Violência contra a mulher na região é alarmante, mas o Vale não tem delegacia feminina
Por Redação da Folha
A dona de casa Mariana Figueiredo Araújo há muito tempo sofre nas mãos do companheiro. Além da pobreza e das condições precárias de moradia, ela sempre apanhou do homem com quem vive, mas, no último final de semana, ele foi ainda mais violento: agrediu tanto a mulher que ela teve que ser removida para o hospital de Patos em função de uma fratura na perna.
José Leite Corsino, de 30 anos, foi preso pela Polícia Militar e levado para a delegacia de Itaporanga, onde, nessa segunda-feira, 4, foi autuado em flagrante pelo delegado Steferson Gomes e encaminhado à cadeia pública.
Somente nos últimos quatro dias, a Polícia Civil contabilizou oito casos de agressão contra mulheres pelos seus próprios companheiros em Itaporanga, mas, geralmente, o agressor só fica preso em caso de lesão grave, e, em muitas ocorrências de menor ofensividade, a mulher, intimidada e sem ter como sustentar os filhos, prefere não representar o marido.
É grande também o número de mulheres que, mesmo agredidas e ameaçadas pelos companheiros, preferem não levar o caso ao conhecimento da polícia e os agressores terminam impunes. Essa realidade poderia mudar se na região houvesse uma delegacia da mulher, mas não há interesse das autoridades de segurança pública para implantar na região uma delegacia de polícia especializada.
Hoje a agressão contra mulher é o crime mais frequente no Vale e tem crescido a cada dia, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br) junto às delegacias regionais. Em cidades como Conceição, Coremas, Piancó e Itaporanga as ocorrências são constantes, assim também como nas cidades menores.
José Leite Corsino, de 30 anos, foi preso pela Polícia Militar e levado para a delegacia de Itaporanga, onde, nessa segunda-feira, 4, foi autuado em flagrante pelo delegado Steferson Gomes e encaminhado à cadeia pública.
Somente nos últimos quatro dias, a Polícia Civil contabilizou oito casos de agressão contra mulheres pelos seus próprios companheiros em Itaporanga, mas, geralmente, o agressor só fica preso em caso de lesão grave, e, em muitas ocorrências de menor ofensividade, a mulher, intimidada e sem ter como sustentar os filhos, prefere não representar o marido.
É grande também o número de mulheres que, mesmo agredidas e ameaçadas pelos companheiros, preferem não levar o caso ao conhecimento da polícia e os agressores terminam impunes. Essa realidade poderia mudar se na região houvesse uma delegacia da mulher, mas não há interesse das autoridades de segurança pública para implantar na região uma delegacia de polícia especializada.
Hoje a agressão contra mulher é o crime mais frequente no Vale e tem crescido a cada dia, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br) junto às delegacias regionais. Em cidades como Conceição, Coremas, Piancó e Itaporanga as ocorrências são constantes, assim também como nas cidades menores.
Imagem: reprodução.



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