Cidadãos do Universo
(Reynollds Augusto)
O conceito de cidadão é amplíssimo e sempre é considerado algo a mais do que apenas exercer os direitos políticos, como o de votar e ser votado e tudo mais, com esteira constitucional.
Todos nós somos cidadãos do universo e o nosso papel, na existência, é de cumprir as leis naturais, cuja fonte é o criador. A academia chama isso de “Direito Natural”, que não pode ser modificado, pois representa a vontade suprema de Deus, que tudo cria com justiça e perfeição. Para determinada causa sempre irá gerar determinado efeito, sem mudanças. ”A cada um segundo suas obras”.
Os imortais já disseram ao professor Kardec que o homem é infeliz, quando se afasta das leis naturais e que tudo tem que ser restabelecido para que o “Céu e a Terra possam passar”. Ou seja, para que haja a promoção dos espíritos a um estado feliz é preciso que o homem se conscientize do seu papel de espírito imortal e viva a tese evangélica, que equilibra a vida, pois é a verdade, muitas vezes velada, mas perfeitamente bem entendida, com a vinda do Consolador Prometido por Jesus, que aportou no planeta no século XVIII. A Doutrina Espírita é esse Consolador que Jesus prometeu e que ficará conosco, até “o final dos tempos” que não existe, pois somos imortais.
O Direito social procura se aproximar do Direito Natural e essa aproximação se realiza quanto mais espirituais nos tornamos. É preciso entender que somos “um espírito, que tem um corpo e não um corpo que tem um espírito”. Isso é de fundamental importância para que façamos as melhores escolhas e não elejamos as ilusões como fim de vida.
Fixar o conceito de justiça na academia é complicado e o Direito tem que alcançar esse valor, para que realmente possa produzir leis justas com base no primado de Deus, tão bem explicado por grandes filósofos, mas profundamente detalhado por Jesus, o mestre da sabedoria. O Direito injusto é um pseudo-direito. Mas as leis privadas são frutos do nosso estado atual de consciência, que aprimora sempre e que atingirá o seu papel no momento certo.
“Não façais aos outros o que não quereríeis que vos fosse feito, mas fazei-lhe, ao contrário, todo o bem que está em vosso poder fazer-lhe.”( Allan Kardec)
Já é um bom começo.
PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO
(Reynollds Augusto)
O conceito de cidadão é amplíssimo e sempre é considerado algo a mais do que apenas exercer os direitos políticos, como o de votar e ser votado e tudo mais, com esteira constitucional.
Todos nós somos cidadãos do universo e o nosso papel, na existência, é de cumprir as leis naturais, cuja fonte é o criador. A academia chama isso de “Direito Natural”, que não pode ser modificado, pois representa a vontade suprema de Deus, que tudo cria com justiça e perfeição. Para determinada causa sempre irá gerar determinado efeito, sem mudanças. ”A cada um segundo suas obras”.
Os imortais já disseram ao professor Kardec que o homem é infeliz, quando se afasta das leis naturais e que tudo tem que ser restabelecido para que o “Céu e a Terra possam passar”. Ou seja, para que haja a promoção dos espíritos a um estado feliz é preciso que o homem se conscientize do seu papel de espírito imortal e viva a tese evangélica, que equilibra a vida, pois é a verdade, muitas vezes velada, mas perfeitamente bem entendida, com a vinda do Consolador Prometido por Jesus, que aportou no planeta no século XVIII. A Doutrina Espírita é esse Consolador que Jesus prometeu e que ficará conosco, até “o final dos tempos” que não existe, pois somos imortais.
O Direito social procura se aproximar do Direito Natural e essa aproximação se realiza quanto mais espirituais nos tornamos. É preciso entender que somos “um espírito, que tem um corpo e não um corpo que tem um espírito”. Isso é de fundamental importância para que façamos as melhores escolhas e não elejamos as ilusões como fim de vida.
Fixar o conceito de justiça na academia é complicado e o Direito tem que alcançar esse valor, para que realmente possa produzir leis justas com base no primado de Deus, tão bem explicado por grandes filósofos, mas profundamente detalhado por Jesus, o mestre da sabedoria. O Direito injusto é um pseudo-direito. Mas as leis privadas são frutos do nosso estado atual de consciência, que aprimora sempre e que atingirá o seu papel no momento certo.
“Não façais aos outros o que não quereríeis que vos fosse feito, mas fazei-lhe, ao contrário, todo o bem que está em vosso poder fazer-lhe.”( Allan Kardec)
Já é um bom começo.
PENSE NISSO! MAS PENSE DIREITO




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