Festa da Padroeira

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Diplomação dos Eleitos

Saiba tudo o que aconteceu na Diplomação dos candidatos eleitos no Vale do Piancó. Clique aqui!

Passe o seu Natal de YAMAHA Zero!

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Zé do Agreste

Durante esta semana estaremos postando aqui, vídeos de Zé do Agreste, personagem criado pelo itaporanguense Onildo Mendonça. Clique e confira!

As Razões de Ariosvaldo Ferreira

Porque Ariosvaldo Ferreira deu parecer contrário as obras de abastecimento d'água que estão sendo executados pela administração Djaci brasileiro. Clique aqui!

Atenção estudantes do Vale do Piancó

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

SAMU

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE

CONVITE

Convidamo Vossa Senhoria para participar da Inauguração do SAMU DE ITAPORANG, como também, a entrega de uma Ambulância Strada, uma Ducato para pacientes em tratamento fora de domicilio e um Fiat Uno; que acontecerá na Avenida Getulio Vargas ás 9h00h deste dia 27 de junho de 2011.

Certo de contarmos com vossa presença e apoio, reiteramos nossos votos de estima e apreço.

Atenciosamente,

Gaudêncio Mendes de Sousa 
Secretário da Saúde

NOVA ADMINISTRAÇAO NA MESMA ORDEM

Nova Administração Na Mesma Ordem.

(Reynollds Augusto)



Todo ser humano necessita de um norte espiritual para estabilizar as emoções, senão fica amarrado às ilusões que afasta o espírito do caminho da verdadeira felicidade. A casa espírita é uma dessas “bússolas” e, em minha opinião, sem desmerecer as nossas religiões co-irmãs, nos indica o caminho a Deus mais objetivamente. Não foi a toa que Jesus nos prometeu que mandaria outro consolador, para relembrar tudo que nos tinha dito e esclarecer-nos com novas verdades e o espiritismo cumpre esse papel. Jesus, realmente, nunca nos deixou órfãos.

Mas, depois da posse, na grande noite festiva do dia 18 de junho, em que fomos presenteados com a palestra esclarecedora do patoense “Zeca”, que arrancou admiração dos presentes, essa semana iniciou-se o novo ciclo da também nova diretoria que terá dois anos para dar continuidade aos trabalhos que foram desenvolvidos por Vicente Tobias que, diga-se de passagem, deixou um rastro de luz e conquistas.

O exórdio nessa noite de sábado foi realizado pelo vice-presidente do Centro, Paulo Porcino, que nos trouxe considerações importantes em torno da felicidade. A preleção girou em torno do tema no evangelho, que retrata a verdadeira felicidade, objetivo de todo ser humano em que o espírito Francois-Nicolas-Madelaine nos forneceu em 1863, Paris, considerações bem apropriadas em torno da felicidade. Quem não foi, perdeu a oportunidade de entender onde devemos buscar a felicidade aqui neste planeta Terra, que não está nas posses efêmeras da matéria e sim nas conquistas pessoais de cada um que o tempo não destrói.

Em seguida o presidente Alberlando Araújo traçou um roteiro lógico a respeito da causa porque estamos aqui, em um tempo curto que assusta, e por qual motivo Deus nos criou. O tema foi bem doutrinário e considerou o marco de nossas existências que se deu “na madrugada” do tempo. Deus nos criou simples e ignorantes e partimos do zero até atingir o nosso fim que é encontrar a felicidade plena, que algumas religiões apelidam se “salvação” e que só pode ser alcançada com a graça de Deus. É uma posição equivocada, pois o que algumas pessoas chamam de “graça” o espiritismo explica ser “conquista”, pois Deus não age diferentemente com os seus filhos tratando todos com igualdade. Até Jesus, o nosso modelo e guia que não era o próprio Deus (outro equívoco) chegou a aonde chegou por esforço próprio ao ponto de se tornar governador espiritual do planeta Terra. Afinal ele mesmo nos ensinou que “a cada um segundo suas obras”.

Foi uma noite de festa e festa espiritual. Se você quiser participar desse baile de espiritualidade racional, pode nos visitar. As nossas reuniões acontecem todos os sábados pelas 20h, na sede do Centro Espírita Jesus de Nazareth que fica localizado por trás da igreja católica.

“Conheça o Espiritismo e viva melhor”

O presidente encerrou a sua fala com a convocação dos trabalhadores da casa para se reunirem sexta-feira, a fim de distribuir as tarefas do Sertão Jovem Espírita, que acontecerá nos dias 16 e 17 de julho. Esse ano teremos a participação do publicitário pernambucano FREDERICO MENEZES, da cidade do Cabo/PE; JOSÉ OTÁVIO, Campina Grande/PB; CARLOS SÉRGIO, João Pessoa/PB e NETO BATISTA, João Pessoa/PB. A ser realizado no Colégio Diocesano Dom João da Mata, o nosso eterno diocesano.

Estando tudo justo e perfeito, sigamos em frente rumo à luz do entendimento e do amor. O Resto são quimeras.



PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.

domingo, 26 de junho de 2011

O PLANTADOR E O LADRÃO DE MANGA


autor, poeta J. Sousa.
 
Leopoldo Macelino
Tinha uma plantação
Somente de pés de mangas
Na Fazenda Lageirão
E na terra que morava
Outra coisa não plantava
Porque vivia através
Do que das mangueiras vinha
Pois só de manga ele tinha
Quarenta e cinco mil pés.
  
Quando chegava a safra
Da manga no fim do ano
Dava manga ali com força
Era pra lascar o cano,
Mas Leopoldo dizia
Que não dava e nem vendia
Uma só manga a ninguém,
Ele preferia ver
Toda manga apodrecer
A dá uma a alguém.
  
E ele também dizia
Que se pegasse um ladrão
Roubando as suas mangas
Cortava ele de facão,
Leopoldo era forféia
Só pra se ter uma ideia
da grande ruindade dele,
A mãe dele se acabou
E uma manga nunca chupou
Porque temia a ele.
  
Leopoldo Macelino
Tinha um amigo querido
Que se chamava Ramalho
E era muito conhecido,
Ramalho tinha um filho
Por nome de João Castilho
Com 12 anos somente,
E Leopoldo confiava
Em Ramalho que ajudava
A ele diariamente.
  
Em Ramalho e no filho
Leopoldo confiava,
Mas um dia aconteceu
O que ele não esperava
Quando foi ao mangueiral
Ao lado de Juvenal
Outro amigo competente,
Viu um menino trepado
Num galho de manga sentado
Chupando manga, contente.
  
O menino estava ali
Roubando as mangas dele
Mas não se intimidou
Quando de cima viu ele
Continuou foi chupando
A boa manga e olhando
Pra Leopoldo e o amigo
Que também de baixo olhava
O menino que roubava
Sem temer nenhum castigo.
  
Leopoldo olhou direito
Para poder conhecer
O menino que roubava
Suas mangas sem temer
Dos olhos perdeu o brilho
Quando notou que era o filho
De Ramalho o amigo seu,
Aí disse ao companheiro:
"Olhe aquele desordeiro,
É filho dum amigo meu."
  
O moleque tá roubando
Minhas mangas, Juvenal!
Nunca pensei que esse peste
Me fizesse esse mal,
Só não corto esse ladrão
Agora com meu facão
Porque o seu pai Ramalho
É um grande amigo meu
Que sempre, sempre me deu
Produção no meu trabalho."
  
Aí gritou pro menino
Dizendo assim: "Seu safado,
Quem deu ordem pra Você
Chupar manga aí, danado!
Ver se daí você sai,
E eu vou dizer a seu pai
Que é meu amigo Ramalho."
O menino sem demora
Disse a ele: "Diga agora,
Olhe ele no outro galho."
  
Este que você acabou de ler, é um poema matuto de autoria do poeta, J. Sousa. Esta história que  opoema conta é Verídica? Embora um caso assim possa de repente acontecer, este do poema é sóuma criatividade do poeta cordeslista que emboraescreva relatos verídicos, escreve também históriasfabulosas, ou seja, história que não aconteceu, histórias inventadas apenas para fazerem as pessoas rirem.
 
Explicação dada pelo o próprio auor, poeta J. Sousa.

sábado, 25 de junho de 2011

Um Poema para Dona Branca


Neste dia 25 de Junho
Mês da pamonha, da canjica
Deixo, aqui, a minha dica
Pra os que estão a me escutar
Estamos, todos, reunidos
Filhos, netos, parentes e amigos
Pra nossa alma alegrar

Estamos comemorando
Uma data especial
E que não há outra igual
Pra alegria deste momento
Alegria que sai da alma
Que acalenta e acalma
Todo e qualquer sentimento

Temos, diante de nós
Uma guerreira mulher
Que sempre viveu de pé
E, em momento algum, fraquejou
É um exemplo de vida
Que teve a missão cumprida
Que Deus a ela confiou

Missão árdua e dificil
Fardo grosso e pesado
Sem doce e bem salgado
Era a prova que lhe foi dada
Mas, agindo com muita fé
Em Jesus de Nazaré,
Cumpriu bem sua jomada

O fardo era pesado
Mas sua fé era maior
E nunca estando só
Levava sua missão adiante
Não reclamava de nada
E não se sentia cansada
. Estava sempre irradiante

Estampado no seu rosto
Estava sempre um sorriso
E as bênçãos do paraíso
Cobriam seu corpo e a alma
Dando-lhe força e vigor
Levando-a ao esplendor
Da serenidade e calma

Essa mulher de fé
Que de Prata se deslocou
E nesta terra encontrou
A mais pura amizade
Amizade de vizinha
E da confiança que tinha
Na sua comadre Solidade

o vínculo com Dona Sula
Era um vínculo muito forte
Fraterno e de muita sorte
Que o tempo não estragou
Mais pareciam duas irmãs
Eram, uma da outra, fãs
Que Deus as abençoou.

Esta mulher que, aqui, está
Festejando seu aniversário
Na sua casa, seu santuário
Com amigos e seus parentes
É uma mulher abençoada
Que será sempre guardada
Nos nossos corações e mentes

Que seus 97 anos
De muita luta e sacrifícios
De provação, testes e ofícios
Pelos quais ela passou
Lhe de em a sensação
De haver cumprido a missão
Que Deus a ela confiou.

Itaporanga, hoje, em peso
Rende-lhe toda a homenagem
Nesse dia, nessa passagem
E agradeço de coração
Por ela, aqui, ter vivido
E, Itaporanga, escolhido
Como seu Lar, seu torrão.

Que Deus a abençoe, Dona Branca
E que a faça sempre feliz
Dando-lhe o que sempre quis
E o que quer realizar
Pra, no próximo ano novo,
Junto a todo esse povo
Seu aniversário comemorar.

Sei que nosso bom Deus
Na sua bondade infinita
E pela sua vida bonita
Vai nos dar esse prazer
De vê-Ia sempre sorridente
E com a vontade ardente
De a vida querer viver.

Essa vontade que somente
A senhora sabe ter
E que não pode se esquecer
Que, lá do céu, ela vem
E é ela que sustenta
A força que alimenta
A fé que a senhora tem.

E é essa fé que agarramos
Para nos fortalecer
E assim podermos viver
A sua lição de vida
A sua lição de fé e amor
Com que sempre se alimentou
E q.ue jamais será esquecida.

Parabéns, Dona Branca
Pelo seu aniversário
E, aqui, no seu Santuário
Rogo a Deus do Universo
Que lhe dê saúde e paz
E muitos anos a mais
É o que, Senhor, eu lhe peço.

Poema, feito, por Demir Cabra!.. em homenagem a Dona Branca, no dia 25 de Junho de 2011, quando ela estava completando 97 anos de idade.

Vexame e revolta em partida beneficente de jogador do Porto em Itaporanga


E embora não tenha havido jogo por falta de luz no campo da Prefeitura, dezenas de quilos de alimento foram arrecadados e parte doada ao centro espírita local

Anualmente, no mês de junho, os jogadores profissionais de Itaporanga que atuam fora reúnem-se em um jogo amistoso para arrecadar alimentos destinados a entidades beneficentes da cidade e, este ano, com a presença do jogador Hulk, do Porto, de Portugal, a partida tinha tudo para ser uma das melhores e mais prestigiadas, mas a festa futebolística acabou em constrangimento para os organizadores e revolta para as centenas de pessoas que foram ao estádio O Zezão no começo da noite dessa sexta-feira, 24.

De um lado os amigos de Hulk e, do outro, o time dos amigos de Márcio Viriato, chamado de Márcio Paraíba, mas quando o árbitro apitou o inicio do jogo, os refletores do estádio municipal apagaram-se. Um conserto paliativo foi realizado e as luzes ascenderam-se novamente, mas voltaram a se apagar minutos depois. O problema é que, há meses, o sistema elétrico do campo de futebol está quebrado, e a Prefeitura ainda não tomou uma providência.


O fato foi extremamente constrangedor para os organizadores do evento, principalmente porque era a primeira vez que o campinense Hulk, que é casado com uma boaventurense e considerado hoje um dos melhores jogadores de Portugal, participava do amistoso. Os jogadores profissionais de Itaporanga, a exemplo de Rogério, que atua no Botafogo paraibano, Danilo, que joga no Sousa, e os irmãos Márcio e Maílson, também ficam envergonhados com o episódio.

Apesar de não ter havido jogo, muitos quilos de alimentos foram arrecadados, parte dos quais doada ao centro espírita Jesus de Nazareth, que vai repassar a doação a famílias carentes do município, onde a entidade desenvolve um importante trabalho social. “Nós agradecemos a doação e a disposição do jogador Hulk e demais jogadores de fazer essa partida beneficente”, comentou um dos integrantes do centro, o empresário Vicente Tobias, durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br).

Mas os torcedores não saíram satisfeitos do estádio e, ao deixarem o campo, muitos esbravejaram, em alto e bom som, críticas à gestão municipal.   

Foto inicial: Márcio e Hulk (à direita, ladeado por Vicente) exibem parte do alimento arrecadado durante o jogo que não aconteceu.

Caldeira da Maldade

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Pedro Valdoy

 
Na imbecilidade
de certos canalhas
como predadores
que buscam a sua presa

Ficarão na agonia
como o falcão
que devora a sua vítima
através da escuridão

Cedo se revelarão
suas artes egoistas
na vaidade do poder
com todo o cinismo

A covardia
e o riso dos imbecis
coberta do lodo
na podridão dos tempos.

POESIA MATUTA = O JÚRI

O JÚRI
Pompílio Diniz


Num hái, no mundo, home mole
Dêsse ditado num isqueça:
“Quem cum muntas peda bole
Uma lhe quebra a cabeça!”
“Boa rumaria faz
Quem em casa fica im paz”
Pra qui nada lhe aconteça...

Veja bem: im Conceição,
Havia um cabra valente
Qui tinha pur profissão
Batê im cara de gente
Brigava cum cinco ou seis
Cum ele num tinha vez
Nem respeitava ambiente!

Zé de Soiza, onde chegava,
O povo todo curria
Delegado se trancava
E a puliça se iscondia
Inté os Santo do artá
Quando via ele passá
Fechando o zói se binzia

O contráro desse home,
Tombem tinha em Cunceição
O cabôco Zé Girome
Vagaroso e molêrão...
Pois arrepare Dotô:
Foi Girome quem matô
Zé de Soiza, o valentão

Dispois foi preso e jurgado
Pelo Juiz de dêreito
Qui tombem é delegado
Cum izercíço de prefeito...
É ele em nossa cidade
Um home de oturidade
E o qui fizé tá bem feito!

No dia do jurgamento
O pessuá se ajuntô
Pra iscuitá os dipuimento,
Pra vê Girome depô
Lá pru meio da odiênça
O Juiz pidiu licença
E a Girome preguntô:

- Foi voimicê quem matô
O difunto qui morreu?
E Girome arrespostô
- Mas seu Juiz quem sou eu!...
Zé de Soiza era um bandido
E voimecê tá isquicido
Da surra qui ele lhe deu?!...

O Juiz se istremeceu
E adispois torno falá:
- Você responda pra eu
Somente o qui eu preguntá
E num foi surra nhôr não,
Foi somente uns impurrão
E pode cuntinuá

- Pois eu só dixe: ô seu coisa!
E o finado respondeu:
- O meu nome é Zé de Soiza,
Qui é qui ocê qué cum eu?
- Eu só quero qui seu Zé
Pru favô tire o seu pé
Qui tá pru riba do meu!...

Voimicê ta machucano
Os calinho do meu dedo!...
Ele entonce foi me oiano
Cum cara de faze medo
E falô  assim pra eu:
- Se quizé qui tire o seu,
O meu num tiro tão cedo!

- Nesse momento dotô
Somente pra num brigá
Imbora sintino a dô
Eu dexêi ele pisá
Dispois afastei o pé,
Foi quando o finado Zé
Caiu sem eu lhe impurrá!...

Seu juiz vá curiano:
Nessa merma ocasião
Eu tava as unha cortano
Cum a pexerinha na mão
Cuma o finado num viu
Prurriba dela caiu
Num tive curpa Nhor, não!

Sabe o dotô  cuma é:
Metê  mão no pé do uvido
Pisá nos calo do pé
Divia sê pruibido...
É pru mode essas bestêra
Qui pru riba da pexêra
Muita gente tem caído

Quando o finado caiu
Foi liquidado o assunto...
O povo fez qui num viu
Mas cuma eu tava ali junto
Fui logo acendeno a vela
E ele isticano a canela
Num instante virô difunto

Pregunto agora ao dotô
Quem foi qui fez labacé
Quem nos meus calo pisô
Não foi o finado Zé?
A pexêra fez o resto...
Eu cuma sô home honesto
Apena afastei o pé!

Entonce o juiz falô:
Dispois do réu se calá
- Pelos carcos qui eu já fiz,
Vou Zé Girome sortá...
Cuma a lei é justicêra,
Vou condena a pexêra
Qui na prisão vai ficá!