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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Herança Maldita II


A CASA DE ADAUTO ARAUJO - A Polêmica da Acessibilidade.


Não tenho procuração do sr. Jaklino Porcino, nem sequer trabalho na casa que ele preside; mas não precisa ser engenheiro ou arquiteto, para saber que este é um problema de dificílima solução. 

Para quem sabe e conhece a Câmara Municipal de Itaporanga, que hoje já deveria estar em um amplo, moderno, com todos os acessos a que se tem direito, em um prédio que foi iniciado quando Joaquim Salviano era o presidente, não; ela funciona em um imóvel emprestado da prefeitura em cima donde funciona a Agência o Banco do Brasil.

Nossos nobres vereadores á época, solidários e com peninha do TRT, que tem uma vara instalada em nossa cidade e por não ter recursos para pagar o aluguel, o construir uma sede própria; resolveram generosamente dar de graça, a Vara do trabalho, o imóvel aonde seria hoje, se houvesse vontade suficiente, uma das câmara mais modernas do sertão.

No prédio onde hoje se encontra a câmara, não tem salas/gabinetes individuais para os vereadores, o plenário já esta pequeno para secções importantes, onde o povo deseja participar das reuniões, a escada que não é tão larga, já foi feita pelo lado de fora da edificação e não existe local ou terreno aonde se possa ao menos colocar um elevador, específico para cadeirante.

Jaklino já deve até ter tido a ideia de descer as instalações da câmara para o 1º pavimento, mas lá, como falei acima, funciona, de graça, outra pobre instituição que não poderia pagar um aluguel ou construir uma sede própria, dado em comodato ma mais de uma década, ao coitadinho do Banco do Brasil S/A, no governo Kátia Lucia Fonseca Pinto Brasileiro (1977- 2000).


Este banco que usufrui por mais de uma década de nosso patrimônio, nos da em troca um péssimo atendimento, pois em reclamações deve estar em terceiro lugar, perdendo talvez para a Energisa, que atente a toda a população e a TIM que atende uma parcela bem maior que aquela que utiliza os serviços da referida instituição financeira.

Mas, pelos péssimos serviços aos usuários, a punição foi, silenciosamente, sem alarde a renovação do contrato de comodato por mais, no mínimo uns dez anos, pelo poder público municipal no governo Kátia II (Djaci Farias Brasileiro – 2009-2012).

Ah! Se não me engano, eu acima me enganei ao falar que o problema era de difícil solução, mais cério que não! Os nossos, atuas edis, todos jovens, todos ávidos em mostrar serviço, poderiam rever este privilegio que tem um Banco Estatal, altamente lucrativo, de usar e abusar de um dos melhores e mais bem localizados imóveis da prefeitura, enquanto o poder público aluga casas e mais casas, dá o que é seu (nosso), e de graça!

Talvez esta seja a melhor e mais simples solução e paraodiando o nosso grande Reynolda Augusto:

Pense nisso, Jaklino. Mais pense agora!

quinta-feira, 28 de março de 2013

Herança Maldita I

Do espólio do desgoverno Djaci Brasileiro


No problema gerado e retratado no post acima, a culpa não foi apenas da chuva, mas sim das recentes administrações municipais de Itaporanga. Senão vejamos:

Todos os últimos loteamentos de que temos conhecimento, no centro e na periferia da cidade, foram feitos de forma irregular, sem planejamento; a começar do loteamento Xique-Xique, que hoje é um bairro nobre da cidade, até a Agrovila Jesus Cristo, um amontoado de casa onde, igual à Vila Mocó, fica difícil fazer um trabalho de urbanização.

Muitos deles, não tem sequer meio-fio e linha d’água, o que dirá de rede de água, esgoto e calçamento e mesmo passando pelo olhar atento dos fiscais da prefeitura e atualmente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – Crea; em nenhum, mais em nenhum mesmo, foi reservado algum espaço para áreas verde, parques ou praças.

É inadimissível, que uma cidade como itaporanga, que até o final da decada ultraassará os trinta mil habitantes, tenha apenas quatro praças, sendo que duas delas foram praticamente destrídas pelo governo Djacir (kátia) Brasileiro.

O que é comum acontecer é o que vimos esta semana no loteamento Balduino Minervino de Carvalho, onde os proprietários venderam terreno até no leito das ruas; ou por outra na Agrovila onde Titico Pedro doou todos os lotes, mais permitiu ali, a construção de casas de taipa, tipo de moradia que o governo federal quer acabar inclusive na zona rural.

Mais voltando ao caso específico do terreno que provocou a inundação da rua Antônio Honorio Neves, que é de propriedade da senhora Maria Rufino e que no governo de Djaci Brasileiro era alugado a prefeitura, para este nobre fim, deixar que as águas da chuva seguissem seu próprio rumo.

Segundo pessoas ligadas a prefeitura, o aluguel do terreno para uma tão nobre causa, pasmem senhores, custava aos cofres municipais a bagatela R$500 (quinhentos reais); findo o prazo do mandato de Djaci, a proprietária procurou o novo gestor que não aceitou de maneira alguma, tamanho disparate e irresponsabilidade com o uso do dinheiro público.

E dizem os vizinhos que a proprietária, não satisfeita com a decisão do novo prefeito, resolveu mandar fazer uma paredinha de terra, para esbarrar a água em seu curso normal.

Em tempo: O preço médio de um terreno nesta área do loteamento, atualmente é na faixa de R1.000,00 (mil reais).

“Eita Itaporanaga veia de M...!” Já dizia o pitoresco Zé do Velho.

Rainério para o www.portaldovale.net