Operação Dublê foi desencadeada nesta sexta-feira: um prefeito foi preso e outro está foragido
Por Isaías Teixeira/Folha do Vale
O prefeito de Catingueira, Edvan Félix (PR - foto), foi preso pela Polícia Federal de Patos na manhã desta sexta-feira, 4, sob acusação de falsificação de notas fiscais e outros delitos contra os cofres públicos. A prisão dele ocorreu durante a Operação Dublê, uma alusão ao tipo de crime que investigou e deflagrada nas primeiras horas de hoje em João Pessoa e cidades sertanejas, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
A operação destina-se ao cumprimento de 41 mandados judiciais contra empresários, escritórios de contabilidade e agentes públicos, sendo 27 de busca e apreensão, oito de prisão temporária e seis de condução coercitiva. Os acusados podem ser indiciados por crimes de fraude a licitação, falsidade ideológica e formação de quadrilha. A PF estima que os envolvidos tenham desviados mais de 5 milhões de reais de programas federais nos campos da saúde, educação, ação social e infraestrutura.
Além de Edvan Félix, seis secretários municipais, um deles de Catingueira, também foram presos pela PF, e um prefeito está foragido: trata-se de Betinho Campos, de Cacimba de Areia.
A sede da Prefeitura de Catingueira foi ocupada policiais federais em busca de documentos. Em Patos, a PF também apreendeu papéis no escritório de contabilidade Ecoplan, de Rosildo Alves de Morais, que é contador de várias Prefeituras do Vale.
É a segunda vez que Edvan Félix é preso pela Polícia Federal de Patos. A primeira prisão foi por crime contra o sistema financeiro nacional, em março de 2009, mas ele passou a responder ao processo em liberdade depois de ficar mais de trinta dias em um presídio patoense.
A operação destina-se ao cumprimento de 41 mandados judiciais contra empresários, escritórios de contabilidade e agentes públicos, sendo 27 de busca e apreensão, oito de prisão temporária e seis de condução coercitiva. Os acusados podem ser indiciados por crimes de fraude a licitação, falsidade ideológica e formação de quadrilha. A PF estima que os envolvidos tenham desviados mais de 5 milhões de reais de programas federais nos campos da saúde, educação, ação social e infraestrutura.
Além de Edvan Félix, seis secretários municipais, um deles de Catingueira, também foram presos pela PF, e um prefeito está foragido: trata-se de Betinho Campos, de Cacimba de Areia.
A sede da Prefeitura de Catingueira foi ocupada policiais federais em busca de documentos. Em Patos, a PF também apreendeu papéis no escritório de contabilidade Ecoplan, de Rosildo Alves de Morais, que é contador de várias Prefeituras do Vale.
É a segunda vez que Edvan Félix é preso pela Polícia Federal de Patos. A primeira prisão foi por crime contra o sistema financeiro nacional, em março de 2009, mas ele passou a responder ao processo em liberdade depois de ficar mais de trinta dias em um presídio patoense.



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