NÃO DEIXE DE IR AO EJEP
(Reynollds Augusto)
Uma das experiências que me ajudou a compreender com mais propriedade a Doutrina Espírita, foi a participação dos ENCONTROS DE JOVENS ESPÍRITAS DO ESTADO DA PARAÍBA.
O MIEP de 2001, realizado em um Colégio de Campina Grande, se não me engano, NEZINHA CUNHA LIMA e com a participação do grande NANDO CORDEL, foi marcante para a minha vida. O tema era “Proposta de Educação Integral”.
Um EJEP, que não me esqueço, foi o realizado em SAPÉ, a terra do abacaxi, à época. PENSE NUM “PONCHE” gostoso. “Ponches”, como aqueles, só a minha saudosa avozinha fazia. O evento foi realizado na cidade cristã, dirigido, á época, pelo confrade MELCIADES.
Eu sempre estimulei minhas filhas a participar desses eventos de luz, pois implica diversão sadia, reforço de amizades e reflexão para bem viver, com base em propostas de vida, que realmente nos estimula a produzir para o bem e a viver bem, em um mundo de apelos consumistas e de ilusões sofredoras.
É uma oportunidade de nos tornarmos verdadeiros espíritas, compromissados. Sim, pois há irmãos que são espíritas "de clube" e faz da casa, apenas, momento de lazer, mas ainda não despertaram para doar de si mesmo para o bem em geral. Mas o fato de estarem em contato com essa proposta de vida, “renovada”, mas vinculada aos princípios trazidos por Jesus, já é um grande recomeço. E há tempo para tudo, apesar de ele não existir. (?)
É um investimento da alma. E toda taxa, por maior que seja, não paga a experiência que fica pelo restinho da vida física e permanece à nossa imortalidade. Depois desses encontros me tornei espírita compromissado. Está no meu "DNA" a necessidade de produzir para o bem, para Jesus, para a causa. Apesar da montanha de imperfeição que carrego e dos esforços que faço para diminuir, como diz meu irmão ERNANI DINIZ, a minha ruindade. Perder o tempo, que “escorre pelas mãos”, é uma grande bobagem.
Na época tinha um contato perene com os amigos da Federação Espírita Paraibana, a exemplo do nosso atual presidente, MARCO LIMA e a sua simpática esposa; o grande, “pequeno”, NACO e sua hoje, esposa, e tantos outros.
Alías grandes almas se encontraram naquele momento. Era a pegadinha da vida para ajuntar corações. São espíritos que estão registrados no meu mundo íntimo, mas esqueci o nome de alguns, pela força do tempo, que devora tudo que é físico.
Lembro- me de LUCINHA, inesquecível. Tínhamos perdido o contado, mas hoje foi restabelecido, com a ajuda da rede mundial de computadores. Atualmente, não há como nos perder.Ela na Europa e eu no Brasil, o melhor país do mundo.
Quem não se liga na internet está fora do mundo. Estou feliz por ela estar bem. É uma irmã que está guardada no meu coração.
Sérgio e JÔ, namoravam na época;
VALTER, recitava cada poema !
Lembro-me de VERINHA e seu irmão, que esqueci o nome, mas não me esqueço da sua cabeleira. Parecia um desses da “jovem guarda”, ambos filhos da MARIA PIRES que possuía uma mediunidade aflorada.
ITAGIBA, que sempre tive um carinho especial. Trocávamos correspondências em uma época sem computadores e a mesma caprichava nas letras e mensagens, ao ponto do carteiro ficar maravilhados com essas mensagens espirituais, que estavam postas nos envelopes.
Ele sempre vinha com um sorriso do rosto a entregar as correspondências e eu já sabia, de longe, que a carta era a de Itagiba. Garota dos olhos lindos e da voz rouca que ao cantar, no Coral da FEP, parecia que um anjo havia descido do céu. Com ela perdi o contato e nunca mais a vi no grupo. Talvez a vida a tenha a empurrado para outras paragens.
CESAR, o mago da técnica. Era o cara dos bastidores e do som e o espetáculo só era espetáculo porque ele estava ali, junto, espreitando para que tudo desse certo
Bons momentos.
É a vida em movimento.
Não deixe de ir ao EJEP, este ano, em Campina Grande.
Mas antes, EM JULHO, tem o SERTÃO JOVEM, aqui em ITAPORANGA.
Mas antes, EM JULHO, tem o SERTÃO JOVEM, aqui em ITAPORANGA.
Será mais um capítulo de sua vida, no livro da imortalidade.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.
www.reynollds.blogspot.com




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