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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Capa da ‘Playboy’, Thaíz Schmitt antecipa o Natal em ensaio vestida de Mamãe Noel


Coelhinha oficial da revista, Thaíz Schmitt virou capa da “Playboy” pela primeira vez. Comemorando seu bom momento na reta final de 2013, a bela loira brinda os fãs com um ensaio vestida de Mamãe Noel, antecipando o Natal.

“Foi um ano importante pra mim. Fechei com chave de ouro com meu primeiro ensaio de capa sozinha .Eles poderiam ter escolhido uma famosa para interpretar esses clássicos da ‘Playboy’ e me escolheram. Me senti honrada!”, declara Thaíz, que reproduz fotos clássicas na edição de dezembro, como o famoso clique de Adriane Galisteu em que ela aparece se depilando com uma gilete: “São seis anos trabalhando pela marca e esse foi o maior presente que poderia ter recebido.Agora é esperar o que 2014 tem reservado pra mim e trabalhar cada vez mais !”.

extra

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Globo Rural traz reportagem sobre a história do sucesso de Amazan


Seja nas grandes festas de época ou em um simples arrasta-pé, a sanfona aparece como destaque do trio musical mais popular do Nordeste, ao lado da zabumba e do triângulo.

A sanfona foi criada há muito tempo, do outro lado do mundo.

Os registros históricos relatam o aparecimento de um instrumento na China, chamado cheng, 2.700 anos antes de Cristo, como o precursor da sanfona.

Vídeo abaixo:
Mas foi na Europa, especialmente na Itália, a partir do século 17, que ela se modernizou, passando por várias transformações até chegar nos moldes que conhecemos hoje.

No Brasil, a história da sanfona se confunde com a cultura da nossa música popular em várias regiões. Ela se consagrou nas mãos de grandes músicos, da gaita de Renato Borghetti, aos inesquecíveis Mário Zan, Sivuca, Hermeto Pascoal, Dominguinhos e Luiz Gonzaga. O talento desses grandes artistas influencia até hoje gente simples, que ainda não viu seu nome despontar nas paradas de sucesso.

Manuel Dantas é o retrato típico de um agricultor nordestino. Tem uma pequena propriedade no município de Parelhas, no Rio Grande do Norte, onde cria as cabras que ajudam no sustento da família. “O nordestino é um guerreiro para sobreviver em uma região seca, onde não chove. Pra se divertir, o nordestino tem a sanfona, né? A sanfona que é o símbolo cultural do Nordeste”, comenta Manuel Dantas, agricultor

Manuel tem um grupo de forró pé de serra. Com um cachê modesto, Manuel vem conseguindo realizar seu sonho de tocar sanfona e também continua tocando a vida no sítio.

No município de Jardim do Seridó vive José Amazan Silva, um sanfoneiro famoso no Nordeste. Com 25 anos de carreira, trinta CDs gravados e quatro DVDs. “A partir dos oito anos de idade eu já estava aqui nesses caminhos no Seridó, com minha mãe, em busca da sobrevivência”, conta.

O talento de Amazan fez com que ele deixasse para trás o trabalho duro na caatinga para assumir os palcos com sua sanfona. “Eu sobrevivia carregando lenha. Não era uma vida fácil, a gente tinha as mãos calejadas da foice, do machado e das furadas do espinho da jurema”, diz.

Foi por acaso que a sanfona entrou na vida do Amazan, quando ele tinha 16 anos. “Um primo meu veio ficar lá em casa uns dias e trouxe uma sanfoninha velha. Quando ele saiu, eu peguei escondido e comecei catucando nas teclas. Com três dias, eu fiz uma introdução, por isso acharam que eu tinha talento”, afirma.

Dizem os músicos mais experientes que para uma pessoa tocar sanfona, são necessários no mínimo oito meses de muita dedicação. Agora, para passar de tocador a sanfoneiro, desses arretados que animam bailes e forró no Nordeste, é preciso mais de ano, e claro que talento nessa hora conta muito.

Talento, Amazan tem de sobra. Com apenas três meses “catucando” nas teclas da sanfona, já tinha espaço nas festas de Jardim de Seridó e região. “Pra mim a sanfona é tudo, né? Uma companheira, um meio de sobrevivência que me deu oportunidade de melhorar um pouquinho de vida. A sanfona, não tenha dúvida, é a deusa da música pro nordestino”, diz.

A relação de Amazan com a sanfona é tão forte que ele não ficou satisfeito apenas em ganhar os palcos tocando o instrumento. Decidiu dar vida a elas, por isso, montou uma das quatro fábricas existentes hoje no Brasil, no município de Campina Grande, no estado da Paraíba.

“Uma vez eu consertei a sanfona de um amigo, que me deu a ideia: ‘você devia colocar uma fábrica de sanfona’. Então eu já cheguei aqui determinado a colocar essa fábrica de sanfona e aí comecei a ver como é que eu poderia fazer. Procurei matéria prima aqui no Brasil e não encontrei. Aí eu fui ao velho mundo, a Itália, com o propósito de trazer a tecnologia pra montar a fábrica de acordeons”, conta.

Ele fez algumas adaptações. “Aqui eu usei um tecido que é usado em guarda-chuva, ele não absorve o suor. Os que são feitos lá são de veludo. Em duas festas já ficaria ensopado e evidentemente com um cheiro desagradável”, diz.

Por fora, a sanfona é composta basicamente por três partes: o teclado, responsável pela melodia das músicas. O fole, que no movimento de abre e fecha do braço puxa e sopra o ar para a saída das notas. E o baixo, com o som mais grave, que faz a marcação nas composições.

Por dentro, a sanfona é muito mais complexa. É na marcenaria que ela começa a ganhar forma. Um trabalho que Janio Montenegro nem imaginava fazer um dia... “Eu já trabalhava com marcenaria, mas fazia esquadria portas e janelas, coisas assim. Em dois meses, eu tive que aprender quase tudo”, diz o marceneiro.

Aos poucos, a madeira vai ganhando o jeito do instrumento, um mecanismo super complexo. Veneziano Barbosa Filho já fez um pouco de tudo acompanhando a carreira de Amazan, e agora é um dos encarregados da montagem do teclado. “É um instrumento muito artesanal. Nenhum é igual ao outro, todos têm diferenças”, afirma o marceneiro.

Com tantos detalhes, uma sanfona sofisticada como a que Amazan toca, custa em torno de R$ 17 mil. A fábrica de sanfonas fica em um lugar particular. Amazan desativou uma criação de ovelhas que tinha para dar início ao seu projeto empresarial. Onde armazenava a forrageira pro rebanho, hoje funciona a sala de afinação. O berro dos animais deu lugar às notas musicais.

Saraiva Luiz é flautista, saxofonista e na fábrica é afinador de sanfona. Um trabalho que exige um ouvido pra lá de preciso e muita paciência. “Leva uns cinco dias para afinar uma sanfona. São três dias para o teclado e dois dias para o baixo. É um instrumento complexo, você tem que ter o material pra afiná-lo e tem que ter um bom ouvido também”, explica.

Um instrumento bem afinado nas mãos de um maestro como Edgar Miguel só pode dar boa música. Respeitado no meio artístico, o maestro também é professor e estudioso no assunto. Ele mostrou em entrevista ao Globo Rural, um fole de oito baixos, instrumento menor, mas que deu grande contribuição para a sanfona atual.

“É um instrumento mais simples dos instrumentos de fole, porém muito difícil, muito complexo no seu modo de execução. A sanfona herdou tudo dele, porque só se substituiu os botões pelas teclas, aumentou-se a baixaria, chegando a 120 baixos. Essa foi uma grande evolução, porque virou uma orquestra, chegando a ser chamada de piano de peito ou orquestra de peito”, declara Edgar Miguel.

Segundo o maestro, por essa característica de um instrumento completo, a sanfona foi fundamental para o grande impulso da cultura popular nordestina. “Não tem como o brasileiro se livrar da sanfona e principalmente nós, nordestinos, que temos aqui uma leva de história como Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Pito do Acordeon, e o sucesso da música nordestina dentro da música brasileira, é nosso”, afirma.

E assim, pessoas de todas as idades mantêm a tradição de tocar esse que é um dos símbolos do nordeste brasileiro. Músicas como Asa Branca, se tornaram grandes sucessos pelo Brasil afora graças ao talento dos compositores e sanfoneiros nordestinos.


Globo Rural

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

"Chico Mendes está pulando dentro do túmulo", diz amigo

Companheiro de luta de Chico Mendes diz que hoje o capitalismo está destruindo a floresta e os rios, "enquanto o nosso movimento mostrou que existe forma de viver que não ameaça o meio ambiente." No documentário de Miranda Smith, "Chico Mendes: Voice of the Amazon" (de onde foi extraída essa foto, com autorização da diretora), ele lembra outros companheiros mortos, como Wilson Pinheiro.

Para companheiro de luta de Chico Mendes, não há o que ser comemorado hoje: "Temos é que protestar. Estamos sendo derrotados pela politica do governo ao lado do agronegócio"

Osmarino Amâncio Rodrigues estava na mesma lista da morte que levou Chico Mendes, em 1988. Até hoje, ele continua vivendo na reserva extrativista, junto da floresta. Numa eventual saída para a cidade, consegui contatá-lo por telefone, e ele me relatou o depoimento abaixo. Osmarino é um grande crítico da transformação do sistema capitalista que encontrou um meio mais suave e mais verde de tomar conta das florestas. Para ele, Chico Mendes era libertário, e muitos dos companheiros traíram seus ideais, entre eles, Marina Silva. "Não temos o que comemorar no aniversário da morte de Chico Mendes. Temos é que protestar", diz.

Da morte de Chico Mendes aos dias de hoje

Aconteceu muita coisa depois da morte do Chico Mendes para cá.

Primeiro, temos que falar das conquistas que tivemos, nos processos dos anos 1980 e 1990. Os conflitos começaram na década de 1970, se estenderam nos anos 1980, e década de 1990 foram conquistas importantes vitórias. Conseguimos fazer com que a historia da Amazônia fosse reconhecida no Brasil e fora do Brasil, fazer saber que a Amazônia estava cheia de gente, chamados de seringueiros, de índios, quebradeiras de coco, extrativistas, populações tradicionais.  A história da Amazônia que não era contada pela chamada "descoberta" dos invasores europeus. Depois da morte do Chico Mendes, houve uma série de perdas também.

Conquistamos as Reservas Extrativistas (Resex) na Amazônia. Com as resex, criamos renda e direitos territoriais. Naquele tempo, era como se 10 pessoas, fossem donas de metade do estado do Acre. Hoje, 80% do estado está preservado, e são basicamente ou terras indígenas ou reservas extrativistas. O modelo depois foi expandido para outras áreas na Amazônia, como as reservas marítimas, para os pescadores tradicionais. Foram conquistas muito grande para nós, seringueiros.

Depois, a coisa mudou. Tivemos uma ministra do meio ambiente, uma companheira, a Marina Silva, que acabou sendo a nossa grande derrota. Por que? Porque tudo o que tínhamos conquistado, ela conseguiu organizar uma logística para que tudo virasse mercado, transferindo para a iniciativa privada os bens naturais. Ela aprovou a lei dos transgênicos sem garantia de garanta alimentação saudável. Criou uma lei de florestas publicas que privatiza as florestas públicas por 40 anos, podendo ser refeita por 30 anos, no total, privatizadas por 70 anos!. Milhões de hectares foram a leilão, sendo só no Acre mais de 1 milhão. Foi uma grande surpresa, e eu vejo como uma grande traição.

Além disso, hoje ainda há no Acre prospecção de petróleo e agora o REDD+. Com o REDD+ os proprietários arrendam as florestas, poluindo lá fora e protegendo aqui. Hoje não podemos mais pegar nosso peixe artesanal. É tudo certificado "FSC" por uma série de ONGs que entraram na logica da expansão do capitalismo verde. A Amazônia virou motivo de negocio e mercantilização. No Acre, extração de madeira é desordenada e o seringueiro não pode tirar madeira para a sua casa. Madeira só para exportação pelo FSC, aprovado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), como na Resex Chico Mendes. Esses grandes projetos de expansão do capitalismo na Amazônia vieram para detonar, e todos em nome do Chico Mendes, que agora está pulando dentro do tumulo.

Chico Mendes não propunha a mercantiilização da floresta. A gente tinha o direito de trabalhar em 10% da área. Veio a Marina, e esse governo, e privatizaram a Amazônia inteira, com a lei do mercado de carbono, o REDD+, hidrelétricas que estão sendo construídas e vão inundar milhares de hectares de floresta e sítios arqueológicos, terras ocupadas por populações tradicionais. Tudo, em nome da sustentabilidade, para dar mais capital para meia dúzia de empresas para continuarem poluindo, depredando e criminalizando o seringueiro.

Estão propondo bolsa de R$ 100 por mês em nome da "sustentabilidade", enquanto mineradoras, madeireiros, ONGs, e todo o negócio de exportação de matérias primas estão ficando ricos. Eu mesmo estou sendo vitima de criminalização porque tirava madeira para mim e minha mãe, enquanto as madeireiras tiraram tudo e não sofrem nenhum tipo de criminalização. Nós, índios e seringueiros, estamos sendo criminalizado para sermos submisso à expansão capitalista na nossa região.

Não temos o que comemorar no aniversário da morte de Chico Mendes. Temos é que protestar. Estamos sendo derrotados pela politica do governo ao lado do agronegócio e grandes madeireiras, construtoras, ruralistas.

Ao invés de criarem Resex, começaram a criar projetos de assentamento onde não se discute com a comunidade, e permite madeireiros. Assim mataram a irmã Dorothy Stang, em Anapu, no Projeto de desenvolvimento Sustentável (PDS) Esperança, e o Zé Cláudio e a Maria, em Nova Ipixuna, no Projeto de Assentamento Agroextrativista Praia Alta Piranheira. Nas não há título de propriedade privada, solicitamos direito de usufruto, e há mais proteção e garantia para a comunidade.

Existia a forma de vida das populações tradicionais que com a criação das Resex foi possível garantir a sobrevivência da população e do bioma da Amazônia, sem ameaças e respeitando as decisões das comunidades. Esse novo projeto expansionista não respeita as populações tradicionais e incentiva depredação e desmatamento para exportar soja, madeira, minério. A Usina Jirau eliminou mais de 50 igarapés! Foram sete mil pessoas expulsas.

Capitalismo verde e movimento ambiental

O capitalismo está detonando como a mata e os rios. Enquanto o nosso movimento mostrou que existe forma de viver que não ameaça o meio ambiente.

Chico mendes abriu a discussão sobre uma parceria com o movimento ambiental, mas a sua preocupação era social e fundiária. A terra era vista por ele com a função social. Ele tinha visão da conjuntura. Criticava o sistema que só implementa a barbárie, a concentração nas mãos de poucas pessoas. Ele colocava isso nas discussões. Nossa vida é de acordo com a natureza, e só temos condições de sobreviver com a floresta em pé. A gente vive da castanha, da pesca, da caça. A gente achava que os ambientalistas podiam ser nossos parceiros. E o Chico Mendes sabia compreender o momento para fazer as parcerias e as alianças.

Só que hoje, com o FSC, WWF, essas ONGs, a Marina implantando o capitalismo verde, o Chico Mendes está sacudindo. Chico Mendes era um libertário. Um socialista convicto. Queria a reforma agrária, e era acusado de terrorista. Parece que estão assassinando o Chico outra vez pintando ele de um ambientalista desses, porque querem matar a figura do libertário, lutador pela vida, por igualdade social, contra preconceito e discriminação.

Ele sofreu preconceitos, eu sofro preconceitos. Éramos analfabetos porque não tínhamos diploma, e tratados como objeto de pesquisas por antropólogos. Tive já várias desavenças com intelectuais. O preconceito contra seringueiro e extrativista é muito grande. E muitos intelectuais calaram a boca sobre a politica expansionista da década de 2.000 pra cá. A economia verde vem se alastrando muito na região e a gente vai sofrer as consequências. Vamos ter que organizar empate não só contra  os madeireiros, as mineradoras e o latifúndio, mas também contra o estado que está sendo o gerenciador de todo esse processo. É necessário um levante e um novo empate contra essa política expansionista de desenvolvimento insustentável.

Não levam em consideração as populações tradicionais na construção de barragens, e o que está acontecendo em Belo Monte é um absurdo. Em Jirau, Santo Antonio, no Madeira, e no Tapajós onde querem começar a construir agora. Mas estamos tentando respirar. O Estado é pesado, o sistema é bruto, e as leis hoje garantem a depredação total, com essa lei de florestas públicas, os transgênicos, o Código Florestal. Chico estaria com essas mesmas convições, tenho certeza. Mas hoje, no Acre, ficam tentando modificar o posicionamento dele. Vi coisas absurdas numa exposição agropecuária, a ExpoAcre, de seringueiro junto de madeireiro e fazendeiro.

Eu tinha um carinho especial, o Chico Mendes era verdadeiro. Foi uma cicatriz em mim que nunca vai sarar. Chico está vivo em cada reunião, no movimento, em cada confronto, nos debates. A lembrança dele não vai ser o que tão pintando ele de ecologista e verde. Chico era revolucionário contra o sistema capitalista. Sonhava com uma sociedade socialista. Era libertário. E um poeta, como aquele poema que escreveu, para os jovens do futuro:

"Atenção jovem do futuro,

6 de Setembro do ano de 2120, aniversário ou centenário da Revolução Socialista Mundial, que unificou todos os povos do planeta num só ideal e num só pensamento de unidade socialista que pôs fim a todos os inimigos da nova sociedade. Aqui fica somente a lembrança de um triste passado de dor, sofrimento e morte.

Desculpem…Eu estava sonhando quando escrevi estes acontecimentos; que eu mesmo não verei mas tenho o prazer de ter sonhado.”

Carta Capital

Um grande Brasileiro

O pai Ademarzinho e o Dr. Segundo
Hoje está ficando mais experiente o nosso amigo Ademar Segundu Brasileiro, para quem não o conhece, o dr. Segundo, chefe do setor de cardiologia de um grande hospital na cidade do Recife; para os mais íntimos, como a mãe, Quequê de Zequinha Moura, apenas Segundinho.

Tive o prazer de conhece-lo melhor, quando agora, no meu problema de saúde, ele fez tudo por mim; para vocês terem uma ideia, ele consegui minha cirurgia sem conhecer o neuro-cirurgião  que me angeoplastou. A dr. Segundo devo simplesmente, a minha vida.

Portanto neste dia tão especial pra você e para  todos os Cristãos, quero deixar os meus mais sinceros desejos de Paz, Saúde e Alegria, hoje e sempre. E que continue assim, sendo pequeno na estatura mais com esse coração enorme.

Afinal, você é brasileiro até no nome. Meus parabéns e fica com Deus!

Dezembro chegou e já tem musa só de gorro vermelho, no clima do Natal

O site Bella da Semana divulgou o primeiro ensaio em tema de Natal de 2014. A escolhida foi a loira Marcielle Bagetti! Natural da cidade de São Paulo e moradora da capital gaúcha, a loira de olhos claros fez um ensaio repleto de ousadia e sensualidade. Vestida à caráter, Marcielle encanta com um jeitinho provocante.

Nos bastidores do ensaio ela deu uma entrevista, onde contou um pouco mais sobre como gosta de comemorar o Natal, e afirma que todos eles, até agora, foram especiais.

Para Marcielle Bagetti, o que não pode faltar, claro, são muitos presentes e festa com todos que são especiais em sua vida. O melhor drink para brindar, segundo ela, é feito com Vodka e energético.

E para a noite, ela confessa a escolha da lingerie. “Vermelha, para combinar com o Natal”. Mas a gata afirma que não tem nenhum colo para sentar neste ano. “No momento não tenho ninguém em especial. Estou esperando”, afirma.

“Fiz com muito carinho para todos os fãs, gostaria de agradecer a cada um, mandando um super beijo. Quero que curtam muito nosso ensaio, que ficou lindo. Cada foto foi feita pensando em vocês!”, disse ela em entrevista ao site. Confira agora o ensaio.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Luane Dias, do ‘Esquenta!’, tira os óculos e muito mais em seu primeiro ensaio sensual: ‘Os meninos têm medo de mim’


Há um ano, Luane Dias colocou os óculos escuros, prendeu o cabelo e começou a dar broncas, mandando seu “papo reto” diante de uma câmera instalada no quarto que divide com a mãe e o irmão, de 12 anos, em Cordovil, Zona Norte. O vídeo, revelando a marra daquela menina, logo se popularizou. Convidada para uma participação no “Esquenta!”, a filha da “faz-tudo” Luciana Dias agradou tanto que acabou ganhando um lugar cativo no dominical.

“Cresci sem muito contato com o meu pai, estudei em escola pública e hoje eu gasto meu dinheiro sustentando a casa e comprando roupas e tênis. Mas o mais legal disso tudo é que sou VIP nos eventos”, festeja ela, lembrando que já pagou um preço alto pela fama: “Um bonde da minha favela já até quis me bater. Um fake na internet se passou por mim e falou mal deles. Quase apanhei de cinco”.


O primeiro beijo

Sem os óculos escuro, Luane, de 19 anos, é uma moleca “tipo assim”. Engraçada, abusada, autoritária, funkeira e pagodeira assumida. Dessas que fala tudo o que lhe vem a cabeça, sem parar. Mas a marra fica apenas para TV, o que é suficiente para afastar pretendentes.

“Dei meu primeiro beijo aos 18, já famosa, e só tive um namorado a minha vida toda. Ninguém chega! Os meninos têm medo de mim. Coloca aí que eu não estou pegando ninguém”, pede ela estrelando seu primeiro ensaio sensual, aqui na Retratos. “Não sou e nem sei ser sexy. Tenho uma imagem mais cômica. Posar nua também não é muito a minha praia, né?”, avisa.


Extra

domingo, 22 de dezembro de 2013

Com chuva de rosas, Reginaldo Rossi é enterrado no Recife


O corpo do cantor Reginaldo Rossi foi enterrado na noite deste sábado (21) no cemitério Morada da Paz no Recife. A cerimônia de despedida pernambucano, vítima de um câncer de pulmão, contou com um discurso de seu filho e uma chuva de pétalas de rosas sobre seu caixão.

Vida e carreira
Nascido em 14 de fevereiro de 1944, no Recife, o cantor e compositor Reginaldo Rossi é conhecido como Rei do Brega. Iniciou sua carreira artística em 1964, quando imitava Roberto Carlos, e comandou o grupo The Silver Jets. Ele tinha orgulho de dizer que foi o primeiro cantor rock do Nordeste.

Em 1970, fez sucesso com a música Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme, do álbum À Procura de Você. Depois disso, deixou de lado a carreira do rock para se dedicar ao lado de cantor "brega". Garçom, um de seus maiores sucessos, foi lançado em 1987 e foi hit na voz de diversos cantores. Entre seus maiores sucessos estão também as músicas A Raposa e as uvas, Em Plena Lua de Mel e Leviana.

Em 2009, Reginaldo participou do quadro Dança dos Famosos, no programa Domingão do Faustão, e em 2010 se candidatou a deputado estadual de Pernambuco pelo PDT, mas não obteve êxito. Antes de se lançar como cantor foi estudante de Engenharia Civil e professor de Física e Matemática. 

Reginaldo Rossi mantinha uma relação de 41 anos com Celeide Rossi, com quem tem um filho, Roberto, de 35 anos.

Terra

Os reis estão partindo, e agora !

Por Rui Galdino Filho


Morreu mais um rei: Reginaldo Rossi, considerado como o REI DO BREGA. Assistí a vários shows de Rossi, tenho Cd´s e Dvd´ dele, gosto de suas músicas e sou seu fã. Fiquei triste quando soube de sua partida para a eternidade, acredito que o PARAÍSO está alegre e feliz com a chegada de Reginaldo Rossi, e para nós que ainda estamos por aqui, só nos resta a saudade.

Anos atrás, perdemos também outro grande rei: Luiz Gonzada, considerado o REI DO BAIÃO. Outra importante perda para a música brasileira e a nossa cultura. Também só nos resta a saudade !

Um tempo desse, perdemos ainda outro rei: Michael Jackson, considerado o REI DO POP. Esta morte teve repercussão mundial, deixou saudades e muitos problemas.

E assim, o tempo passa e os REIS estão indo. Isso é a vida ! Felizmente, mesmo sabendo que não somos mais uma monarquia, ainda temos um outro rei no Brasil: Roberto Carlos, e este está “vivinho da silva” graças a DEUS. Sou também seu fã. Final de ano sem Roberto Carlos na Rede Globo ainda não sabemos como será. Porém, ainda não sei de qual reinado Roberto faz parte, só sei, que ele é considerado o rei Roberto Carlos e ponto final.

Sim, quase esqueço ! Temos também “vivinho da silva” graças a DEUS , Pelé, considerado o rei do futebol. Este sem dúvida, de prestígio internacional é uma grande figura.

Ocorre que no Brasil contemporâneo reis e rainhas estão em extinção. E isso, é muito grave ! O motivo dessa extinção é assunto para outro artigo, no entanto, na realidade o Brasil padece de novos talentos, novos valores e novos “reis” e “rainhas”.

O que me preocupa, é que da forma como as coisas estão andando, poderemos ter nas futuras gerações os seguintes reinados: o rei da corrupção, o rei da injustiça, a rainha da prostituição, o rei das drogas, o rei do álcool, e os reis e rainhas de tudo que não presta.

Infelizmente os valores da vida e das coisas estão sendo invertidos e estamos caminhando para o caos. Hoje em dia, a vida de alguém muitas vezes é retirada por nada, e isso é muito preocupante.

Não sou pessimista, mas, também não sou cego, nem insensível ! No Brasil de hoje, até os cegos estão vendo os desmantelos.

E quem são ou serão os culpados ou responsáveis pelo surgimento dos futuros reis ou rainhas desse grande Brasil ?

Os pais, os educadores, os políticos, as autoridades constituídas, os religiosos, os marginais, os militares, os eleitores, etc, etc, etc ... Serão estes ?

Na verdade somos todos nós ! Ou daremos um frei de arrumação nessa hipocrisia e bonita locomotiva chamada BRASIL, ou vamos ser os grandes responsáveis pelo surgimento de futuros reinados maléficos para nossa sociedade e as futuras gerações.

O Brasil precisa de um toque de recolher urgentemente em todas as áreas. O grande problema é saber quem terá condições morais e de credibilidade perante a opinião pública para fazer isso.

CHEGA !!! Tolerância ZERO !!! O Brasil precisa de um Líder e não de um Ditador. Um Líder popular, honesto e corajoso. Um Líder que para se eleger não precise fazer negociatas com quem quer que seja, etc. Um Líder que negocie apenas com o povo e trabalhe com imparcialidade e honestidade em benefício de todos e da nação.

Um Líder que trate de maneira diferente os diferentes ... Um Líder temente apenas a DEUS. Será que teremos esse Líder em 2014 ou num futuro próximo ????????

Que DEUS ilumine a juventude, proteja os idosos e oriente melhor os eleitores brasileiros !!!

O Rei Morreu?! Viva Reginaldo Rossi!

1BERTO DE ALMEIDA 


Não faz muito tempo disse aqui neste singular espaço Plural que o “Rei do brega” Reginaldo Rossi sabia fazer muito bem o seu trabalho. Em se tratando de brega, disse/escrevi nesse dia, Reginaldo Rossi era insuperável. Um craque. 

Um dia o líder do Jaguaribe Carne, Pedro Osmar, me disse que gostaria mesmo era de fazer uma música como as que Reginaldo Rossi fazia. Tentava, insistia, deixaram de lado o seu histórico experimentalismo, mas não chegava nem perto. 

A sua Raposa e as uvas o seu Garçom entraram para história da música brega do verde-amarelo e dessa história nunca mais sairão. Mas em respeito ao que ele me dissera um dia, faz tempo, nada de brega, tudo Música Popular Brasileira. O uso do “brega” é um tanto preconceituoso, disse-me nesse dia. Tinha razão. 

A música que ele fazia era música popular na acepção maior da expressão: Música Popular Brasileira. Pois, afinal, por mais que se diga que Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, para ficarmos nesses dois, façam “música popular brasileira”, o que eles fazem nada tem nada de popular. 

A música popular, a verdadeira, era a música de Reginaldo Rossi e de outros da mesma escola. Façam um teste com o "povão": Reginaldo Rossi ou Antonio Carlos Jobim? Reginaldo ou Chico Buarque? Se este escriba ouvia Reginaldo Rossi? Sem preconceito. Ouvia e continuarei ouvindo. 

Ah, que a terra lhe caia sobre o rosto como suaves notas musicais!

Recife perde o seu Rei


RECIFE, MINHA CIDADE (Reginaldo Rossi) ... Hei! Vem cá que eu quero te mostrar Hei! A minha cidade, o meu lugar Hei! Recife tem um coração Hei! Tem muito calor, muita emoção O povo daqui gosta de cantar Tem religião, gosta de rezar Tem cristianismo, tem candomblé Tem muita cachaça e muita mulher Tem Luiz Gonzaga, Rei do Baião Tem Alceu Valença, anunciação E em Olinda, o carnaval É o melhor do mundo É sensacional Recife tem encantos mil É... É um pedacinho do Brasil É um paraíso tropical Tem... Tem um acervo cultural Ela é a Veneza desse Brasil É intercortada por muitos rios A capital do meu Pernambuco Capitania que deu mais lucro Ela é a cidade que viu surgir Três grandes heróis da nossa nação O negrão Henrique e o branco Negreiros O índio Felipe e o Camarão De Porto Alegre até Boa Vista De Porto Velho até Natal Em diagonal até Fortaleza O Brasil, eu sei, tem muita beleza Mas sou de Recife e devo cantar A minha cidade, o meu lugar Você não entende se não quiser Tem muita cachaça e muita mulher .. Foto: Fundarp/Divulgação

Ex-BBB Jaqueline Leal reaparece em ensaio sexy como ring girl


A ex-BBB Jakeline Leal (aquela que dizia ter um galo de estimação, lembrou?) reaparece como ring girl do Jungle Fight 62, que acontece neste sábado, no ginásio Pelezão, em São Paulo. A moça antes recatada, como pode se ver, agora faz a linha sexy. Jake, como tem preferido ser chamada, participou da décima segunda edição do programa, mas foi logo eliminada na segunda semana.

A ex-BBB Jakeline Leal posa como ring girl

A ex-BBB Jakeline Leal posa como ring girl Foto: Divulgação/Felipe Panfili

De lá para cá, a baiana já apareceu como uma possível candidata ao Miss Bumbum, já gravou comercial enrolada num toalha, viajou pelo país trabalhando como DJ e passou por várias mudanças de visual.


Extra

sábado, 21 de dezembro de 2013

Babi Rossi diz que usa ‘kit de sexo’ orientada pela mãe: adoro vibrador


Durante o ensaio para o Paparazzo, Babi Rossi fez várias revelações. A ex-panicat contou que sempre que engrena um namoro sai de casa com apetrechos especiais para incendiar as noites de amor. Trata-se de um kit para a hora do sexo. Na bolsinha tem de vibrador até creminhos especiais que aquecem. Esses últimos, por sinal, são seus preferidos. “Toda mulher deve ter um kit desses. Acho que quando bate o tesão vale tudo”, diz Babi, nos bastidores do ensaio.

Todas as novidades que surgem nessa área são apresentadas a Babi pela mãe, Margareth, de 43 anos. Margareth é dona de um sex shop em São Paulo e uma das maiores incentivadoras da filha para usar os brinquedinhos. “Sempre tive um relacionamento de sinceridade com meus pais. Somos muito amigos e conversamos abertamente sobre sexo”, diz Babi, que ainda mora com os pais em São Paulo. “Temos que ser criativas com os parceiros, porque se não fizermos com eles, eles farão com outras”.

Babi, que já revelou ter sido ‘professora’ do ex-namorado Olin no quesito sexo , conta que costumava usar com ele um gel especial. “Dá um calorzinho na hora que passa. Muito bom!” O kit do sexo, no entanto, só entra em cena quando o namoro já engrena. Do contrário, o felizardo não irá usufruí-lo. “Se eu chegar logo com os brinquedos, acho que assusto o cara (risos)!”.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Reginaldo Rossi morre aos 69 anos de câncer no pulmão


Artista estava internado na UTI do Hospital Memorial São José, no Recife. Ele tratava de um câncer no pulmão desde o dia 27 de novembro.

Morreu na manhã desta sexta-feira (20), aos 69 anos, o cantor e compositor Reginaldo Rossi. Conhecido como o "Rei do Brega" e autor do sucesso “Garçom”, ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Memorial São José, na área central do Recife, desde o dia 27 de novembro, para tratar um câncer no pulmão direito. Na quinta-feira (19), sofreu uma piora no quadro clínico.
Durante o tempo em que ficou internado, Reginaldo Rossi foi submetido a uma cirurgia para retirada de um nódulo na axila direita. A biópsia confirmou o diagnóstico de câncer. Ele também passou por um procedimento chamado de toracocentese, para drenar líquido acumulado entre a pleura e o pulmão.

Rei do Brega
O artista ganhou o título de “Rei do Brega” graças a músicas como “Garçom”, nas quais cantava sobre temas como amor e traições. Compositor de linguagem popular, ele também é autor de sucessos como "A raposa e as uvas", "Leviana" e "Recife minha cidade". Ele dizia que foi o primeiro na cidade  a usar calça sem pregas. "Passava na rua e os caras gritavam: 'Wanderléa! Olha a Wanderléa!' E depois todo mundo usava."


Apesar do jeito extrovertido nas entrevistas e apresentações, se dizia avesso à fama. "Eu sou muito tímido. Essa coisa que eu faço, que requebro no palco, canto 'Garçom', o corno e tudo mais, é para enganar minha timidez", afirmou recentemente em entrevista ao programa Bom Dia Pernambuco.

Nascido no Recife, em 1944, Reginaldo Rodrigues dos Santos começou a carreira na esteira da Jovem Guarda, na década de 1960, imitando Roberto Carlos. Antes, estudou engenharia civil e chegou a dar aulas de matemática. Ele faria 70 anos em fevereiro.
Quando trocou a sala de aula pelos palcos, optou por cantar rock no Nordeste e comandou o grupo The Silver Jets. Em 1966, lançou seu primeiro LP, "O pão". Somente em 1970, pela gravadora CBS, estreou em disco, com o LP "À procura de você", afastando-se do rock e passando a apresentar um repertório brega-romântico, do qual se tornou ícone.
Entre seus maiores sucessos estão, além de “Garçom” (1967), "A raposa e as uvas", "Em plena lua de mel" e "Leviana". Ele continuava fazendo shows pelo Brasil, apresentando o mais recente álbum, “Cabaret do Rossi”. Nos dias 21 e 22 de novembro, Reginaldo Rossi tocou no Manhattan Café Teatro, na capital pernambucana.
Tributo
Diversos músicos lançaram no ano 2000 um tributo ao artista, intitulado "ReiGinaldo Rossi". O disco tinha releituras de canções de Rossi cantadas por artistas como Lenine, Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Eddie, Dolores, Paulo Francis, Querosene Jacaré, comadre florzinha, Stela Campos, Via Sat, Devotos, Otto e Mundo Livre S/A. O cantor pernambucano Silvério Pessoa, por exemplo, criou uma banda, a Sir Rossi, que dá novas roupagens às canções do artista.
O artista dizia que só no Brasil é que existe essa história de brega e chique. “Os cantores no mundo todo querem fazer sucesso. As letras são as mais simples possíveis, as harmonias [também]”, comparou. “Claro, existem eruditos para uma pequena classe. No Brasil, em que povo em geral não teve acesso à educação musical mais refinada, isso é válido: tem que ter Chico [Buarque], Gal [Costa], Caetano [Veloso], e tem que ter Amado Batista, Zezo dos Teclados, Faringes da Paixão e Reginaldo Rossi".
g1

Vencedora do ‘Casa bonita’ posa sensual e comenta boatos com Luan Santana


Bianca Leão tem sentido na pele o preço da exposição. Num curto espaço de tempo, a modelo gonçalense de 24 anos teve o seu nome envolvido com dois bonitões famosos. Max Porto, campeão do “BBB 9” trocou beijos com a gata durante uma premiação em setembro. O recém-solteiro Luan Santana também não teria resistido à beleza da moça e partido para cima. Será?

“Apenas fui prestigiá-lo num show, gente! Não temos nada!”, garante a morena, que está solteiríssima, sem descartar que poderia, sim, ser, como diz a letra da nova música do sertanejo, tudo o que ele quiser. Hum…“Se tivesse que acontecer, a idade (Luan é dois anos mais novo) não seria problema. Não tenho um biotipo de homem definido, ou exigência por fortes ou mais velhos”, afirma a modelo, que há dois anos viu sua vida mudar radicalmente após colocar sua beleza (e bota beleza nisso!) à prova.

De professora de musculação numa academia de São Gonçalo, Bianca ganhou os sites de notícias ao vencer o “Musa do Brasileirão 2011”, representando seu time do coração, Fluminense. A vitória lhe rendeu o convite para ingressar no carnaval como musa, e posteriormente, rainha da Porto da Pedra. Ela também participou e venceu o reality show sensual “Casa bonita”, do canal Multishow. Foi lá que ela conheceu Max, com quem foi vista trocando beijos meses depois. Mas esse é um assunto que ela prefere enterrar. “Está encerrado, não tenho mais nem contato com ele”, diz.


Falando de futuro, com muito samba no pé, em 2014 ela também desfilará como musa do Salgueiro e como rainha da Banda da Barra, bairro que adotou como moradia há alguns meses. “Gosto de São Gonçalo, mas estou experimentando morar sozinha, e aqui fica mais perto dos meus trabalhos”.

Trabalho, por sinal, não falta à gata! Ela foi convidada para apresentar um programa sobre carnaval numa TV fechada e está lançando a sua coleção de roupas fitness com a ajuda do pai, um bancário aposentado. “Estou aproveitando as oportunidades e gostando dessa coisa de fama”, admite.


Extra

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Morre Ronald Biggs, famoso assaltante do trem pagador que se refugiou no Brasil

O assaltante mais conhecido do famoso roubo ao trem pagador Glasgow-Londres, o britânico Ronald Biggs, que morou por três décadas no Brasil, faleceu nesta quarta-feira aos 84 anos, segundo a imprensa inglesa. No momento da morte, Biggs recebia atendimento médico, depois de ter sofrido vários problemas graves de saúde nos últimos anos, de acordo com os meios de comunicação britânicos.

Na madrugada de 7 para 8 de agosto de 1963, o condutor de um trem postal, que percorria o trajeto entre a cidade escocesa de Glasgow e a estação londrina de Euston, parou em um ponto isolado na altura de Ledburn, ao noroeste de Londres. Um sinal vermelho na via ordenou a parada. s assaltantes agrediram o condutor, desengancharam a locomotiva e os dois primeiros vagões para, em seguida, descarregar 120 sacos que continham 2,5 toneladas de dinheiro em espécie.

Tudo aconteceu sem que os funcionários nos outros vagões percebessem o assalto. No total, o grupo levou o equivalente a 69 milhões de dólares atuais. m 1965, um ano depois da condenação, Biggs conseguiu escapar da prisão londrina de Wandsworth, ao escalar o muro e fugir em uma caminhonete. Após a fuga, passou por Bélgica, França e Austrália, antes de chegar ao Brasil, onde morou por mais de três décadas no Rio de Janeiro e teve um filho.

cvn

Reginaldo Rossi respira sem ajuda de aparelhos e pressão é controlada

Reginaldo Rossi está internado na UTI do Hospital Memorial São José, no Recife


Os aparelhos para auxílio da respiração de Reginaldo Rossi foram retirados na tarde desta segunda-feira, de acordo com o médico responsável pelo atendimento do cantor, Jorge Pinho. Os sedativos foram suspensos desde o sábado e o Rei do Brega já reconhece familiares e mantém os primeiros contatos, mas ainda não conversou com os visitantes da UTI do Memorial São José, onde está internado.

"É uma grande vitória. Ele está sem tubos na garganta, sem aparelhos. Ele evoluiu muito de ontem para hoje", comemora Pinho, que é amigo do Rei do Brega. Rossi está sem febre e com a pressão arterial controlada. Os exames laboratoriais apresentam melhora significativa, com destaque para as taxas de leucócitos, células ligadas à defesa do organismo. Ele ainda passa por sessões diárias de hemodiálise.

Internação - Reginaldo Rossi está internado na UTI do Hospital Memorial São José. Ele procurou a instituição de saúde no dia 27 de novembro, quando sentiu fortes dores no tórax e costas.

O diagnóstico de câncer no pulmão foi divulgado na última quarta-feira, após biópsia em nódulo retirado da axila direita de Rossi, coletado no dia 4 de dezembro. A primeira sessão de quimioterapia começou na quarta-feira e terminou na sexta-feira. A previsão médica é que ele seja submetido a pelo menos seis etapas de medicamento, sempre com duração de três dias e intervalos de 21. A próxima dose deve ser ministrada no dia 3 de janeiro.

O último boletim médico foi divulgado no início da tarde deste domingo, assinado pelos três médicos que acompanham o tratamento. O estado de Rossi é grave. Ele está com insuficiência renal e respiratória e não há previsão de alta hospitalar ou saída da UTI.

uol

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Rossi e a luta pela vida


Garçom, no bar e na doença, todo mundo é igual. E com ele, o Rei mais plebeu de todos os impérios musicais, não seria diferente. A vida juntou idade, cigarro e... noitadas num mesmo verso e o pulmão, quintal do coração, fraqueja como num brega-roedeira. 

Reginaldo Rossi luta pela sobrevivência como a raposa luta pelas uvas e todo mundo que lembra com muita saudade daquele bailinho torce pela saúde do homem cujo coração voa mais que avião. O Rei, em décadas empunhando o microfone, venceu a batalha contra o câncer do preconceito, chaga das mais violentas. 

Fez o brega chegar aos garçons e às levianas, em bom português, no universal inglês e até em francês pros mais sofisticados. Provou que música não tem casta. Instituiu o dia do corno, democratizou a lamúria e transformou um desabafo banal no hino dos traídos. Cantou a cidade e a saudade, uma ilha e o mundo inteiro. Historiador da vida alheia, fez do palco cabaré de todos nós, desnudou almas, entronizou lágrimas e risos, casos e desilusões. 

Reginaldo Rossi merece, em vida, todas as reverências. E, pra matar a tristeza, só mesa de bar. Estamos orando por ti .! 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Luiza Brunet diz que está mais “erotizada”

Ex-modelo afirmou que a maturidade a deixou mais desinibida

Aos  51 anos, Luiza Brunet contou que a maturidade a deixou mais desinibida e tornou sua vida sexual mais completa.

“Você conhece mais o corpo, fica menos tímida, mais ousada. Isso melhora demais a libido, a essência do sexo fica mais erotizada”, disse a ex-modelo em entrevista à revista “Contigo!” desta semana.

Para manter a beleza, a morena revelou ainda que não dispensa vários cuidados com a aparência – inclusive aplicações de botox.

Gosto de fazer drenagem, massagem modeladora. Faço botox a cada seis meses na testa, no rosto”, enumerou.

Band

O DNA de um povo


O que mais me chamou atenção na festa fúnebre a Mandela foi a linguagem corporal de seu povo, a dança. Sabe-se que o africano é o povo com maior variabilidade genética que existe (mais do dobro da nossa). James Watson,descobridor do DNA, dissera haver uma diferença genômica entre africanos e os outros povos (geneticistas famosos negam). Pergunta-se: por que corporal e não verbal a linguagem dos sul-africanos? Watson quis relacionar o subdesenvolvimento daquele povo a essa diferença. Com a palavra os geneticistas!