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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Trocolli diz que Polícia precisa é de dinheiro e não de trocas de comandantes


O deputado Trócolli Júnior (PMDB) estranhou as mudanças feitas pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) no alto escalão das Polícias Militar e Civil da Paraíba. Para o legislador a base dos problemas envolvendo a categoria é, principalmente, os baixos salários pagos aos policiais militares, civis e aos agentes penitenciários, fato este que, segundo informações chegadas ao parlamentar, tem provocado uma greve branca da categoria.
“Muda-se os comandantes, mas não se muda os salários. É preciso dar motivação aos policiais em termos salariais. Comenta-se, inclusive, que existe uma greve branca da categoria por falta de motivação. Então o que eu acho é que o governo poderia estudar uma forma de melhorar os salários para estes policiais, tanto os da Militar, como os da Civil e também aos agentes penitenciários”, falou Trócolli.
O parlamentar acredita que, dados esses incentivos, o governo conseguiria reverter os altos índices de violência na Paraíba. “Há muito tempo eu tenho levantado a voz em favor da tropa paraibana (policiais militares, civis e agentes penitenciários) e percebo que a grande reivindicação deles é justamente essa questão salarial. Isso sim motivaria a nossa tropa, mas mudar a cúpula, mudar os comandantes dificilmente vai surtir algum efeito”, concluiu.
Números da violência na Paraíba
De acordo com o Mapa da Violência 2013, o número de mortes provocadas por arma de fogo na Paraíba cresceu 210,8% nos últimos dez anos. Enquanto em 2000 foram registrados 397 homicídios, em 2010 foram 1.234.

Blog do Tião Lucena

terça-feira, 26 de março de 2013

É só Alegria!


Está semana é para os católicos a Semana e principalmente uma semana abençoada para os sertanejos: Choveu em todo sertão e inclusive neste momento o Açude Cachoeira dos Alves, que estava prestes a entrar em colapso, esta recebendo água de dois riachos.

Por outro lado, os funcionários públicos estaduais receberão nesta quarta-feira
(27), o salário de março em contato com o prefeito de Itaporanga ele garantiu que o pagamento da prefeitura também será feito a partir de amanhã (quarta), para que todos os barnabés possam comprar o seu peixe o bacalhau.

E mais, de quebra, o feriadão que começa nesta Quinta-feira Santa, é por estes e outros motivos que digo: “O sertão é só Alegria!”


segunda-feira, 25 de março de 2013

Paraíba entre os cinco estados brasileiros que não pagam o piso do magistério


A Paraíba está entre os cinco estados brasileiros que não pagam ao docente o valor estabelecido pela Lei do Piso Salarial do Magistério Público (Lei 11.738/2008).

Os dados são referentes a dezembro de 2012, quando o vencimento básico para um docente da rede pública com formação de ensino médio era de R$ 1.451, por uma jornada de 40 horas de trabalho semanais. Também estão fora dessa margem o Amapá, o Amazonas, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul.

De acordo com levantamento relativo a 2012 divulgado, no sábado (23), pela Revista Educação, a Paraíba esteve próximo ao piso.

O vencimento básico se encontrava, no ano passado, em R$ 1.384,00 proporcionalmente à jornada de 40 horas semanais. No entanto, todos os professores recebem uma complementação variável, conforme o nível de escolaridade. Só então, o valor de R$ 1.451 era superado.

Este ano, o governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou um aumento médio de 10% para o magistério, através da recomposição da tabela. O valor, segundo o Governo do Estado, é superior ao novo piso de 2013.

O governo federal anunciou para 2013 o reajuste de 7,97% no piso do magistério. Com o aumento, o valor passa de R$ 1.451 para R$ 1.567. A composição do piso leva em conta o custo anual por estudante dos últimos dois anos, calculado pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Lei do Piso
A Lei do Piso também estabelece que um terço da jornada seja destinado a atividades fora da sala de aula, em planejamento pedagógico ou de atividades, por exemplo. Nesse quesito, 15 redes não cumpriam a lei federal. Em três casos (RJ, SP e TO), ocorreu uma divergência entre o sindicato da categoria e a secretaria de Educação do estado. Além disso, o Distrito Federal cumpre a lei, apenas no que se refere aos professores com jornadas de 40 horas semanais - os de 20 horas semanais têm 25% da jornada para atividades fora da sala de aula, segundo a secretaria.

Parte dos estados que não cumprem a destinação de um terço para jornada extraclasse está praticamente alcançando o que a lei federal determina. É o que acontece, por exemplo, no Acre, em Pernambuco e no Piauí, que destinam 30%, e não 33%, para atividades extraclasse. No segundo, o Estatuto do Magistério determina que esta seja a porcentagem de tempo destinada ao tempo para planejamento pedagógico e de aulas.

No Amazonas, de acordo com o sindicato da categoria, não está institucionalizado o tempo para planejamento, variando conforme o professor. A Secretaria do Estado de Educação (Seduc) do Amazonas informa que um projeto de lei será encaminhado para a Assembleia Legislativa para resolver a questão.

Na prática, a ampliação do tempo destinado à jornada extraclasse vem sendo alvo de negociações entre os sindicatos de professores e as secretarias estaduais de Educação em cada uma das unidades da federação. No Paraná, por exemplo, após negociações em dezembro, os professores deverão passar 25% do tempo fora da sala de aula.

Demanda histórica
A criação de um piso nacional único para a educação pública é uma reivindicação histórica dos professores. Mas os problemas de remuneração e valorização do docente não foram resolvidos plenamente pela lei federal. As cinco secretarias que têm vencimentos abaixo do determinado justificam que complementam a remuneração do professor (e do aposentado), cujo vencimento básico não alcança o valor estipulado.

A maior distância entre o vencimento básico e o piso, conforme o levantamento, ocorre no Rio Grande do Sul. Em valores de dezembro de 2012, o professor com formação de nível médio recebia R$ 921,75 - uma diferença de mais de R$ 500 para o piso. A secretária-adjunta de Educação do Rio Grande do Sul contesta a assertiva de que o estado não cumpre a lei e afirma que a rede gaúcha vive uma "sinuca".

No Amapá, há ainda docentes com vencimentos abaixo do piso, conforme explica a Secretaria de Estado da Educação (Seed). De acordo com e-mail da assessoria de comunicação, hoje um professor do estado inicia ganhando R$ 1.470. Os que ganham abaixo dessa remuneração são aqueles que cursaram o antigo magistério e que não fizeram graduação e especializações. O governo do Amapá afirma que, em 2012, enviou um projeto de lei para a Assembleia Legislativa propondo o pagamento do piso para os professores que ganham abaixo do valor, mas ele não foi aprovado.

Já em Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Educação (SED) argumenta que passa por um problema formal, mas que todos os professores recebem acima do piso, após um complemento específico a fim de totalizar o que determina a lei. De acordo com a assessoria de comunicação da pasta, toda vez que vai haver ampliação de salário do docente, é necessária a aprovação de um projeto de lei na Assembleia Legislativa. Em 2012, não houve aprovação e o valor permaneceu em R$ 1.281. A secretaria afirma ainda que os aposentados também recebem o complemento, mas que é muito difícil encontrar inativos com vencimentos mínimos, porque a maioria incorporou vantagens ao longo da carreira.

Na prática, cada estado tem autonomia para elaborar o plano de carreira para os professores, que deve ser aprovado pelo Legislativo. Com isso, a lei federal é insuficiente para resolver a remuneração dos professores sozinha. Entretanto, é forte instrumento de pressão para os sindicatos, que tiveram conquistas nas negociações desde a aprovação do instrumento.


Revista Educação/Uol