Festa da Padroeira

Festa da Padroeira 2012 em Itaporanga, veja tudo que aconteceu. Clique e confira!

Diplomação dos Eleitos

Saiba tudo o que aconteceu na Diplomação dos candidatos eleitos no Vale do Piancó. Clique aqui!

Passe o seu Natal de YAMAHA Zero!

A Mundo Livre Yamaha está com promoções imperdiveis, como esta: Yamaha FACTOR com entrada de R$800,00 e 44 mensais de R$209,00. Clique e Confira!

Zé do Agreste

Durante esta semana estaremos postando aqui, vídeos de Zé do Agreste, personagem criado pelo itaporanguense Onildo Mendonça. Clique e confira!

As Razões de Ariosvaldo Ferreira

Porque Ariosvaldo Ferreira deu parecer contrário as obras de abastecimento d'água que estão sendo executados pela administração Djaci brasileiro. Clique aqui!

Atenção estudantes do Vale do Piancó

A UNIP abre inscrições para o vestibular 2013, ofertando 740 vagas em todos os cursos. Clique e Confira!

Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de setembro de 2013

Papa Francisco defende a participação da Igreja nas redes sociais

Roma - O papa Francisco disse neste sábado (21) que é importante "a atenção e presença da Igreja [Católica] no mundo da comunicação", como nas redes sociais, para dialogar com os homens e levá-los ao encontro com Cristo.
Durante a audiência de hoje aos participantes na Assembleia Plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Francisco destacou a importância da Igreja na comunicação, sem esquecer, contudo, que o importante é a mensagem e não a aquisição de sofisticadas tecnologias. "O panorama comunicativo converteu-se pouco a pouco, para muitos, em um ambiente vital, uma rede onde as pessoas se comunicam e ampliam os horizontes dos seus contatos e relações", disse o papa.
O pontífice ressaltou que a Igreja deve assumir como papel no mundo da comunicação, por meio do diálogo "com os homens e as mulheres de hoje, para compreender as suas expetativas, as suas dúvidas e esperanças". "Na atual era da globalização, estamos assistindo ao aumento da desorientação, da dificuldade para trabalhar relações profundas", disse.
Francisco disse que, por isso, é importante que a Igreja saiba dialogar, "entrando também nos ambientes criados pelas novas tecnologias, nas redes sociais, para tornar visível" a sua presença.
Agência Brasil

domingo, 28 de julho de 2013

Papa encerra JMJ no Rio e confirma Cracóvia como sede em 2016

Papa 1



O papa Francisco confirmou neste domingo que a próxima edição da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2016, será realizada em Cracóvia, na Polônia - a informação havia sido antecipada pelo Terra. ”Queridos jovens, temos um encontro marcado na próxima Jornada Mundial da Juventude, no ano de 2016, em Cracóvia, na Polônia. Pela intercessão materna de Maria, peçamos a luz do Espírito Santo sobre o caminho que nos levará a essa nova etapa da jubilosa celebração da fé e do amor de Cristo”, disse o Papa. Ele falou diante de mais de 3 milhões de fiéis na praia de Copacabana, onde realizou a Missa de Envio e a oração do Ângelus, a oração do meio dia dos católicos, encerrando a JMJ.

A escolha do município polonês tem influência direta do processo de iminente canonização do papa João Paulo II, por onde foi, durante anos, arcebispo, antes de se tornar um dos líderes mais carismáticos da história da Igreja Católica. “Polônia, Polônia”, gritaram os peregrinos, que se espremeram na areia da praia mais famosa do Brasil.

Cracóvia é uma cidade próxima à Wadowice, cidade natal do papa João Paulo II. Esta será a segunda edição da JMJ a ocorrer na Polônia: a primeira foi em 1991, em Czestochowa. O papa polonês, que deve ser canonizado, foi o criador da Jornada Mundial da Juventude, cuja primeira edição foi em Roma, 1986.

Confira todas as edições da Jornada Mundial da Juventude:

- 1986, Roma, Itália. Lema: “Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês”
- 1987, Buenos Aires, Argentina. Lema: “Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele”
- 1989, Santiago de Compostela, Espanha. Lema: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”
- 1991, Czestochowa, Polônia. Lema: “Vocês receberam o Espírito que os adota como filhos”
- 1993, Denver, EUA. Lema: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente”
- 1995, Manila, Filipinas. A maior já realizada até hoje, com 4 milhões de peregrinos. Lema: “Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio”
- 1997, Paris, França. Lema: “Mestre, onde moras? Vinde e vereis”
- 2000, Roma, Itália. Lema: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós”
- 2002, Toronto, Canadá. Lema: “Vós sois o sal da terra… Vós sois a luz do mundo”
- 2005, Colônia, Alemanha. Lema: “Viemos adorá-lo”
- 2008, Sidney, Austrália. Lema: “Recebereis a força do Espírito Santo, que virá sobre vós, e sereis minhas testemunhas”
- 2011, Madri, Espanha. Lema: “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”
- 2013, Rio de Janeiro, Brasil. Lema: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”
Hora de fazer discípulos
Grande lema da JMJ 2013, “Ide e fazei discípulos” foi a tônica da homilia da Missa de Envio e oração do Angelus, atos que encerraram o megaevento religioso na praia de Copacabana. O foco, como não poderia deixar de ser, esteve com os jovens.

“Agora vocês devem ir e transferir esta experiência aos demais”, pronunciou o Pontífice. “A fé é uma chama que se faz mais viva quando compartilhada. Jesus não nos trata como escravos, mas como pessoas livres. Ele está sempre ao nosso lado nessa missão de amor. Para onde Jesus nos manda, não há fronteiras, não há limites”, completou.

Em alguns momentos de entonação mais forte, deixando de lado os temas com caráter mais social - bastante presente em outros discursos do líder católico -, o papa Francisco conclamou “sua juventude” para uma missão. “A Igreja precisa do entusiasmo de vocês. Esse é o caminho a ser percorrido. Jovens tão criativos e audazes: sigam adiante e não tenham medo. A Igreja e o Papa conta com vocês”, disse.

Autoridades
O último dia da JMJ 2013 foi acompanhado por três chefes de Estado na missa realizada na praia de Copacabana. A presidente da República, Dilma Rousseff, esteve acompanhada da presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Outro líder sul-americano presente foi o boliviano Evo Morales.

Quando a imagem das duas presidentes apareceu no telão, não foi pronunciado ao público a presença das chefes de Estado, evitando, desta forma, qualquer tipo de vaia e constrangimento diante da multidão. No único recado direto em termos de organização para o público, os condutores da cerimônia pediram apenas para que os jovens baixassem as diversas bandeiras da mais diferentes nações para que os peregrinos pudessem ter clara a vista do palco, mesmo que dos telões.

Multidão em ação
Se o flash mob organizado pela Jornada Mundial da Juventude - que de nada teve de movimento espontâneo - será o maior do mundo, os órgãos responsáveis por este tipo de contagem de recorde, como o Guinness, dirão futuramente. O fato é que a coreografia armada para recepcionar o papa Francisco na Missa de Envio não foi seguida à risca pelos 3 milhões de fiéis que se espremeram na praia de Copacabana.

Ensaiada exaustivamente por milhares de peregrinos, com campanhas na TV e divulgação em redes sociais, a coreografia de fácil execução enfrentou o empecilho do cansaço de quem madrugou na praia mais famosa do Brasil, e o fato de que, por mais que os passos fossem simples, não era fácil coordenar uniformemente tamanha multidão.

Os momentos de palmas e pulos empolgaram os fiéis, e o mar de gente impressionava no telão. Tão logo os dançarinos no palco trocavam o passo e chamavam os fiéis, mesmo com alguns closes na imagem para auxiliar, ficou nítido que a multidão “se embaralhava” e não conseguia seguir uniformemente o que foi planejado. Porém, isso não tirou o ânimo de quem dormiu pouco para se despedir do Pontífice.

Peregrinos exaustos
O cansaço que se abateu sobre os jovens participantes da JMJ já era visível antes do papa Francisco chegar ao palco montado em Copacabana para a missa de envio, que encerraria o evento religioso – vale lembrar que muitos perderam o último ato porque não conseguiram acordar e acompanhar de perto a cerimônia final.

Antes de o papa Francisco subir ao palco para dar início ao último evento oficial da JMJ, os padres Renato Martins, diretor executivo dos Atos Centrais, e Jorjão, da igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, foram os encarregados de animar o público que pernoitou nas areias e ruas de Copacabana.

Enquanto o papa Francisco, em seu papamóvel, tomava mais uns goles de chimarrão oferecidos por um fiel e beijava os rostos de mais algumas dezenas de crianças, na orla de Copacabana os padres tentavam uma interlocução com os jovens, puxando músicas católicas que não eram repetidas em coro. “Esta é a juventude do Papa” foi o único canto que a multidão teve forças ainda para pronunciar.

Portal Terra

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Casa visitada pelo Papa Francisco em Manguinhos foi de uma paraibana: 'Vou ser outra pessoa".

Um privilégio de poucos, foi assim que se sentiu a paraibana Maria Lúcia dos Santos, quando o papa Francisco escolheu sua casa para visitar.

Ela que mora no Rio de Janeiro há 38 anos disse que: "nunca mais vou tirar da memória esse momento”. 

A visita do papa foi à comunidade de Varginha, no complexo de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro.

A paraibana ganhou um terço abençoado pelo pontífice, em sua visita de pouco mais de uma hora a Varginha, ainda fez uma oração na igreja São Jerônimo Emiliani, logo na entrada da comunidade.

Com a residência tomada por vários jornalistas e fotógrafos do mundo todo, a dona de casa disse: "Agora eu preciso descansar”.

Maria Lúcia revelou que sua vida mudaria após essa visita. “Acho que depois disso a vida muda, não tem como não mudar. Vou ser outra pessoa", finalizou.

 Portal Correio

terça-feira, 23 de julho de 2013

Gays receberão Papa com beijaço coletivo: 'Igreja legitima recriminação'


Quando chegar ao Palácio da Guanabara, logo após desembarcar na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, o papa Francisco será "recepcionado" por dezenas de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais com um beijaço coletivo. O ato, segundo a comunidade LGBT, é uma forma de protestar contra a recriminação que a Igreja supostamente provoca no mundo. A principal reclamação dos gays é um discurso proferido pelo Pontífice, que afirmou que "as relações homoafetivas são um perigo para a humanidade"...

"Nós não temos a permissão social de, em lugares públicos, demonstrar afeto por pessoas do mesmo sexo. Somos recriminados, apanhamos, e o Papa e a Igreja legitimam essas atitudes quando dizem que as relações homoafetivas são o perigo da humanidade. Se um beijo é desrespeitoso, temos de ir para a rua e beijar", explicou Jouber Assunção, 22 anos, estudante de Pedagogia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Um grupo de gays reuniu-se na tarde desta segunda-feira no largo do Machado, região central do Rio, para pintar cartazes. Eles se encontram com os demais manifestantes em frente ao Palácio da Guanabara para o beijaço. Mesmo temendo repressão e hostilização, o professor da rede municipal Wallace Berto, 31 anos, entende que é fundamental o envolvimento durante a visita do Papa.
 
Revista Time chama Francisco de o "Papa do Povo"
​ "Quando se traz um debate desses, se acirra ainda mais o ânimo dos conservadores. É uma faca de dois cortes. A violência e a opressão aumentam muito mais, mas eu estou engajado. É muito incômodo e cansaço de ser reprimido, proibido, a todo momento incentivado a não poder viver em paz, a não poder frequentar a cidade, a ter que me esconder. Isso me cansou. Não me permito mais ficar em casa aceitando esse tipo de coisa", disse ele.

Em cartazes distribuídos no largo do Machado, os defensores da causa LGBT citam trechos do Evangelho que falam sobre a igualdade entre os seres humanos e pedem que a Igreja pare de "fortalecer a violência": "dizendo que nossas relações são o mal da humanidade e nossos corpos uma deturpação do humano, a Igreja marginaliza nossos corpos e sexualidade, fortalecendo e legitimando toda a sorte de violência que sofremos".
  Terra 

domingo, 21 de julho de 2013

Papa terá um esquema de segurança de 14 mil militares em sua visita ao Rio


Cerca de 14 mil militares estarão de prontidão para ações de defesa nacional e de segurança pública durante a visita do papa Francisco ao Brasil, entre os dias 22 e 28 de julho...
As Forças Armadas mobilizarão 10,2 mil soldados, sendo que 7 mil atuarão no Campus Fidei, onde o pontíficie fará a aparição final. O restante do esquema montado será formado por policiais da segurança pública do estado.




AP
Preparativos para chegada do papa
O papa participá, no Brasil, da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) , quando celebrará uma missa na Basílica de Aparecida, em São Paulo. Durante sua estada, no Rio, ele ficará hospedado na residência do Sumaré.

Essa é a primeira viagem ao exterior do papa. A programação de Francisco é intensa: visita aos moradores da comunidade da Varginha, conversa com presos e concede a bênção para os doentes de uma instituição mantida por doações.

Francisco será recebido pela presidenta Dilma Rousseff; pelo governador do Rio, Sérgio Cabral; pelo prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes; pelo arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta; e pelo arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno Assis. Os deslocamentos serão feitos em um helicóptero.
IG 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Papa Francisco reforma código penal e reforça sanções contra pedofilia

Papa Francisco reforma código penal e reforça sanções contra pedofilia

  O Papa Francisco aprovou nesta quinta-feira (11) um decreto que endurece as sanções penais a quem cometer abusos contra menores na Santa Sé e na Cúria - uma reforma do código penal do Estado da Cidade do Vaticano que introduz o crime de tortura e reforça e amplia a definição dos delitos contra menores, entre eles a pornografia infantil e o abuso sexual..


O texto inclui "o conjunto da categoria dos crimes contra os menores: a venda, prostituição, recrutamento e violência sexual contra eles, a pornografia, a posse de material pornográfico e os atos sexuais com menores".
Em abril, o pontífice pediu uma atuação com "determinação" contra os abusos sexuais cometidos pelo clero. Esta foi a primeira vez que o Papa argentino falou diretamente e de maneira pública sobre os abusos sofridos durante décadas por dezenas de milhares de crianças.
 A nova legislação vaticana também prevê a possibilidade de que os tribunais da Santa Sé julguem "crimes cometidos contra a segurança, os interesses fundamentais e o patrimônio da Santa Sé".
Também introduz na legislação vaticana as quatro convenções de Genebra contra os crimes de guerra, a convenção internacional sobre a eliminação de qualquer forma de discriminação racial, a convenção contra e tortura e os tratamentos desumanos e degradantes, além da convenção de 1989 sobre os direitos da criança.
O "motu proprio" (decreto) do Papa prevê ainda "a adoção de medidas de cooperação adaptadas às convenções internacionais mais recentes" em termos de cooperação judicial entre o Vaticano e os outros Estados.
"Em nossa época, o bem comum está cada vez mais ameaçado pela criminalidade transnacional e organizada, pelo uso inapropriado do mercado e da economia e do terrorismo", destaca o pontífice na introdução do decreto.
O Papa também anula a pena de prisão perpétua, que será substituída pela reclusão a 30 ou 35 anos.
Todas as normas entrarão em vigor a partir de 1º de setembro.
G1

terça-feira, 2 de julho de 2013

Papa diz que protestos no País são justos e de acordo com Evangelho


O papa Francisco, que virá ao Brasil no próximo dia 22 para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, disse que as manifestações que estão ocorrendo por todo o País são justas e de acordo com o Evangelho, segundo informações do jornal El País....

De acordo com reportagem do periódico, o Pontífice tem se informado diretamente dos protestos em curso nas ruas brasileiras, com massiva participação dos jovens, e deve inclusive se referir às manifestações em seu discurso na JMJ, segundo fonte “confiável” do correspondente do El País.

O papa Francisco já teria escrito seu discurso quando foi informado, pessoalmente, por prelados brasileiros sobre as manifestações e atos de violência registrados no País. O primeiro a se encontrar com o pontífice no Vaticano foi o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.

Há 15 dias, foi a vez do arcebispo de São Paulo, dom Cláudio Hummes, conversar com o Papa, seguido finalmente pelo cardeal Raymundo Damasceno de Assis, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que declarou apoio às manifestações, desde que pacíficas. O documento produzido pela CNBB estaria nas mãos do papa Francisco, segundo o periódico.

Dom Cláudio Hummes, após seu encontro com o Pontífice, disse a um grupo de católicos no Colégio São Bento que a “mensagem de Cristo está em sintonia com essas reivindicações do povo”, segundo o El País, e acrescentou que “por isso devem estar presentes. O povo, de fato, está vivendo o Evangelho”.

O cardeal afirmou que não teme que as manifestações possam manchar a visita do Papa ao Brasil, e inclusive transmitiu ao Pontífice que os protestos não estão relacionados com sua visita, e sim contra o governo.

Terra