Adolescente desapareceu na quarta-feira quando ia para a escola em uma mototáxi
Teve final feliz o caso do desaparecimento de Mayara Ingrid Nitão, de 16 anos, filha do jornalista itaporanguense Cesinha Nitão. A moça sumiu às 7h da manhã dessa quarta-feira, 6, quando pegou um mototaxista no bairro Santo Antônio, em Patos, onde mora, para levá-la ao colégio, que fica no bairro Vitória, mas terminou tendo outro destino.
A menina disse à família que, ao colocar o capacete que lhe foi entregue pelo mototaxista, sentiu um forte odor exalado do equipamento de proteção e desmaiou. O cheiro pode ter sido proveniente de alguma substância colocada pelo condutor da moto para dopar a adolescente.
Cesinha afirmou que, aproveitando da situação de inconsciência da filha, o mototaxista a levou, supostamente com a ajuda de uma outra pessoa, para um local não identificado por ela, onde a vítima foi amordaçada e amarrada.
O jornalista disse que, assim que percebeu o sumiço da filha, registrou queixa na polícia. “Prestei queixa às polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal que começaram imediatamente fazer um trabalho de investigação, e graças a Deus deu certo”, disse Cesinha à Folha (www.folhadovali.com.br).
Ele também fez distribuição de cartazes com fotos da menina nas ruas de Patos e campanhas na internet, através das redes sociais, contando com o apoio de amigos de escola de Mayara.
Foram 19 horas de intenso trabalho investigativo e de sofrimento para a família, quando, finalmente, às 2h da madrugada dessa quinta-feira, 7, Mayara reapareceu. A menina foi deixada na rua onde mora.
“Ela nos contou que, de repente, acordou e estava sendo levada pelo suposto mototaxista para algum lugar, mas continuou se fingindo de morta. Na moto estava outra pessoa e Mayara ia no meio dos dois. Ao suspeitarem que Mayara poderia estar mesmo morta, eles deixaram ela numa calçada de nossa rua e, assim que eles saíram, Mayara viu que estava na nossa rua e foi para casa, chegando muito abalada”, narra Cesinha, aliviado do drama que passou.
Cesinha acredita que o bandido se sentiu pressionado com o trabalho da polícia e das campanhas feitas nas ruas e na internet e libertou Mayara. “A polícia, inclusive, chegou a comprovar o bairro onde Mayara estava, mas não o cativeiro, através de rastreamento que fez do celular dela”, enfatizou o jornalista.
Cesinha revelou que exames comprovaram que a filha não foi violentada sexualmente pelo suposto sequestrador. “Agradeço às polícias que nos ajudaram e todas as pessoas que contribuíram para que tivéssemos um final feliz”, disse.
Ele afirmou ainda que a filha está em casa se recuperando da violência psicológica que passou. “Está bem, rodeada de familiares e amigos, mas ainda muito traumatizada”, concluiu Cesinha, que é casado e pai de um outro menino.
Cesinha Nitão atua nos jornais A União e Correio da Paraíba e é assessor do ex-prefeito de Itaporanga, Antônio Porcino. O suposto sequestro de Mayara Ingrid foi pauta nos principais veículos de comunicação do estado nessa quinta-feira.
A menina disse à família que, ao colocar o capacete que lhe foi entregue pelo mototaxista, sentiu um forte odor exalado do equipamento de proteção e desmaiou. O cheiro pode ter sido proveniente de alguma substância colocada pelo condutor da moto para dopar a adolescente.
Cesinha afirmou que, aproveitando da situação de inconsciência da filha, o mototaxista a levou, supostamente com a ajuda de uma outra pessoa, para um local não identificado por ela, onde a vítima foi amordaçada e amarrada.
O jornalista disse que, assim que percebeu o sumiço da filha, registrou queixa na polícia. “Prestei queixa às polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal que começaram imediatamente fazer um trabalho de investigação, e graças a Deus deu certo”, disse Cesinha à Folha (www.folhadovali.com.br).
Ele também fez distribuição de cartazes com fotos da menina nas ruas de Patos e campanhas na internet, através das redes sociais, contando com o apoio de amigos de escola de Mayara.
Foram 19 horas de intenso trabalho investigativo e de sofrimento para a família, quando, finalmente, às 2h da madrugada dessa quinta-feira, 7, Mayara reapareceu. A menina foi deixada na rua onde mora.
“Ela nos contou que, de repente, acordou e estava sendo levada pelo suposto mototaxista para algum lugar, mas continuou se fingindo de morta. Na moto estava outra pessoa e Mayara ia no meio dos dois. Ao suspeitarem que Mayara poderia estar mesmo morta, eles deixaram ela numa calçada de nossa rua e, assim que eles saíram, Mayara viu que estava na nossa rua e foi para casa, chegando muito abalada”, narra Cesinha, aliviado do drama que passou.
Cesinha acredita que o bandido se sentiu pressionado com o trabalho da polícia e das campanhas feitas nas ruas e na internet e libertou Mayara. “A polícia, inclusive, chegou a comprovar o bairro onde Mayara estava, mas não o cativeiro, através de rastreamento que fez do celular dela”, enfatizou o jornalista.
Cesinha revelou que exames comprovaram que a filha não foi violentada sexualmente pelo suposto sequestrador. “Agradeço às polícias que nos ajudaram e todas as pessoas que contribuíram para que tivéssemos um final feliz”, disse.
Ele afirmou ainda que a filha está em casa se recuperando da violência psicológica que passou. “Está bem, rodeada de familiares e amigos, mas ainda muito traumatizada”, concluiu Cesinha, que é casado e pai de um outro menino.
Cesinha Nitão atua nos jornais A União e Correio da Paraíba e é assessor do ex-prefeito de Itaporanga, Antônio Porcino. O suposto sequestro de Mayara Ingrid foi pauta nos principais veículos de comunicação do estado nessa quinta-feira.
Fotos: (arquivo da família): Cesinha e sua filha.



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