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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Morre a professora Laura Araújo, um dos grandes nomes da educação de Itaporanga

Pelas lições de Tia Laura passaram várias gerações



Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - Itaporanga perdeu na madrugada desta sexta-feira, 11, um dos seus maiores expoentes na educação. A professora Laura Araújo faleceu à meia-noite, no hospital local, aos 82 anos, deixando um legado educacional importante e imorredouro: a escola que ela criou décadas atrás continua pelas mãos de suas filhas.

O corpo da professora está sendo velado na sua residência, localizada ao lado da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, e o sepultamento será às 16h, no cemitério Mãe de Misericórdia, em Itaporanga, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

Tia Laura, como era carinhosamente chamada, nasceu em Serra Branca, atualmente município de Santana dos Garrotes, mas aos oito anos veio morar em Itaporanga, onde, após sua aposentadoria no setor público, fundou um dos mais importantes colégios de educação infantil da Paraíba: o Instituto Educacional Santa Mônica.

Tia Laura era filha da dona de casa Alexandrina Araújo e do agricultor e ex-vereador Adauto Antônio Araújo, que dá nome ao parlamento mirim itaporanguense. Viúva, ela deixa cinco filhos, quatro dos quais mulheres.

No dia 25 de agosto de 2009, em sua edição impressa 155, a Folha do Vale publicou uma matéria sobre a trajetória pessoal e profissional da educadora. Veja a íntegra da reportagem:

A obra educacional de Laura Araújo

A história da professora Laura Araújo e a história da educação de Itaporanga durante quase todo o século vinte mostram-se tão intrínsecas que, ao repórter, parece impossível falar de uma e não tratar da outra. Ambas se reclamam e se unem de tal forma que se torna ingênua e vã a tentativa redacional de separá-las.

Grande parte dos itaporanguenses e boaventurenses alfabetizados e instruídos nas últimas cinco décadas do século anterior passaram pelas mãos, ou melhor, pela palmatória de Laura Araújo. “Eu sempre fui rígida com meus alunos, mas também sabia agradá-los e discipliná-los, e meu método sempre foi eficaz para fazer o aluno aprender ler rápido”, comenta sorridente a professora, que no dia 15 de novembro próximo fará 79 anos, mas a lucidez e o carisma não envelhecem no rosto da educadora.

Filha da dona de casa Alexandrina Araújo e do agricultor Adauto Antônio Araújo, um dos primeiros presidentes da Câmara Municipal de Itaporanga e que dá nome ao legislativo, Tia Laura, como era tratada pelos seus alunos, nasceu em Serra Branca, hoje município de Santana dos Garrotes, e “foi lá onde eu conheci as letras, com o professor Miguel Madeiro, e não era fácil conseguir professor naquele tempo, mas meu pai, apesar de ser um homem analfabeto, sempre deu oportunidade aos filhos para estudar, e dizia: eu sou analfabeto, mas vou deixar o meu nome; façam também o nome de vocês”.

Laura Araújo seguiu à risca o conselho do pai e cravou seu nome na história da educação de Itaporanga, mas precisou vencer muitas batalhas para alcançar tudo o que conquistou em um tempo em que o ensino era um privilégio de poucos, mas, ao mesmo tempo, um desafio que poucos conseguiam vencer, mesmo os mais abastados. Ela chegou à cidade com oito anos e no momento em que Itaporanga ganhava sua primeira grande escola pública: o Dom Vital, hoje Semeão Leal. Foi uma feliz coincidência, mas não a única: quando deixou o Semeão foi o tempo em que nascia o Padre Diniz, a primeira escola secundária do município e uma das primeiras de todo o interior paraibano.

A escola chegou por obra das Irmães Missionárias Carmelitas no final da década de 40 com o objetivo de formar professoras dada a carência de educadores, naquela época, nesta região. Na foto da primeira turma de normalista de Itaporanga, diplomada em dezembro de 1949, aparecem 17 rostos femininos em preto e branco: um deles é o de Laura Araújo. Ela se emociona ao falar desse tempo pela lembrança de algumas de suas amigas e companheiras de formatura, entre as quais Adália Nitão, Emília Brasilino e Maria Nazaré Lima, falecida este ano: “Nazaré foi uma grande professora e muito minha amiga: eu senti muito sua morte”.

A missão de educar

Depois de formada, a professora Laura passou a dar aula particular: montou uma escola onde hoje é o prédio da Telemar/Oi e encaminhou à educação centenas de itaporanguenses. Depois foi contratada pela Prefeitura de Boa Ventura para dar aula no sítio Nazaré, onde lecionou durante uma década.

“Eram120 alunos e eu dava conta de tudo sozinha: eu recebia crianças e jovens de todo canto e muitos vinham de sítios distantes e até de outros municípios, como Diamante”, comenta a professora, que, posteriormente, passou a trabalhar pelo Estado e voltou a Itaporanga, onde lecionou no grupo Lindolfo Ramalho.

A aposentadoria não foi o fim de sua trajetória educacional, mas o começo da concretização de um sonho: em 1981 fundou o Instituto Educacional Santa Mônica. O nome que deu à escola é uma homenagem à santa de sua devoção e ao clube de mães que presidiu durante muito tempo e que tinha a mesma denominação.

Laura Araújo lecionou em seu instituto até 87. Deixou a sala de aula, mas não a escola, que é dirigida por duas filhas (Verônica e Ritinha). “Essa escola é minha grande realização de vida, é um orgulho para mim, porque educação é uma fonte santa”, enfatiza. E para amenizar a saudade do tempo em que dava aula, de vez em quando ela entra em uma sala para aconselhar os alunos e rezar com eles. Sua casa fica dentro da escola e esse contato diário com a criançada é para “vovó Laura” um grande prazer: “É a melhor felicidade da vida”.

Educadora por vocação

Viúva há 16 anos do agricultor Manoel Sabino de Araújo, Laura Araújo teve cinco filhos: um homem e quatro mulheres, três das quais seguiram os passos profissionais da mãe. “Mas eu queria era que todos fossem professores”, diz a educadora, cuja maior preocupação sempre foi fazer com que nenhuma criança ficasse fora da escola, a começar pelos próprios filhos e sobrinhos. Não pôde educar o mundo inteiro, mas fez sua parte na instrução de milhares de vidas durante meio século de lições bem dadas: do ensino antigo ao moderno; da palmatória aos métodos mais evoluídos de motivação para a aprendizagem.

Laura Araújo não é eterna, mas a obra educacional que ergueu é imortal. Seu legado é uma árvore frutífera, que continuará derramando sementes de saber por muitas gerações. Plantar uma escola é uma contribuição indiscutível para o bem social.  

Foto (www.folhadovali.com.br): Tia Laura deu um grande contributo à educação local.

Dez dias do novo prefeito, e Piancó vive um drama administrativo por tantos problemas

Novo gestor tem muito para arrumar, e não se sabe se vai conseguir botar a casa em ordem


Por Redação da Folha Todos os dias, desde que assumiu a gestão, o atual prefeito de Piancó, Sales Lima (DEM), descobre novos e graves problemas deixados pela sua antecessora e adversária política, Flávia Galdino (PSB). Salários atrasados, documentos e equipamentos desaparecidos, convocação de concursados sem necessidade e até dinheiro devolvido indevidamente.

São problemas que inviabilizam a nova administração, e a intenção da gestão passada foi exatamente essa, mesmo sacrificando o povo, conforme o vereador Pádua Leite (PT). Nenhum processo de licitação, por exemplo, foi encontrado pelo atual gestor, mas outros documentos e diversos equipamentos municipais também desapareceram.

O que desapareceu igualmente foi o dinheiro da conta para pagar os proprietários de carros-pipa que abastecem a população vítima da estiagem: o problema é que a gestora devolveu ao estado o dinheiro para pagar os pipeiros, que, sem dinheiro, paralisaram suas atividades, deixando centenas de famílias sem água. “Isso é um ato desumano, mas, para prejudicar a nova gestão, a ex-prefeita é capaz de tudo”, lamentou Pádua, ao informar que Sales já regularizou a situação e conseguiu recursos para mais quatro carros, totalizando agora sete pipas, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).

O vereador também acusa a ex-prefeita de ter convocado, no final do governo, candidatos aprovados em um concurso público de sua gestão sem necessidade e além da conta, com o único propósito, segundo ele, de comprometer a nova administração. Pádua diz que foram centenas de convocados, muitos deles ligados politicamente à gestora e beneficiados por um concurso fraudulento, de acordo ainda com o petista. Como não há dinheiro para pagar toda a folha dentro do limite legal, o prefeito solicitou do Tribunal de Contas do Estado um auditoria, que pode culminar com  a revogação das portarias de admissão assinada pela ex-prefeita.

E um outro drama que vive o funcionalismo municipal piancoense é o atraso no pagamento: sem receber o mês de dezembro e o 13º salário, os servidores estão desesperados e esperam que o novo gestor regularize a situação, mas sabem que é difícil em função da insuficiência de recursos para o pagamento dos salários atrasados. Os servidores questionam o destino do dinheiro que seria para o pagamento dos funcionários.

Mal intencionado, árbitro garante vitória do Treze, e Itaporanga sai de campo revoltada

Cruzeiro perdeu pelo placar mínimo, resultado que teve influência direta da arbitragem


Por Redação da Folha
 Quando podem beneficiar dentro de campo os times considerados grandes da Paraíba, devido à influência que estes exercem no futebol do estado, os árbitros da Federação Paraibana de Futebol não pensam duas vezes, aliás, nem pensam. Foi o que aconteceu na tarde desta quarta-feira, 9, no estádio O Zezão, em Itaporanga.

Mal intencionado, o árbitro Antônio Umbelino marcou um pênalti duvidoso em favor do Treze, de Campina Grande, mas deixou de marcar  um bem mais claro para o Cruzeiro, que também teve um gol anulado, e terminou perdendo o jogo por 1x0, placar resultante exatamente da penalidade máxima, convertida por Daniel Costa, da equipe de Campina.

O Cruzeiro fez sua estreia no campeonato paraibano com derrota, mas não saiu de campo desmotivado: apesar do resultado negativo, o time construiu uma boa partida, dominou todo o segundo tempo e desperdiçou várias chances reais de gol. No entanto, o resultado final do jogo teve influência direta da arbitragem por erros capitais em favor do Treze.

O presidente do Cruzeiro, Nosman Barreiro Paulo, e o treinador do time, Betão, protestaram contra o árbitro na imprensa, e a torcida cruzeirense também saiu de campo revoltada com a arbitragem. “O arbitro entrou em campo intencionado a beneficiar o Treze, que é grande, tem influência e esquemas”, lamentou um torcedor durante contato com a Folha (www.folhadovali.com.br).

O Cruzeiro jogou com Aranha, Alexandre, depois Totó, Preto, Suelho, depois Charles, e Emerson Paraíba; Gavião, Júnior Boa Ventura e Rony, depois Jamilson; Dimas, Léo Lima e Chico Paraíba. Foto: atleta cruzeirense parte para o domínio da bola, e é cercado por treziano.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Josélia Vai Deixar Saudades


Josélia Vai Deixar Saudades

(Reynollds Augusto)

Eu tenho um hábito, que as minhas garotas condenam, e até criticam, que é nominar os meus veículos. É uma espécie de hobby. Personaliza, de certa forma, aqueles objetos utilitários e que parece fazer parte de nossas vidas. São os acessórios da existência e que nos ajudam a viver com mais satisfação na terra. É um carro, um som, uma música, uma roupa, um perfume, um computador, um violão...

Nada de grave, nada de apego. É apenas uma brincadeira.

Por exemplo, possuo um carro velho que o meu xodó. É o Escort. Eu não sei por quer cargas d’água a indústria o tirou de linha. É um carro confortável e bom de dirigir. Tive que comprá-lo, “forçado”,quando sofri um acidente, que quase me tirou a vida física. Os meus queridos pais, impactados pela minha dor, não deixavam eu viajar mais a Sousa, para concluir o curso de direito, de moto. O susto foi grande. Tive que aderir, de início, para satisfazer os velhos. Depois retornei a viajar de moto, novamente, quando a poeira baixou. Ponderei, pois a moto além baratear a locomoção à Sousa, ainda é a “enxada” do Oficial de Justiça.

Pois bem, o Escort, o apelido de BOBY ESCORT. Que logo, logo se transformará em “BOBY ESCORT SPIRIT SOM”. Será um nome apropriado, pois vou transformar o mesmo em um carro de som, para divulgar as maravilhas da Doutrina Espírita, que é Jesus de Volta.


Não dava mais para enfrentar grandes distâncias com o BOBY. Ele está velhinho e quase não tem peça de reparo no mercado. Ainda bem que tenho o “DOUTOR MARCONE”, que trabalha em ENILSON. O Homem entende de carro como ninguém e é quem faz as peças para o BOBY. Ufa!


Por conta disso tive que adquirir, como muito esforço, o Apolo. É um carro chique e quase pensa, o bicho tem sensor para todos os lados. O chamo de JACK APOLO e também é paciente do “DOUTOR MARCONE”.Ultimamente ele não está refrigerando bem e é um problema que preciso levar ao “doutor”para ser avaliado.

Mas a moto ainda não batizei, não tenho o costume. Contudo de uma coisa eu tenho certeza, um dos melhores mecânicos de moto de Itaporanga chama-se VADO, da Ginga Motos, lugar onde JOSÉLIA, trabalhava. Como o “Doutor Marcone” é especialistas em carros, o doutor VADO, é especialista em MOTOS. Sempre que“precisava e preciso me dirijo à “clínica” de motos” de Vado, que está sempre à disposição.

Ultimamente, o ambiente está diferente, triste, faltando algo. Eu descobri que é a falta da atendente JOSÉLIA.

Nós sempre conversávamos muitos e falávamos um ao outro dos nossos dramas pessoais, que faz parte da vida de cada qual. São ferramentas para que possamos evoluir crescer, desapegar e viver com mais consciência. O velho café muito adocicado, agora menos, depois da justa bronca, feito por LUCIANA, a esposa do DR VADO, servia de motivo para as nossas conversas.

Eu conhecia JOSÉLIA de muito, desde a adolescência. Participamos muito dos antigos “assustados” da vida, que hoje deve ter outro nome, apelidado pelos jovens. Esses encontros juvenis, antigamente, eram realizados nas nossas casas.

Lembro-me que certa fez a minha família se ausentou, de férias e a casa ficou vazia. Como eu u morava com a minha avó, não fui, e fizemos o maior ASSUSTADO de todos os tempos, na casa dos velhos, na então Rua Pedro Américo. Tudo ao som de Titãs, Madona, Ultraje a Rigor, Kid Abelha, A-HA, Cynde Lauper e etc. Sem falar nos forrós de seu Luiz. A época JOSÉLIA namorava o meu primo EMÍLIO e vivemos uma juventude feliz.

JOSÉLIA aparentava ser uma pessoa tranquila e me atendia sempre com alegria. Sei que é difícil, ainda, lidar com o tema morte, pois somos materialistas mesmos. Não tem gente mais materialista do que os pseusdosreligiosos, que enchem as igrejas da vida, procurando “se salvar” e não vivem a proposta do Cristo, fazendo a alegria do próximo. A companheira morte chega, vem o desespero momentâneo e o tempo arrefece a nossa dor e continuamos no mesmo jeito.

Mas essas reflexões me fizeram lembrar de considerações do Espírito Joana de Angelis, que sou “fanzasso”:

(...) A morte é, portanto, o traço de separação entre o estado orgânico do ser e o espírito que ele é, permanente e eterno.

À medida que se está a morrer, enquanto se vive, conveniente que se esteja também construindo o porvir e libertando-se do passado, como aprendiz que armazena os valores que o deverão acompanhar para sempre.

Oportunamente quero cumprimentar JOSÉLIA, que segue firme na vida que não cessa.

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O AMANHECER DE UMA NOVA ERA II


O Amanhecer de Uma Nova Era II

Juiz Mineiro, Haroldo Dutra, Fala no V CONGRESSO ESPÍRITA PARAIBANO I

                                                                          (Reynollds Augusto)


Eu considero que esse V Congresso Espírita da Paraíba, promovido pela Casa Mater- Federação Espírita Paraibana- foi um evento histórico e que ficou gravado nas mentes e corações de todos os congressistas. O ambiente foi tão puro e protegido que tínhamos a impressão de que estávamos fora do planeta Terra, em paragens mais equilibradas. Na mesa de discussão representantes de outros segmentos religiosos, como o arcebispo da Paraíba Dom Aldo Pagoto e pastor Estevam, Irmã Aila, e renomados espíritas. Todos pretendo alcançar os valores maiores do cristo que são no amor e o respeito á diversidade.

O evento foi aberto com a professora SANDRA BORBA, que em outro momento vamos tecer considerações de sua fala. A Sandra encantou a todos com seu verbo alegre e consciente, cujo tema foi “A Educação de Criança e Jovens na perspectiva da Nova era”.

Mas eu quero continuar essa série de artigos que me propus, especialmente para os amigos de Itaporanga, tecendo comentários, agora, em torno do Seminário Lítero Musical, cujo tema foi “PAULO E ESTEVÃO”, ministrado pelo escritor e estudioso das escrituras HAROLDO DUTRA, no dia 05 de janeiro, sábado. Foi um sábado diferente e que passou tão rapidamente, que sequer nos demos conta disso.

 Einstein tinha razão quando disse que o tempo não existe.

O Haroldo é de Minas gerais. Escritor, palestrante espírita e Juiz de Direito em Belo Horizonte, Uai! O companheiro de ideal espírita tem uma voz mansa, segura e esclarecedora. Demonstra um firme entendimento do que está por trás das alegorias bíblicas, que só são percebidas por aqueles que “tem olhos de ver”. Talvez seja por isso que existem tantos desavisados, líderes religiosos interesseiros, que usam a mensagem cristã para enganar e fomentar ilusões. Falta-lhes a maturidade da decodificação.

O seminário alargou os horizontes em torno da real intenção de Jesus às nossas vidas. O expositor começou elucidando que o SEMINÁRIO INTERMUSICAL PAULO E ESTEVÃO surgira com o propósito de comemorar os 70 anos do Livro Paulo e Estevão, um verdadeiro clássico da literatura espírita. Se você pretende conhecer, de verdade, o cristianismo não pode deixar de ler esse livro, que retrata com realidade a vivência dos cristãos do tempo de outrora. É um romance mediúnico, do espírito Emmanuel, que arranca lágrimas e nos faz refletir sobre o nosso papel na vida.

Vamos viajar em torno dessa odisseia de vida, na visão do irmão expositor HAROLDO que tratou, com fidelidade, das vidas de Paulo, Estêvão e Abigail. Vale a pena acompanhar.

Até mais...

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Um Belo Começo


EITA, FORRÓ “DA PESTE”!

(Reynollds Augusto) 

Hoje eu me dei bem. Saí “cedo” para apreciar a festa de comemoração do 148º anos de Itaporanga e logo de entrada me deparei com o CLÃ BRASIL, do nosso amigo ZÉ BADU. Um forró gostoso de dançar, cantado por belas garotas, com vozes e instrumentais que alucinam os tímpanos. Regredi no tempo e relembrei Luiz Gonzaga, Marinês, Domiguinhos, e outros “ases” da música, de qualidade. Sem falar nas músicas feitas por Zé Badú, um genuíno herdeiro do seu avô DEDÉ DO CANTINHO, que tive a honra de conhecer, apesar de ser garoto.

Dedé tinha a música no sangue e com o seu fole de oito baixos não tinha para ninguém, encantando a geração de então. A minha querida mãe sempre fala com emoção e saudade das velhas festas juninas que aconteciam no cantinho. Talvez seja por isso que as filhas do Badú tocam com tanta emoção e perfeição.  A verve musical, de sangue, de raiz e o aperfeiçoamento com o estudo da musica, na academia, e especialmente com a ajuda do pai musicista, geraram essa bela visão. Belas garotas, com belos figurinos e uma bela música que estimula á emoção. Uma beleza sem par. E o trocadilho ganhou o seu lugar. Até deu para rimar.

Mas, confesso a vocês que a sanfona, zabumba, triângulo tradicionais, quando harmônicos com instrumentos eletrônicos, dá mais vivacidade às canções. O Clã fez uma bela apresentação, que juntou tradição com sons eletrônicos. O quadro estava perfeito e o baterista convidado pelo CLÃ BRASIL, sabia como usar aquele negócio.
O prefeito BERGUINHO entrou 2013 com o pé direito. Apesar do grande desafio que tem pela frente; e os desafios não são obstáculos intransponíveis e sim um convite da vida para que possamos encontrar saídas. Os primeiros passos já indicam qual direção a administração quer tomar. O lixo que tomava conta da cidade foi retirado, outros desafios virão e o povo espera confiante que tudo seja resolvido no seu tempo próprio. 

Precisamos ajudar o novo prefeito a renovar Itaporanga, com as luzes do bom senso. Queremos o sucesso do prefeito, para que Itaporanga deixe para trás essa onda de atraso e desequilíbrio. Não vamos procurar culpados e sim solucionar os graves e elementares problemas de Itaporanga. O povo não precisa mais sofrer, com os erros, equívocos e tomadas de decisões administrativas irracionais, de alguns que não entendem que o patrimônio do povo precisa ser tratado com eficiência, para não causar insuficiências básicas.


Parabéns ao Clã Brasil.
Parabéns a Zé Badu.
Parabéns a Aldiberg.


PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.

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ESTÁ CHEGANDO A NOVA ERA


V CONGRESSO ESPÍRITA PARAIBANO V – I

DIÁLOGO Inter-religioso


É certo que todas as férias me dirijo a Joao Pessoa para passar uns dias com a família, passear na cidade mais verde do Brasil, rever primos queridos, contemplar aquela beleza natural e histórica e sentir o aroma gostoso daquela terra. De quebra ainda mato as saudades de espíritos amigos, como o Eduardo Maia; o grande poeta, conterrâneo, Merlânio Maia; NETO E NEIDINHA e sua família linda; o grande Titico Pedro, que sempre vem visitar Itaporanga, pelo amor que tem à nossa terra. O homem mora na capital, mas não se esquece da terrinha querida. Isso é compromisso.

Infelizmente não tive tempo de rever os meus amigos de infância, que moram na capital, na “pequena” capital. Lá tudo é uma viagem. Diferente da Rainha do Vale, que aproxima os amigos, que não se perdem com o tempo e a distância. Em João Pessoa é preciso “marcar audiência” para falar com os amigos. É triste.

Neste início de ano tivemos, também, a alegria de estar com o presidente do Centro Espírita Jesus de Nazaré da cidade Catingueira, TIÃO. Isso no mesmo encontro. O Centro Espírita de Catingueira “respira” poesias e as dicas dadas pelo “UM AMIGO POETA”, nos faz viajar nas ideias de consciência e de vida. A nossa querida irmã Lúcia é quem serve de instrumento para o INÁCIO DA CATINGUEIRA, que é o mesmo poeta.

Tião como eu, sofreu uma pancada na cabeça. Uma dessas pancadas didáticas, ocasionadas por acidentes de moto e que nos permitem um estágio no mundo espiritual, nossa verdadeira casa. Voltamos com menos ilusão e saímos á procura dos valores da alma que são conquistas imortais do espírito e que são os nossos advogados em quaisquer paragens.


Mas, as férias da família esse início de ano foi um espetáculo a parte. Participamos do V CONGRESSO ESPÍRITA PARAIBANO e tomamos um banho de luz, espiritualidade, ecumenismo, com as falas de expositores, que nomino aqui e que durante muito tempo iremos discorrer nesse espaço, em torno de seus temas.

É uma viagem em direção à plenitude:

1- DIVALDO FRANCO. Médium, expositor espírita internacional e agora, também, cidadão paraibano;

2- HAROLDO DUTRA. Juiz de Direito de Minas Gerais, escritor, expositor. Estudioso das escrituras.

3- SEVERINO CELESTINO. Odontólogo, Professor da UFPB, escritor espírita, apresentador de programa ‘Abrindo a Bíblia”, da TV MUNDO MAIOR.

4- SANDRA BORBA. Professora, escritora e expositora espírita, do Estado do Rio Grande do Norte.

5- IRMÃ AILA, do estado do Ceará.

6- PASTOR ESTEVAM, da primeira igreja batista de João Pessoa.

7- DOM ALDO PAGOTO. Arcebispo da Paraíba

8- NANDO CORDEL. Cantor, compositor.


Aguardemos!


PENSE NISSO. MAS PENSE AGORA MESMO