Luta cá; luta lá
Por Redação da Folha – Nessa quarta-feira, 13, enquanto a prefeita Marcília Mangueira (PMDB) corria às repartições ministeriais de Brasília em busca de reativar os convênios das obras federais de Diamante, em outra frente de luta, na cidade, a secretária de Educação, Claudiana Lopes, reunia-se com os professores municipais para definir o plano de cargo, carreira e remuneração do magistério.
Na capital federal, de onde deve retornar nesta sexta-feira, a prefeita busca a liberação de recursos para sequenciar as obras federais que estão em fase de execução no município e que são resultado de convênios entre a Prefeitura e o Governo Federal celebrados na gestão anterior.
Uma outra batalha da gestora é pela implantação do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Diamante, o que será muito importante para a saúde pública local. A informação é que o processo já se encontra bem adiantado e em pouco tempo a boa nova deverá estar correndo pelas ruas da cidade.
Enquanto isso, na secretaria de Educação, a corrida é pela elaboração de um plano que valorize o magistério e que seja definido com a participação direta dos professores para que reflita os seus interesses. A Prefeitura pretende garantir direitos nunca antes usufruídos pelos educadores, a exemplo do terço de férias, piso nacional e gratificações, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
A reunião dessa quarta foi a primeira de muitas que serão realizadas para a elaboração do plano de cargo e carreira dos professores, que, depois de pronto, será encaminhado para votação na Câmara Municipal. É pensamento da prefeita dotar todas as categorias de um plano funcional.



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