Talento, bom humor e irreverência em seu 2º CD, intitulado "Cómicus"
Por Sousa Neto/Folha do Vale
O cantor e compositor itaporanguense Onildo Mendonça, que encarna o personagem musical Zé do Agreste (o matuto cantador, o artista da roça), estará lançando este mês o CD "Cómicus".
Neste segundo disco, Zé do Agreste apresenta onze composições próprias e inéditas, recheadas de irreverência e bom humor, destacando a linguagem e os costumes do campo.
Entre as músicas estão Tica Ranzinza; O meu jegue roxo; No forró da Pindobinha; Eu e Morfina na capitá e muitas outras inteligentes composições. “Afirmo que, apesar da cegueira e falta de apoio de gestores e empresários, e ainda mais a indiferença e as desfeitas por parte de algumas pessoas que fazem parte do convívio familiar, o amor e a perseverança que tenho pela arte superam qualquer barreira, assim como já quebrou tabus e grilhões", comentou ele durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br).
Com 53 anos de idade, 36 dos quais dedicados à arte musical, Zé do Agreste diz também que “O medo de não deixar nada feito é bem maior do que a própria morte”. Para ele, o artista é como um jogador de futebol, que quando a mídia e o público endeusam-no, ele começa a declinar, cair de rendimento.
Mas, para o músico, seu íntimo não alimenta raiva, e até agradece “aos que me criticaram e me atiraram pedras”, o que, segundo ele, incentivou-o a cada vez mais a estudar e lapidar suas obras, capacitando-se para ir mais longe.
Neste segundo disco, Zé do Agreste apresenta onze composições próprias e inéditas, recheadas de irreverência e bom humor, destacando a linguagem e os costumes do campo.
Entre as músicas estão Tica Ranzinza; O meu jegue roxo; No forró da Pindobinha; Eu e Morfina na capitá e muitas outras inteligentes composições. “Afirmo que, apesar da cegueira e falta de apoio de gestores e empresários, e ainda mais a indiferença e as desfeitas por parte de algumas pessoas que fazem parte do convívio familiar, o amor e a perseverança que tenho pela arte superam qualquer barreira, assim como já quebrou tabus e grilhões", comentou ele durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br).
Com 53 anos de idade, 36 dos quais dedicados à arte musical, Zé do Agreste diz também que “O medo de não deixar nada feito é bem maior do que a própria morte”. Para ele, o artista é como um jogador de futebol, que quando a mídia e o público endeusam-no, ele começa a declinar, cair de rendimento.
Mas, para o músico, seu íntimo não alimenta raiva, e até agradece “aos que me criticaram e me atiraram pedras”, o que, segundo ele, incentivou-o a cada vez mais a estudar e lapidar suas obras, capacitando-se para ir mais longe.



0 comentários:
Postar um comentário