“Perdi a minha gota de orvalho! Dizia a flor ao sol do amanhecer que havia perdido todas as suas estrelas”.
De fato, não é nada fácil conviver com as perdas. Seja pela falta de um amor amado, seja por n motivos, seja pela morte de alguém muito querido. Essas perdas podem contribuir para o crescimento e aprendizagem.
Todos se queixam de perdas. Mas, muitas vezes, fazemos como a flor que se queixava de ter perdido a sua gota de orvalho, enquanto o sol do amanhecer sentiu e sofreu perda maior: as suas estrelas. A perda dói! Mas não para aí.
É fato vivenciar o problema da perda, o luto. Por um devido tempo. Como diz na Bíblia: “Há tempo para tudo debaixo dos céus”. Quem se amarra ao luto fica “engessado” e cego para as grandes lições que a vida oferece.
Não há nenhuma modificação sem um trabalho duro sem que você suje as mãos. Não há fórmulas a decorar para adaptar-se às novas circunstâncias. Quando você der o primeiro passo terá dado início ao processo do reverso da medalha. É preciso manter vivas as chamas da fé e da esperança.
Não fique triste com suas perdas. São pérolas que surgem do fundo da ostra (o problema). E você não pode sentir tristeza e, sim, saudade. Mas não perca a coragem de enfrentá-las. Com coragem e perseverança você vencerá.
Saudades, sim! Tristeza, não. Deus nos ama!
domingo, 4 de novembro de 2012
A dor da perda
Maria Correia



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