloca nas eleições para comprar votos, e precisamos coibir que os maus políticos possam aparecer como os homens da mala preta comprando redutos, comprando votos!”, desabafou.


Para João Gonçalves é fundamental que a população denuncie quem compra e vende. Ao ser questionado pelo PB Agora se a população colaboraria com essa realidade, João foi enfático:


“Parte da população, alguns que de forma irresponsável, deixa se vender por R$ 20, 00, R$30,00 um voto!”, lamentou. João Gonçalves afirmou  que em virtude da compra e venda de votos, algumas casas públicas em todo o país contam com representantes descompromissados com a sociedade:


“Não dá para se gastar milhões numa eleição e vir  para dentro do parlamento ou qualquer órgão do Executivo e precisamos combater essa corrupção! Isso é um crime! Isso é um absurdo e é um atraso!”, disparou o parlamentar afirmando ter as mãos limpas.


E você amigo internauta, concorda com os argumentos de João Gonçalves? Opine no espaço destinado aos comentários.


Henrique Lima /PB Agora

domingo, 17 de março de 2013

Fundo de Participação dos Municípios pode ser porta aberta para desvio de recursos


Os recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) podem ser uma porta aberta para desvio do dinheiro público. Isso porque, segundo o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Fábio Nogueira, as verbas dos municípios não possuem uma destinação específica e, por esse motivo, dispensam uma fiscalização isolada dos seus gastos.


O conselheiro ponderou que as ressalvas existentes na Constituição quanto aos gastos com o FPM referem-se, apenas, à observância de um percentual mínimo de sua aplicação, juntamente com outros recursos advindos da cobrança de impostos, para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e em ações e serviços públicos de saúde. “Ao fiscalizar os gastos dos municípios, o Tribunal avalia a aplicação dos recursos de todas as fontes, inclusive os oriundos do FPM que são examinados de forma mais ampla”, comentou Fábio Nogueira.


No que se refere à fiscalização dos gastos dos recursos do FPM, Fábio Nogueira explicou que a análise é feita dentro da prestação de contas anual de cada gestor municipal e, ainda, durante o exercício financeiro, por meio de inspeções especiais de acompanhamento da gestão, com base nos dados disponíveis no Sagres Online. O Sagres é o Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade.


Fábio Nogueira disse, ainda que, no caso das inspeções especiais, a fiscalização é realizada de forma concomitante e, caso sejam constatadas irregularidades, o gestor será notificado para esclarecimentos, ainda no exercício do mandato.


“As contas, também, são apresentadas a esta Corte de forma mensal, por meio dos balancetes (SAGRES), e o Tribunal, caso entenda necessário, pode fazer o seu exame a qualquer momento, através dessas inspeções”, ressaltou o conselheiro.


Transferência de verba é constitucional

Fábio Nogueira declarou que, apesar de o FPM não ser a única fonte de recursos de que um município dispõe, os mesmos dependem, quase que exclusivamente, dele para o financiamento de políticas públicas. Ele explicou que o Fundo é uma transferência constitucional de recursos, que têm origem na arrecadação de impostos realizada pela União.

O conselheiro alertou que, independentemente da origem, a má aplicação do dinheiro público enseja parecer contrário à aprovação de contas. “Além da aplicação inadequada dos recursos do FPM, o mau uso de recursos oriundos de outras fontes, como a aplicação de recursos do Fundeb, por exemplo, em percentual inferior ao mínimo exigido pela legislação, também resultam em pareceres contrários à aprovação das contas dos gestores”, disse.

Ele chamou a atenção para outras situações que podem levar à reprovação das contas dos gestores, tais como a não realização de licitações, quando exigíveis, e a ausência de repasse de contribuições devidas aos órgãos previdenciários.


Controle prévio em 100% dos municípios

“O controle exercido pelo Tribunal de Contas, de maneira geral, é embasado em um tripé: o controle prévio; o controle concomitante; e o controle posterior ao exercício; este último o mais predominante. Mas, podemos afirmar que 100% dos municípios paraibanos passam pelo controle prévio”. A afirmação é o presidente do TCE, Fábio Nogueira.


Ele lembrou que o TCE não tem um caráter punitivo. Segundo o conselheiro, o órgão prima por orientar os gestores no manuseio correto dos recursos públicos. “Tanto é que realizaremos, nos próximos dias 18, 19, 21 e 22 de março, o Encontro de Gestores Públicos Municipais, com o intuito de orientar aos prefeitos e presidentes de Câmara Municipais, além de suas equipes técnicas, sobre a aplicação eficiente e eficaz do erário”, adiantou.


Para Fábio Nogueira, os recursos públicos são patrimônio do cidadão que o gestor público se comprometeu, quando empossado, a geri-los em nome do povo que o elegeu. Segundo ele, essas verbas devem ser empregadas respeitando os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.


“Buscando, acima de tudo, a qualidade na prestação do serviço público e a efetividade dos resultados da administração. Por tanto, não basta ser honesto, o gestor público tem que ser exemplarmente eficiente e indispensavelmente eficaz na aplicação do erário”, finalizou.


Fiscalização é competência do Tribunal

Apesar de os recursos do Fundo de Participação dos Municípios serem oriundos do Governo Federal, a fiscalização de sua aplicação é de competência do Tribunal de Contas do Estado e dos municípios, casa exista. Foi o que explicou à assessoria de imprensa do Tribunal de Contas da União (TCU).


Segundo o órgão, o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o FPM constituem uma das modalidades de transferência de recursos financeiros da União para os entes federativos e está prevista no artigo 159 da Constituição Federal. “Uma vez recebidos, passam a ser recursos desses entes, e não mais da União. Por essa razão, é que o TCU não fiscaliza a aplicação desses recursos”, disse a assessoria.


Além disso, esclareceu que conforme determina o parágrafo único do artigo 161 da Constituição Federal, ao TCU compete, apenas, calcular e fixar os coeficientes de participação na distribuição de recursos tributários da União, e fiscalizar sua entrega aos estados e municípios.


Buba defende gestores

O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), Rubens ‘Buba’ Germano, saiu em defesa dos prefeitos e disse que 25% dos recursos do FPM são destinados para investimentos na área de saúde e 15% para Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).


“Então, não se pode dizer que as verbas do FPM não têm destinação certa. Tem, sim, e 35% dele vão só para duas áreas: Saúde e Fundeb”, afirmou o presidente da Famup.


Os 65% restantes, segundo Buba Germano, são considerados como recursos próprios do município e podem ser utilizados de acordo com a necessidade do gestor. “Ele (prefeito) pode investir em infraestrutura, cultura, lazer, promoção social, fica a critério do gestor e isso é uma regra que deve ser seguida em todo o Brasil”, explicou.


Buba disse que a lei de responsabilidade fiscal é bem clara com relação aos gastos do dinheiro público. Segundo ele, os gestores devem saber que quem infringi-la será punido. Por conta disso, declarou não acreditar que o PMP é uma porta aberta para desviar dinheiro público.


Para Buba Germano, as regras constitucionais são claras e os gestores têm que estar atentos para não cometerem erros.


“Fazer uma boa administração, faz parte da estratégia de cada um. Agora, um gestor que cometeu um erro por conta da inobservância da lei, não pode ser acusado de ter cometido improbidade administrativa”, declarou o presidente da Famup.

jornal correio da paraíba

sábado, 3 de julho de 2010

Para Refletir!

É NO SÃO JOÃO QUE OS PREFEITOS SE ARRUMAM

Muito bem, o São João passou, o São Pedro também, ficou a lembrança, mas não custa nada esquentar o caldo. Vamos a ele.

Houve um tempo em que as festas de São João tinham sabor de milho verde, canjica, pamonha, quentão e, para temperar mais ainda a coisa, muito forró pé de serra. Os bailes aconteciam nos clubes sociais das cidades do interior, nas palhoças e em latadas cobertas de palhas. O chão batido das casas era molhado com água para acalmar a poeira e os dançarinos faziam o pinicado a noite inteira, até o dia clarear. Os grandes bailes contavam com as quadrilhas juninas, marcadas em francês e com os pares obedecendo o comando para fazerem o túnel, o anarriê e etc
Tempo de inocência, em que o povo saudava o santo da fogueira como forma de agradecer pelas chuvas vindas do céu, sinônimos de fartura e de decência para o homem do campo.

O tempo passou, veio a modernidade, a sabedoria dos governantes ficou mais saliente e agora a festa de São João virou show, um grande show, animado por bandas caríssimas, que cobram o olho da cara para se apresentar em praça pública. Ninguém dança mais, a quadrilha ficou restrita aos grupos de bairros que se descaracterizaram, ficando a cara das escolas de samba do Rio de Janeiro.

O mais grave, porém, é que com as mudanças veio também a safadeza. Alguns prefeitos inescrupulosos aproveitam a desculpa do São João para se tornarem empresários das grandes bandas, rachando com elas o cachê milionário pago com o dinheiro público. E tome dinheiro, e tome banda, e tome gente besta aplaudindo o edil, que finge dar diversão ao povo e, em vez disso, rouba o dinheiro desse povo. Não são todos, ressalto. Existem os honestos. Municipios com tradição de forró, com economia bastante para bancar a festa e receber turistas, são as exceções nesse caso.

Mas o leitor por acaso acredita que uma cidadezinha de merda, com menos de dois mil habitantes, sem renda e sem meios de sobrevivência, sem estrada para receber turista, sem atração nenhuma, com uma rua só, tipo aquela que o sujeito peida na entrada da cidade e sente a catinga na saída, tem condições de dançar forró ao som de Capim Cubano? Tem não, amigo. Ali o prefeito recebe a ajuda do Governo Federal ou Estadual, paga a parte do Capim e bota o resto do capim no bolso. É assim de ponta a ponta, de cabo a rabo. Ou será que alguém acha normal Prefeituras que vivem atoladas em dívidas, sem pagar em dia aos fornecedores, atrasando o duodécimo da Câmara, arrochando o salário do servidor, de repente apresentem bandas e mais bandas como atrações do São João de suas cidades? Só acha normal o idiota ou quem está roubando junto com o prefeito.
blog do Tião