Pleito deste ano repete confronto eleitoral de 2008. No Vale, em mais 8 municípios há mulheres no páreo
Por Isaías Teixeira/Folha do Vale
Nova Olinda será o único município da região onde duas mulheres disputarão a Prefeitura. As eleições deste ano repetirão o confronto de 2008, quando a promotora pública aposentada e atual prefeita Maria do Carmo (Ducarmo - PSDB) enfrentou nas urnas a economista Maria Galdino Irmã (Daguia), do DEM.
No pleito de quatro anos atrás, Daguia foi a prefeita eleita, mas teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por captação ilícita de votos. O município passou por novas eleições e Maria do Carmo saiu vencedora.
Em razão disso, a situação política das candidatas se inverteu nestas eleições. Ducarmo, que era candidata da oposição em 2008, agora defende a permanência de seu governo; e Daguia, que era a representante do grupo político liderado por seu pai, o ex-prefeito João Raimundo, é hoje oposicionista.
Também mudou a situação financeira das candidatas. Maria do Carmo declarou à Justiça Eleitoral que tem R$ 150 mil em bens, cinco vezes menos do que tinha em 2008, que foi de R$ 750 mil. Já Daguia declarou ter, atualmente, R$ 400 mil em bens, que é dez vezes mais do que o declarado na eleição passada (R$ 40 mil).
Um outro diferencial das duas candidaturas está nos vices de cada chapa: Ducarmo terá novamente como companheiro o jornalista Idácio Souto; e a vice de Daguia será a advogada Karla Julliane Pinto (PSB), ou seja, uma chapa puramente feminina.
Em relação aos gastos de campanha, Maria do Carmo afirmou à Justiça Eleitoral que pretende gastar até R$ 300 mil, enquanto que Daguia indicou um gasto limite de R$ 200 mil.
A campanha em Nova Olinda promete ser uma das mais acirradas da região. Por enquanto apenas uma certeza: uma mulher está nos destinos administrativos de Nova Olinda pelos próximos quatro anos.
No pleito de quatro anos atrás, Daguia foi a prefeita eleita, mas teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por captação ilícita de votos. O município passou por novas eleições e Maria do Carmo saiu vencedora.
Em razão disso, a situação política das candidatas se inverteu nestas eleições. Ducarmo, que era candidata da oposição em 2008, agora defende a permanência de seu governo; e Daguia, que era a representante do grupo político liderado por seu pai, o ex-prefeito João Raimundo, é hoje oposicionista.
Também mudou a situação financeira das candidatas. Maria do Carmo declarou à Justiça Eleitoral que tem R$ 150 mil em bens, cinco vezes menos do que tinha em 2008, que foi de R$ 750 mil. Já Daguia declarou ter, atualmente, R$ 400 mil em bens, que é dez vezes mais do que o declarado na eleição passada (R$ 40 mil).
Um outro diferencial das duas candidaturas está nos vices de cada chapa: Ducarmo terá novamente como companheiro o jornalista Idácio Souto; e a vice de Daguia será a advogada Karla Julliane Pinto (PSB), ou seja, uma chapa puramente feminina.
Em relação aos gastos de campanha, Maria do Carmo afirmou à Justiça Eleitoral que pretende gastar até R$ 300 mil, enquanto que Daguia indicou um gasto limite de R$ 200 mil.
A campanha em Nova Olinda promete ser uma das mais acirradas da região. Por enquanto apenas uma certeza: uma mulher está nos destinos administrativos de Nova Olinda pelos próximos quatro anos.
Foto (TSE): da esquerda para a direita, Maria do Carmo e Daguia - a luta pela Prefeitura.



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