Expectativa é vencer nas eleições estaduais do próximo ano e retomar o poder municipal no pleito de 2016
Por Redação da Folha – As oposições em Piancó têm atuado em duas frentes: a primeira delas é a intensa fiscalização no governo Sales Lima (DEM), que tem sido bombardeado por várias denúncias, algumas mais recentes dão conta de um suposto superfaturamento na reforma do prédio do Caps, que custou 180 mil reais; suspensão dos recursos da Farmácia Popular; e desabilitação do laboratório de prótese por descumprimento de critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, conforme os oposicionistas.
E a outra frente de luta da oposição é a articulação política e agregação de forças convergentes. Recentemente, a ex-prefeita Flávia Galdino (PSB - foto), principal liderança oposicionista, uniu-se politicamente ao ex-vereador Antônio Dantas (PSDC), que disputou o pleito municipal passado e ficou em terceiro na corrida sucessória.
Na Câmara Municipal, a luta da oposição tem sido encabeçada, principalmente, por três vereadores: Hermógenes Xavier, Neguinho Marinheiro e Peta de Evandro, e ainda há duas vereadores (Cristiane Remígio e Francisca Paula) com tendência oposicionista, embora se autoclassifiquem como independentes.
O prefeito tem maioria na Câmara, mas, conforme a oposição, a base parlamentar do gestor poderá ruir a qualquer momento porque, segundo ela, aos menos dois vereadores dos seis da situação estariam insatisfeitos com o tratamento que vem recebendo de Sales.
O projeto da oposição é se fortalecer politicamente e vencer com seus candidatos no pleito estadual do próximo ano, o que a projetaria com força para a disputa pela Prefeitura em 2016, quando pretende retomar o poder.




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