No Vale, alguns “doutores” estão na luta pelo voto
Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) recebeu na segunda-feira, 10, do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), uma cartilha com orientações éticas e jurídicas para os médicos que são candidatos a cargos eletivos nas eleições deste ano.
A cartilha orienta os médicos sobre a necessidade de obediência à legislação e ao Código de Ética Médica durante este período de campanha, que está em sua reta final. Entre as proibições, eles não poderão realizar consultas gratuitas, que caracterizariam captação ilícita de votos, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
O Vale registrou vários candidatos a prefeito no pleito deste ano. Nas cidades de Itaporanga e Coremas, por exemplo, três médicos disputam a Prefeitura. Em Itaporanga, o candidato é Djaci Brasileiro (PSDB), que luta pela reeleição; e, em Coremas, dois médicos duelam pelo comando do município a partir de 2013: Pâmela Sonnaly (PSD), candidata da situação, e o ex-prefeito Antônio Lopes (PSDB).
Além das informações sobre a lei eleitoral e o Código de Ética Médica, a cartilha apresenta decisões da Justiça relacionadas ao uso da medicina com o objetivo eleitoreiro.
A cartilha, que poderia ter sido lançada no início da campanha, ou mesmo antes, tem como objetivo evitar que os médicos candidatos usem a profissão com fins eleitoreiros e sejam denunciados ao CRM e à própria Justiça Eleitoral.
A medicina significa para muitos políticos que são médicos a única ferramenta para a captação de votos na região, aproveitando da carência da saúde local e do povo. Mas, sabedores de que estarão cometendo crimes eleitorais se usarem a medicina para fazer política, os candidatos pensarão duas vezes antes de burlarem a lei eleitoral e o Código de Ética Médica.
Os elaboradores da cartilha foram o médico Eurípedes Mendonça, diretor do Departamento de Fiscalização do CRM, e Rodrigo Farias, advogado e assessor jurídico do conselho.
A cartilha orienta os médicos sobre a necessidade de obediência à legislação e ao Código de Ética Médica durante este período de campanha, que está em sua reta final. Entre as proibições, eles não poderão realizar consultas gratuitas, que caracterizariam captação ilícita de votos, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
O Vale registrou vários candidatos a prefeito no pleito deste ano. Nas cidades de Itaporanga e Coremas, por exemplo, três médicos disputam a Prefeitura. Em Itaporanga, o candidato é Djaci Brasileiro (PSDB), que luta pela reeleição; e, em Coremas, dois médicos duelam pelo comando do município a partir de 2013: Pâmela Sonnaly (PSD), candidata da situação, e o ex-prefeito Antônio Lopes (PSDB).
Além das informações sobre a lei eleitoral e o Código de Ética Médica, a cartilha apresenta decisões da Justiça relacionadas ao uso da medicina com o objetivo eleitoreiro.
A cartilha, que poderia ter sido lançada no início da campanha, ou mesmo antes, tem como objetivo evitar que os médicos candidatos usem a profissão com fins eleitoreiros e sejam denunciados ao CRM e à própria Justiça Eleitoral.
A medicina significa para muitos políticos que são médicos a única ferramenta para a captação de votos na região, aproveitando da carência da saúde local e do povo. Mas, sabedores de que estarão cometendo crimes eleitorais se usarem a medicina para fazer política, os candidatos pensarão duas vezes antes de burlarem a lei eleitoral e o Código de Ética Médica.
Os elaboradores da cartilha foram o médico Eurípedes Mendonça, diretor do Departamento de Fiscalização do CRM, e Rodrigo Farias, advogado e assessor jurídico do conselho.



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