Divisão das oposições favorece ainda mais o prefeito
Por Sousa Neto/Folha do Vale
O grupo político do prefeito e pré-candidato à reeleição, Pedro Feitoza (PT - foto), é o maior de Ibiara e essa grandeza, associada ao bom governo que faz o gestor municipal, é o que deixa todos confiantes em mais uma vitória petista nas urnas em outubro vindouro.
Na trincheira política em apoio ao prefeito são cinco partidos (PT, PMDB, PV, PPL e PC do B), a maioria dos vereadores, entre os quais o presidente do legislativo, Branco Alves, do PMDB, e dezenas de postulantes à Câmara Municipal. O pré-candidato a vice na chapa de Pedro, o atual secretário municipal de Obras, Nenca Palitot (PC do B), deverá também ter uma participação importante no projeto de reeleição por sua popularidade e longa trajetória política, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
Já a oposição está divida em duas pré-candidaturas, segundo o que se comenta na cidade: uma delas é a do atual vice, rompido com o prefeito, Deba de Nié, do PR, tendo como possível companheiro de chapa Nildo Barros (PP). Já o outro provável pré-candidato é o promotor de Justiça, Tião Ramalho, que atua no Pernambuco e deverá inaugurar este ano uma carreira política em sua terra, tendo como vice o ex-prefeito Nailson Ramalho (PSDB). Não há informação sobre o partido de Tião, mas, por ser promotor, tem o direito de somente se filiar a uma legenda partidária momentos antes de registrar a candidatura.
As oposições sabem das dificuldades que terão no enfrentamento político de um prefeito popular e bem aceito, o que poderá resultar em uma junção dos dois grupos oposicionistas em torno de um candidato único, como meio de fortalecimento . “E, mesmo que aconteça essa união, a vantagem de Pedro ainda é grande, mas o prefeito, por enquanto, ainda não está pensando em eleição, mas em continuar resolvendo os problemas do município”, comentou um assessor do prefeito.
Na trincheira política em apoio ao prefeito são cinco partidos (PT, PMDB, PV, PPL e PC do B), a maioria dos vereadores, entre os quais o presidente do legislativo, Branco Alves, do PMDB, e dezenas de postulantes à Câmara Municipal. O pré-candidato a vice na chapa de Pedro, o atual secretário municipal de Obras, Nenca Palitot (PC do B), deverá também ter uma participação importante no projeto de reeleição por sua popularidade e longa trajetória política, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
Já a oposição está divida em duas pré-candidaturas, segundo o que se comenta na cidade: uma delas é a do atual vice, rompido com o prefeito, Deba de Nié, do PR, tendo como possível companheiro de chapa Nildo Barros (PP). Já o outro provável pré-candidato é o promotor de Justiça, Tião Ramalho, que atua no Pernambuco e deverá inaugurar este ano uma carreira política em sua terra, tendo como vice o ex-prefeito Nailson Ramalho (PSDB). Não há informação sobre o partido de Tião, mas, por ser promotor, tem o direito de somente se filiar a uma legenda partidária momentos antes de registrar a candidatura.
As oposições sabem das dificuldades que terão no enfrentamento político de um prefeito popular e bem aceito, o que poderá resultar em uma junção dos dois grupos oposicionistas em torno de um candidato único, como meio de fortalecimento . “E, mesmo que aconteça essa união, a vantagem de Pedro ainda é grande, mas o prefeito, por enquanto, ainda não está pensando em eleição, mas em continuar resolvendo os problemas do município”, comentou um assessor do prefeito.



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