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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O JABÁ DA IMPRENSA DO VALE DO PIANCÓ

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Por Saulo em 06/11/09

MEU QUERIDO ZEBEDEU

Ref. Matéria "Vaidade, dinheiro... bestas e sabidos"

A sua colocação é de uma prudência sem igual, como sempre você e sua coerência sempre nos trás matérias que realmente são bastante importantes e deixa cada um de nós a refletir sobre os desmandos da coisa pública. Mas no contexto geral esse seu artigo nos deixa pensando sobre profissionais da imprensa que deixam se vender por pessoas sem o mínimo de escrúpulo, recebendo o famoso “jabá político” para não citar nomes.

A imprensa do nosso Vale do Piancó está entrando num impressionante processo de decadência. Isto é triste. Enquanto a Imprensa Nacional continua boa como sempre, a nossa está se vendendo. Sabemos que existem grandes jornalistas, bons blogueiros, excelentes profissionais. Infelizmente não é possível dizer que todos os bons estejam em atuação, mas nosso vale tem ótimos profissionais. Eles não têm onde atuar, porque não se vendem. Tentam viver da imprensa pura e não conseguem e aí partem para outras profissões. Vão ser fiscais do INSS, professores, motoristas de táxi, balconistas, porque infelizmente não conseguem se firmar na imprensa – essas atividades garantem a sobrevivência, porém consome seus tempos. A criação jornalística, que é a atividade principal acaba sendo deixada para as horas possíveis. A imprensa do “Vale” que está aí em alguns “blogs” e em algumas rádios e jornais, infelizmente está em franca decadência. O chamado Blog do “Ricardo Pereira” já chegou a ser analisados por jornalistas sérios do Estado e também do país e todos são unânimes em dizer que este rapaz enlameia a imprensa desse Vale tão probo. Um ou dois programas da Correio AM, estão a serviço da Primeira Dama, esposa do Prefeito e infelizmente são produtos do “JABÁ”.

A outra imprensa, a boa, existe, mas não aparece. A culpa é dos próprios colegas jornalistas, dos que montam programas “JABÁS” e também tem culpa os executivos donos dos órgãos de imprensa que não fazem uma fiscalização mais séria para descobrir “JABAZEIROS” Essa gente criminosa está transformando, conscientemente, coração em tripa. É responsável pela seleção do que você ouve e deixa de ouvir nos programas de rádios e o que você ler e deixa de ler nos jornais. Essa gente está assassinando o que há de mais rico em nossa imprensa. E ganhando muito, muito, muito dinheiro. São os famosos JABAZEIROS que no Vale está sendo comandado por uma espécie de GANG, com um elemento de Conceição, outro de Piancó, cujo chefe maior é o tal do Ricardo Pereira, JABAZEIRO de primeiríssima categoria.

É essa a idéia. Ganhar dinheiro, e dane-se o resto. Um programa de rádio, um jornal, no meio de comunicação, não é chamado de programa e nem de jornal, mas de "produto". O produto precisa vender. Para que o produto venda, precisa ser exibido da forma que a coisa aconteceu. Até agora, apenas regra de mercado, nada demais. No entanto, para que seja exibido, paga-se ao exibidor – ao programador de rádio, ao editor chefe do jornal ou revista. Como são muitos os interesses de assessores de politicoides, os produtos, sobem o cachê do jornalista sem escrúpulo. E essa prática tem o nome de: jabá.

Paga-se o jabá para que a noticia não vá ao ar ou circule em jornais, é assim que a Gang do Vale está atuando. Mas o mecanismo perverso está ficando mais perverso. Quem pode pagar mais, consegue não ter seu nome publicado nos informativos e jornais do VALE e chegam a ser defendidos por profissionais irresponsáveis de uma arte tão bonita como é o jornalismo. Isso está sendo uma prática corriqueira no nosso “VALE DO PIANCÓ. Quem pode pagar mais, escolhe o que você vai ouvir ou ler. E você ouvinte ou leitor fica achando que aquilo que está sendo dito ou escrito é verdade. Que pena. Porque é só aquilo que está ao seu alcance. E quem não pode pagar, nem citado é ou seja passa a não existir e quando existe é para inversão de papeis, sendo colocado no paredão no lugar do verdadeiro criminoso ou ladrão da coisa pública. Ou será que estou mentindo?

Vamos trocar tudo isso em miúdos: os JABAZEIROS estão matando de fome a inteligência e a sensibilidade, conteúdo de grandes nomes da Imprensa do nosso Vale. Parabéns Zebedeu, você levantou uma grande lebre, está bola que você acaba de levantar, não pode ficar no ar, vamos fazer um GOL de HONRA em homenagem aos jornalistas sérios.
mural do itaporanga.net

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Vaidade, dinheiro... bestas e sabidos


Por Zebedeu em 04/11/09

Quem tem seu dinheiro faz dele o que quiser. Fiquei impressionado com o que rolou nos bastidores dessa tal V Festa Vip de Itaporanga, mas como diz o ditado: atirar com pólvora aléia é a coisa mais fácil do mundo.

Cento e cinqüenta reais era a cota mínima para que se conseguisse ganhar um mapinha daquele que vinha colado num retângulo de pedra. Mas o que me deixa revoltado é saber que toda aquela encenação foi patrocinada com o dinheiro público, direta ou indiretamente.

Parece-me que estas estórias de oferecer holofotes para os pavões e malandros de Itaporanga estão se tornando uma atividade muito rentável. Já existe até revista especializada em vender matérias encomendadas tanto pela iniciativa privada quanto pelo setor público.

Determinados programas ditos jornalísticos, de emissoras de rádio, estão até enriquecendo “radialistas” que cobram para não bater em determinadas pessoas, tanto do legislativo quanto do legislativo. E essa é uma realidade em todo o Vale do Piancó.
mural do itaporanga.net

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Quem quiser caçar prefeito ladrão pode examinar sete itens de sua conduta

1 - Prefeitura corrupta adora nota fria. Verifique se a empresa fornecedora ou prestadora de serviços à prefeitura realmente existe. Confira também a existência da gráfica que imprimiu o talonário de nota fiscal que a empresa usou para cobrar à prefeitura. Desconfie de notas com diagramação simples. Desconfie muito de notas fiscais de empresas diferentes com diagramação semelhante. Muitas vezes são ramos de uma mesma quadrilha.

2 - A prefeitura faz muitas despesas com valores próximos a R$ 8 mil? Esse é o gasto que pode ser feito sem licença de ninguém. Desconfie.

3 - O prefeito afixa diariamente o movimento do caixa da prefeitura na véspera? Se não faz, desconfie. Desconfie mais se ele não dá publicidade ao balancete mensal.

4 - Se a prefeitura paga muitas contas com cheques sem cruzamento, o golpe é manjado. Alguém quer permitir o saque na boca do caixa.

5 - Deve-se desconfiar das festas populares. Muitas quadrilhas já usaram o pagamento de promotores culturais e de cachês de artistas para maquiar recursos surripiados.

6 - O prefeito ou pessoas de sua família apareceram com carros novos. Conferindo-se a placa no Detran descobre-se que o dono do veículo é um desconhecido ou um conhecido fornecedor. Hummm.....ai tem.

7 - Prefeito ladrão não gosta de mostrar contas. Isso não significa que todos os prefeitos que não gostam de falar nas suas contas sejam ladrões, mas justifica a suspeita. Pedir as contas é sempre um bom remédio.

Fiscalize, cobre e assuma seu papel de cidadão!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Entre Amigos

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O presidente da Cãmara Municipal de Itaporanga, o vereador José Serafim Queiroz Filho, na companhia de amigos e familiares, comemorou neste domingo, 01/11, o seu 44º ano de existência.

O evento foi realizado na Opera Recepções e contou com a presença da família, dos funcionários da câmara, dos veradores Herculano Pereira e esposa e Francisco Saulo e noiva, além do prefeito Djaci Brasileiro e a primeira dama, registramos a presença do prefeito de Curral Velho, Luis Alves Barbosa (Luis Carnauba).

A animação da noitada ficou por conta do grupo "Tudo por Você". As galeria de fotos estão aqui.

O REI DA ALEGRIA

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Um canto em Memória de Amaury Freitas Pinto (Tarzan)

Antes de seu nome virar Saudade, ele nasceu Amaury Freitas Pinto, rebento dos intemporais Jorge de Freitas Queiroz e Noemia Gomes Pinto Freitas, mas na vida inteira foi conhecido pelo carinhoso batismo que os pais, irmãs, primos, sobrinhos, filho e sobretudo a enorme e heterogêna multidão de amigos cativados ao longo de sua caminhada terrena foram lhe dando: Bali, Balila, Tio Balila, Teobaldo, Tió e aquele cuja simbiose com seu dono alcançou foros de eternidade, Tarzan.

A figura esquálida e frágil era o contraponto natural e dimensionado do Espírito puro, espontâneo, solidário e fraterno que habitou aquele corpo. Homem de grandezas tais, de coração intimorato e cordato, conseguiu alcançar ainda em vida o que muitos jamais conseguirão em tempo algum: a transcendência. De fato, a sua humildade, que é mãe de todas as virtudes, fez-lhe eterno antes que fosse dormir seu sono dos Justos.. Poucas vezes alguém terá vivido tão plena e intensamente, em puro exercício do Livre-Arbítrio, e de forma a ser querido por todos, mesmo quando sua irrequieta e irreverente inteligência nos importunasse entre risos e dores.

Com sua franqueza de menino, cedo percebeu a efemeridade da existência humana, sua fragilidade e a nossa isonômica condição de mortais. “Humanos, demasiado humanos, é o que somos”, dizia Nietzsche, e assim Tarzan professou e viveu sua vida como quis, feliz em sua inimitável simplicidade, compreendendo que todos possuímos defeitos e virtudes, todavia também somos dotados pela infinita Misericórdia de Deus com a benção da tolerância, que aproxima e torna indelével e fecunda a bondade humana.

Doravante a realidade nos impõe a ausência da “ sombra magra de um guerreiro encouraçado”, como tão bem definiu o poeta Isaac Mariz, isso não podemos mudar. Contudo, em diametral contraposição, com sua partida aos Céus, Amaury viverá em todos nós na mesma intensidade com que sempre viveu, radiante em sua alegria, incomparável em suas histórias e causos, floreados por uma inteligência refulgente e mordaz, aguda em criar situações prodigiosas e dar-lhes a narrativa envolvente; que fazia explodir os risos multiplicados de todos nós que tivemos a grata oportunidade de ouvi-lo contar, ainda sóbrio, uma de suas facécias, antes que as nuvens líquidas lhe povoassem os sentidos.

Hoje lamento imensamente, confesso, que as centenas e centenas de farras que fizemos ao longo da vida não tenham sido milhares, quiçá, milhões. Desde que que se foi, num domingo (os boêmios não deveriam morrer aos domingos), que me ponho a pensar, divagando e rindo de tantos momentos que compartilhamos, os bons e os maus, e em todos, jamais vimos Tió se entristecer, ou se deixar contaminar por sentimentos menores. Como bem disse Assimário Pinto, “sua alegria era contagiante”.

E assim o foi em todas as circunstâncias. Na Família Pinto, a numerosa e reverente presença, silenciosa e solene, em seus últimos atos, fala por si mesma do quanto foi querido. Os amigos, quantos, tantos, de todas classes sociais, acostumados a viver abrigados nos rincões benéficos daquele coração fraterno, choravam sua morte como a perda de um ente dos mais amados. Ele foi irmão de todos nós. Seus companheiros de DETRAN, compungidos, imaginavam o devir sem suas brincadeiras, tiradas, lorotas de um cotidiano despreocupado e feliz em viver apenas a magia e o mistério insondável do momento.

Toda a Boêmia que o conheceu lamenta que tenha se ido. Mas exalta, à voz corrediça, sua lembrança perene, entre um e outro gole – duplicados - porque agora temos que saudar sua Memória, assim como ele faria, se por aqui estivesse, e como sempre fez, alegremente, durante o tempo que Deus permitiu que ele vivesse nesta banda da vida. Nossas festas não serão as mesmas, nem os Natais, nem os funerais, nem o Parque do Povo, a Casa do Poeta ou a amada Boa Ventura, nada será como antes, no dizer popular. Digo-lhe, no entanto, Tarzan, que sentiremos sempre uma profunda saudade, dessas que fazem o sanfoneiro suspirar, o poeta se inspirar, e a melodia e a poesia florescerem e sair dançando abraçadas, perfeitas, deslizando sutilmente ao som nascido do fundo do peito sincero dos seus amigos saudosos, na certa lembrança que você também estará sorrindo e nenhuma morte do mundo poderá nos afastar ou esquecer.

De tanto contares lendas, tu próprio daqui por diante serás uma lenda, contada e recontada, por atavismo, pelas gerações que te conheceram e pelas tantas que virão, às quais será transmitida a história de um cavaleiro magro e feliz, amante da noite, do copo e da poesia, honesto e destemido, que um dia ousou viver segundo seu exclusivo alvedrio e assim alcançou a Eternidade, na exata compreensão que ela não é um lugar, como outros pensam, mas um caminho sem fim.

Até.

De seu primo-irmão, Amaro Gonzaga Pinto Filho
Campina Grande-PB, Outubro de 2.009.
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domingo, 1 de novembro de 2009

Eles Vivem


Eles Vivem
( Reynollds Augusto)

Estamos às vésperas da comemoração que se tornou um momento de reencontro com os amigos e parentes “vivos” e pouco se faz em relação aos parentes “mortos”. Parece que o dia consagrado a esses que foram o motivo de nossa alegria se banalizou e os “vivos”, que são os verdadeiros “mortos”, não compreenderam a importância desse dia e se esquecem de fazer silêncio interior em preces sentidas àqueles que se foram à nossa frente. Itaporanga hoje está regada de ilusões, muita droga “lícita” e pouca reflexão sobre essa passagem que pouco a pouco se aproxima. A bebida alcoólica é uma espécie de estandarte da imaturidade e esterilidade espiritual. Tem até uma banda que hoje irá decantar os embriagados do caminho. Coitados!São cegos que conduzem cegos.

Para quem não sabe a origem do dia de finados é do ano de 988, quando o abade da ordem dos beneditinos em Cluny, França, institui em todos os mosteiros da ordem naquele país a comemoração dos mortos, a dois de novembro, culto que a Santa Sé oficializou para todo o ocidente. Desde então a sociedade comemora os seus “mortos”, antes com mais sentimento e respeito, hoje com muita farra e desrespeito...

A Doutrina espírita nos ensina que os nossos parentes e amigos que já foram á nossa frente, ficam sensibilizados aos nos lembrarmos deles. Se estiverem felizes, essa lembrança aumenta a sua felicidade; se estiverem infelizes, a lembrança e a prece verdadeira aliviam a sua dor. Não que o cemitério seja um lugar apropriado para “marcarmos” um encontro, mas o nosso sentimento sincero os conduzem á nossa presença. Quem possui mediunidade ostensiva os sentem, os ouvem, os vêem.

A morte é ainda um mistério para muita gente, como a vida também. A grande verdade é que a verdadeira vida é a do mundo dos espíritos que é permanente e eterna. Essa material é ilusória e impermanente e se você não despertar e ir à cata dos valores reais ficará volitando em torno dos seus equívocos e sofrerá um pouco mais.

Nós sabemos que a mais trágica de todas as mortes é aquela que acontece mediante o suicídio. Essa atitude equivocada trás conseqüências devastadoras para a pessoa que tenta fugir da vida e se depara com outra realidade ao entender que o ato insano foi tão somente para descumprir os desígnios divinos. Isso mesmo! As nossas dores, as nossas alegrias, cabem certinho no nosso merecimento e quando a dor é maior resolvemos “dar um basta em tudo”, matando o nosso corpo pensando que estamos fugindo da vida, encontraremos maiores sofrimentos. O “morto” chega de maneira precipitada na espiritualidade em plena vitalidade física e revive por largo tempo as dores e emoções dos últimos instantes e vão para regiões tenebrosas, que como disse Jesus. “Há choro e ranger de dentes”. A nossa vibração de amor os alivia a dor e os conduzem mais rapidamente ao encontro da reabilitação.

Nós, os cristão, aprendemos que a morte não existe. Nós, os cristão espíritas, sabemos que além dos mortos não estarem mortos, eles não dormem e estão mais acordados do que nunca e prosseguem se auto-aprimorando, reformulando o seu mundo íntimo e disciplinando a suas emoções. É momento de nos curvarmos a Deus, nossa majestade divina e lembrarmos com amor dos nossos que se foram. “A prece é perfume de flor que se eleva e funde abraços e beijos, a saudade e o amor”. Deixemos as comemorações festivas para o seu devido lugar. Não é tempo de farra, álcool, falsas alegrias. É tempo de reflexão, emoção, gratidão e saudades...

Lembremos com saudade da sua presença em nossas vidas, lembrando das suas virtudes, dos seus atos bons, das alegrias que compartilhamos juntos quando estava encarnado. A prece refrigera a alma e toca os sentimentos deles e já, já, estamos do lado de lá pois o tempo é convenção humana. Faz cinco anos que meu pai se foi, parece que foi ontem. Faz décadas que meu avô e minha avó, que tanto amo, se foram, parece que foi ontem. Pode parecer distante o dia de sua partida, mas não se engane “é amanhã”.

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA!
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Reportagem do Mês - Outubro de 2009

TUDO NOS CONFORME, COMO ANTIGAMENTE!


Num tempo em que "só ficar" é a coqueluche entre os jovens e que ainda é praxe a mocinha usar o "golpe da barriga" para arrumar um bom casamento, eis que dois jovens da nossa sociedade ressolvem fazer diferente: Um noivado a moda antiga, com troca de alianças, com pedido formal e uma festa para as famílias e os amigos íntimos. Isto é para ser comemorado e amplamente divulgado!

Junior (24 anos), o noivo; é acadêmico do nono período da FAMENE, em João Pessoa e é filho de Neia Cavalcante Diniz e Luis Alves Barbosa (Luis Carnauba). Thaís (24 anos), a noiva; é também acadêmica do décimo primeiro período Faculdade de Ciências Médica, é filha do casal Ivanlucia Ventura Bezerra e José Bezerra de Araújo.


O evento aconteceu no dia 10 de outubro de 2009, no BNB Clube de Itaporanga; uma comemoração íntima, apenas para familiares e amigos dos noivos. A festa teve animação do grupo itaporanguense "Tudo por Você" e o os comes-e-bebes ficou por conta do Bufet da Rose.

Para acessar as galerias de fotos clique aqui.
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